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segunda-feira, 30 de maio de 2011

Uma entrevista que condena Palocci.


A entrevista abaixo (do Estadão) é praticamente uma condenação de Antônio Palocci, pois comprova que, licitamente, o então deputado não conseguiria amealhar R$ 20 milhões em quatro anos. Se por 22 "consultorias" realizadas às sextas-feiras ele faturou pouco mais de R$ 50 mil, como afirma o dono da W Torre, temos a tabela de preços do ministro que seria, exagerando, R$ 5.000 por "consulta".Para juntar R$ 20 milhões, Palocci teria que ter feito 4.000 consultas em 4 anos, uma média de quase 3 por dia, incluindo sábados, domingos e feriados.

O dono da construtora WTorre, Walter Torre Jr., disse, em entrevista ao Estado, que pagou um valor "irrisório" pelas consultorias do ministro da Casa Civil, Antonio Palocci, entre 2007 e 2010.
Hélvio Romero/AE - 09.04.2008
Hélvio Romero/AE - 09.04.2008
'Aposto nessa porcaria de País', disse Torre
"O valor total é inferior ao de um automóvel", afirmou o empresário. Palocci justifica a evolução patrimonial e o enriquecimento com altos valores recebidos em consultorias.
Questionado se o dinheiro pago era menos de R$ 50 mil, Torre respondeu: "Um pouco mais do que isso". Ele contou que Palocci esteve 22 vezes na sua empresa. "É uma palhaçada o que estão fazendo", disse Torre, sobre a polêmica envolvendo a construtora e a empresa Projeto, de Palocci.
Por que a WTorre contratou o Palocci?Porque ele é uma pessoa extremamente influente, com alto grau de conhecimento de mercado financeiro, ex-ministro da Fazenda.
Que tipo de consultoria ele prestou?Ele esteve 22 vezes conosco nas últimas sextas-feiras do mês. Ele ia mês sim, mês não, falou sobre política econômica, macroeconomia. É uma palhaçada o que estão fazendo.
E o sr. poderia revelar os valores pagos?É um valor extremamente baixo. Irrisório. O valor total é inferior ao de um automóvel.
Menos de R$ 50 mil?Um pouco mais que isso. É valor total em quatro anos, entre 2007 e 2010.
Não é tráfico de influência a relação entre WTorre e Palocci?Em hipótese nenhuma. Cada vez mais fico irritado quando não existe seriedade e transparência. Minha empresa é extremamente transparente.
O que a WTorre aproveitou dos 22 encontros com Palocci?Eu fico indignado com sua pergunta. Você tem noção da cultura e da vivência que tem um ministro da Fazenda? Ele vai expondo como está o mercado lá fora, se o momento é de investir. São pareceres. Estávamos para abrir o capital da empresa, queríamos saber se era hora de abrir capital interno ou externo.
Não há um conflito de interesse por ele ser deputado federal?Para nós, nenhum, porque não trabalhamos com o governo, com obra pública. Não tenho nenhum negócio. Para a Previ eu vendi um prédio, num leilão, onde houve 18 propostas, por um acaso, a mais alta foi da Previ. Com a Petrobrás eu loquei dois prédios. Não tem nenhum tipo de favorecimento, nada com o Palocci.
Valeu a orientação dele?É uma pessoa de alta cultura na área financeira. Temos grandes investimentos imobiliários e vários fundos internacionais querendo investir conosco. Somos inovadores em todos os seguimentos imobiliários e financeiros. Nós temos pelo menos uma dez consultorias financeiras.
Há ex-ministros e deputados entre esses outros consultores?Não e daqui para frente não terá nunca mais. Palocci era o único, e tive orgulho de conhecê-lo. Mas tudo nesse país tem dupla interpretação. Felizmente eu tive a consultoria do Palocci.
O sr. falou com o Palocci nos últimos dias?Não falo com ele há seis, sete meses. A última vez foi em 2010. Aposto nessa porcaria de País. Não admito que usem minha marca para fazer manchete falsa ou qualquer outro tipo de envolvimento que não seja a mais pura verdade.

Lula mostra que ainda manda no governo.


Ex-presidente comanda reunião com partidos, ouve queixas contra Dilma e até repreende ministros
Por Maria Lima, de Brasília
Numa espécie de intervenção branca no governo Dilma Rousseff para conter a base aliada e a crise envolvendo o ministro Antonio Palocci (Casa Civil), o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva chefiou uma reunião de três horas e meia com líderes e presidentes de partidos aliados ontem, na casa do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP). No encontro, Lula prometeu resolver reclamações de falta de interlocução com o governo, pediu apoio para Palocci e alertou para o risco de uma crise institucional de consequências imprevisíveis. Sua próxima missão é se reunir com ministros para cobrar deles mais atenção aos aliados. O que já fez com Palocci, no jantar de anteontem com Dilma no Palácio da Alvorada.
Segundo relatos dos participantes do café da manhã na casa de Sarney, ao pedir solidariedade e apoio para segurar o chefe da Casa Civil, Lula disse que Palocci estava "muito estressado", mas não podia ser desamparado porque dá uma contribuição enorme ao governo Dilma e ao Brasil. E contou, segundo um líder presente, como foi o puxão de orelhas no ministro:
- No jantar com o Palocci ontem à noite eu disse a ele: tome cuidado, porque sua situação no Congresso é péssima. Há uma imensa insatisfação com sua conduta. Você tem que se aproximar mais, atender as bancadas, marcar jantares políticos.
Na véspera, Lula se reuniu com senadores do PT, que desfiaram um rosário de queixas contra a falta de interlocução com o Planalto, inclusive com Palocci, que nunca atende ninguém. Nem nos momentos de crise.
A atuação de Lula nos dois últimos dias, elogiada pelos aliados, já produziu os primeiros efeitos: hoje Dilma almoçará com a bancada do PT no Senado e, semana que vem, com os líderes dos demais partidos aliados que se reuniram ontem na casa de Sarney.
E, ontem mesmo, Dilma e Palocci já botavam em prática as orientações de Lula: o ministro telefonou para marcar jantares e para antecipar a aliados a decisão da presidente de recolher o kit contra a homofobia, que tanto incomodava a bancada evangélica. A própria Dilma telefonou para o líder do PRB, senador Marcelo Crivella (RJ).
Na conversa na casa de Sarney, que contou também com a presença do vice-presidente Michel Temer, o ex-presidente pediu que todos os presentes colocassem suas pendências, que ele as levaria para Dilma e para os ministros da área. E fez uma avaliação da crise provocada pela revelação de que o patrimônio de Palocci aumentou substancialmente no período em que ele atuou como consultor, entre 2007 e 2010, quando era deputado.
- O presidente Lula tem uma sensibilidade política mais aguçada e deu sinais claros de que a crise do Palocci é muito grave, não sai da mídia, e que pode caminhar para uma crise institucional de dimensões preocupantes e futuro imprevisível - contou um dos senadores presentes.
Enquanto ocorria a reunião de Lula com aliados, Palocci telefonou para o líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE), para confirmar o almoço de hoje. Ligou também para o líder do PTB, Magno Malta (ES), um dos mais revoltados com a falta de atendimento no Planalto. Magno teria se recusado a falar com Palocci naquele momento.
- Lula disse que ia conversar com os ministros, que se recusam até a devolver telefonema, para que eles acordem. Eu disse sobre o caso do Palocci: a arrogância precede a ruína! Não estou aqui para ser desrespeitado por ninguém. Lidero cinco senadores. E quando o pau quebra descobrem que existe base? - disse Magno Malta, após a reunião com Lula.
Segundo ele, Lula concordou com as reclamações e disse que os ministros deveriam receber os parlamentares.
- O café foi bom. O presidente Lula é jeitoso. Não tem a síndrome de Mercadante - completou Malta, referindo-se ao ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante.
Nesses encontros, Lula vem fazendo uma defesa intransigente de Dilma, repetindo muito que ela teve um período difícil com a pneumonia, passou os primeiros meses cuidando da gestão e que só agora está fazendo o ajuste fino da articulação política.
O presidente do PP, senador Francisco Dornelles (RJ), sugeriu a Lula que aconselhasse Dilma a aparecer mais, para ocupar o espaço político e evitar vazios que são ocupados com notícias negativas.
- Se a crise tem um lado positivo, foi ter trazido Lula para o protagonismo político. E ele se apresentou, não foi chamado. Foi aplaudido! Fala como irmão. Senti nele uma saudade, uma melancolia, uma vontade de abraçar os companheiros! - disse Crivella.
Segundo relatos, ao ouvir as críticas sobre ministros e propostas do governo, Lula, no seu estilo bem humorado, disparou:
- Desse jeito vamos ter que criar o MVDM, o Ministério do Vai Dar Merda.

EXCLUSIVO: Mãe do bebê abortado de Steve Tyler rompe silencio de três décadas. Ela é agora pró-vida


21 de maio de 2011 (Notícias Pró-Família) — Quando Julia Holcomb tinha 16 anos de idade, uma amiga arquitetou um encontro dela com Steve Tyler, o vocalista da banda de vendagem multi-platina Aerosmith, e agora co-apresentador do programa de TV American Idol.
Julia Holcomb e Steve Tyler
A artimanha de Julia funcionou muito melhor do que ela poderia imaginar. Ela e Tyler se encontraram nos bastidores depois de um show da Aerosmith, e o que ocorreu em seguida foi um relacionamento apaixonado e alimentado por drogas que durou três anos e quase culminou em casamento, muito embora Julia fosse dez anos mais jovem do que a estrela do rock. Mas o caso sexual acabou saindo do controle e terminou de forma explosiva depois que Julia foi pressionada a abortar o filho em gestação de Tyler.
Até hoje os poucos detalhes conhecidos do relacionamento vieram de Tyler e seus colegas da banda, conforme constam nas memórias da banda, Walk This Way (Ande por Este Caminho), ou a recente autobiografia de Tyler, Does the Noise in my Head Bother You? (O Barulho em Minha Cabeça Incomoda Você?).
Por sua parte, Julia sistematicamente manteve um silêncio que durou várias décadas, deixando muitos ficarem pensando no que é que havia sido dela. A última menção pública sobre o destino dela parece ter vindo das subsequentes namoradas de Tyler, que falaram de “telefonemas suicidas” de Julia para Tyler enquanto ele estava em turnê. Mas agora ela rompeu seu silêncio, numa breve memória de 5 mil palavras publicada por LifeSiteNews.com em cooperação com os Ministérios Vinha de Raquel, um ministério de cura pós-aborto.
A história de Julia ora é estupenda ora é inquietante — mas, para ela pelo menos, teve um final feliz. Inacreditavelmente, desde a adolescente confusa que em outros tempos passou três anos vivendo com uma estrela do rock, Julia desde então se tornou católica e mãe feliz de sete filhos — e é intensamente pró-vida.
Mas a jornada dos anos escuros do fim de sua adolescência ao presente é uma jornada da qual ela diz que quase não sobreviveu.
“Perdi-me na cultura do rock and roll”, narra ela. “No mundo de Steven era sexo, drogas e rock and roll… Eu não conhecia isso então, mas quase não saí viva disso”.
Julia, que está publicando sua memória sob seu nome de solteira para proteger a privacidade de sua família, explica que escolheu contar sua história depois que seu relacionamento com Tyler recebeu renovada atenção por meio de um artigo no National Review de autoria de Kevin Burke discutindo seu aborto, bem como a autobiografia recentemente publicada de Tyler.
“Decidi que era hora de contar minha história com honestidade, conforme eu pudesse melhor me lembrar, esperando trazer um ponto final e paz para esse período da minha vida”, escreve ela. Ela diz que está procurando não somente corrigir o que ela chama de “exageros grosseiros” nos relatos de Tyler acerca de suas escapadas sexuais, mas também espera que seu relato sobre seu aborto, e o sofrimento que veio mais tarde, ajude as mulheres que fizeram aborto a encontrarem cura e paz.
(Clique aqui para ler a memória completa de Julia Holcomb, The Light of the World)

Jovem e confusa

O assunto do aborto surge mais de uma vez na história de Julia: ela mesma quase que foi abortada.
Sua mãe descobriu que estava grávida de Julia no meio de um volátil casamento com um homem instável, mulherengo e viciado em jogatina, o qual abandonou seus filhos quando eram bebês. Os membros da família a incentivaram a realizar um aborto — que naquela época era ilegal.
“Felizmente, ela deu a luz a mim e mais tarde a meu irmão mais novo, e foi uma mãe amorosa”, diz Julia.
Um padrasto alcoólatra seguiu o pai viciado em jogatina. E então sobreveio uma tragédia quando um acidente de carro matou o irmão mais novo de Julia e seu avô, e feriu Julia, sua irmã e sua avó — um acontecimento que acabou deixando seu padrasto por um período numa instituição mental, e precipitou um divórcio.
Enquanto que antes do divórcio a mãe de Julia levava os filhos regularmente à igreja e orava com eles, depois do divórcio ela parecia “ferida e desiludida com a vida”, diz Julia. Ela se amigou com outro homem, o segundo padrasto de Julia, com quem ela inicialmente não se dava bem.
Sentindo-se sem ambiente em casa, a adolescente Julia, com 15 anos, se afastou de sua família, fazendo novos amigos.

Conhecendo Steve Tyler, e engravidando

Um desses novos amigos era uma mulher de 24 anos que tinha livre acesso aos bastidores dos concertos de rock. Julia descreveu essa amizade como “fundamental” e “uma das amizades mais perigosas que já tive”.
Essa nova amiga “rapidamente me ensinou a me vestir com roupas que expunham meu corpo a fim de que eu fosse notada e usar o sexo como isca para apanhar uma estrela de rock”. Evidentemente Julia aprendeu muito bem, pois ela apanhou Tyler — que engoliu isca, anzol e vara.
“Caí duro. Caí pesado. E me apaixonei muito”. É desse jeito que Tyler descreve o que ocorreu depois que ele conheceu Julia, em sua autobiografia.
Tyler ficou tão impressionado com sua beldade de 16 anos que começou a considerar se casar com ela, e até convenceu a mãe de Julia a lhe conceder direito de tutela sobre ela, de modo que ele pudesse levá-la com ele a outros estados.
Depois de alguns meses juntos, Tyler confidenciou para Julia que ele queria um filho. “Fiquei tão tocada com sua sinceridade que eu disse sim”, escreve ela. “Eu queria filhos, e comecei a acreditar que ele deveria realmente estar me amando já que ele havia se tornado meu guardião e estava me pedindo para ter filhos comigo”.
Tyler jogou as pílulas anticoncepcionais de Julia da sacada de seu quarto de hotel, e dentro de um ano ela estava grávida.

O incêndio e o aborto

Mas as coisas começaram a se deteriorar depois que Tyler anunciou para os pais sua intenção de casar com Julia. Depois que os pais e a avó dele expressaram reservas, devido ao fato de que Julia era muito nova, o casal teve uma discussão feroz, e Tyler mudou de ideia.
Dentro de semanas ele estava de novo fazendo turnê, enquanto ela ficava no apartamento dele “sozinha e grávida… sem nenhum dinheiro, sem diploma, sem assistência pré-natal, sem carteira de motorista e pouca comida”. Foi mais ou menos nessa época que, de acordo com as reportagens, Tyler se amigou com Bebe Buell, modelo da revista Playboy.
Então ocorreu o incêndio.
Certo dia, diz Julia, enquanto estava de turnê Tyler enviou um velho amigo de colégio e ex-colega de banda para seu apartamento para levar Julia para fazer compras. Ela diz que tudo o que se lembra é de acordar em meio a uma densa nuvem de fumaça. O apartamento estava pegando fogo.
Julia quase que não escapou viva, em circunstâncias quase que miraculosas. Depois de ver que não dava para passar por nenhuma das saídas, Julia de repente recordou um conselho de segurança contra incêndio de um comercial de Bill Cosby, e se arrastou no chão até uma lareira que não estava em uso, e entrou nela. É nessa lareira que ela mantinha pendurado um quadro de Jesus herdado de sua avó. Tyler mais tarde devolveu esse quadro para Julia, dizendo-lhe que era a única coisa no apartamento que havia sobrevivido ao fogo.
Julia foi resgatada do apartamento em chamas por bombeiros, e acabou no hospital com um problema grave de inalação de fumaça. Tyler disse que ela quase não sobreviveu. Mas ela se recuperou, e seu bebê em gestação também.
É nesse ponto que começaram as pressões.
De acordo com Julia, Tyler entrou no quarto de hospital dela e lhe disse que ela precisava de um aborto “por causa dos danos da fumaça em meus pulmões e a falta de oxigênio que eu havia sofrido”. Mas Julia disse ‘não’, repetidamente. Ela queria o bebê. Além disso, ela já estava com cinco meses de gravidez.
Nesse ponto, Tyler abrandou e lhe disse que ela podia voltar para sua mãe e ter o bebê. Mas Julia diz que estava preocupada que sua família não quereria que ela tivesse o bebê também. Sem dinheiro e sem expectativa de que Tyler a ajudaria a cuidar dela e do bebê, ela cedeu aos desejos dele.
Julia descreve o aborto como “um horrível pesadelo que nunca esquecerei”. Tyler estava com ela durante todo o procedimento do aborto, mas estava usando cocaína o tempo inteiro, e portanto parecia “emocionalmente longe”, diz ela.
Contudo, ela ficaria sabendo que Tyler não estava tão longe quanto podia estar parecendo.
No livro Walk this Way, ele se lembrou do evento traumático: “Fomos ao médico, onde enfiaram uma agulha na barriga dela, e injetaram o conteúdo na barriga dela, enquanto eu estava lá assistindo. E o bebê saiu morto. Senti-me devastado. Na minha mente, eu estava dizendo: ‘Jesus, o que foi que eu fiz?’” Contudo, Julia escreve que Tyler lhe disse depois do aborto que, em vez de sair morto, o bebê realmente nasceu vivo, e então o deixaram morrer.
“Meu bebê tinha apenas uma pessoa na vida para defendê-lo: eu. E eu cedi às pressões por temor de rejeição e do futuro desconhecido”, diz Julia. “Eu queria poder voltar e ter de novo a chance de dizer ‘não’ ao aborto uma última vez. Eu queria com todo o coração poder ter assistido a esse bebê viver sua vida crescendo e se tornando um homem”.

Uma nova vida

Depois do aborto, “nada foi o mesmo” entre Julia e Tyler. Ela acabou se mudando para viver de novo com sua mãe, porém com depressão. Ela diz que não conseguia dormir sem ter pesadelos do aborto e do incêndio.
Mas ela logo veio a compreender que seu segundo padrasto, de quem ela não gostava, estava tentando ser um bom marido e pai, e veio a respeitá-lo. Julia começou a ir à igreja com eles — a Igreja Metodista Unida da localidade — e começou a participar dos eventos de jovens na igreja.
Ela logo entrou na faculdade, e foi ali que ela conheceu seu futuro marido, Joseph.
“Hoje”, escreve ela, “sou católica pró-vida, mãe de sete filhos, e neste ano meu marido e eu celebraremos nosso aniversário de 30 anos de casamento. Joseph e eu temos seis filhos nossos, e dou graças por cada um deles, pois eles são verdadeiramente presentes de Deus”. O casal é também guardião legal de uma menininha, que nasceu de uma difícil gravidez, mas cuja mãe decidiu escolher vida.
Julia descreve seu marido como “meu verdadeiro herói”. “Ele tem sido um marido amoroso, um pai generoso e um homem que trabalha muito para prover as necessidades de nossa família. Meu marido me ama e me perdoou do coração e não deixou que meu passado definisse o modo como ele compreende quem sou como pessoa”.
Julia e seu marido se converteram à fé católica em 1992.

O aborto nunca é a resposta

Julia diz que não guarda rancor de Tyler. “Oro por sua sincera conversão de coração e espero que ele venha a conhecer a graça de Deus”.
Na maior parte, porém, ela diz que só quer que as pessoas saibam que o aborto nunca é a resposta.
“Alguém poderá dizer que o aborto que fiz foi justificado por causa da minha idade, as drogas e o incêndio”, diz ela. “Não creio que nada possa justificar tirar a vida do meu bebê. O ato é errado. Oro para que nossa nação mude suas leis de modo que a vida dos inocentes bebês em gestação seja protegida”.
Ela conclui com essas poderosas palavras: “As jovens da nossa nação, especialmente as que são como eu, que passaram pela experiência do trauma e abuso, e são vulneráveis ao oportunismo, não deveriam ser usadas como brinquedos sexuais, marcadas por cicatrizes de abortos para livrar seus parceiros de responsabilidades financeiras, e então como seus filhos em gestação, descartadas como objetos indesejados. O casamento e a família são o elemento fundamental de todas as sociedades virtuosas. Aprendi essa lição num teste de fogo que me ensinou a confiar no plano de Deus não importa o que ocorra. Oro para que nossa nação consiga voltar para Deus respeitando a vida das crianças em gestação e fortalecendo a santidade do casamento”.
(Clique aqui para ler a memória completa de Julia Holcomb, The Light of the World)
Artigo relacionado:
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Copyright © LifeSiteNews.com. Este texto está sob a licença de Creative Commons Attribution-No Derivatives. Você pode republicar este artigo ou partes dele sem solicitar permissão, contanto que o conteúdo não seja alterado e seja claramente atribuído a “Notícias Pró-Família”. Qualquer site que publique textos completos ou grandes partes de artigos de Notícias Pró-Família ou LifeSiteNews.com em português tem a obrigação adicional de incluir um link ativo para “NoticiasProFamilia.blogspot.com”. O link não é exigido para citações. A republicação de artigos de Notícias Pró-Família ou LifeSiteNews.com que são originários de outras fontes está sujeita às condições dessas fontes.

Adolescente tenta deixar de ser gay e é morto por ex-companheiro gay


A mãe de José Vanderlan Medeiros Barroso, Maria José, afirmou que o filho tentava 'deixar de ser homossexual' e rompeu o relacionamento com o namorado, identificado apenas como Varlei. De acordo com Maria, ele teria se convertido no Ministério Apostólico Gerando Vidas quando separou-se do companheiro. "Varlei passou a perseguí-lo desde então, o ameaçava de morte e chegou a esmurrá-lo, na semana passada", afirmou a mãe.
Ainda segundo Maria José, contou aos investigadores que ele e a vítima estavam na Ponta Negra foram assaltados. "O ex-namorado foi até a polícia dizer que os dois teriam sido roubados por um trio, mas que ele havia conseguido fugir. A questão é que ele só apareceu no domingo a noite, quase 24 horas depois do acontecido", assinalou.
José Vanderlan foi encontrado morto na Prainha da Ponta Negra, local conhecido como Garden e que seria usado por homossexuais. Próximo ao corpo, a polícia descobriu vários preservativos usados. Ele levou 10 garrafadas e estava completamente nu.
Divulgação: www.juliosevero.com

PSDB e PT estão fazendo jogo com a doutrinação homossexual de nossas crianças?


Julio Severo
Com as pressões dos católicos e evangélicos no Congresso Nacional por causa do infame kit gay, Dilma Rousseff disse o que todos queriam ouvir: “Não aceito propaganda de opções sexuais”.
Fernando Haddad, ministro da Educação
Embora muitos tivessem interpretado tal declaração como “recuo”, o ministro da Educação viu de outra forma. De acordo com a revista Veja: “O ministro da Educação, Fernando Haddad, afirmou que o controverso kit anti-homofobia será reformulado e enviado a professores da rede pública de ensino até o fim deste ano”.
Dilma manda e ministro desobedece? Claro que não.
O ministro não faria nada para desafiar sua chefe, pois há razões mais que suficientes para demiti-lo. A TV Record, em reportagem recente, noticiou o escândalo envolvendo os milhões que o MEC deu para a ABGLT, a maior organização homossexual do Brasil, para a elaboração do kit gay. Quando o assunto é doutrinar NOSSOS filhos no homossexualismo, o governo não vê nada de imoral e antiético, inclusive entregar a tarefa aos próprios militantes gays.
Outra ONG contemplada pela bondade do MEC foi a ECOS, que anos atrás publicava para os alunos de escola de São Paulo o boletim “Transa Legal”. A proposta, é evidente, não tinha nada a ver com “Casamento Legal”. ECOS, como ONG inspirada e financiada por organizações americanas de desconstrução ética e sexual, valoriza o sexo livre.
Em sua missão de doutrinar as nossas crianças nas maravilhas do sexo livre, ECOS se depara com todo tipo de “generosidade”. Se seus integrantes precisam participar de seminários e treinamentos nacionais e internacionais, o currículo de ECOS mostra que as empresas aéreas dão de bandeja caras passagens para os profissionais do sexo para nossos filhos.
Para quem acha que só a esquerda do PT está danificando o Brasil, ECOS sempre agiu em São Paulo que, em grande parte, é quintal do PSDB.
A esquerda do PSDB tem tanto interesse na danificação sexual das crianças do Brasil quanto a esquerda do PT.
Com a encenação de recuo de Dilma no episódio do kit gay, o Diversidade Tucana, a ala homossexual do PSDB, está solicitando ao Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) que tome providências, junto ao Ministério Público Federal (MPF), quanto à suspensão do kit gay. O Diversidade Tucana, se alinhando com os interesses de seus colegas petistas homossexualistas, defende “a importância do material e da abordagem educativa”.

Na verdade, só estão fazendo jogo, pois quando o ministro da Educação disse que “o controverso kit anti-homofobia será reformulado e enviado a professores da rede pública de ensino até o fim deste ano”, ele não prometeu a ninguém que o kit modificado estará melhor do que a versão atual. Pelo contrário, poderá estar muito pior.
No que se refere às crianças nas escolas, a esquerda, seja do PT ou do PSDB, não confia nos pais e não abre mão de seu “direito” de doutrinar os alunos de escola.
Então por que os pais deveriam abrir mão de seu legítimo direito de educar seus filhos? Por que eles deveriam entregar a educação de seus filhos nas mãos do PT e PSDB?

Depois de indignação pública, presidenta Dilma cancela kit de doutrinação homossexual nas escolas


BRASIL, 27 de maio de 2011 (Notícias Pró-Família) — Dilma Rousseff, a presidenta do Brasil, concordou em eliminar um kit muito explícito aprovado pela ONU designado para convencer crianças e adolescentes a aceitar a conduta homossexual e o transexualismo, depois de ameaças de legisladores protestantes e católicos de bloquear novas legislações em protesto.
O “kit anti-homofobia”, que é parte do programa “Escola Sem Homofobia” patrocinado pelo Ministério da Educação do Brasil, incluía vídeos mostrando o desenho de um menino tendo fantasias de sexo com um homem, adolescentes que entram em relacionamentos homossexuais, e um estudante “transexual” que chama a si mesmo de “Bianca”.
No vídeo original, o personagem “Bianca”, conforme mostram reportagens, se excita sexualmente ao ver outro estudante do sexo masculino urinando no banheiro, embora essa cena pelo visto tenha sido removida depois, junto com outra imagem mostrando duas meninas se beijando nos lábios. O kit também supria os estudantes com jogos, brinquedos e letras de músicas, tudo com o objetivo de normalizar a homossexualidade e outros desvios sexuais. Apesar de modificações pequenas feitas nos materiais, eles continuam provocando indignação de pais e ativistas pró-família.
Sob pressão em massa de uma campanha de internet de alto nível e de legisladores, Rousseff capitulou, e a imprensa mostrou que um dos aliados dela no Congresso disse que ela viu o kit como “horroroso” e “o fim do mundo”.
“Não concordo com o kit, porque não acho que faça defesa de práticas não-homofóbicas”, Rousseff disse publicamente. “Não assisti aos vídeos. Mas vi um pedaço de um deles na televisão e não concordo com ele”.
“Não podemos interferir na vida privada das pessoas”, Rousseff continuou. “Não haverá autorização para esse tipo de política de defesa de A, B, C ou D. Agora o governo pode sim fazer uma educação de que é necessário respeitar a diferença e que você não pode exercer práticas violentas aqueles que são diferentes de você”.
Antes de se retratar dos materiais, o governo havia se gabado da aprovação que o kit havia recebido do programa da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO), que havia julgado os vídeos como “apropriados” para o público alvo, que de acordo com as reportagens é alcançar crianças desde 11 anos de idade.
“O material do projeto Escola sem Homofobia está adequado às faixas etárias e de desenvolvimento afetivo-cognitivo a que se destina”, a UNESCO escreveu, de acordo com um site do governo brasileiro.
O cancelamento do kit, que provocou polêmica no Brasil durante mais da metade do ano, fez manchetes no país todo. Revelações de que o governo gastou mais de dois milhões de reais de dinheiro público no kit só jogaram mais gasolina no fogo.
A remoção do kit representa outro golpe importante contra as velhas polícias públicas anti-família e anti-vida do governo socialista.
O Partido dos Trabalhadores do Brasil, liderado pelos populares presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff, a sucessora que ele mesmo escolheu, defende sistematicamente a descriminalização do aborto e políticas que punirão aqueles que expressarem críticas à homossexualidade. Contudo, Rousseff viu suas aspirações presidenciais ameaçadas no ano passado quando grupos pró-família destacaram o histórico do partido dela em questões da vida humana e família, forçando-a a assinar um acordo para promover a agenda de seu partido.
As pesquisas de opinião pública, bem como as pesquisas dos congressistas, indicam um fortalecimento das posições pró-vida e pró-família entre os eleitores brasileiros.
Embora Rousseff tenha tido o cuidado de indicar que rejeitou o kit, a ministra para as políticas das mulheres do governo dela assumiu uma posição mais provocadora.
“O programa de enfrentamento à homofobia é um programa definitivo. Ele não sofrerá retrocessos. O governo da presidenta Dilma [Rousseff] é pautado pela questão de direitos, a presidenta tem demonstrado isso em todos os seus gestos”, disse a ministra-chefe Iriny Lopes.
Fernando Haddad, ministro da educação de Rousseff, prometeu trazer de volta novos materiais para as escolas numa questão de meses, depois de maiores consultas com “especialistas”. O kit, conforme as reportagens, será reformulado pelas mesmas organizações de militantes homossexuais que criaram o atual kit.
Julio Severo, um dos ativistas pró-família mais influentes do Brasil, está alertando que o governo continuará a avançar a agenda homossexual, e exorta os católicos e evangélicos a continuar lutando.
“Quer Dilma tenha recuado ou não, as lideranças católicas e evangélicas não deveriam recuar”, escreve Severo, acrescentando que “Além do mais, é preciso desmascarar e combater a campanha que, em nome do combate à ‘homofobia’, está combatendo a maioria cristã do Brasil e os pais e as mães que querem proteger seus filhos de todo tipo de assédio imoral”.
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Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Copyright © LifeSiteNews.com. Este texto está sob a licença de Creative Commons Attribution-No Derivatives. Você pode republicar este artigo ou partes dele sem solicitar permissão, contanto que o conteúdo não seja alterado e seja claramente atribuído a “Notícias Pró-Família”. Qualquer site que publique textos completos ou grandes partes de artigos de Notícias Pró-Família ou LifeSiteNews.com em português tem a obrigação adicional de incluir um link ativo para “NoticiasProFamilia.blogspot.com”. O link não é exigido para citações. A republicação de artigos de Notícias Pró-Família ou LifeSiteNews.com que são originários de outras fontes está sujeita às condições dessas fontes.

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Intervenção no Buriti (para salvar o PT). Você votou em Agnelo?

Dilma Rousseff decide fazer de Carlos Gabas, um executivo sério, o Número 1 de Brasília
 
Carlos Eduardo Gabas, o eterno ministro-interino da Previdência e Assistência Social, está prestes a trocar a Esplanada dos Ministérios pela Praça do Buriti. Depende apenas do "sim" dele para ocupar a Secretaria de Governo do Distrito Federal, no lugar do deputado Paulo Tadeu.
Gabas viria como um gerente para colocar ordem na casa. Agnelo Queiroz não foi ouvido. Foi comunicado da decisão, costurada no Palácio do Planalto. É uma espécie de intervenção branca em Brasília. Não para salvar o governador, mas a imagem do PT.
A cúpula petista, a nível nacional, teme que a acentuada queda de prestígio de Agnelo junto ao povo reflita negativamente no resto do País. E como em pouco mais de um ano o eleitor voltará às urnas para eleger prefeitos, deputados estaduais e vereadores pelo Brasil a fora, o PT teme que a desastrada administração do governador da capital da República reflita negativamente no resultado das eleições.
A decisão de intervir no governo de Agnelo Queiroz foi tomada na semana passada, durante encontro da presidente Dilma Rousseff com o deputado Rui Falcão, presidente da legenda. Participaram do encontro Gilberto Carvalho, ministro-chefe da Secretaria Geral da Presidência e seu secretário-executivo Swedernberger Barbosa, um profundo conhecedor da máquina administrativa do Palácio do Buriti.
Gabas, na avaliação do Planalto, tem o perfil ideal para colocar o governo de Agnelo Queiroz nos trilhos. Se ele aceitar a missão ("não é um convite, pois me considero um soldado do partido", conforme suas palavras a um interlocutor comum) o atual secretário-executivo da Previdência Social virá com carta branca para impor seu jeito e ritmo de trabalho. Inclusive com autoridade para mexer na equipe de governo.