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segunda-feira, 18 de abril de 2011

Proposta desarmamentista: desde o início uma mentira suja

Alguém já viu um político ou seus idiotas-úteis na população tão preocupados em desarmar bandidos quanto estão em desarmar o cidadão comum? Sarney se mexeu para propor um plebiscito para saber se a população quer os bandidos desarmados? Nem precisa responder, certo?

Isto significa que este grupelho não se preocupa muito com o desarmamento do criminoso. Ou não tanto com o desarmamento da população civil ordeira.

Ora, se não se preocupam com o bandido armado, porque se preocupam em desarmar a população civil? São, portanto, FALSAS as alegações e a proposta desarmamentista e o que resta é algum motivo não revelado para o desarmamento da população civil.

Hitler foi um dos sociopatas que desarmou a população civil ANTES de tentar criar um mundo nazista.

Fácil entender, não?

A estúpida idéia do Plebiscito sobre o DESARMAMENTO

Desarmamento
Quando eu era criança, meus pais, num dos meus aniversários, me deram de presente um kit Roy Rogers. Bem, naquela época, não se usava a palavra kit. Era um pacotão com vários pacotinhos dentro. Neles, havia um jeans (naquela época chamava-se calça rancheira) com a iniciais RR bordadas num dos bolsos, uma camisa azul de cavaleiro do Velho Oeste, um chapéu de abas viradas, um coldre, um revólver de brinquedo e uma caixa de espoletas. 

Durante um bom tempo, circulei o quarteirão lá de casa, galopando num cabo de vassoura e atirando a esmo. Meu revólver fazia muito barulho, mas não feria ninguém. Já adolescente, ganhei, também num aniversário, uma espingarda de ar comprimido (será que isso ainda existe?). Não me tornei um serial killer de passarinhos indefesos, mas me diverti bastante praticando tiro ao alvo no quintal.

Se fosse hoje, meus pais, coitados, estariam sendo acusados de estar criando um Charlton Heston tropical. Não foi o que aconteceu. Na verdade, passada a adolescência, tomei ojeriza a armas. Não gosto nem de bombinha de São João. Outro dia mesmo, quando o governo fez uma consulta popular para saber se nós, o povo, éramos contra ou a favor de uma lei que proibisse a comercialização de armas no país, votei a favor. Apear das boas lembranças que minha pistola de Roy Rogers e minha espingardinha de chumbo me trazem, tenho certeza de que um mundo sem armas é melhor do que um mundo com armas. Perdi o plebiscito, mas não perdi o espírito democrático. Respeito a decisão popular e tenho convivido bem com as armas comercializadas legalmente.

É por isso que não entendo a sanha com que se volta a debater o desarmamento. Não que o debate não seja produtivo. Debates sempre o são. Mas estranho que o assunto volte à baila logo após a tragédia que se abateu sobre as crianças da escola de Realengo. Bullyng e segurança nas escolas são assuntos que me veem à mente quando penso naquele episódio, mas desarmamento... Que parte da história eu não entendi que faz com que se possa acreditar que, se o comércio legal de armas já estivesse abolido do país, aquela matança não teria acontecido?

Recapitulando: um sujeito desequilibrado adquire i-le-gal-men-te uma arma de um traficante de armas e planeja um homicídio em massa motivado por questões psíquicas incompreensíveis para cidadãos normais. E aí? O que o desarmamento tem a ver com isso? 

Por que o crime não motiva o debate sobre como é fácil entrar armas ilegalmente no país? Por que não estamos discutindo a fragilidade da segurança de nossas fronteiras? Como todo mundo sabe, comprar armas no Paraguai é tão fácil quanto comprar bananas (talvez, no Paraguai, seja mais fácil comprar armas). Uma lei de desarmamento vai acabar com o contrabando? Um novo plebiscito só vai esconder, por mais algum tempo, algumas de nossas maiores mazelas.
Fonte: Blog do Xexeo
[o desarmamento faz parte da política oficial das esquerdas que seguindo o manual de Lênin entendem que todos os cidadãos devem ser desarmados.]

Ministro FUX propóe violar à Constituição

Um ministro do Supremo, as armas, a internet e o aborto: tudo errado

O ministro Luiz Fux, mais novo membro do Supremo Tribunal federal, surpreende. Às vezes, para o bem; às vezes, para o mal. E isso é mau! Um ocupante dessa corte - e só há 11 pessoas lá - não poderia surpreender nunca! A razão é simples: a lei é o oposto da surpresa; é o avesso da exceção; é, em suma, a regra. Como costumo dizer, só conseguimos colocar o nariz fora da porta porque há direitos assegurados e a expectativa de seu cumprimento. E há uma aposta em que a transgressão acarretará punições ao infrator. Do outro, e o mesmo vale para ele em relação a nós, não queremos saber se gosta ou não do que está escrito. Basta que cumpra os dispositivos legais. Sigamos.

Se um ministro do Supremo começa a dizer coisas ambíguas, é o mundo do direito quee obscurece.Fux concedeu na quinta uma entrevista a Débora Santos, do Portal G1. Eu já deveria tê-la comentado aqui, mas não o fiz. A questão, no entanto, é demasiado importante para que fique sem algumas considerações. O ministro se disse favorável ao desarmamento - até aí, tudo bem; ele tem direito a uma opinião, como qualquer cidadão, mesmo não sendo um cidadão qualquer… Mas afirmou uma coisa muito estranha, segundo, ao menos, a transcrição publicada. Para ele, é desnecessário fazer um novo referendo. O país precisaria é de uma lei de recolhimento de armas. E então vêm as aspas bastante preocupantes:
“Não [se] entra na casa das pessoas para ver se tem dengue? Tem que ter uma maneira de entrar na casa das pessoas para desarmar a população”.

Epa!!! Como é que é?
Pensar por analogia, por comparação, é sempre um procedimento arriscado. Podemos entender por que tangerinas são facilmente associadas a laranjas. São dois cítricos. Se for a uma banana, já é preciso recorrer a uma categoria mais ampla: é tudo fruto. Agrupar tangerina e presunto já requer área maior: ambos são alimentos. Sob certo sentido, pode-se dizer que não há uma diferença essencial entre tangerina e cocô: é tudo matéria orgânica. Quanto mais se amplia o campo, mais arbitrária se torna a analogia. Aplicado o método ao campo do direito, chega-se facilmente ao arbítrio propriamente. Julgar, parece-me, consiste em entender a natureza particular de um caso segundo os princípios estabelecidos nos códigos.

Mesmo assim, disponho-me a pensar sobre o que diz o ministro. Se não quero deixar que alguém entre em minha casa para caçar larvas de dengue, ninguém entrará, a menos que tenha um mandado judicial. Como juiz não é um tirano, ele tem de ter uma razão - ancorada num texto legal - para conceder essa ordem: ameaça à saúde pública, à ordem pública, sei lá… E precisa de indícios, ao menos, de que isso está em curso. Numa área infestada pelo mosquito da dengue, a chance de que haja larvas na casa em questão é grande. Pois bem…

No caso da arma, ministro, como se faria? Seriam revistadas as casas de todos os brasileiros para saber se têm ou não armas? Milhões de mandados judiciais serão expedidos sem nem indício manifesto, partindo do pressuposto de que existe um arsenal escondido?

O curioso é que Fux se diz incompreendido - e afirmou que ficou algo abalado - com a reação a seu voto -CORRETÍSSIMO - no caso do Ficha Limpa. No julgamento em questão, votava-se se a lei, aprovada menos de um ano antes do pleito de 2010, poderia ou não valer para aquela eleição. É claro que não! Bastava ler o Artigo 16 da Constituição. A entrada forçada nas casas ou mesmo mandados judiciais expedidos sem causa manifesta violariam quantos dispositivos Constitucionais?

O ministro fez aquela afirmação quando a repórter lembrou que a maioria dos brasileiros foi contra a proibição da venda legal de armas. Leiam a resposta inteira:

É um exemplo de defesa do povo contra o povo. Eu acho que o povo votou errado. Para que serve você se armar? Quando você se arma, pressupõe que se vive num ambiente beligerante. Muito melhor é uma sociedade solidária, harmônica. Eu acho que os políticos têm que avaliar o clima de insegurança do país. E já há o Estatuto do Desarmamento. Tem que fazer valer a lei, implementar políticas públicas no afã de desarmar a população. Não tem que consultar mais nada. O Brasil é um país que tem uma violência manifesta. Tem que aplicar essa lei e ter política pública de recolhimento de armas. Não [se] entra na casa das pessoas para ver se tem dengue? Tem que ter uma maneira de entrar na casa das pessoas para desarmar a população.

Eu posso dizer que o povo votou errado, ele não pode! Notem que Fux acredita que é preciso defender o povo de si mesmo. Concordo! Se ele quiser um golpe de estado, por exemplo, deve ser contido. Se quiser linchar pessoas, idem. Mas não foi esse o caso, certo?

Fux acha que “muito melhor é uma sociedade solidária, harmônica”! Nem me diga! Por mim, viveríamos todos como anjos. Quem, afinal de contas, não quer o bem? Eu só espero contar com o apoio do ministro para que esse “bem” seja conquistado nos limites do que permite a Constituição do Brasil, não é? Aquela mesma que ele não quis violar no julgamento do Ficha Limpa. Aliás, ministro, a maioria dos brasileiros é ficha-limpa! O Estado não consegue é dar conta dos fichas-sujas!

“Ah, mas não exagere! O ministro não está dizendo nada disso!” Então volto ao começo. Embora ele tenha direito à opinião, como qualquer homem, ele não é um homem qualquer. Fosse um advogado de esquina, eu não estaria dando a menor pelota pra ele. Sendo quem é, sua fala pode influenciar muita gente. Eu sou contra a aplicação de uma lei de silêncio a magistrados - desde que não fiquem especulando sobre os autos. Mas acho que eles têm de tomar especial cuidado com essas falas frouxas, elásticas, lassas, que podem servir a qualquer propósito. Ademais, e por isso as analogias são ruins, uma larva da dengue é necessariamente, inescapavelmente, uma ameaça. Não é o caso da arma, ministro, porque, sozinha, ela não mata ninguém.Os que matam e não matam são indivíduos, dotados de deveres e direitos - inclusive o direito à autodefesa.Mais se diga: invadir a casa de um homem de bem para ver se há lá uma arma é coisa que qualquer covarde faz. Eu quero ver é desarmar a bandidagem que faz 50 mil vítimas por ano no país.

InternetO ministro não se saiu melhor tratando da Internet. Comentando a tragédia de Realengo, afirmou:
“Nos Estados Unidos, tem o monitoramento de pessoas potencialmente perigosas. Hoje, com esse acesso à internet, a esses sites de redes terroristas, pessoas desequilibradas têm acesso a informações que exacerbam seu desequilíbrio. Olha essas fitas que antecederam a essa tragédia, onde esse sujeito gravou isso? É um sujeito que não podia estar solto nunca. Tinha que ter uma medida restritiva de liberdade. Será que ninguém viu isso? Por que não acharam antes isso? Esse homem não tinha um pendor para aquilo? Será que ninguém teve oportunidade de denunciar isso? É um problema que interessa à família e ao Estado também. A causa disso é o acesso que esse rapaz teve a essas redes internacionais que alimentam uma série de psicopatias.Nessa rede mundial de computadores, você tem acesso a tudo. A polícia tinha que ter, por exemplo, uma comunicação de que um sujeito acessou o site da Al Qaeda. Esse sujeito tem alguma coisa. Agora, o leite está derramado.”

Péssima resposta! Terrível! Há de haver uma razão para o monitoramento. Não pode o estado, por vontade olímpica, decidir quais sites serão ou vigiados. Sob o pretexto de se investigar as páginas de extremistas, quantas outras entrarão na lista negra? Os terroristas, os tarados e os pedófilos determinarão agora quais são as garantias dos que não são terroristas, tarados e pedófilos? Não! A Internet não fez a doença daquele rapaz! Ele já era doente! Quem teria feito a doença de Chico Picadinho? A televisão?
Aborto
Fux estava num dia infelicíssimo. Comentando o caso de aborto de fetos anencéfalos - vai ser aprovado de goleada, leitores -, afirmou:

“(…) eu li um artigo e até guardei. Essa escritora usou uma expressão forte: será que uma mãe é obrigada a ficar realizando o funeral do seu filho durante nove meses? Eu acho que isso deveria ser uma questão plebiscitária feminina. As mulheres tinham que decidir. É um consectário [resultado] do estado democrático de direito. Não podemos julgar à luz da religião, porque o estado é laico.”

Heeeinnn? Vênia máxima, trata-se, então, de uma opinião favorável è legalização do aborto incrustada da defesa do aborto de anencéfalos. Ora, se esse feto é uma “questão feminina”, o saudável também é. Logo, entende-se que o plebiscito sobre o aborto deveria ser votado apenas pelas mulheres. Parece uma questão óbvia, mas não é. E pode ter conseqüências terríveis.

Se o que está no corpo da mulher lhe pertence, seja um tumor ou um feto, ele lhe pertence na primeira semana de gestação ou na 37ª, certo? Logo, por uma questão puramente lógica, enquanto não se diz que um bebê é nascido, então ele é “coisa”. Sim, eu sou católico. Tenho o direito de sê-lo e de argumentar como tal. Mas não o exerço agora. Estou apenas empregando a lógica. Eu duvido que Fux defendesse o aborto de um feto no nono mês de gestação. Mas o seu argumento defende.

Ademais, ministro, cuidado com escritores e suas metáforas, nem sempre muito felizes.
Não! Eu acredito que a vida humana, em qualquer dos seus estágios, diz respeito aos humanos,homens e mulheres. Acho que essa é uma idéia que nos protege. As abortistas, por feministas, tivessem realmente respeito às mulheres, substituiriam a afirmação histérica da identidade por um movimento mundial contra o aborto de meninas na China. Tenham vergonha, minhas senhoras! Fazem-se milhões de sucções e curetagens por ano naquele país apenas porque há no útero uma… mulher!

Lamento, ministro Fux, isso me ofende como humano, como homem e como pai, se o senhor me der licença! E me ofende também como católico. Mas, como diz o senhor, o estado é laico. Mas não é ateu, graças a Deus!


Por
Reinaldo Azevedo

A madrasta do PACo permite demissão de 6.000 trabalhadores


Em dezembro de 2008, o presidente da Vale, Roger Agnelli, anunciou que as medidas adotadas para sobreviver à crise econômica internacional incluiriam a demissão de 1.300 funcionários. Uma empresa privada não precisa pedir licença ao governo para tomar decisões do gênero. Um executivo como Agnelli não tem tempo a perder com consultas a políticos tão autoritários quanto ineptos. Mas no Brasil as coisas não funcionam assim. O maior dos governantes desde Tomé de Souza transformou o condutor da Vale em inimigo da pátria e não sossegou até que Dilma Rousseff conseguisse demiti-lo por excesso de competência.
Nesta quinta-feira, o secretário-geral da Presidência, Gilberto Carvalho, confirmou que a Construtora Camargo Corrêa resolveu demitir 6.000 trabalhadores alojados nos canteiros de obras das hidrelétricas de Jirau e Santo Antônio, em Rondônia. Como são dois colossos do Brasil Maravilha parido pelo PACo (PACo 1 ouPAC2, jamais se saberá), decerto viriam duríssimas retaliações. Quantas cabeças rolariam na direção da Camargo Corrêa?, especulou-se por algumas horas. Nenhuma, apressou-se em comunicar Gilberto Carvalho.
“As demissões são naturais, até porque a Camargo Corrêa fez uma autocrítica e contratou mais gente que o adequado”festejou o arauto da má notícia. Pela animação do secretário de Dilma, a multidão de desempregados talvez melhore a imagem do governo. Agnelli acabou perdendo o cargo por ter demitido 1.200 funcionários. Mas a Camargo Corrêa é uma boa companheira. Merece o endosso do governo. Por terem consumado um corte quase cinco vezes maior, os executivos da construtora não se limitaram a garantir o emprego. Também entraram na fila dos candidatos a ministro da Fazenda.
Fonte: Blog do Augusto Nunes

PF dificulta venda de armas no Rio. Tal medida com certeza não vai afetar os bandidos nem os psicopatas


Após massacre em Realengo, PF interrompe autorização de compra de armas para civis

Os registros de armas de fogo para civis estão suspensos em todo o estado desde a tarde de 7 de abril. De acordo com funcionários, donos e até clientes de lojas que vendem armas e munições no Grande Rio, com a repercussão do massacre a Polícia Federal, responsável pela entrega dos documentos, determinou que todos os processos sejam encaminhados diretamente pelos interessados, sem a intermediação das lojas, como ocorria até então.
A PF do Rio vinha negando, por semana, 30 pedidos de autorização para a aquisição de armas de calibre permitido, como os revólveres 38 e 32, usados por Wellington. Só no ano passado, cerca de 360 pedidos foram recusados pela PF. Segundo lojistas, apenas policiais civis e militares, além de agentes penitenciários, estão adquirindo armas desde o dia do massacre na escola.
- Quase fechamos as portas. Não estamos podendo vender nem encaminhar compradores legalizados para a Polícia Federal. Enquanto essa história de Realengo estiver quente, é melhor você esperar. Isso aí vai durar uns três meses, sei lá. Depois a coisa fica mais fácil. Ou, então, aparece uma novidade e a imprensa vira o foco para outro lado. Aí, você pode voltar que a gente te encaminha. Agora está impossível - disse um vendedor, sem saber que falava com um repórter que se passava por cliente interessado em comprar uma arma.
Em outra loja, o vendedor esclareceu que, além de ter mais de 25 anos e apresentar diversas certidões negativas, o interessado em adquirir e registrar uma arma tem que passar por um processo que custa em torno de R$ 400. Cerca de R$ 170 são destinados ao teste psicológico feito por um profissional credenciado pela PF. Outros R$ 150 são gastos na prova de tiro, realizada, em alguns casos, numa área da própria loja, para a comprovação da capacidade técnica e dos conhecimentos básicos dos componentes da arma e da habilidade do comprador. Curiosamente, na loja visitada pelo GLOBOo teste é feito com uma pistola PT 380, mesmo que o cliente esteja interessado em comprar um revólver ou um rifle, por exemplo.
- Nada que não se aprenda em alguns minutos, amigo. Na verdade, é só uma questão de defesa, não é? - explicou o vendedor e instrutor de tiro.
Ainda de acordo com o lojista, R$ 60 são pagos à loja, após a expedição do registro definitivo da arma pela Polícia Federal.
Fonte: O Globo

Mensalão foi e é uma realidade.


O ex-procurador-geral da República Antonio Fernando de Souza criticou em entrevista à Folha a demora da Polícia Federal em investigar os desdobramentos do caso mensalão e afirmou que o esquema não foi uma invenção. Fonte: Folha.com

O ex procurador geral da república, Antônio Souza, que não só analisou as provas relacionadas ao mensalão, como pediu e conseguiu o indiciamento de todos os envolvidos no maior esquema de corrupção jamais visto em nossa história.

Por mais que o governo lulo petista tente, não vai conseguir esconder esta realidade. Apesar de ter nomeado para o STF ministros mais comprometidos com o PT do que com a justiça, e mesmo que consigam,  por este motivo, manter na impunidade todos estes criminosos, são será possível apagar esta página negra de nossa história.
Luiz Inácio Lula da Silva passará a história como o presidente que montou um esquema nunca antes visto na história do Brasil.

Além das Cooperativas da Maconha, petista defende os Maconhódromos.


Paulo Teixeira(PT-SP)dando de dedo em um policial na Marcha da Maconha. Foto exclusiva do site Hempadão (Hemp+Chapadão)

A internet é uma riqueza. Em 2009, o deputado da Bancada da Maconha, Paulo Teixeira (PT-SP), foi escolhido para ser o interlocutor do PT junto ao ministro da Justiça, Tarso Genro(PT-RS), aquele mesmo que ouviu dizer que a maconha é saborosa. Quem será que disse para o Tarso? Pois é. Já naquele tempo, Teixeira defendia o auto-plantio, ou seja, que o maconheiro pudesse ter um herbanário no seu lar, onde plantasse o seu fuminho para uso próprio. No entanto, a idéia mais original eram os Maconhódromos, onde os jovens pudessem sair das escolas e dos escritórios para "fumar um" de forma protegida e reservada, com o acompanhamento de enfermeiros. Ou seja: não tem enfermeiro em hospital e posto de saúde, mas haveria este tipo de profissional nos Maconhódromos, para monitorar as viagens e o barato dos maconheiros. Está duvidando? Leia aqui.