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segunda-feira, 5 de julho de 2010

Aplicada 3 dias depois, Datafolha é mais recente que o Ibope, mesmo tendo sido divulgada antes.


A pesquisa do Ibope, divulgada ontem, foi aplicada três dias antes da pesquisa Datafolha, divulgada na sexta-feira. Portanto, a pesquisa mais recente é a Datafolha, o que confirma a trajetória de crescimento e a liderança de José Serra(PSDB) na corrida eleitoral. Haverá uma tentativa de mistificar esta realidade, sobrepondo a pesquisa Ibope sobre a pesquisa Datafolha. Não comprem gato por lebre e nem lobo em pele de cordeiro. Na tabela abaixo, está a comparação correta. Clique para ampliar e comparar os números mais recentes Datafolha contra os números mais antigos do Ibope.
Atentem para as distorções entre os dois institutos. Região Sul: a diferença entre Ibope e Datafolha é de 10%. E na Região Norte/Centro, a distorção é ainda maior, pois o Datafolha dá 4% de vantagem para Dilma, enquanto o Ibope dá 8% de vantagem para Serra. Isto com 3 dias de diferença. Alguém está errando. E muito. A única verdade incontestável é que a trajetória de Serra é de crescimento e a de Dilma de estagnação ou queda. Depois da pesquisa anterior do Ibope  para a Rede Globo mostrar números estapafúrdios, quem tem mais credibilidade, sem dúvida alguma, é o Datafolha. Aliás, como sempre foi. Aliás, o Ibope continua escondendo as suas amostras e infringindo as determinações do TSE.

Vício consagrado


Olavo de Carvalho
A afetação de neutralidade superior, especialmente quando se quer impingir à platéia opiniões arriscadas e mentiras cínicas, é a essência mesma do "estilo jornalístico". Os "grandes jornais" deste país praticam-no com destreza tal que a maior parte de seus leitores, tomando a forma pelo conteúdo, acredita seguir a razão e o equilíbrio no instante mesmo em que vai se acomodando, pouco a pouco, anestesicamente, às propostas mais dementes, às modas mais escandalosas, às idéias mais estapafúrdias.
Quando a Folha, quase vinte anos atrás, começou a promover discretamente o gayzismo sob a inócua desculpa mercadológica de que os gays eram também parte do público consumidor, quem, entre os leitores, poderia imaginar que com o decurso do tempo essa gentil atenção concedida a uma faixa do mercado se converteria numa estratégia global de imposição do homossexualismo como conduta superior, inatacável, sacrossanta, só rejeitada por fanáticos e criminosos? Quem, aliás, tem a paciência e os meios intelectuais de examinar as mudanças progressivas e sutis da linguagem de um jornal ao longo de vinte anos? No começo, o processo é invisível porque seus primeiros passos são discretos e aparentemente inofensivos. No fim, é invisível porque sua história se apagou da memória popular. A lentidão perseverante é a fórmula mágica das revoluções culturais.
É verdade que o grosso do público não tem a mais mínima idéia das técnicas de engenharia social que, de uns trinta anos para cá, se substituíram maciçamente às normas do bom jornalismo. Não há uma só faculdade de jornalismo no Brasil que tenha escapado à influência das doutrinas "desconstrucionistas", segundo as quais não existe verdade objetiva, nem fato, nem relato fidedigno - há apenas a "vontade de poder" e, conseqüentemente, a "imposição de narrativas". Notem bem: não se trata de impor "opiniões", julgamentos de valor. Trata-se de modelar a seqüência, a ordem e o sentido dos episódios narrados, de tal modo que sua simples leitura já imponha uma conclusão valorativa sem que esta precise ser defendida explicitamente. É a arte de fazer a vítima aceitar passivamente, de maneira mais ou menos inconsciente, opiniões com as quais, numa discussão aberta, jamais concordaria. Antigamente os jornais buscavam ser neutros e objetivos nas páginas noticiosas, despejando nas seções editoriais as opiniões candentes, a retórica exaltada, as campanhas empolgantes. Hoje os editoriais são todos escritos num mesmo estilo insosso, diplomático, sem cor nem sabor, porque as opiniões que se deseja impingir ao público já vêm embutidas no noticiário, onde gozam do privilégio - e da eficácia - dos ataques camuflados. No Brasil, todo estudante de jornalismo, mesmo quando incapaz de conjugar um verbo ou atinar com uma regência pronominal, sai da faculdade afiadíssimo nessa arte. Não porque a tenha "estudado" - o que suporia uma discussão crítica incompatível com a natureza mesma dessa prática --, mas justamente porque teve de exercê-la para passar de ano, sem discuti-la, de tal modo que seu sucesso escolar depende de sua docilidade em consentir com o embuste até o ponto em que deixe de percebê-lo como embuste. Então ele está pronto para usá-lo contra os leitores sem ter qualquer suspeita de estar lhes fazendo algum mal.
É por isso que a "grande mídia", hoje em dia, já não vale absolutamente nada como forte de informação, e continuar a consumi-la como tal é apenas um vício consagrado, fundado no prestígio residual de um jornalismo extinto.
Divulgação: www.juliosevero.com

Crianças adotadas rejeitam adoção gay enquanto legislação de “casamento” gay avança na Argentina


Matthew Cullinan Hoffman, correspondente na América Latina
BUENOS AIRES, Argentina, 9 de junho de 2010 (Notícias Pró-Família) — À medida que a legislação de “casamento” homossexual está sendo debatida no senado argentino, um grupo de crianças adotadas está falando publicamente contra a adoção por duplas gays, de acordo com ACI Prensa.
Falando na Rádio Cultura, uma estação de Buenos Aires, os adolescentes disseram que as crianças deveriam ter a mesma oportunidade que eles tiveram de crescer com um pai e uma mãe.
“Dizemos ‘não’ à adoção homossexual. Nós crianças queremos crescer numa família que consiste de uma mãe que é uma mulher e de um pai que é um homem. Esse é o jeito natural, mas não é assim com uma dupla homossexual”, os adolescentes disseram ao entrevistador do programa no domingo.
“Estamos felizes com nossas mães e pais e queremos que todas as crianças tenham a oportunidade de tê-los”.
A legislação de “casamento” gay na Argentina já passou na Câmara dos Deputados, e está agora numa comissão do senado.
A lei argentina atualmente segue a definição padrão de matrimonio, permitindo que só um homem e uma mulher se casem um com o outro. Contudo, os ativistas homossexuais estão pressionando o governo na questão, obtendo permissão para “casar” mediante juízes locais, cujas interpretações da lei e da constituição têm repetidamente sido rejeitadas pelos tribunais nacionais.
Cobertura relacionada de LifeSiteNews:
Projeto de lei de “casamento” homossexual avança na Argentina
http://noticiasprofamilia.blogspot.com/2010/05/projeto-de-lei-de-casamento-homossexual.html
Argentinean Evangelicals Protest Against Homosexual 'Marriage' http://www.lifesitenews.com/ldn/2010/may/10051014.html
Catholic Bishops Fight Back as Gay 'Marriage' Advances in Argentina http://www.lifesitenews.com/ldn/2010/apr/10042114.html
Catholic Attorneys Fight Back Against Homosexual 'Marriage' in Argentina http://www.lifesitenews.com/ldn/2010/mar/10030301.html
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês:http://www.lifesitenews.com/ldn/2010/jun/10060903.html
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Bispo Manoel Ferreira lidera traição aos evangélicos


Mal começa a campanha eleitoral, e os abutres colocam os bicos de fora

“Não erreis: Deus não se deixa escarnecer; porque tudo o que o homem semear, isso também ceifará. Porque o que semeia na sua carne, da carne ceifará a corrupção”. (Gálatas 6:7-8 ACF)

Julio Severo
Ninguém estranha que a ex-terrorista comunista Dilma Rousseff tenha sido escolhida pelo PT como candidata à Presidência da República para substituir Lula e dar continuidade à promoção de políticas e imposições pró-homossexualismo e pró-aborto.
O que é de estranhar é a safadeza evangélica. Em entrevista recente, o Bispo Manoel Ferreira, um dos mais importantes líderes da Assembleia de Deus no Brasil, disse que aceitou o convite de Dilma para liderar a coordenação evangélica da campanha dela. Para essa tarefa, que ele considera “importante obra”, ele precisou sacrificar sua candidatura ao Senado Federal.

Crivella e Garotinho: nada de novo debaixo do sol

O senador Marcelo Crivella (PRB), ex-bispo da Igreja Universal do Reino de Deus, também é um dos principais apoiadores da campanha de Dilma. Muito querido pelo presidente Lula, Crivella só sabe elogiar a ex-terrorista. “Com ela, o presidente Lula atingiu essa enorme popularidade. É uma mulher muito competente e vou estar a seu lado”, declarou.
O ex-governador do Rio, Anthony Garotinho, também já declarou que fará campanha para Dilma, levando junto todo o PR, seu partido no Rio. Mas muitos evangélicos estão chocados com tal traição. “Como ficamos, se a igreja orienta uma coisa e depois, perto das eleições, nos indica candidatos que não batem com os ensinamentos? Acho que são coisas que não deveriam se misturar, porque cria essas situações constrangedoras”, desabafou uma evangélica.
A queixa dela encontra eco em outras vozes dentro e fora das igrejas evangélicas. Embora o governo Lula tenha sido o governo brasileiro mais hostil aos valores da Bíblia e seja amigo de ditadores como Fidel Castro, Hugo Chavez e Mahmoud Ahmadinejad, o presidente do Irã que quer varrer Israel da face da terra, muitos da liderança evangélica dão simplesmente de ombros. A exemplo do que ocorreu nas eleições de 2002, bispos e pastores voltam a andar de mãos dadas e beijinhos com o PT e candidatos radicalmente marxistas nessas eleições.

Rio: o maior foco de liderança evangélica pró-PT no Brasil?

Manoel Ferreira, Crivella e Garotinho, que estão liderando a traição aos evangélicos, são do Rio. Outro líder evangélico do Rio que está causando grande descontentamento entre os evangélicos é o pastor David Cabral, escolhido para o cargo de vice-governador na chapa do PR que vai disputar o governo do Rio. Mas ele está enfrentando uma pedra no sapato: uma possível resistência de algumas alas da Igreja Assembleia de Deus, seu berço político e religioso. As restrições à candidatura do Pr. David se resumem a uma questão: ele está decidido a apoiar a ex-terrorista.
Dentro da Assembleia de Deus, a maior denominação pentecostal do Brasil, existem alas que fazem forte oposição ao governo Lula por causa do apoio imoral do PT ao aborto e ao homossexualismo. Consciente das resistências que irá enfrentar, o Pr. David Cabral já tem uma justificativa pronta para tirar da manga: ele alega que Dilma fez o compromisso de rever os projetos de aborto e homossexualismo.

Fé de Cabral aposta: Dilma reverá o PLC 122/06

Rever os projetos? Inclusive abolir o asqueroso PLC 122/06 do PT? Cabral tenta encenar uma fé que remove montanhas ao pintar uma Dilma que, miraculosamente, reverteria políticas pró-aborto e pró-homossexualismo de Lula. Semelhante milagre era esperado também em 2002, quando Lula fez o compromisso, diante de 500 pastores, bispos e apóstolos (reunidos sob a “cortesia” e traição do ex-Bispo Carlos Rodrigues), de não permitir que seu futuro governo promovesse o aborto e o homossexualismo. Hoje, a amnésia voltou a afetar os líderes evangélicos.
Cabral realmente reconhece que até recentemente fazia oposição ao PT e a Dilma, porém ninguém sabe como ou quanto custou mudar o direcionamento dele. Ele jura ter boas intenções: “Sei que há resistências na igreja, e eu mesmo ajudei a construir essa resistência, quando viajei para muitos lugares alertando sobre os riscos de algumas ideias do PT para a comunidade cristã. Mas há a disposição da candidata e existe um compromisso de rever ponto a ponto as propostas para podermos trabalhar juntos”.
E quanto ao PLC 122/06, de autoria do PT? E quanto ao aborto? E quanto ao vergonhoso amasiamento do governo brasileiro com Fidel Castro, Hugo Chavez e Mahmoud Ahmadinejad? Cabral não se importa se o marxismo é hoje um dos principais cânceres da alma política do Brasil, pois como ele mesmo disse: Entre o governo Lula e as igrejas evangélicas “existe grande afinidade na questão social, pois não há governo que trabalhou mais nessa área do que esse”.
“Que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma?” (Marcos 8:36 RA)

Contradições da liderança evangélica provocam choque e descontentamento

Um membro da Igreja Assembleia de Deus ouvido pelo jornal Diário do Vale, que preferiu não se identificar, não escondeu o descontentamento com a situação:
“Antes mesmo das eleições, a igreja já vinha estudando alguns projetos que vão de encontro à filosofia cristã. Então, há uma certa incoerência em apoiar a candidatura do PT e vai haver resistência sim”, disse ele, que apontou o Programa Nacional dos Direitos Humanos (PNDH) como o principal ponto de divergência entre cristãos e petistas.
“Existem algumas questões neste programa que batem totalmente de frente com os valores ligados à Igreja, como o apoio ao homossexualismo, ao aborto e outras questões ligadas à área da família”, enumerou ele.

Os Judas modernos e a carniça eleitoral

Entristece-me muito ver líderes evangélicos que têm grandes dificuldades de fazer sacrifícios por amor a Jesus, mas têm muita facilidade de sacrificar seus rebanhos por amor a migalhas políticas.
Em sua liderança da coordenação evangélica da campanha de Dilma, Manoel Ferreira não é primeira traição aos evangélicos vinda do Rio. Antes dele, houve traições do ex-Rev. Caio Fábio e do ex-Bispo Carlos Rodrigues, ambos igualmente do Rio. Fábio, da Igreja Presbiteriana no Brasil, liderou na primeira metade da década de 1990 um esforço nos bastidores para atrair os evangélicos ao curral eleitoral do PT. Em 1994, seu programaPare & Pense foi o primeiro programa evangélico de TV a apresentar o candidato presidencial Lula, e hoje ele se gaba de que fez tudo propositadamente. De 2000 a 2002, Carlos Rodrigues, que era o segundo bispo mais importante da Igreja Universal do Reino de Deus, liderou a traição aos evangélicos, ao reunir as mais importantes lideranças evangélicas do Brasil para um apoio em massa a Lula. Tanto ele quanto Caio Fábio acabaram caindo em horríveis escândalos.
Mas mesmo que Ferreira seja o próximo da fila para cair, o PT sempre encontra outros Judas evangélicos para empregar como colaboracionistas.
“Traição”, “adultério” e “amor aos presentes” movem muitos líderes evangélicos em épocas de eleição.
Judas vendeu Jesus por uma ninharia de 30 moedas de prata, não muito diferente do que fazem alguns líderes evangélicos de hoje, quando vendem Jesus e a igreja em troca de concessões de rádios e televisões e muitos outros favores.
É fato que viver em amor a Jesus traz sacrifícios. Mas é fato que viver amasiado com os governantes políticos corruptos poupa sacrifícios e rende muitos benefícios.
Enquanto os abutres avaliam quanto vão ganhar com a carniça eleitoral, o povo evangélico fica sem entender seu papel diante das eleições e a conduta de seus pastores oportunistas, que afirmam condenar o aborto e o homossexualismo, mas agora estão (novamente) abraçados com os próprios indivíduos que promovem esses males.
Com informações do site do Pr. Manoel Ferreira e do jornal Diário do Vale via Portal GuiaMe.

Saiba a verdade sobre o Prouni e o Protec


MENTIRA
“José Serra quer acabar com o Prouni e criar o Protec” (Blog Amigos do Presidente Lula, 04/07/10.)
A VERDADE
A rede de mentiras do PT de Dilma Rousseff continua espalhando esse boato. José Serra já deixou claro que vai manter e ampliar o ProUni. Além disso, ele vai criar mais um programa, o Protec, com bolsas de estudos financiadas pelo governo federal para que jovens de todo o Brasil possam frequentar escolas técnicas particulares onde ainda não há oferta de cursos técnicos públicos. Ou seja, Serra vai aumentar a oferta de vagas em escolas técnicas, a exemplo do que fez em São Paulo, gerando oportunidades de emprego e renda para os jovens. Como governador, Serra mais que dobrou a rede de escolas técnicas estaduais – Etecs. Seu número de alunos passou de 73 mil para mais de 170 mil. Mais de 70% dos jovens formados pelas Etecs conseguem emprego em até um ano após a conclusão do curso.

Política fundiária do PT plantou ideologia e colheu conflitos


MENTIRA
“Fomos um governo que contribuiu para a paz no campo. Não fizemos uma política de reassentamento, fizemos uma política de estímulo à agricultura familiar e entre essa agricultura familiar estão os assentados.” (Ex-ministra Dilma Rousseff, em Campinas – SP, 01/07/10.)
A VERDADE
Foi no governo do PT, coordenado (?) por Dilma Rousseff, que ocorreu o maior número de conflitosagrários no Brasil nos últimos 25 anos: 929 conflitos por ano, em média, entre 2003 e 2009. O número de famílias despejadas de áreas ocupadas, inclusive pelo poder público, dobrou em relação a 2002. Não houve avanços na agricultura familiar, como constataram técnicos do Ministério do Planejamento. A falta de planejamento e de políticas adequadas deixou os pequenos agricultores, principalmente no Nordeste, em situação crítica, dependendo da Bolsa Família para sobreviver.

As chuvas levaram embora falsas promessas


MENTIRA
“A distribuição regional da infra-estrutura é algo central nesse projeto. Há grande concentração derecursos em regiões até então pouco contempladas, como Norte e Nordeste.” (Ex-ministra Dilma Rousseff, prometendo prioridade do PAC para o Norte e Nordeste, 22/01/07.)
A VERDADE
Três anos e meio depois, as chuvas carregaram a falsa promessa e expuseram a falta de investimentos do PAC na infraestrutura do Nordeste. Na Zona da Mata Alagoana, região mais atingida pelas enchentes e deslizamentos, os municípios não receberam um centavo sequer para obras de saneamento ou para retirar famílias de áreas de risco. Em Pernambuco, a situação não é diferente. O saldo trágico é o retrato do descaso da gestão petista: 59 cidades pernambucanas e 29 alagoanas completamente destruídas, 57 mortos, 69 pessoas desaparecidas e milhares desabrigadas. O governo do PT não planeja nem executa. Em 2010, investiu em todo o país R$ 70,6 milhões no programa de prevenção de desastres, apenas 14% do previsto. E gastou sete vezes mais, R$ 535 milhões, para consertar os estragos. Nesse total, não estão incluídos os recursos que terão que ser empregados na reconstrução das cidades pernambucanas e alagoanas arrasadas pelas chuvas.