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sexta-feira, 25 de junho de 2010

Os impostos invisíveis


Convencionou-se, no mundo, classificar os impostos que os cidadãos pagam a seus governos para sustentá-los  e receber, em contrapartida, um mínimo de serviços essenciais , em diretos e indiretos. Diretos são aqueles que o contribuinte vê sair do seu bolso (no Brasil, por exemplo, o Imposto de Renda, o IPTU). Os indiretos (entre nós ICMS, IPI, Cofins) estão embutidos no preço dos serviços e produtos que a pessoa compra, aparentemente sem percebê-los.

Ensinam os especialistas que um sistema tributário é tão melhor quanto mais cobranças visíveis, diretas, tiver, cada um pagando conforme suas capacidades e possibilidades. O imposto oculto é uma violência. E o nosso sistema é dos piores, com grande concentração nos tributos indiretos. O que o torna, além de pesado para o bolso, um dos mais injustos e um dos mais iníquos do planeta.

E com distorções do tipo: proporcionalmente, quem ganha mais contribui menos. Quanto mais alto se está situado no topo da pirâmide de ganhos, menos o imposto leva desses rendimentos. Um estudo do ex-secretário das Finanças petista no município de São Paulo aponta o número de tal tratamento desigual, com o exemplo dos limites inferiores e superiores da pirâmide:  1) Quem ganha até dois salários mínimos tem 48,89% de sua renda familiar consumidos por impostos e tributos e nem desconfia do quanto está sendo esfolado; 2) Quem recebe mais de 30 salários mínimos compromete 26,30% de sua renda com o governo e tem mais condições de ver e reclamar (aliás, parêntese, com razão, pois a carga tributária, algo em torno de 35% e sempre ascendente, prejudica a economia com um todo).

No Brasil, no entanto, o sistema tributário nacional não se resume a apenas esses dois impostos. O peso da inapetência gerencial do Estado brasileiro gera entre nós um outro tipo de tributo – os impostos invisíveis, intangíveis. E quais seriam esses impostos, a merecer um estudo acurado de nossos acadêmicos e economistas? São aqueles custos provocados pela incrível incapacidade dos governos, em suas três esferas (federal, estadual e municipal) a oferecer ao cidadão prestante serviços básicos com uma qualidade no mínimo aceitável.

O cidadão paga impostos, por exemplo, para que o Estado provenha, para ele e para seus filhos, educação com competência. Como, de modo geral, o ensino público, além da insuficiência na oferta de vagas, é no mínimo de qualidade desagradável, para ter condições de competir bem no mercado de trabalho, ele se vê obrigado a recorrer ao ensino privado, pagando altas mensalidades.

Na saúde, corre-se para os planos de seguridade privada – mas sem deixar de pagar impostos e contribuições para o que é público. Na hora de se aposentar com dignidade, só mesmo pagando uma previdência particular. Para ter segurança, é preciso recorrer à vigilância privada, a casas e apartamentos cada vez mais protegidos, com custos adicionais. Para não correr o risco de perder bens, surrupiados pela falta de segurança, apela-se para seguro contra roubo de carro, de residências. É um pagar sem fim:  o governo cobra para prover esses serviços e, como se diz popularmente, não comparece. Tem outras prioridades – a principal, sustentar-se a si próprio e deixar as migalhas para a colônia.

Nesta jabuticabeira tributária tupiniquim dos impostos e tributos intangíveis, mais uma vez acentua-se a injustiça fiscal brasileira: os mais pobres, por óbvia escassez de renda, têm menos possibilidade de aplicar nos impostos invisíveis para obter bons serviços. Têm de se contentar mesmo com o SUS, a aposentadoria do INSS...

Como resistir aos impostos. Nos EUA


Livro demonstra que resistir aos impostos é previsto na Constituição dos EUA
Todos sabemos que a carga de impostos brasileira é uma das mais altas do mundo. Nem sempre foi assim: o que aconteceu é que ao longo de décadas o governo federal foi elevando alguns impostos e criando outros – e esse movimento não dá sinais de que terá fim. No início do Plano Real, a carga era de 28% do PIB, segundo  Aércio Cunha, da Universidade de Brasília; mas já bateu em 33% e o governo não pára de gastar nem de ameaçar com novos aumentos.
Governos centrais (como é o caso do federal), em todas as eras da história, são vorazes para arrecadar dinheiro da população. Neste momento,  o governo federal dos Estados Unidos está subindo os impostos para dar conta de vários planos da equipe de Barack Obama, entre eles a reforma do sistema de saúde.

O povo está com a respiração suspensa, porque a gestão de Obama está buscando novos recursos de várias maneiras. Por exemplo, aumentando as alíquotas do imposto de renda dos casais que ganham mais de US$ 250 mil e de indivíduos que ganham mais de US$ 200 mil. Ou reenviando ao congresso propostas de aumento que no ano passado não deram certo, como as que elevam o imposto das empresas de petróleo e gás e das que têm operações fora do país.

Com essas mudanças, a expectativa do governo americano é embolsar mais US$ 1,4 trilhão nos próximos dez anos. Mesmo abrindo mão de US$ 330 bilhões em impostos para os pobres, conforme está planejado, ainda  sobrará muito dinheiro (US$ 1,1 trilhão, mais ou menos). Mas,  não é só esse o imposto que os americanos pagam: existem taxas sobre os produtos e sobre os serviços, é preciso pagar imposto predial e territorial, assim como nós, e quando o governo decide por uma elevação das alíquotas, nem sempre há o que fazer.

Thomas E. Woods Jr.,  professor de história do Ludwig von Mises Institute, no Alabama, descobriu que continua existindo, na Constituição americana, um caminho para que os estados  fujam das pressões do governo federal. Sua receita está em Nullification: How to Resist Federal Tyranny in the 21st Century (em português, "Anulação: como resistir à tirania federal no século 21", Regnery Press, 309 páginas).

Woods estudou história em Harvard, doutorou-se pela Universidade de Columbia, em Nova York, e este é seu décimo livro. Em todos eles, o autor usa a história para explicar fatos e circunstâncias do presente: em Meltdown: A Free-Market Look at Why the Stock Market Collapsed, por exemplo, explica a última crise econômica, e em Como A Igreja Católica Construiu A Civilização, publicado no Brasil (Quadrante, 224 páginas), mostra que as iniciativas da Igreja estão num gigantesco número de instituições que conhecemos.

O título da última obra pode até sugerir uma insurreição. Afinal de contas, Woods mora no Alabama,  estado sulista que defendia a escravidão por basear sua economia na lavoura no século 19. Mas seus estudos mostram que há mesmo recursos constitucionais para que os estados batam o pé e possam resistir à pressão federal pelo aumento ou criação de novos impostos.

Esses recursos se baseiam no princípio da anulação, pelo qual estados podem rejeitar leis federais inconstitucionais – ou que possam ser discutidas nesses termos. É o único caminho, segundo ele, contra o que  chama de "políticas socialistas" e contra a grande agenda do novo presidente. Essa estratégia já foi utilizada para derrubar várias leis federais, incluindo algumas antes da Guerra Civil – e de acordo com ele, pode ser resgatada agora.

Das diversas situações que podem ser resolvidas pelo caminho da anulação, Woods indica como exemplos as "despesas de estimulação" (aquelas feitas para contornar a crise econômica) e o "obamacare", a estratégia federal para levar seguro saúde a toda a população americana.

Muito mais importante do que o princípio constitucional discutido no livro, no entanto, é a real possibilidade de que a população ou os estados façam um grande movimento contra os próximos aumentos de impostos – sejam eles pela elevação de alíquotas ou criação de novos – absolutamente dentro dos limites da lei. Os brasileiros, que sofrem hoje mais do que os americanos com as taxações, não têm esse recurso. Entre os caminhos disponíveis aqui estão os projetos de iniciativa popular, os projetos dos deputados e senadores que se oponham aos impostos e, naturalmente,  a gritaria geral.

Quem governa, em qualquer lugar do mundo, sabe que uma elevação no valor dos impostos tem conseqüências claras e rápidas: cresce o número de camelôs, cresce a economia informal, cresce o desemprego, lavouras mudam de país ou de estado – assim como muitas transações do mercado de capitais fugiram daqui para a bolsa de Nova York durante a vigência da CPMF.

Sobre a anulação, Woods diz: "Não houve força mais destrutiva na história do mundo do que o Estado moderno, e não há nada de sinistro em  pensarmos diferente. Pelo contrário, a anulação é provavelmente a coisa mais política e intelectualmente liberal que podemos fazer".

De fato, os impostos estiveram por trás de grandes eventos (alguns de grande violência) na história da civilização. Entre eles, a nossa Inconfidência Mineira, a queda do império russo, a revolução francesa e a própria independência dos Estados Unidos.

Mulher palestina assassinada por engravidar com bebê do sexo feminino


James Tillman
NABLUS, Margem Ocidental, 14 de maio de 2010 (Notícias Pró-Família) — Um homem palestino confessou ter assassinado sua esposa de 27 anos porque ela ficou grávida de uma menina, em vez de um menino, de acordo com MaanNews.net
A mulher foi encontrada morta em seu lar numa vila a nordeste de Nablus. A mãe, que estava grávida de três meses, já tinha três meninos e uma menina.
O marido dela foi preso depois da descoberta de ferimentos de arranhões em seu corpo que correspondiam à evidência de DNA de sangue achado debaixo das unhas de sua esposa. Testemunhas disseram para a polícia que o marido dela também a havia surrado quando ela estava grávida de sua filha mais velha numa tentativa de acabar com a gravidez.
Parentes da mulher disseram que ele estava com inveja do seu irmão, que tinha nove filhos, todos do sexo masculino.
Biologicamente, o material genético do pai determina o sexo de um filho.
Tais casos não são incomuns: No mundo inteiro, mulheres são surradas ou abandonadas por terem filhas, em vez de filhos. Sob muitas circunstâncias meninos são economicamente mais valiosos do que meninas, e meninas podem ser consideradas como má sorte. Isso tem levado ao abuso de mulheres e abortos de seleção sexual.
Abortos de seleção sexual e infanticídios de recém-nascidos do sexo feminino são comuns na China, o que por sua vez tem levado a um imenso desequilíbrio no número de homens e mulheres. Estima-se que a China terá 30 milhões a mais de homens do que de mulheres em idade de casamento em 2020.
Abortos de seleção sexual são também comuns na Índia, onde as noivas se tornaram tãoescassas que algumas famílias não só pararam de exigir um dote, mas até oferecem pagamentos às famílias de uma moça disposta a casar.
Tais abortos têm sido vistos em comunidades asiáticas nos Estados Unidos e Canadá.
Veja notícias relacionadas em LifeSiteNews.com:

“Gendercide” – Abortion and Infanticide of Girls Leading to Lop-Sided Demographics 
http://www.lifesitenews.com/ldn/2005/nov/05112208. html
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesite.net/ldn/viewonsite.html?articleid=10051407
Copyright © LifeSiteNews.com. Este texto está sob a licença de Creative Commons Attribution-No Derivatives. Você pode republicar este artigo ou partes dele sem solicitar permissão, contanto que o conteúdo não seja alterado e seja claramente atribuído a “Notícias Pró-Família”. Qualquer site que publique textos completos ou grandes partes de artigos de Notícias Pró-Família ou LifeSiteNews.com em português tem a obrigação adicional de incluir um link ativo para “NoticiasProFamilia.blogspot.com”. O link não é exigido para citações. A republicação de artigos de Notícias Pró-Família o LifeSiteNews.com que são originários de outras fontes está sujeita às condições dessas fontes.

O conto da vacina suína


Marcelo Leite
O Congresso Nacional anda muito ocupado em representar os interesses da bancada ruralista. Não fosse isso, bem que poderia investigar a atuação do Ministério da Saúde no combate à gripe pandêmica, ou suína, causada pelo vírus influenza A (H1N1).
É o que está fazendo o Conselho da Europa (não confundir com o Parlamento Europeu) com a OMS (Organização Mundial da Saúde) e as autoridades de saúde de seus 47 Estados-membros. Um relatório devastador as acusa de favorecer a indústria farmacêutica no enfrentamento da nova gripe.
A investigação parece necessária, no Brasil, não tanto para desencavar corrupção, preferência nacional, mas o possível desperdício de ao menos parte do R$ 1,3 bilhão na compra de 113 milhões de doses da vacina antigripe. Foram imunizados até a semana passada 73,2 milhões de brasileiros, 37% da população.
Até 8 de maio, 2.115 mortes haviam sido atribuídas no país ao H1N1. Muito menos que as 140 mil vítimas (0,4% de 35 milhões de infectados) que chegaram a ser aventadas na imprensa, depois que a declaração de pandemia pela OMS —exatamente um ano atrás — lançou o mundo numa espiral de previsões alarmistas.
Para comparação: os Estados Unidos vacinaram 24% da população e estimam as mortes em 12.470. A França imunizou 8% e teve meros 312 óbitos. No mundo todo houve cerca de 18 mil vítimas do H1N1, uma cifra baixa, de ordem comparável ao número de mortes causadas pelas gripes sazonais.
O Ministério da Saúde apresenta os números brasileiros como indicadores do sucesso de sua estratégia. Mas eles também sugerem outras hipóteses: 1) Não parece haver relação direta entre cobertura vacinal e proporção de mortes pelo H1N1; 2) Nações desenvolvidas podem ter reagido de modo tecnicamente mais adequado à real gravidade da pandemia.

França X Polônia                                                 

Não é fácil tomar decisões no calor da hora. Sobretudo quando entra em cena o espectro da gripe espanhola de 1918, com dezenas de milhões de mortos. O instinto de sobrevivência do político sempre fala mais alto.
O governo francês chegou a contratar a compra de 94 milhões de doses da vacina. Diante da progressão lenta da doença e da letalidade similar à da gripe sazonal, conseguiu cancelar a compra de 50 milhões de doses, que terão sido destinadas a outros países. O Brasil, quem sabe?
Mais sangue frio teve a ministra da Saúde da Polônia, destaca o documento do Conselho da Europa. Médica, Ewa Kopacz chegou a identificar um grupo de risco com 2 milhões de pessoas e reservou fundos para comprar o número correspondente de vacinas. Logo recuou, contudo, diante das condições leoninas dos fabricantes.
Em primeiro lugar, só o governo poderia adquirir as vacinas. Em segundo, ele teria de se responsabilizar sozinho por possíveis efeitos colaterais. Por fim, o preço seria duas a três vezes maior que o de vacinas para a gripe sazonal.
A França micou com uma conta de R$ 800 milhões pelas vacinas. Imunizou só 5,7 milhões de pessoas. Tem 25 milhões de doses em estoque cujo prazo de validade vai só até o final do ano.

O papelão da OMS

Na mira do Conselho da Europa e de publicações médicas como o “British Medical Journal” está o papel desempenhado pela OMS na propagação do alarmismo. São duas as suspeitas contra o órgão: 1) mudar a definição de “pandemia” para facilitar a declaração; 2) ocultar conflitos de interesse de especialistas aos quais recorreu.
No primeiro caso, incluir a gripe suína na condição pandêmica era de interesse óbvio para a indústria farmacêutica. Fabricantes de vacinas tinham contratos “dormentes” com vários governos, prevendo garantia de compra e venda caso a pandemia fosse declarada pela OMS.
Isso ocorreu no dia 11 de junho de 2009, quando o H1N1 estava presente em 74 países (chegaria ao total de 214). Acontece que, até 4 maio de 2009, a disseminação geográfica não era a única condição para se declarar uma pandemia.
A definição antiga rezava: “Uma influenza [gripe] pandêmica ocorre quando surge um novo vírus influenza contra o qual a população humana não tem imunidade, resultando numa epidemia mundial com números enormes de mortes e doentes”.
A nova definição, adotada no texto “Prontidão e Resposta à Influenza Pandêmica: Um Documento de Orientação da OMS”, passou a dizer: “Uma pandemia é uma epidemia mundial da doença. Uma pandemia de influenza pode ocorrer quando surge um novo vírus influenza contra o qual a população humana não tem imunidade... Pandemias podem ser suaves ou graves, e a gravidade da pandemia pode mudar no curso dessa pandemia”.
Especialistas ouvidos pelo periódico médico “BMJ” disseram que a gripe suína só pode ser declarada pandemia graças a essa nova definição. Os números modestos de mortos, à luz da categoria antiga, não autorizariam o passo dado, que desencadeou o tsunami de notícias alarmistas.
“O problema não está tanto no fato de que divulgar incertezas é difícil, mas sim que a incerteza não foi divulgada”, ponderou Gerd Gigerenzer ao “BMJ”. “Não havia base para a estimativa da OMS de 2 bilhões de casos prováveis de H1N1, e sabíamos pouco sobre os benefícios e danos da vacinação. A OMS manteve a estimativa de 2 bilhões mesmo depois de a estação de inverno na Austrália e na Nova Zelândia ter mostrado que só 1 ou 2 pessoas em mil eram infectadas.”

US$ 10 bilhões de lucro

Segundo projeções do banco J.P. Morgan citados no relatório do Conselho da Europa, a indústria farmacêutica pode ter lucrado entre US$ 7 bilhões em US$ 10 bilhões adicionais, em 2009, com as vendas de vacinas contra o H1N1. Havia muita coisa em jogo, além da saúde da população mundial, na decisão de declarar a pandemia.
A declaração foi feita pela diretora da OMS, Margaret Chan, com a ajuda de um Comitê de Emergência de 16 membros cujos nomes permanecem até hoje em segredo. Com exceção de um: Arnold Monto.
O “BMJ” confirmou que Monto tinha integrado o comitê da pandemia por meio de uma biografia sua na página de internet da Sociedade Norte-Americana de Doenças Infecciosas. O especialista já declarou no passado ter recebido honorários por palestras da empresa GlaxoSmithKline, fabricante do antiviral zanamivir (Relenza), um dos que os governos passaram a estocar às dezenas e centenas de milhões de comprimidos.
A OMS vem se negando, porém, a tornar públicos os documentos de admissão de conflito de interesses que seus especialistas são obrigados a preencher, de acordo com diretrizes da organização. Afirma que a definição de pandemia nada tem a ver com quantidade de mortes, defende a necessidade de interagir com a indústria e atribui todas as suspeitas a “teorias de conspiração”.
Uma reação “decepcionante”, vaticinou o “BMJ” num editorialComo seria a reação do Ministério da Saúde brasileiro, se o Congresso se dignasse investigar sua conduta?
Divulgação: www.juliosevero.com
Leia também o artigo:
Gripe suína: Quem pagou o preço pela pandemia fantasma, escrito por Julio Severo

Gripe suína: Quem pagou o preço pela pandemia fantasma?


Julio Severo
Durante muitos meses tenho acompanhado o noticiário internacional e, lendo vários jornais seculares dos EUA e Inglaterra, um fato ficou claro: a pandemia da gripe suína estava envolta em graves problemas éticos e médicos, inclusive morte de jovens vacinados. E agora sai a bomba de que a vacinação foi desnecessária.
O jornal inglês Daily Mail denunciou em manchete “A pandemia que nunca existiu: empresas farmacêuticas ‘incentivaram Organização Mundial de Saúde a exagerar a ameaça da gripe suína’”. A matéria então diz: “Declarar a gripe suína uma pandemia foi um ‘erro monumental’, impulsionado por empresas farmacêuticas que, gananciosas por lucros, espalharam medo, concluiu um influente relatório”. O restante da matéria, em inglês, estáaqui.
Há também o artigo “O conto da vacina suína”, publicado pelo jornal esquerdista Folha de S. Paulo, que expõe os escândalos envolvendo o Ministério da Saúde do Brasil e a Organização Mundial de Saúde (OMS) e o modo desonesto como a OMS mudou a definição de pandemia exclusivamente para engordar as empresas farmacêuticas, que lucraram uns 10 bilhões de dólares com a pandemia fantasma em 2009.
Essa é a mesma OMS que mudou também o sentido real da homossexualidade na década de 1990, retirando-a da lista de comportamentos pervertidos, a fim de atender aos interesses de multimilionários grupos de pressão política.
Na hora de definir o que é e o que não é, o dinheiro, a pressão e a ganância são uma formidável persuasão. Sob essa persuasão, condutas pervertidas são normalizadas e o que não é pandemia se torna pandemia!
Na questão da pandemia fantasma, o que muita gente suspeitava está agora vindo à luz, e não é de admirar que o número de vacinados não tenha sido elevado nos EUA e Inglaterra, deixando enormes estoques parados da inútil vacina que custou milhões de dólares que poderiam ter sido mais bem investidos no bem-estar da população.
Mesmo assim, as empresas farmacêuticas continuam na sua corrida louca para vender suas vacinas para países trouxas o suficiente para engolir a estória da epidemia generalizada.
Eu poderia ter avisado muito mais o público brasileiro antes, mas o Blog Julio Severo vem há anos mostrando o óbvio: O governo Lula não merece confiança. Você confiaria num governo que é a favor do aborto, que representa o assassinato covarde do mais vulnerável e indefeso dos seres humanos?
O grande responsável pela campanha de vacinação foi o ministro contra a Saúde, José Temporão, que também é a favor do aborto. Ele vê o aborto simplesmente como “questão de saúde pública”, de modo que se as empresas farmacêuticas criarem uma vacina que elimine esse “problema” de “saúde”, o tarado por campanhas de vacinação em massa ficará extremamente feliz de fazer mais uma parceria com elas.
Apesar disso, a população pensou que poderia confiar num aspirante a carniceiro. Foram se vacinar. A obediência — ou eu deveria dizer a estupidez? — foi tão grande que o país campeão mundial de vacinação contra a inexistente e irreal epidemia generalizada de gripe suína foi o Brasil. Mais de 70 milhões de brasileiros foram vacinados.
Agora, o governo Lula está sorrindo. O ministro contra a saúde está sorrindo. As empresas farmacêuticas, com os bolsos entupidos do dinheiro dos cidadãos do Brasil, estão mais do que felizes e pulando de alegria. E o povo está sorrindo, sem ao menos perceber o que está acontecendo. Ele paga, mediante impostos, com o dinheiro do próprio bolso as estupidezes do governo, e ainda sorri abobalhadamente.
E quem no final leva o prêmio é o governo. Em 2009, Lula recebeu o Prêmio Chatham House por seu papel como “importante promotor de estabilidade e integração na América Latina”. Um dos principais patrocinadores desse prêmio internacional foi a empresa farmacêutica GlaxoSmithKline. No final de 2009, a GlaxoSmithKline recebeu R$ 465.532.000,00 do governo brasileiro, numa compra sem licitação, de doses da vacina contra a “epidemia generalizada” da gripe suína.
Uma mão lava a outra. As empresas farmacêuticas patrocinam homenagens internacionais ao ego incontrolável e insaciável de Lula, e Lula sacia a ganância incontrolável e insaciável dessas empresas, sustentando pandemias fantasmas que lhes enchem os cofres.
Mas quem pagou realmente um preço alto foram os brasileiros vacinados. Veja algumas repercussões da vacina na mídia brasileira:
Assim, governo e empresas farmacêuticas pegam seu dinheiro, fazem a farra e, para justificar tanta gastança, no final você e sua família têm de se submeter à ponta da agulha e suas conseqüências.
Um país assim é o curral perfeito para alimentar a ganância dos poderosos e corruptos, que recorreriam a qualquer artifício para deter qualquer coisa que impeça seus lucros.
Durante a campanha de vacinação contra a rubéola em 2008, as denúncias do Blog Julio Severo atraíram não só a atenção da mídia comprada (veja notícia do jornal O Diaculpando-me pelo número baixo de vacinações), mas também a ira do Ministério da Saúde, que contou com uma equipe de profissionais de internet para sabotar meus artigos sobre a campanha da vacinação. A meta era postar textos e comentários nos locais onde meus textos haviam sido publicados, questionando-os, quebrando a força deles e destruindo minha credibilidade. Um trabalho de guerrilha. Só fiquei sabendo disso porque uma mulher ligada a essa equipe conversou com uma amiga dela, que por sua vez é minha amiga!
Foi uma coincidência importante, que revelou que havia gente grande interessada em sabotar o impacto dos meus artigos sobre a campanha de vacinação. Conforme a informação que recebi, o Ministério da Saúde estava também planejando outras ações contra mim, inclusive legais, mas suponho que não houve tempo para executá-las, pois em poucas semanas saí do Brasil. Esse é o preço que se paga por alertar as pessoas.
Portanto, da próxima vez que o governo e sua mídia comprada aparecerem com uma campanha de medo tentando convencer você de outra pandemia fantasma, desconfie.
Como não desconfiar de um governo que só se interessa por aquilo que está no nosso bolso?
Versão em inglês deste artigo: Swine flu: Who paid the cost for the ghost pandemic  
O conto da vacina suína
O que está por trás da campanha “Brasil Livre da Rubéola”?

Advogado homossexual usava ‘filho adotivo’ para atrair meninos


Condenado a apenas nove anos de prisão por abuso sexual de meninos, tarado homossexual com aparência de vovô generoso e bonzinho com as crianças desaparece

Decisão do Superior Tribunal de Justiça tornou definitiva a condenação criminal de Sérgio Moniz Sodré Correa de Menezes, 68 de idade, advogado aposentado da Caixa Econômica Federal, no Rio de Janeiro.
O advogado morava há vários anos em Torres (RS), onde era conhecido como “Carioca Rico”. A condenação foi por “atentados violentos ao pudor, corrupção de menores e fotografar cenas pornográficas envolvendo crianças”.
Pelos diversos delitos, a pena chega a apenas nove anos e dez meses de reclusão, em regime fechado.
O inquérito resume que em poder do acusado foram apreendidas revistas, DVDs, fitas pornográficas, cadernos com dizeres e anotações eróticas, encartes com fotografias de mulheres nuas, centenas de fotos com menores nus, semi-nus e praticando atos libidinosos, três pênis de borracha, máquinas fotográficas, filmes não revelados, aparelhos de videogame e de DVD, entre outros. Um dos hobbies de Correa de Menezes era a fotografia.
Numa segunda diligência, a polícia juntou ao inquérito diversas fotos de adolescentes tomando banho em uma banheira no interior da casa do advogado, de fotografias em que o próprio réu aparece nu, acompanhado de outras pessoas, de rapazes totalmente nus e de meninos em atos obscenos.
A denúncia foi capitulada em fatos idênticos praticados comprovadamente contra dez crianças e adolescentes, todos de famílias pobres: “no período compreendido entre os meses de dezembro de 2002 e junho de 2003, em dias e horários diversos, no pátio e no interior de sua residência, localizada na Estrada Geral, n° 3220, Barro Cortado, na cidade de Torres, o denunciado Sérgio Moniz Sodré Correa de Menezes constrangeu crianças e adolescentes, com idades entre 12 e 15 anos, mediante violência presumida, a praticar e permitir que com ele praticasse atos libidinosos diversos da conjunção carnal” — foi a acusação do Ministério Público.
Para perpetrar o delito, o denunciado atraía os meninos por meio de diversos artifícios: oferecia-lhes — conforme a idade — jogos de vídeo-game, filmes eróticos, banhos de piscina, e, inclusive dinheiro. Os meninos eram levados “para que praticassem com o denunciado sexo oral e permitissem que o denunciado também praticasse sexo oral nas vítimas” — prossegue a denúncia.
Algumas vezes, mais de um dos meninos eram convidados, simultaneamente, para os banhos de piscina, durante os quais tinham que ficar despidos, “a fim de evitar que seus calções fossem sugados pelos equipamentos de aspiração”.
A Polícia de Torres chegou — a partir de telefonemas anônimos — a investigar a participação de meninas nas orgias, mas não conseguiu a identificar nenhuma menor do sexo feminino. Outrossim, os  agentes acreditam que o número de menores e adolescentes do sexo masculino possa ter sido superior aos dez casos identificados. Algumas famílias teriam preferido o silêncio.
No voto condenatório, o desembargador Nereu José Giacomolli comenta o laudo psiquiátrico, confirmado pela prova oral: “o imputado era homossexual e costumava aliciar meninos pobres, por meio de seu ‘filho adotivo’, oferecendo aos jovens banhos de piscina, passeios de lancha, de carro, jogos de videogame e até mesmo dinheiro, para que fossem até o sítio”.
Adiante: o acusado Menezes “também sustentava a necessidade de ajudar os meninos a limpar o pênis, com o intuito de agarrar o órgão sexual ou de fazê-lo ‘crescer mais’; a partir daí, praticava com eles atos libidinosos diversos da conjunção carnal, tais como masturbação e sexo oral, na presença dos demais outros meninos”.
Apesar da condenação do homossexual rico, o jornal jurídico Espaço Vital, que fez a reportagem original, foi informado por um servidor do Foro de Torres que “o réu sumiu da cidade”.
Fonte da notícia original: Espaço Vital
Editado por Julio Severo: www.juliosevero.com

Horror na China: Bebê abortado por médicos sobrevive, mas é enviado para ser cremado

 Thaddeus M. Baklinski

CIDADE DE FOSHAN, China, 25 de maio de 2010 (Notícias Pró-Família) — Um bebê abortado deliberadamente em hospital, o qual havia sido declarado como morto pelos médicos da cidade de Foshan, China, chorou quando estava para ser cremado, mas morreu mais tarde depois que os médicos se recusaram a tratá-lo.
Um funcionário no necrotério da Funerária Nanhai ficou espantado com um choro vindo de uma caixa, cuja etiqueta dizia “lixo hospitalar”, que ele estava para enfiar no incinerador. Ele abriu a caixa e encontrou o bebê se movimentando, mas se sufocando por causa de um pouco de lã de algodão na boca, noticiou o jornal local Information Times.
Depois que o funcionário limpou-lhe a boca, o bebê bocejou e respirou normalmente. Ele foi levado de volta às pressas ao Hospital Guanyao, que havia tentado abortá-lo no começo daquele dia; mas os médicos do hospital o ignoraram e o deixaram no corredor para morrer.
Ele foi confirmado como morto mais tarde no dia e devolvido à funerária para cremação. No entanto, os funcionários colocaram o corpo num refrigerador até que ocorram mais investigações.
Liu Sanhong, uma autoridade do hospital, disse para o jornal Shanghai Daily que a equipe checou o bebê durante uma hora para se certificar de que ele estava morto. Liu não quis comentar se os médicos haviam tentado salvar ou não a vida do bebê.
Um dos responsáveis pela funerária disse para o Information Times que ele fez um vídeo do bebê, que tinha sete meses de gestação, para provar que ele estava vivo quando foi descoberto no crematório.
Depois disso, a reportagem disse que todos os funcionários na funerária haviam recebido ordem de não falar sobre o incidente.
No começo deste ano, o modo cruel e insensível com que o hospital ligado à Universidade Médica de Jining tratava os corpos de bebês abortados provocou revolta.
Em 31 de março, 21 corpos de bebês foram encontrados jogados fora no rio Guangfu a leste da Cidade de Jining, na China.
Os corpos, alguns com fraldas, alguns em sacos plásticos marcados como “lixo hospitalar”, foram encontrados debaixo de uma ponte por um homem que estava pescando.
Reportagens indicam que a maioria dos bebês mortos era do sexo feminino que haviam sido abandonados para morrer ou haviam sido deliberadamente abortados e jogados fora porque os pais queriam manter a opção aberta para um menino dentro do sistema coercivo de um único filho na China.
Embora organizações de direitos humanos e especialistas internacionais de controle populacional tenham denunciado o aborto de seleção sexual e infanticídio de meninas em grande escala na China, a agência de notícias estatal Xinhua culpou o incidente em “costumes locais e falta de regulamentos”.
Veja artigo relacionado de LSN:
Babies' Bodies Found Dumped in Chinese River http://www.lifesitenews.com/ldn/2010/mar/10033109.html
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesite.net/ldn/viewonsite.html?articleid=10052502
Copyright © LifeSiteNews.com. Este texto está sob a licença de Creative Commons Attribution-No Derivatives. Você pode republicar este artigo ou partes dele sem solicitar permissão, contanto que o conteúdo não seja alterado e seja claramente atribuído a “Notícias Pró-Família”. Qualquer site que publique textos completos ou grandes partes de artigos de Notícias Pró-Família ou LifeSiteNews.com em português tem a obrigação adicional de incluir um link ativo para “NoticiasProFamilia.blogspot.com”. O link não é exigido para citações. A republicação de artigos de Notícias Pró-Família o LifeSiteNews.com que são originários de outras fontes está sujeita às condições dessas fontes.