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quinta-feira, 19 de julho de 2012

Do “kit gay” ao “kit aborto”


Deparamo-nos agora com mais uma ação do governo Dilma em favor da “cultura da morte”.
Todos se lembram do “kit gay” que estava para ser distribuído às crianças e adolescentes das escolas pelo Ministério da Educação para fazer apologia do homossexualismo. Depois de sofrer pressões e ameaças de membros do Congresso Nacional, o governo recuou. A presidente Dilma disse que “não sabia” qual era o conteúdo do “kit” e proibiu sua distribuição [1].
Depois do “kit gay”, chegou a vez do “kit aborto”.
Segundo informações da grande imprensa, o Ministério da Saúde está preparando uma cartilha que, a pretexto de “reduzir os danos” do aborto, pretende ensinar as gestantes a praticarem tal crime.
O documento a ser publicado em breve, dará à mulher já decidida a abortar “cuidados de proteção pré-aborto”, inclusive a oferta do abortivo misoprostol (Cytotec).
Praticado o crime, a mulher passaria por nova consulta para “avaliação e educação sobre métodos contraceptivos”. Segundo o secretário de Atenção à Saúde Helvécio Magalhães, “isso não é crime, o crime é o ato em si” [2].
Ao contrário do que afirma Magalhães, comete crime não apenas quem pratica o ato, mas quem concorre de qualquer modo para o crime(art. 29, CP).
O concurso se dá pelo apoio, incentivo ou pela oferta de meios abortivos, exatamente como pretende a Norma Técnica a ser editada pelo Ministério da Saúde. A publicação de tal norma fará seus autores incorrerem no tipo penal de “incitação ao crime” (art. 286, CP) ou“apologia de crime” (art. 287, CP).
O objetivo é fomentar a prática do aborto no Brasil, criando uma situação de fato que abra caminho para uma situação de direito. O que se presencia hoje é fruto de um contrato celebrado – e várias vezes prorrogado durante o governo Dilma – entre a União Federal através do Ministério da Saúde e a Fundação Oswaldo Cruz intitulado “Estudo e Pesquisa – Despenalizar o Aborto no Brasil” ou “Estudo e Pesquisa sobre o Aborto no Brasil” [3].
Para promover o aborto no Brasil, o governo tem financiado viagens ao exterior. Enviou ao Uruguai e à Argentina Sra. Maria Esther de Albuquerque Vilela para uma “visita técnica às Iniciativas Sanitárias contra o Aborto de Risco” [4] e ao México Sra. Vanusa Baeta Figueiredo Peres para o “Consórcio Latino-Americano contra o Aborto Inseguro (CLACAI)” [5].
Não foi à toa que Dilma nomeou como ministra da Secretaria de Políticas para a Mulher a socióloga Eleonora Menicucci , que se orgulha de ter feito dois abortos e de ter aprendido a fazer aborto por sucção na Colômbia. Ela, que chamou a si mesma “avó do aborto” [6], integra o “grupo de estudo”sobre o aborto no Brasil.
Tudo isso é lamentável, mas não é surpreendente. Dilma Rousseff, como todo candidato pelo PT, assinou e registrou em cartório o “Compromisso Partidário do Candidato Petista” (art. 128, Estatuto do PT).
Na ocasião, ela se comprometeu a acatar as “normas e resoluções do Partido”. E esse compromisso vale, não apenas para a campanha eleitoral, mas também para o “exercício do mandato”.
Uma vez eleita presidente da República, ela está obrigada a exercer seu mandato de acordo com as resoluções do PT. Entre as resoluções que ela se comprometeu a seguir está uma denominada:
“Por um Brasil de mulheres e homens livres e iguais” aprovada no 3º Congresso do PT (agosto/setembro 2007), que inclui a “defesa da autodeterminação das mulheres, da descriminalização do aborto e regulamentação do atendimento a todos os casos no serviço público” [7]. Não é de admirar se a atual presidente cumpre o que prometeu a seu Partido. O que é de admirar é que alguém tenha confiado no compromisso que ela fez com os eleitores de não promover o aborto.
Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz 
Presidente do Pró-Vida de Anápolis 
Anápolis, 12 de julho de 2012.

Pescocinho...


O Mineirim chega no bar e pergunta:
- Cê pode me vendê uma pinga fiada?

O dono do bar responde:
- Tá vendo aquele cara bem forte e alto? É o seguinte: de tanto ele
malhar, seu pescoço parece que ficou pequeno. E quem chama ele de
pescocinho leva uma baita surra.
Se você tiver coragem de chamar ele de pescocinho, eu te vendo fiado por um ano!

Mineirim chega até a mesa do grandão, dá um tapinha nas costas do cara
e diz bem baixinho:
- Meu amigu, cê tá bão?
- Amigo? Mas eu nem te conheço!
- Uai! A gente já não pescô junto?
- Não, nunca pescamos não!
Aí o minerim diz bem alto:
- PESCÔ SIM !!!
Ocê qui num lembra!!!...

terça-feira, 17 de julho de 2012

Cristãos queimados vivos por muçulmanos sunitas da Nigéria


S.P. 23.06.2012.
 
Vejam que coisa horrorosa, recebi de um amigo meu de Moçambique,  estes são cristão de uma igreja de cristãos todos queimados.
 
Que baiata brutalidade.  Com pode.  E ainda deixam estes muçulmanos andarem por aí, clamando e proclamando em nome de Deus. Que Deus é este ?
 
É realmente um fato que deve nos encher de indignação até o mais fundo da alma. Cristãos sendo queimados vivos, diante da maior indiferença de todo mundo ... Onde estão os órgãos de direitos humanos da ONU? onde estão os organismos das CNBBs para protestar? nada !
 
Um abraço - Iria.
============
 
CRISTÃOS QUEIMADOS VIVOS

 
Não podemos ficar indiferentes...somos mais de 22 milhões de moçambicanos, muçulmanos, cristãos, hindus, animistas, etc...que vivem em harmonia neste País de Heróis.
Reforcemos a nossa capacidade de TOLERÂNCIA e evitaremos que massacres desta índole não se verifiquem Aqui!   

Cristãos queimados vivos por muçulmanos sunitas da Nigéria.
Notícias como essa, que deveriam estampar a primeira página dos jornais, são solenemente ignoradas pela grande mídia.

Vamos divulgar!!!
Merece a atenção e divulgação de todo aquele que professa a fé em Jesus Cristo!!!
Um verdadeiro absurdo! Triste demais, mas a pura realidade!
Divulguem.
Espalhem esta notícia.
Vamos fazer a nossa parte!


Não podemos ficar indiferentes...somos mais de 22 milhões de moçambicanos, muçulmanos, cristãos, hindus, animistas, etc...que vivem em harmonia neste País de Heróis.
Reforcemos a nossa capacidade de TOLERÂNCIA e evitaremos que massacres desta índole não se verifiquem Aqui!   

Cristãos queimados vivos por muçulmanos sunitas da Nigéria.
Notícias como essa, que deveriam estampar a primeira página dos jornais, são solenemente ignoradas pela grande mídia.

Vamos divulgar!!!
Merece a atenção e divulgação de todo aquele que professa a fé em Jesus Cristo!!!
Um verdadeiro absurdo! Triste demais, mas a pura realidade!
Divulguem.
Espalhem esta notícia.

"OU VIVEMOS TODOS JUNTOS COMO IRMÃOS
OU MORREMOS TODOS JUNTOS COMO IDIOTAS!

(Dr. Martin Luther King)

Se eles matam e se matam pela sua fé...
porque não enviar este e-mail aos meus amigos e irmãos de fé...

-93% das pessoas, não reenviarão este e-mail.

ZERO TOLERANCE SAFETY CULTURE 

O "TROCO" DO PARAGUAI... TOMEM NA CARA, PETRALHAS...!!!


Os Estados Unidos vieram ao Paraguai e comprovaram que tudo que foi feito é totalmente dentro da Constituição do Paraguai.
O Paraguai não perdeu tempo! vai entrar prá área de influência dos USA comercialmente, e além disso, deverá permitir que os americanos instalem uma base militar no seu território, pois fazem muitos anos que os USA querem uma base junto do "Aquifero Guarani", a maior reserva de água doce potável do mundo, e que abrange parte do Paraguai, Uruguai, Argentina e quase toda a região sul do Brasil, mais parte de Minas, Mato Grosso do Sul, Goiás, e a região da Serra Dourada junto de Brasilia. Assim fica comprovada a incomPTência da presidANTA, que deveriam ter pensado em tudo isso antes de fazer a burrada de se meter nos assuntos internos do Paraguai. A diplomacia brasileira quando era mais competente seguia dois principios básicos: a) não intervenção em assuntos internos dos outros, b) autodeterminação dos povos (cada povo tem o direito de escolher o caminho que seguirá). Os atuais diplomatas e a presidanta parecem não ter feito a lição de casa, ou pior, não conhecem a estratégia histórica do Itamaraty, que vem desde o Barão do Rio Branco e outros grandes homens que por lá estiveram. Que pena!
A presidanta agora está preocupada com as conseqüências de sua barbeiragem, ao impor a suspensão do vizinho estratégico Paraguai do Mercosul. A presidanta fez do jeitinho brasileiro (pilantra) para colocar o "Tirano" Hugo Chaves no Mecosul! O Troco do Paraguai foi muito mais depressa do que se poderia esperar... (da página do Claudio Humberto) 03/07/2012 | 00:00 O Livre comércio com EUA é opção para o Paraguai. É que o troco paraguaio pode ser devastador para o futuro do próprio Mercosul: correr para o abraço, assinando com os Estados Unidos um acordo de livre comércio. Assinar esse acordo é um velho sonho paraguaio que conta com a simpatia norte-americana. O Paraguai pode, enfim, aprovar base dos EUA. Questão controversa há anos no Paraguai, a instalação de uma base militar no país poderá agitar as eleições marcadas para abril. Suspenso da Unasul e do Mercosul, além de abrir caminho para alianças econômicas com Europa, China e EUA, o Paraguai cederia espaço estratégico na fronteira da Tríplice Aliança, "reduto terrorista", segundo os americanos. O Mercosul vetava qualquer discussão sobre o tema.

Comissão da (in)Verdade e (des)informacao


Recentemente, o jornal Correio Braziliense publicou uma série de reportagens a respeito dos esforços dos governos militares em combater a subversão e a guerrilha no Brasil. O foco das reportagens foi Brasília, especialmente a UnB. Como sói acontecer nos tempos orwellianos em que vivemos, os militares foram representados como monstros insensíveis, enquanto os militantes da esquerda eram santificados como guerreiros da liberdade.
No dia 10 de abril, a jornalista Denise Rothenburg, co-autora das reportagens, publicou a seguinte coluna no jornal:
Hora da verdade
Se há algo que todos devem persistir quando se trata especialmente da história de um país é a verdade. E, geralmente, só conseguimos chegar a esse estado das coisas quando confrontamos diversas fontes e verdades de cada segmento envolvido num determinado fato. Por isso, ninguém entende por que dentro do governo a demora em instalar a Comissão da Verdade.
Do jeito que a coisa vai, a ela parece ter sido votada apenas para "inglês ver", como se diz por aí. Houve muita pressa em aprová-la, para que a presidente pudesse chegar à Conferência Anual das Nações Unidas, ainda no ano passado, levando o texto na bagagem. Não foi possível, mas, assim que ela regressou de Nova York, não demorou muito e os congressistas lhe entregaram o que o governo parecia querer tanto: a Comissão da Verdade.
Lá se vão quatro meses da criação da Comissão e ela continua no papel. O golpe de 1964 fez mais um aniversário, completou 48 anos, e aqui estamos nós, esperando... O documento divulgado no último domingo com exclusividade pelo Correio mostra que o país precisa da Comissão da Verdade e logo — enquanto alguns personagens ainda vivem com saúde para contarem o que sabem. A desculpa de que não há mais nada a investigar, ou que os documentos já são todos conhecidos, não cola. Prova disso foi a peça divulgada no último domingo.
Vem a calhar a comissão a ser instalada hoje dentro do Congresso Nacional, com o intuito de começar o trabalho que já deveria estar em curso pela Comissão da Verdade. Assim, quem sabe, ajuda a diluir resistências para que o trabalho seja feito de forma natural, dando a todos a verdadeira história. Pelo menos, não custa nada tentar.
No mesmo dia, o leitor Eduardo Vieira, militar da reserva, enviou resposta à jornalista a respeito da coluna e das reportagens publicadas. Reproduzimo-la abaixo (grifos adicionados por nós).
Sra. Denise,
Bom dia.
Sou assinante do Correio Brasiliense – CB, militar da reserva, e insistente perseguidor de análises isentas de fatos relevantes do nosso cotidiano social e político. De antemão me posto como um cidadão político, mas apartidário, que procura fugir da dialética pobre e simplista das posições "direita" e "esquerda" ou qualquer coisa que se assemelhe a isso.
Leio com atenção os artigos e colunas do primeiro caderno do CB e tenho acompanhado a série de reportagens, principalmente a partir de domingo passado, com referências à Contra-revolução de 1964 e foco em "perseguição a professores e reitores da UnB por agentes da repressão" durante o período militar. Essas reportagens, das quais a senhora é co-autora, culminam na sua coluna de hoje (10/04) onde a mensagem central é a morosidade do Governo na efetiva instalação da Comissão da Verdade, que segundo a sua análise deve ser agilizada para tomar o depoimento de militares que participaram à época e que ainda se encontram vivos.
Lançamento da Comissão da Verdade.
Analisando de forma conjunta essas reportagens e colunas pude perceber um viés de militância política que não condiz com a boa prática jornalística de bem informar e sempre apresentar todos os ângulos possíveis de uma questão, deixando no conjunto dos dados qualificados a última análise sempre ao leitor. Vocês tentam induzir o raciocínio para um lado, desde as chamadas de reportagem até o texto final.
Não se pode analisar um fato importante da vida nacional, como a Contra-revolução de 1964, apenas com noticias tendenciosas e distorcidas que tem o objetivo de fazer acreditar ao povo, que não vivenciou aquele período histórico, que tudo se resumiu em tortura e perseguição a pessoas inocentes. E não foi. Pode ter havido erros, desvios e até alguns absurdos por parte de agentes governamentais que não entenderam sua real missão, mas essa não foi a tônica e nem era política de governo.
A senhora se esquece de citar, ou se omite de forma proposital, que a guerrilha daquela época, impetrada por grupos assassinos como ALN, Var-Palmares, MR-8 e outros tinha como objetivo implantar no Brasil uma ditadura comunista aos moldes de Cuba, Albânia e União Soviética (vide artigos do jornalista carioca Daniel Aarão Reis, que militou na ALN na década de 1970). Aquela turba de delinquentes e assassinos de pessoas inocentes nunca lutou por democracia e sim pela chamada ditadura do proletariado. Seus métodos eram sanguinários e covardes. Sequestravam inocentes, assaltavam bancos e matavam os clientes da hora, explodiam repartições públicas matando pessoas a esmo. Mataram adidos militares, incendiaram residências de pessoas que supostamente pensavam como os "capitalistas yankees", sequestraram o embaixador dos EUA para trocá-lo por presos delinquentes, que se autodenominavam "presos políticos", mataram de todas as formas e por vários métodos bárbaros agentes de estado encarregados de combatê-los, como fez Lamarca no Vale da Ribeira com um tenente da PM paulista e Franklin Martins ao arquitetar o atentado que culminou na morte do soldado Kozel em São Paulo, uma simples sentinela de um quartel do Exército, cumprindo o seu serviço militar obrigatório.
Já que a senhora está escrevendo sobre aquele período, gostaria de saber se tem o conhecimento de que muitos dos "desaparecidos" foram justiçados pela própria guerrilha? E o porquê? Apenas porque desejaram se desligar da guerrilha e seguir outros caminhos. O lema era: entrou não sai. A guerrilha do Araguaia também foi exemplo de desaparecimento endógeno. Lá os guerrilheiros não usavam seus nomes de batismo e sim codinomes. A maioria com documentos de identidade falsos. Essas pessoas não existiam oficialmente e quando morriam, no combate da selva ou fora de lá não podiam ser identificados. Nada disso a senhora levou em consideração ao falar em comissão da verdade. É por essas omissões que os militares a chamam de comissão da mentira. Ninguém nas Forças Armadas tem medo da verdade, desde que os eventos sejam apurados em todos os seus aspectos.
Senhora Denise, ninguém na guerrilha era santo ou puro de propósito. Eram foras da lei. A maioria era de vertente ditatorial comunista. Os que não eram assim eram aproveitadores.
Quer alguns exemplos? Todos daquela turma de guerrilheiros que ainda estão vivos idolatram o regime de Cuba. Visitam aquele país e usufruem das benesses oferecidas em Varadero pelo ditador sanguinário Fidel Castro. José Dirceu, Genoíno, Chico Buarque, Gil e outros menos conhecidos dessa claque fazem viagens constantes para um beija-mão ao ditador. Ou seria Fidel um democrata? Para mim não é. E além de ditador é um assassino em massa que já extirpou a vida de mais de 170.000 cubanos que discordaram do seu regime, nos famosos paredões. Deveria ser levado em vida ao Tribunal Internacional de Haia. Barbariza muito mais do que fez Milosevic na Sérvia. Onde estão as eleições, os direitos humanos, as liberdades individuais, o livre arbítrio e a liberdade de ir e vir em Cuba? E tudo isso há mais de 60 anos da revolução deles, ocorrida em 1959. Será que ainda não deu tempo para uma transição pacífica do regime para uma democracia? E sobre essa trupe de delinquentes mundiais a senhora não fala nada? Quer outro exemplo? Pois vamos lá: Ziraldo é um jornalista e cartunista que se deliciou nos anos da ditadura militar. Ficou rico na época e se divertiu muito com as edições e charges do jornal Pasquim. Juntamente com Henfil, Millôr, Jaguar e outros, criticaram e zombaram do regime do jeito que quiseram. Algumas vezes foram chamados a prestar esclarecimentos, mas nunca ficaram presos por muito tempo. E a cada episódio desses o jornal aumentava a tiragem. Ficaram ricos. As pautas eram feitas num boteco do Leblon, inspirados pela brisa do mar e alimentados por chopinhos gelados. Recentemente Ziraldo foi indenizado com vultosa quantia em dinheiro por perseguição política e ganhou uma aposentadoria vitalícia. Sempre que convidado a falar sobre o assunto se esquiva de prestar qualquer informação e às vezes se irrita com algum jornalista menos "pautado" pela canalha do poder. Com o término do regime militar o jornal Pasquim faliu.
Poderia redigir varias páginas citando exemplos de absurdos e distorções que a pretensa Comissão da (in)Verdade quer omitir ou fingir que não existiram, mas vou ficar por aqui. Gostaria apenas de lembrar que nenhum general presidente da república enriqueceu ou se locupletou do poder, como estamos cansados de ver nos tempos pós-regime. E a evolução em todos os sentidos a que foi elevado o País nos anos de regime militar? Não vou perder tempo em repetir o que acho que a senhora sabe ou deveria saber.
Essa serie de reportagens desse tablóide sensacionalista é um lixo, digna da imprensa marrom que a senhora tão bem representa. Aquela imprensa que não informa, não instrui e na maioria das vezes distorce os fatos. Posso entender que isso seja feito por desinformação, ignorância, maldade, incompetência ou medo de não alinhar com a tendência geral dessa imprensa dita "de esquerda". Falta de coragem moral de escrever a verdade e de apresentar o fato por todos os ângulos e visões possíveis.
Mas quero aqui me desculpar com a senhora.
Talvez esteja a esperar posturas de isenção, imparcialidade e correção que a senhora não tem a mínima condição de apresentar.
Seus outros artigos publicados alternadamente na coluna do 1º caderno há muito não estava lendo. Estavam se tornando cada vez mais desinteressantes pela sua confusão de raciocínio e falta de clareza do seu texto. Sem falar na falta de prioridade de alguns temas. Suas previsões e apostas sempre a contrariavam.
A senhora é uma jornalista fraca, de texto confuso e sem marca pessoal que a identifique, a não ser o limbo e a pasmaceira dos medíocres.
Isso tudo se tornou pior quando se arvora a escrever sobre o que não conhece e com deficiência cognitiva sobre a realidade dos fatos.
Por isso as minhas desculpas.
Não podia lhe exigir nada mais do que toda essa mediocridade que a senhora nos oferecer.
Saudações,
Eduardo Vieira

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Magia negra na presidência do Brasil

Magia negra na presidência do Brasil:

Magia negra na
presidência do Brasil

Comentário de Julio Severo: Pelo caráter e histórico — inclusive terrorista e
comunista — dos que ocupam a presidência do Brasil, duvido muito que Collor
tenha sido o único que recorreu às práticas das religiões *** (o trabalho sujo
deles foi tão bem feito que você não pode nem mencionar o nome dessas
religiões, sob ameaça de linchamento da mídia, do governo e de grupos de
interesse). A reportagem a seguir é do Yahoo Notícias:
São Paulo, 15 jul (EFE). — A ex-mulher
do ex-presidente brasileiro Fernando Collor de Mello (1990-1992), Rosane
Collor, confirmou em entrevista que o atual senador praticava rituais de magia
negra quando governava o país, segundo informou neste domingo a TV Globo.
Com a primeira-dama, Collor acena para a multidão, no Parlatório, após ser empossado, em 1990.Foto: Agliberto
"Eles (Collor e seu grupo mais próximo de assessores) faziam rituais de
magia negra
, mas não com minha participação, porque em algumas coisas eu
participei, mas na grande maioria eu não aceitava participar", afirmou
Rosane ao "Fantástico".
Rosane,
que foi até 2005 casada durante 22 anos com o ex-presidente, ratificou assim a
revelação sobre os rituais de magia negra feita em 1992 à revista
"Veja" por Pedro Collor de Mello, o próprio irmão do ex-chefe de
Estado
que morreu em 1994 vítima de um câncer no
cérebro.
"Eram
trabalhos em cemitérios, trabalhos muito fortes e com os animais era um
massacre mesmo, com galinhas, bois, vacas e animais que eram sacrificados,
quando conheci Fernando ele já frequentava esses 'ambientes' e quando estivemos
casados ele os praticava", confirmou Rosane.
Em entrevista à TV Globo. Foto: Reprodução/TV Globo
Os rituais eram comandados por uma
feiticeira de nome Maria Cecília, hoje pastora evangélica como a própria
Rosane, e que aparece ao lado de Collor em várias imagens da época, na qual o
senador aliado à presidente Dilma Rousseff governava o país
Segundo Rosane, Maria Cecília sugeria a
Collor o uso de vestidos brancos e um altar de magia negra na Casa da Dinda,
domicílio particular da família em Brasília.
Quando Maria Cecília se tornou pastora e
lançou um disco de música evangélica revelou à revista Época as práticas dos
rituais por parte do ex-presidente, mas uma suposta ameaça telefônica de Collor
impediu que Rosane acompanhasse a religiosa no lançamento do álbum musical e de
revelações.
Collor foi presidente do Brasil entre
março de 1990 e dezembro de 1992, quando renunciou no meio de um grave
escândalo de corrupção que o levou a perder todos seus direitos políticos até
2006, quando foi absolvido e depois eleito senador por seu estado natal de
Alagoas, cargo que ocupa atualmente.
Apesar das confirmações sobre os
rituais, Rosane afirmou que seu ex-marido nada teve a ver com o assassinato de
seu principal assessor e tesoureiro durante a campanha presidencial de 1989, PC
Farias, morto em estranhas circunstâncias em 1993 quando gozava de liberdade
condicional.
No entanto, Rosane sentenciou: "Eu
me considero um arquivo vivo e se algo acontecer com minha vida o responsável
vai ser Fernando Collor de Mello", assegurando que seu ex-marido tem medo
do lançamento de um livro que ela prepara e na qual promete contar detalhes dos
rituais e das obscuras relações com PC Farias, entre outros.
"Fernando foi o grande amor da
minha vida, mas também foi minha grande decepção", concluiu a
ex-primeira-dama, cargo que ocupou quando tinha apenas 26 anos de idade. EFE
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Nova diretriz de segurança nacional dos EUA iguala grupos pró-vida a terroristas

Nova diretriz de segurança nacional dos EUA iguala grupos pró-vida a terroristas:

Nova diretriz de
segurança nacional dos EUA iguala grupos pró-vida a terroristas

Ben Johnson
WASHINGTON, 5 de julho de 2012 (LifeSiteNews.com) — Dois anos depois de ter
ultrajado conservadores pró-vida e indivíduos que acreditam no governo
limitado, o Ministério de Segurança Nacional dos EUA financiou outro relatório que
aponta como fontes potenciais de terrorismo os grupos contra o aborto, cristãos
“fundamentalistas” e pessoas que “não veem com bons olhos a autoridade do
governo federal central”.
O relatório, que busca analisar regiões
dos EUA mais suscetíveis a ataques terroristas, atribui a maior parcela de
violência nos últimos 40 anos a organizações de “causa única”, mencionando
grupos “anti-aborto” como o primeiro de apenas quatro exemplos: “anti-aborto,
anticatólico, antinuclear e anti-Fidela Castro”.
Brian Clowes, diretor de pesquisa da
organização Human Life International, escandalizou-se com o relatório. “Eles
estão dissimulando”, disse para LifeSiteNews. “Colocam anti-nuclear como
um contrapeso quando estão na verdade atrás de grupos pró-vida”, acrescenta
Clowes. “O mais impressionante é que os sindicatos não são mencionados de forma
alguma no relatório, quando provavelmente eles foram responsáveis por mais atos
terroristas do que a soma de todos os grupos mencionados”.
O relatório “Áreas de Tensão Terrorista
e Outros Crimes nos Estados Unidos de 1970 a 2008” (Hot Spots of Terrorism and
Other Crimes in the United States, 1970 to 2008”), escrito por Gary Lafree e
Bianca Bersani, concluiu que grupos de causa única perpetraram mais atrocidades
e por um período maior do que terroristas de “extrema esquerda”, “extrema
direita”, "religiosos” e “étnico-nacionalistas”.
“A última década foi dominada por
ataques de causa única”, escrevem.
Além das duas referências a
manifestantes “anti-aborto”, os outros malfeitores incluem grupos
conservadores, cristãos fundamentalistas, marxistas e nacionalistas.
Possíveis terroristas alinhados à
“extrema direita” são descritos como “nacionalistas” (orientação contrária à
universal ou internacional), antiglobal, que suspeitam da autoridade federal
centralizada, que reverenciam a liberdade individual e que acreditam em teorias
da conspiração que envolvem uma grande ameaça à soberania nacional e/ou à
liberdade individual”.
O registro de terroristas religiosos
(categoria ampla o suficiente para incluir Gary
North
e Osama bin Laden) — alerta contra os que “buscam atacar os supostos
inimigos de Deus e outros malfeitores, impor princípios ou leis religiosas na
sociedade (fundamentalistas)”, ou “forçadamente inserem a religião na esfera
política (por exemplo, os que buscam politizar a religião, como os reconstrucionistas
cristãos
e os muçulmanos)”. 
Além da aprovação do Ministério de
Segurança Nacional (MSN), o relatório afirma que foi organizado para “auxiliar
os grupos de inteligência e policiamento para identificar potenciais ameaças
terroristas e apoiar formuladores de políticas para desenvolver esforços
preventivos”.
LeFree e Bersani escreveram o trabalho
para o Consórcio Nacional para o Estudo do Terrorismo e de Respostas a Ele [National
Consortium for the Study of Terrorism and Responses to Terrorism (START)] na
Universidade de Maryland, que recebeu uma ajuda inicial de US$ 12 milhões do MSN.
Os pesquisadores alegam não ter
encontrado nenhum ataque terrorista de motivação religiosa, um total que parece
ignorar o o bombareio ao World Trade Center em 1993, conduzido pelo sobrinho de
Khalid Shaikh Mohammed.
A avaliação deles, publicada no fim de
janeiro, segue a tendência do governo Obama de minimizar a importância do
extremismo islâmico enquanto enfatiza uma suposta “ameaça terrorista” cristã,
pró-vida e pró-casamento tradicional.
No entanto, o
MSN e agentes do FBI posteriormente frequentaram um seminário de treinamento a
respeito de um suposto terrorismo pró-vida
, realizado pela Federação de
Planejamento Familiar [a maior rede de clínicas de aborto dos EUA], a Federação
Nacional do Aborto e a Fundação da Maioria Feminista (Feminist Majority
Foundation). Depois de igualar liberdade de expressão à violência, os
organizadores distribuíram um guia listando três páginas de sites aparentemente
extremistas, como o do grupo Padres pela Vida (Priests for Life), do Centro
Americano para Lei e Justiça e da emissora Chistian Broadcasting Network [do
Rev. Pat Robertson, famoso no Brasil pelo Clube 700].
As mesmas presunções ideológicas vêm
desde o governo democrata anterior. O programa da era Clinton chamado
Conspiração de Violência Contra Profissionais de Aborto [Violence Against
Abortion Providers Conspiracy (VAAPCON)] organizou um vasto banco de dados com
informações de ativistas pró-vida tão diversos quanto o último arcebispo de
Nova Iorque, o Cardeal John O’Connor, o grupo Mulheres Preocupadas pela América
[fundado por Beverly LaHaye] e o Feministas pela Vida, supondo que os
movimentos pró-vida escondiam um plano secreto para assassinar abortistas. Tal
plano nunca foi descoberto.
O especialista constitucional John
Whitehead, do Instituto Rutherford expressou preocupação de que a Lei de Defesa
Nacional [National Defense Authorization Act (NDAA)] “permita que as forças
armadas batam na sua porta se você for um ‘terrorista em potencial’ e coloquem você
sob detenção militar”.
O estudo da START alega que durante o
intervalo de 40 anos examinados, grupos de causa única atacaram o maior número
de localidades: 185 países. O terrorismo religioso foi “muito menos
prevalente”, afetando apenas 26 países.
LaFree concluiu que a “diversidade
linguística”, associada a regiões poliglotas “evidenciam uma relação forte e
positiva com ataques terroristas e crimes comuns”. Comparando as variáveis para
o terrorismo de motivação política e outros crimes, eles concluem que “nossa
pesquisa… sugere que a heterogeneidade étnica é consideravelmente associada a
países onde os terroristas atacam”. Inversamente, “países com mais moradias
estáveis e uma proporção maior de residentes brancos e não hispânicos são menos
propensos a sofrerem com ataques terroristas e crimes comuns”.
Os analistas esperam fazer mais
pesquisas a respeito de quais línguas estrangeiras os terroristas costumam
falar.
Traduzido por Luis Gustavo Gentil do artigo do
LifeSiteNews: “New
Homeland Security lumps anti-abortion groups in with terrorists
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