Foi reativado, oficialmente, o Movimento Xô, CPMF. Quem já assinou alguma lista, vá ao site oficial e repita o seu apoio contra a volta do imposto. O DEM, que liderou a luta contra o imposto, derrotando Lula ao ponto dele querer "extirpar" o partido, merece todo o apoio da Oposição. É uma luta contra impostos, mas também é uma luta simbólica. Foi a nossa única Tea Party contra o a roubalheira fiscal do governo Lula. Clique na matéria do Estadão para ampliar e ler. E participe dos eventos, seguindo o movimento pelo site e pelo twitter @xoimposto
terça-feira, 9 de novembro de 2010
Para Lula, Enem foi um sucesso, e os críticos não se conformam com isso…
Reinaldo AzevedoEu vou lhes dizer uma das dificuldades que Dilma Rousseff enfrentará quando no exercício pleno da Presidência: por mais que se esforce, por mais que tente, não conseguirá ter a cara-de-pau de Lula. Porque ninguém consegue. É inigualável. Ao desembarcar ontem à noite em Maputo, em Moçambique, não pensem que ele reconheceu problemas no Enem. Não! Ele atacou justamente os que os apontaram: “Tem muita gente que quer que afete porque até hoje tem gente que não se conforma com o Enem, mas, de qualquer forma, ele provou que é extraordinariamente bem-sucedido”
Epa! Eu tenho a certeza de que Lula acredita que o Enem também foi uma conquista do seu governo — e não do governo FHC. É formidável!
No domingo, Lula já havia se pronunciado sobre o exame: “O Enem foi um sucesso extraordinário, já que foram mais de 3 milhões de jovens que participaram da prova. O dado concreto é que, na conversa que eu tive com o ministro Haddad, o sucesso do Enem foi total e absoluto”.
Então tá falado! Na “conversa” que ele teve com o ministro, o “Enem foi um sucesso”. E a isso ele chama de “dado concreto”.
Digam-me: algum outro político teria tanta ousadia?
Querem aumentar o salário da Dilma. Dêem a ela o mesmo reajuste dos aposentados que ganham acima de um salário mínimo.
Abaixo, matéria da Folha de São Paulo, mostrando um Congresso fazendo cortesia com o chapéu do povo para Dilma, a eleita, extensiva a si mesmo. Os nobres parlamentares não perdem a chance de jogar a política na lama, o tempo inteiro, como se o Brasil inteiro não soubesse que o salário é apenas a azeitona no grande buffet de benesses e vantagens que tanto o Executivo quanto o Legislativo têm à disposição. A começar pelos planos absurdos de aposentadoria, pelos cartões corporativos, pelas verbas secretas e pelas verbas de gabinete. Aumento justo? No máximo a correção da inflação. Aumento honesto? O mesmo que eles pagam para os aposentados que ganham mais de um salário mínimo. Este deveria ser o teto dos políticos que, tanto no Legislativo quanto no Executivo, são os responsáveis pelo aumento dos gastos públicos que acabam estourando nas costas de milhões e milhões de velhinhos em todo o Brasil.
Com a volta dos trabalhos no Congresso, deputados e senadores já defendem aumentar os próprios salários e, de quebra, reajustar também o da presidente eleita. O "pacote de bondades" planejado pelos congressistas surge no momento em que Dilma orientou sua equipe de transição a tentar barrar no Congresso reajustes para o funcionalismo que impliquem em rombo no Orçamento de 2011. Eles alegam que os salários do Executivo e do Legislativo estão sem aumento há cerca de três anos e que a inflação no período foi de 17,8%, mas por ora não falam em percentuais.
Para diluir o desgaste político que o aumento pode gerar, os congressistas insistem em mostrar que essa defasagem também ocorre nos salários do Executivo. Eles defendem a vinculação do reajuste do Legislativo ao de Dilma e dos demais ministros de Estado. Como presidente, ela vai receber menos da metade do que ganhava quando era ministra do governo Lula, período em que aumentou seus rendimentos participando de conselhos de administração de empresas públicas. Quando chefiava a Casa Civil, Dilma participava dos conselhos da Petrobras e da BR Distribuidora, o que elevava a remuneração mensal para R$ 23 mil (valor bruto). O salário de presidente da República é hoje de R$ 11.420,21, bruto (com os descontos, o valor cai para cerca de R$ 8 mil). O valor também é menor que os R$ 16.512,09 pagos aos deputados e senadores que, além do salário, contam com uma série de benefícios, como auxílio moradia e cotas para despesas com passagens aéreas e telefonia.
Na Esplanada, os salários mais baixos do primeiro escalão são os dos ministros: R$ 10.748,43 bruto. Como presidente, Dilma pode integrar conselhos de estatais, mas o Ministério do Planejamento informou que não há registro na história de que isso tenha ocorrido. A Mesa Diretora da Câmara se reúne na próxima semana, quando deve iniciar a discussão sobre o reajuste. "O valor pago ao presidente é um absurdo. Tinha que ser igual ao pago aos ministros do STF. Temos que deixar de ser hipócritas e equiparar os valores", disse Nelson Marquezelli (PTB-SP), quarto-secretário da Câmara. Os ministros do STF recebem R$ 26.723,13. É o maior valor que pode ser pago a um servidor público. Marquezelli defende publicamente que os deputados e senadores também ganhem esse teto.
O líder do governo na Câmara, Cândido Vacarezza (PT-SP), e o vice-presidente da Casa, Marco Maia (PT-RS), defendem que o assunto seja discutido neste ano. A oposição também concorda em debater o tema. "A discussão vai acontecer para o salário do presidente da República também", afirmou ACM Neto (DEM-BA). O reajuste dos salários dos deputados provoca efeito cascata no Legislativo de todo o país porque a remuneração dos deputados estaduais e vereadores está vinculada à dos colegas do Congresso.Pela Constituição, o deputado estadual pode receber até 75% do salário do federal. Os vereadores, entre 20% e 75% dos salários dos deputados estaduais. Em São Paulo, os vereadores também discutem um aumento de 95% no salário do prefeito Gilberto Kassab (DEM), que passaria de R$ 12,3 mil para R$ 24,1 mil.
.................................................................................
Com a correção aceitável de 17,8%, referente à inflação dos últimos três anos, o salário presidencial iria para R$ 13.453,00. No entanto, o justo e honesto seria receber a mesma correção dada ao salário dos aposentados que ganham acima de um salário mínimo. Nenhum centavo a mais. É uma boa plataforma para o deputado milionário baiano ACM Neto, do DEM, que decididamente não vive dos seus proventos parlamentares. Para enviar um email ao deputado, sugerindo que o reajuste seja o mesmo dos aposentados, clique aqui.
Rapazes revoltados - a falta de um pai de verdade
Patrice Lewis
Recentemente, li um artigo extraordinário sobre o assunto do motivo por que tantos rapazes estão revoltados, chateados e rebeldes. A escritora desse artigo (Tiffani) tem cinco filhos, inclusive dois meninos com as idades de 14 e 2 anos. No laboratório de uma vida familiar feliz, estável e caótica, ela criou essa louca teoria: de que os meninos precisam de homens para lhes ensinar a ser homens. Loucura, não é?
À medida que Tiffani observava os padrões morais, atitudes, ética profissional e senso de responsabilidade da sociedade se deteriorarem, ela não conseguia deixar de especular se a falta de um homem forte na vida dos meninos os transforma de “doces, amorosos menininhos corados” em adolescentes monstruosos. E ela ficou pensando… será que a rebelião na adolescência é uma fase natural da vida, ou será que é causada por algo de que os meninos têm falta?
A premissa da teoria de Tiffani é que as mães precisam saber quando se retirar e deixar seus filhos do sexo masculino aprenderem a ser homens sob a tutela de seus pais (ou figuras paternas). Como todas as mães, Tiffani quer proteger seus meninos de ferimentos. Mas isso é bom a longo prazo? Talvez não. Tiffani está aprendendo quando afastar-se e deixar seu marido assumir a orientação de seus meninos.
À medida que amadurecem, os meninos nem sempre vão querer — ou precisar — proteção. Eles precisam de desafios, aventuras e atos de cavalheirismo. Os pais — os pais fortes — sabem quando afastar a proteção das mães e começar a treinar seus filhos a serem homens. A palavra-chave é treinamento.
O treinamento é decisivo. Meninos sem treinamento crescem e se tornam monstruosos: fora de controle, predatórios em cima das mulheres, irresponsáveis, incapazes ou indispostos a limitar seus impulsos movidos à testosterona para agressão ou sexo. Nossa atual sociedade está toda encardida com os prejuízos que sobraram dos meninos que nunca aprenderam o que é necessário para ser um homem. Lamentavelmente, esses “meninos adultos” muitas vezes procriam indiscriminadamente e despreocupadamente, então se recusam a ser pai para os filhos que eles produzem.
Mas homens treinados transformam a sociedade. Eles trabalham duro. Eles movem coisas pesadas. Eles constroem abrigos. Eles protegem, defendem e resgatam. Eles providenciam provisão para suas famílias. Eles fazem todas as coisas assustadoras, feias e sujas que as mulheres não conseguem (ou não querem) fazer. Homens treinados são, nas palavras do colunista Dennis Prager, a glória da civilização.
Conforme aponta Tiffani, os meninos precisam de homens para ajudá-los a estabelecer sua masculinidade de modo apropriado. Os homens entendem que os meninos precisam de experiências e desafios definidores para cumprir seus papéis biologicamente programados. As mulheres não entendem isso, mas não tem problema. Pais fortes (ou figuras paternas fortes) instintivamente intervirão e começarão a treinar os meninos como domar a testosterona, como trabalhar, como respeitar as mulheres, como liderar e defender e como eliminar ameaças.
O problema começa quando não há um modelo de papel masculino para um menino imitar. Se os homens estão ausentes, enfraquecidos ou indispostos a ensinar os meninos como se conduzir, então os meninos não aprendem como ser homens. É simples assim.
As mães não têm a capacidade de ensinar os meninos a ser homens. Não importa quanto amemos nossos filhos do sexo masculino, não temos essa capacidade. As mães querem ser mães porque, afinal, é o que fazemos. Protegemos, cuidamos e beijamos as feridas dos nossos meninos. Mas chega uma hora na vida de todo menino em que ele precisa se erguer acima dos beijos nas feridas e ser um homem.
Os homens não dão beijos nas feridas. É assim que eles se tornam guerreiros e protetores.
Lembro-me de quando o filho de 13 anos de nosso vizinho andou de bicicleta até nossa casa, uma distância de um quilometro e meio em difícil estrada de terra. Ele levou um tombo desagradável e chegou coberto de arranhões e sangue. Quando lhe perguntei o que havia acontecido, ele explicou sobre o tombo… então acrescentou um sorriso radiante: “Mas não tem problema. Sou menino”. Não é preciso dizer mais nada.
Se eu tivesse me descabelado com a situação dele, falando carinhosamente, agindo de forma excessivamente preocupada e beijando seus machucados, eu teria roubado dele a aventura de ter sobrevivido de seu acidente. Ele se orgulhou das cicatrizes de sua batalha, e a última coisa que ele queria era cobri-las com ataduras infantis.
O que acontece quando os meninos não têm um homem forte para lhes ensinar? Os resultados variam de indivíduos fracos e covardes a totais brigões. Dou um exemplo em meu blog sobre uma mulher dominadora com um marido fraco criando dois filhos do sexo masculino. Esses meninos estão crescendo num lar torcido e desordenado que vai contra a natureza humana e a programação biológica, e os meninos vão virar homens abrutalhados.
Meninos que crescem com nada senão a “proteção” de suas mães — sem nenhum homem forte para lhes dar a chance de acabarem com as ameaças — se tornam revoltados e cheios de amargura. Eles sabem que algo está errado. Eles sabem que têm de defender as mulheres, mas eles guardam tanto ressentimento de suas mães por “protegerem” a eles de todos os desafios que o modo como eles veem as mulheres fica distorcido.
Se o marido dessa mulher tivesse desempenhando seu papel como cabeça da casa, esses meninos poderiam ter se tornado homens diferentes. Se ele tivesse resgatado seus filhos do perpétuo amor protetor de sua esposa, seus filhos poderiam ser Homens em Treinamento em vez de Futuros Abrutalhados. Mas temo que seja tarde demais.
Creio que uma parte de criar filhos fortes e equilibrados vem de meninos observando suas mães honrarem seu pai. O lar em que a mãe e o pai respeitam um ao outro por suas várias forças biológicas cria os filhos da forma mais estável e equilibrada possível.
Meu marido e eu não temos filhos para criar e se tornarem homens. Mas nossas meninas estão aprendendo a admirar a verdadeira masculinidade, não potenciais abrutalhados ou fracos e covardes. Ajuda tremendamente que, em nossa vizinhança, estejamos cercados de pais responsáveis que estão criando excelentes rapazes — fortes, prontos para ajudar, protetores das mulheres, ansiando serem heróis.
Com que tipo de homem você pensa que quero que minhas filhas casem algum dia? O Homem de Verdade que assume seu papel biológico de protetor e guerreiro? Ou o Rapaz Revoltado que xinga a mãe e despreza o pai? Qual lhe parece o homem mais equilibrado e firme?
Nada disso é difícil demais de entender — ou, pelo menos, não devia. Infelizmente na cultura andrógina feminista de hoje, esse conceito se tornou motivo de desprezo e zombaria.
Patrice Lewis é uma escritora independente e autora do livro “The Home Craft Business: How to Make it Survive and Thrive” (Empresa Doméstica de Artesanato: Como Fazê-la Sobreviver e Prosperar). Ela é cofundadora (com seu marido) de uma empresa doméstica de artigos de madeira. O casal Lewis vive em Idaho, educando em casa suas duas filhas e cuidando de seu gado. Visite o blog dela: http://www.patricelewis.blogspot.com/
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Fonte: WND
Visite o Blog Escola em Casa: www.escolaemcasa.blogspot.com
domingo, 7 de novembro de 2010
Lula/Dilma contrata assessoria para legalizar o aborto
Pensando que sua candidata ia ser eleita no primeiro turno, Governo Federal contrata assessoria para legalizar aborto no Brasil (publicado no Diário Oficial)
Em contraposição ao silêncio dos bispos, a candidata à presidência por parte do PT não cessa de falar. Ela explica continuamente à imprensa e às emissoras de televisão que está sendo vítima de uma "campanha de difamação" movida pela Igreja, que espalha os boatos de que seu governo seria a favor do aborto.
Para desmentir estes supostos boatos, a candidata assinou, nos últimos dias do primeiro turno das eleições, uma carta onde ela afirma ser pessoalmente contrária ao aborto e que nada fará para legalizar a prática no Brasil.
Entretanto, na segunda feira dia 4 de outubro de 2010, o primeiro dia do segundo turno das eleições, em um momento em que, até poucas horas antes, acreditava-se que a candidata do PT estaria eleita já no primeiro turno, o governo esqueceu-se de avisar o Diário Oficial da União para que adiasse a publicação do contrato de uma parceria entre o Governo Federal e a Fundação Osvaldo Cruz, para continuar as atividades do GRUPO DE ESTUDO E PESQUISA PARA DESPENALIZAR O ABORTO NO BRASIL.
Confira a parceria no no texto do Diário Oficial do dia 04/10/2010 (veja no alto da coluna da esquerda):
http://www.in.gov.br/imprensa/visualiza/index.jsp?jornal=3&pagina=88&data=04/10/2010
O Grupo de Estudo e Pesquisa para Despenalizar o Aborto no Brasil, criado pelo governo Lula, é coordenado pelo Dr. Thomas Gollop, um histórico promotor do aborto no país. Segundo afirma o Dr. Gollop em entrevista dada ao jornal O Estado de São Paulo:
"A IDEIA DO GRUPO É IR MAIS LONGE E NÃO FAZER MAIS DO ABORTO UM CRIME. O OBJETIVO MAIOR NO FUTURO É A [COMPLETA] DESCRIMINALIZAÇÃO DO ABORTO".
http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,governo-prorroga-estudo-para-mudar-lei-do-aborto,625412,0.htm
Esta notícia, e entre dezenas de outras, é apenas uma pequena amostra do quanto a candidata à presidência da República merece credibilidade quando afirma estar sendo vítima de uma campanha difamatória, quando declara ser a favor da vida e promete que nada fará que venha a promover a legalização do aborto no Brasil. Infelizmente, ela nem precisa fazer nada, pois seu governo e partido já estão bem empenhados em promover a cultura da morte.
Veja, na figura abaixo, o trecho do Diário Oficial:
Em contraposição ao silêncio dos bispos, a candidata à presidência por parte do PT não cessa de falar. Ela explica continuamente à imprensa e às emissoras de televisão que está sendo vítima de uma "campanha de difamação" movida pela Igreja, que espalha os boatos de que seu governo seria a favor do aborto.
Para desmentir estes supostos boatos, a candidata assinou, nos últimos dias do primeiro turno das eleições, uma carta onde ela afirma ser pessoalmente contrária ao aborto e que nada fará para legalizar a prática no Brasil.
Entretanto, na segunda feira dia 4 de outubro de 2010, o primeiro dia do segundo turno das eleições, em um momento em que, até poucas horas antes, acreditava-se que a candidata do PT estaria eleita já no primeiro turno, o governo esqueceu-se de avisar o Diário Oficial da União para que adiasse a publicação do contrato de uma parceria entre o Governo Federal e a Fundação Osvaldo Cruz, para continuar as atividades do GRUPO DE ESTUDO E PESQUISA PARA DESPENALIZAR O ABORTO NO BRASIL.
Confira a parceria no no texto do Diário Oficial do dia 04/10/2010 (veja no alto da coluna da esquerda):
http://www.in.gov.br/imprensa/visualiza/index.jsp?jornal=3&pagina=88&data=04/10/2010
O Grupo de Estudo e Pesquisa para Despenalizar o Aborto no Brasil, criado pelo governo Lula, é coordenado pelo Dr. Thomas Gollop, um histórico promotor do aborto no país. Segundo afirma o Dr. Gollop em entrevista dada ao jornal O Estado de São Paulo:
"A IDEIA DO GRUPO É IR MAIS LONGE E NÃO FAZER MAIS DO ABORTO UM CRIME. O OBJETIVO MAIOR NO FUTURO É A [COMPLETA] DESCRIMINALIZAÇÃO DO ABORTO".
http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,governo-prorroga-estudo-para-mudar-lei-do-aborto,625412,0.htm
Esta notícia, e entre dezenas de outras, é apenas uma pequena amostra do quanto a candidata à presidência da República merece credibilidade quando afirma estar sendo vítima de uma campanha difamatória, quando declara ser a favor da vida e promete que nada fará que venha a promover a legalização do aborto no Brasil. Infelizmente, ela nem precisa fazer nada, pois seu governo e partido já estão bem empenhados em promover a cultura da morte.
Veja, na figura abaixo, o trecho do Diário Oficial:
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
O 13º Salário não existe... Um mito a desmontar... Interessante!
Os ingleses pagam à semana e claro, administrativamente é uma seca! Mas diz-se que há sempre uma razão para as coisas! Ora bem, cá está um exemplo aritmético simples que não exige altos conhecimentos de Matemática mas talvez necessite de conhecimentos médios de desmontagem de retórica enganosa. Que é esta que constroi mitos paternalistas e abençoados que a malta mais pobre, estupidamente atenta e obrigada, come sem pensar!
*Uma forma de desmascarar os brilhantes neo-liberais e os seus técnicos (lacaios) que recebem pensões de ouro para nos enganarem com as suas brilhantes teorias...*
Fala-se que o governo pode vir a não pagar aos funcionários públicos o 13º mês.
Se o fizerem, é uma roubalheira sobre outra roubalheira.
Perguntarão porquê.
Respondo: *Porque o 13º mês não existe.*
O 13º mês é uma das mais escandalosas de todas as mentiras do sistema capitalista, e é justamente aquela que os trabalhadores mais acreditam.
Eis aqui uma modesta demonstração aritmética de como foi fácil enganar os trabalhadores.
Suponhamos que você ganha € 700,00 por mês. Multiplicando-se esse salário por 12 meses, você recebe um total de € 8.400,00 por um ano de doze meses.
€ 700*12 = € 8.400,00
Em Dezembro, o generoso patrão cristão manda então pagar-lhe o conhecido 13º mês.
€ 8.400,00 + 13º mês = € 9.100,00
€ 8.400,00 (Salário anual) + € 700,00 (13º mês) = € 9.100 (Salário anual mais o 13º mês)
O trabalhador vai para casa todo feliz com o patrão.
Agora veja bem o que acontece quando o trabalhador se predispõe a fazer umas simples contas
que aprendeu nos primeiros anos na escola:
Se o trabalhador recebe € 700,00 mês e o mês tem quatro semanas, significa que ganha por semana € 175,00.
€ 700,00 (Salário mensal) / 4 (semanas do mês) = € 175,00 (Salário semanal).
O ano tem 52 semanas. Se multiplicarmos € 175,00 (Salário semanal) por 52 (número de semanas anuais) o resultado será € 9.100,00.
€ 175,00 (Salário semanal) * 52 (número de semanas anuais) = € 9.100.00.
O resultado acima é o mesmo valor do Salário anual mais o 13º mês.
Surpresa, surpresa? Onde está portanto o 13º Mês?
A explicação é simples, embora os nossos conhecidos líderes nunca se tenham dado conta desse facto simples.
A resposta é que o patrão lhe rouba uma parte do salário durante todo o ano, pela simples razão de que há meses com 30 dias, outros com 31 e também meses com quatro ou cinco semanas (ainda assim,
apesar de cinco semanas o patrão só paga quatro semanas) o salário é o mesmo tenha o mês 30 ou 31 dias, quatro ou cinco semanas.
No final do ano o generoso patrão presenteia o trabalhador com um 13º mês, cujo dinheiro saiu do próprio bolso do trabalhador.
*Se o governo retirar o 13º mês aos trabalhadores da função pública, o roubo é duplo.*
Daí que, como palavra final para os trabalhadores inteligentes. Não existe nenhum 13º mês. O patrão apenas devolve o que sorrateiramente lhe surrupiou do salário anual.
*Conclusão: Os Trabalhadores recebem o que já trabalharam e não um adicional.*
*Uma forma de desmascarar os brilhantes neo-liberais e os seus técnicos (lacaios) que recebem pensões de ouro para nos enganarem com as suas brilhantes teorias...*
Fala-se que o governo pode vir a não pagar aos funcionários públicos o 13º mês.
Se o fizerem, é uma roubalheira sobre outra roubalheira.
Perguntarão porquê.
Respondo: *Porque o 13º mês não existe.*
O 13º mês é uma das mais escandalosas de todas as mentiras do sistema capitalista, e é justamente aquela que os trabalhadores mais acreditam.
Eis aqui uma modesta demonstração aritmética de como foi fácil enganar os trabalhadores.
Suponhamos que você ganha € 700,00 por mês. Multiplicando-se esse salário por 12 meses, você recebe um total de € 8.400,00 por um ano de doze meses.
€ 700*12 = € 8.400,00
Em Dezembro, o generoso patrão cristão manda então pagar-lhe o conhecido 13º mês.
€ 8.400,00 + 13º mês = € 9.100,00
€ 8.400,00 (Salário anual) + € 700,00 (13º mês) = € 9.100 (Salário anual mais o 13º mês)
O trabalhador vai para casa todo feliz com o patrão.
Agora veja bem o que acontece quando o trabalhador se predispõe a fazer umas simples contas
que aprendeu nos primeiros anos na escola:
Se o trabalhador recebe € 700,00 mês e o mês tem quatro semanas, significa que ganha por semana € 175,00.
€ 700,00 (Salário mensal) / 4 (semanas do mês) = € 175,00 (Salário semanal).
O ano tem 52 semanas. Se multiplicarmos € 175,00 (Salário semanal) por 52 (número de semanas anuais) o resultado será € 9.100,00.
€ 175,00 (Salário semanal) * 52 (número de semanas anuais) = € 9.100.00.
O resultado acima é o mesmo valor do Salário anual mais o 13º mês.
Surpresa, surpresa? Onde está portanto o 13º Mês?
A explicação é simples, embora os nossos conhecidos líderes nunca se tenham dado conta desse facto simples.
A resposta é que o patrão lhe rouba uma parte do salário durante todo o ano, pela simples razão de que há meses com 30 dias, outros com 31 e também meses com quatro ou cinco semanas (ainda assim,
apesar de cinco semanas o patrão só paga quatro semanas) o salário é o mesmo tenha o mês 30 ou 31 dias, quatro ou cinco semanas.
No final do ano o generoso patrão presenteia o trabalhador com um 13º mês, cujo dinheiro saiu do próprio bolso do trabalhador.
*Se o governo retirar o 13º mês aos trabalhadores da função pública, o roubo é duplo.*
Daí que, como palavra final para os trabalhadores inteligentes. Não existe nenhum 13º mês. O patrão apenas devolve o que sorrateiramente lhe surrupiou do salário anual.
*Conclusão: Os Trabalhadores recebem o que já trabalharam e não um adicional.*
Assinar:
Postagens (Atom)
