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sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Imprensa egípcia confirma: governo central dos EUA está infiltrado por agentes islâmicos

Imprensa egípcia confirma: governo central dos EUA está infiltrado por agentes islâmicos:


Imprensa egípcia
confirma: governo central dos EUA está infiltrado por agentes islâmicos

Paul Sperry
A radical Irmandade Muçulmana não apenas
ameaça a paz de Israel e do Oriente Médio. De acordo com a imprensa egípcia,
vários de seus agentes se infiltraram no governo norte americano e estão
influenciando a política dos EUA.
A respeitada revista egípcia Rose
al-Youssef ( روز اليوسف)
identificou pelo menos seis agentes influentes vinculados à Irmandade que têm
trabalhado em posições de elevada importância dentro do governo de Obama. 
A publicação semanal, fundada em 1925,
disse que os agentes mudaram a Casa Branca “de uma posição hostil aos grupos e
organizações islâmicas para o maior e mais importante apoiador mundial da
Irmandade Muçulmana”, um movimento jihadista egípcio que apoia o Hamas e a
al-Qaida.
O Presidente Obama apoiou a tomada de
poder no Egito pela Irmandade e tem cortejado seus grupos de frente
nos EUA. Registros do serviço secreto mostram seus representantes fazendo
centenas de visitas à Casa Branca desde 2009.
Rashad Hussain, representante islâmico do governo de Obama para o mundo islâmico
“A Irmandade nos EUA tem o compromisso
de destruir o Ocidente por dentro”, o ex-promotor de justiça Andrew McCarthy
contou ao IBD, citando documentos secretos descobertos pelo FBI depois de 9 de
setembro. “Ela passou meio século construindo uma infraestrutura considerável nos
EUA”, em grande parte com financiamento saudita.
“Infelizmente”, ele acrescentou, “nosso
governo tem feito muito para fortalecer a rede americana da Irmandade sob o
pretexto de ‘alcançar os muçulmanos’”.
O longo artigo do al-Youssef, traduzido
do árabe pelo Projeto de Washington de Investigação sobre o Terrorismo, é em
grande parte sem citação de fontes.
Mas ex-agentes do FBI que investigaram
as operações de influência da Irmandade dentro dos EUA confirmam que alguns dos
nomes citados estão sendo monitorados. Entre eles:
Mohamed Elibiary, um assessor que é alvo do Congresso por acessar
inapropriadamente uma base de dados federal. A revista egípcia diz que ele
ajudou a moldar a estratégia de anti-terrorismo do governo dos EUA, incluindo
censurar material de treinamento do FBI que lidava com jihad.
Ele também alega que ajudou a redigir os
comentários de Obama pedindo para que o ex-presidente egípcio Hosni Mubarak
deixasse o poder. Mubarak tinha banido a Irmandade classificando-a como um
grupo terrorista.
Rashad Hussain, ex-advogado da Casa Branca e agora o enviado
especial de Obama para o mundo muçulmano. Hussain, que defendeu o terrorista
condenado Sami al-Arian e outros líderes da Irmandade nos EUA, ajudou a redigir
o discurso conciliador de Obama no Cairo, onde ele convidou líderes exilados da
Irmandade.
Arif Alikhan, ex-assistente da ministra de Segurança Nacional dos
EUA para desenvolvimento de políticas e agora um distinto professor visitante
de segurança nacional e contra-terrorismo na Universidade de Defesa Nacional.
Como um funcionário da cidade de Los Angeles, Alikhan trabalhou com o Conselho
de Assuntos Públicos Muçulmanos vinculado à Irmandade para minar os esforços da
polícia em monitorar as mesquitas radicais.
Imam Mohamed Magid, outro conselheiro de Segurança Nacional, que
encabeça a Sociedade Islâmica da América do Norte, ou ISNA, uma frente da
Irmandade declarada pelo Departamento de Justiça como uma co-conspiradora não
acusada em um plano criminoso de levantar milhões para o Hamas.
O membro de longa data da diretoria da
ISNA Syyid Syeed é visto em um novo documentário, “A Grande Enganação”, dizendo
aos colegas muçulmanos americanos: “Nosso trabalho é mudar a Constituição dos
EUA”.
Agentes da Irmandade posando de líderes
muçulmanos “moderados” — tais como Abdurahman Alamoudi, que está agora na
cadeia e era responsável por captar recursos para a al-Qaida — têm se
infiltrado com sucesso nos governos de presidentes americanos anteriores. Mas agentes
policiais dizem que a infiltração da Irmandade é mais extensiva e alarmante no
governo de Obama.
“O nível de penetração nos últimos três governos
é profundo”, o ex-agente do FBI John Guandolo disse. “Para o atual presidente,
vai até a sua campanha com gente da Irmandade Muçulmana trabalhando com ele
naquela época”.
Igualmente alarmante, ele diz, o grupo
também plantou vários agentes e simpatizantes dentro das Forças Armadas dos
EUA, ameaçando ainda mais a segurança nacional. Guandolo diz que o governo
identificou centenas de grupos ligados ao Hamas e à Irmandade dentro dos EUA,
mas fechou apenas poucas devido a pressões políticas.
“A Irmandade Muçulmana controla cerca de
500 organizações que são ONGs evidentes”, ele disse. “Isso quer dizer que eles
estão controlando milhares de organizações secretas que não conhecemos e que
ninguém está monitorando”.
O deputado republicano Louie Gohmert, do
Texas, pediu uma investigação sobre a rede e sua influência no governo federal,
principalmente sobre o apoio ao novo governo no Cairo.
Traduzido por Eliseu P. L. J. do artigo do
Investors: Egyptian
Press Confirms Washington Infiltrated By Islamists
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Contra a agenda anticristã da esquerda, nem um Pio

Contra a agenda anticristã da esquerda, nem um Pio:


Contra a agenda
anticristã da esquerda, nem um Pio

Elis
Bobato
A foto ficou ótima! O líder máximo
da Comunhão Cristã Abba, Pr. Pio Carvalho, com Eduardo Ferraz (candidato a
vereador em 2012 pelo PDT, socialista declarado e membro da Abba), e o prefeito
Gustavo Fruet (eleito pela coligação PDT/PT), na posse da prefeitura de
Curitiba no dia 1° de janeiro. A foto é apenas um detalhe de introdução, o que
importa mesmo é analisar a situação.
Comunhão socialista dentro da igreja. Culto realizado na Comunhão Cristã Abba, com prefeito socialista eleito Gustavo Fruet, no dia 14/10/2012.
Gustava Fruet em comunhão e apoio a ABGLT
Não é de hoje que as portas da
Comunhão Cristã Abba estão escancaradas para políticos de esquerda. Gleisi
Hoffmann, do PT, atual ministra da Casa Civil e participante ativa da campanha
de Fruet, quando candidata, teve pleno apoio de Pio Carvalho e de outros
líderes da Abba. O púlpito, o altar destinado à adoração, acaba servindo para
fins eleitoreiros, com a desculpa de que irão receber a “benção” de Deus,
porque é algo tão constrangedor que convém “espiritualizar” a situação para
disfarçar a vergonha.
Tento entender que vantagem há, ou
com quais princípios a Comunhão Cristã Abba, e outras igrejas, abrem suas
portas para políticos de partidos como o PT, PDT e mesmo o PSDB, que endossam
toda a agenda do chamado ‘marxismo cultural’: aborto, “gayzismo”, feminismo,
eutanásia e outros posicionamentos anticristãos. E então me é notório, o quão
importante é para muitos cristãos “sair bonito na foto” e agradar a todos. Mas,
para tanto é necessário compactuar com o  politicamente correto, e a essa
moral relativista (imoral) que tem nos sido imposta pela esquerda política no
Brasil. E, é em viver de acordo com a moral relativista que está o grande
problema, porque para isto temos que deixar de lado a moral cristã, baseada nas
Sagradas Escrituras. E bem sabemos que quanto a isto, não há meio termo. Não há
muro, para que se possa subir e ficar em cima.
O momento que estamos vivendo é
muito delicado. O plano de governo do Anticristo, está pronto e se
estabelecendo com muito sucesso. Estamos a poucos passos dele, pois o
socialismo já está quase consumado e sua agenda cultural tem tamanha força que
os cristãos ou tem aderido estupidamente a ela, ou não conseguem confrontá-la
com vigor e firmeza. Já caíram na armadilha psicológica do politicamente
correto. Por medo de parecerem “reacionários” ou “fundamentalistas”, abandonam
o dever cristão de se posicionar publicamente em favor dos valores éticos de
sua própria fé. Se alguém tem dúvidas sobre esse sistema de governo chamado
socialismo, ser maligno, basta observar que ele se baseia entre outras coisas,
em ódio, inveja e cobiça. Ódio, porque incita a luta de classes, criadas pelo
coração doente de Karl Marx. Ódio que fica explícito e manifesto quando a
esquerda observa os cristãos que resgatam, com amor e abnegação, pessoas que
foram escravizadas pelo homossexualismo, cumprindo o “ide” de Cristo. Inveja,
porque na ideologia socialista, se o outro tem mais que você, ele é seu inimigo
e deveria dividir com você o que ele conquistou. E cobiça, porque um socialista
irá criar estratégias desonestas para tirar o que o outro tem. Alguma dúvida de
que é um sistema maligno de se fazer política?
E como a igreja tem se posicionado?
Ela não tem se posicionado. Ela está seguindo o fluxo do mundo, de olhos vendados
enquanto ainda lhe resta algum conforto. O caso da Abba é apenas mais um
exemplo. O fato é que o esquerdismo enredou e cooptou amplos setores da igreja
evangélica brasileira.
Durante a campanha para as eleições
presidenciais de 2010, o pastor da Primeira Igreja Batista de Curitiba,
Paschoal Piragine Jr. disse o óbvio sobre o PT, algo que qualquer pessoa
minimamente atenta às ações da esquerda política e sua respectiva estratégia de
“revolução cultural”, sabe.
O Padre Paulo Ricardo, disse
palavras sábias: “A sociedade está em crise porque os líderes morais, que
poderiam dar uma orientação às pessoas, estão calados. Alguém tem de pagar o
preço de falar. Mesmo sabendo que, ao falar a pessoa vai sofrer o martírio dos
tempos modernos.”
Fala-se de martírio por amor à fé,
mas sequer se consegue abandonar a vontade de ficar “bonito na foto” com a
elite política anticristã, com César e seus lacaios. E descer do muro
imaginário, ensinando aos fiéis e membros das igrejas de Cristo, os verdadeiros
princípios bíblicos, que têm sido tão feridos pela moral anticristã dos
socialistas.
Falta de aviso não foi: Gustavo
Fruet durante a campanha mostrou-se firme apoiador da agenda gayzista, que se
finge de vítima, mas que promove, com apoio de toda a mídia e de ONG’s globalistas
endinheiradas, uma verdadeira caçada cultural e jurídica contra os cristãos.
Eduardo Ferraz viu tudo e comentou a respeito com inúmeras atenuações e
desculpas esfarrapadas e lamentáveis. E então prosseguiu firme em seu apoio à
Fruet, como bom fiel ao PDT. Para Pio Carvalho nada foi perguntado, nem ele se
mostrou obrigado a se pronunciar a respeito. Contra a agenda anticristã da
esquerda, Pio Carvalho nunca deu um pio. Antes, “abençoou” Gleisi Hoffmann,
serva fiel de mensaleiros, gayzistas e abortistas, e o novo lacaio do PT,
Gustavo Fruet.
O povo também que não se engane,
pois será cobrado. Cada um é responsável por si diante de Deus, cada um deve
buscar a verdade, e não apenas jogar a responsabilidade de suas decisões, para
seus líderes espirituais. “Maldito é o homem que confia no homem” (Jr
17:5).
Imagino a reação a esse texto da
parte muitos “cristãos de esquerda”, ou por aqueles pegos de surpresa, pois não
sabiam onde se encontravam no cenário político do país. Então desde já deixo a
pergunta, cuja resposta já é conhecida: falei alguma mentira?
“Fiz-me acaso, vosso
inimigo, dizendo a verdade”? (Gl 4:16).
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Polícia prende homem suspeito de cometer estupro homossexual contra os dois filhos adotivos

Polícia prende homem suspeito de cometer estupro homossexual contra os dois filhos adotivos:


Polícia prende
homem suspeito de cometer estupro homossexual contra os dois filhos adotivos

Luis Carlos confessou ter abusado dos
menores de 12 e 17 anos
Um homem de 59 anos foi preso por
suspeita de estuprar os dois filhos adotivos, de 12 e 17 anos, em Duque de
Caxias, na Baixada Fluminense. Na delegacia, Luis Carlos Borges admitiu que
abusava constantemente dos menores.
— Peço perdão a eles e a todos pelo que
eu fiz. Eu infelizmente pequei.
A polícia apreendeu computadores, potes
de gel lubrificante e CDs com imagens pornográficas.
Segundo a polícia, Luis Carlos chegou a
enviar fotos dos filhos nus a um adolescente de São Paulo.
O suspeito responderá por estupro a
vulnerável e por ter repassado imagens de pornografia infantil. A pena dele pode
chegar a 40 anos de prisão.
Fonte: R7
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terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Você acredita no aborto “legal”?

Você acredita no aborto “legal”?:


Você acredita no
aborto “legal”?

uma crença
difícil de ser extirpada do meio jurídico

Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz

A crença nos quatro elementos

Fogo, ar, terra e água eram considerados
os elementos que formavam o universo material. Essa teoria, que remonta a
Empédocles (cerca de 490-435 a.C.), foi retomada por Aristóteles (384/385–322
a.C.) e permaneceu por séculos. Santo Agostinho (354-430) refere-se aos “quatro
conhecidíssimos elementos” [1] e Santo Tomás de Aquino (1225-1274) cita-os
inúmeras vezes em suas obras. René Descartes (1596-1650), o pai da filosofia
moderna e grande crítico de Aristóteles, não fez grandes mudanças nessa teoria;
apenas reduziu os quatro elementos a três, excluindo a água [2]. Foi sobretudo
a partir dos experimentos de Lavoisier (1743-1794) que os quatro elementos
foram abandonados, cedendo lugar à teoria atômica de Dalton (1766-1844).

A crença no aborto legal

Segundo uma teoria que remonta a Nelson
Hungria, o Código Penal brasileiro considera “legal” o aborto diretamente
provocado em duas hipóteses: (I) quando não há outro meio – que não o aborto –
para salvar a vida da gestante; e (II) quando a gravidez resulta de estupro e o
aborto é precedido do consentimento da gestante. Essa teoria vem atravessando
as gerações de juristas e tem sido passivamente recebida e mecanicamente
repetida pelos estudantes de Direito. Está tão consolidada que quem ousa
questioná-la é recebido com espanto. Tornou-se um dogma contra o qual não se
pode argumentar. Há, porém, uma diferença notável entre a teoria física dos
quatro elementos e a teoria jurídica do aborto “legal”.
Aborto legal nos EUA
A primeira apresentava-se como
plausível: não era possível demonstrá-la, mas também não se sabia como
refutá-la com o puro raciocínio. Somente com o emprego da balança na química
experimental, é que ela se mostraria inconsistente.
A segunda – a do aborto “legal” – não
requer dados experimentais para ser questionada. Pode ser refutada com o puro
raciocínio. Se ainda hoje grande parte dos juristas a aceita, é sobretudo
porque não se deu o trabalho de raciocinar.

Examinando criticamente o aborto “legal”

O estudioso de Direito precisa responder
a duas perguntas:
1) de fato o Código Penal “permite”
o aborto em alguma hipótese?
2) se “permitisse”, tal aborto
seria admitido pela Constituição Federal?
Quem examina atentamente o artigo 128 do
Código Penal não encontra uma redação que indique que algum aborto é
“permitido”. Lá nem sequer está escrito que algum aborto “não é crime”.
Afirma-se apenas que em duas hipóteses o crime do aborto “não se pune”:
Art.
128 - Não se pune o aborto praticado
por médico:
I
- se não há outro meio de salvar a vida da gestante;
II
- se a gravidez resulta de estupro e o aborto é precedido de consentimento da
gestante ou, quando incapaz, de seu representante legal.
A redação é típica de uma escusa absolutória. O crime permanece,
mas a lei deixa de aplicar a pena ao criminoso. Algo semelhante ocorre com o
filho que furta dos pais (art. 181, CP) ou com a mãe que esconde seu filho
delinquente da polícia (art. 348, § 2º, CP). É o que explica Marco Antônio da
Silva Lemos:
Demais disso, convém lembrar, logo de
imediato, que o art. 128, CP, e seus incisos, não compõem hipóteses de descriminalização do aborto. Naquele
artigo, não está afirmado que ‘não constitui crime’ o aborto praticado por
médico nas situações dos incisos I e II. O que lá está dito é que ‘não se pune’
o aborto nas circunstâncias daqueles incisos. Portanto, em nossa legislação
penal, o aborto é e continua crime,
mesmo se praticado por médico para salvar a vida da gestante e em caso de
estupro, a pedido da gestante ou de seu responsável legal. Apenas — o que a
legislação infraconstitucional pode e deve fazer, porque a Constituição, como
irradiação de grandes normas gerais, não é código e nem pode explicitar tudo —
não será punido penalmente, por razões de política criminal.[3]
Como todo crime, o aborto cometido em
tais casos deve ser investigado por um inquérito
policial
. O médico só ficará isento de pena se, ao final, for comprovada a ocorrência
de alguma das hipóteses acima. De nada adianta um alvará judicial para
“autorizar” a prática do aborto (ou de qualquer outro crime). O único efeito do
alvará é tornar o juiz partícipe do delito.
Aliás, mesmo quando alguém mata em
legítima defesa (nesse caso se exclui não só a pena, mas o próprio crime), é
necessário que um inquérito policial
verifique se de fato o agente estava diante de uma agressão injusta e atual ou
iminente e se usou de meios moderados para repeli-la (cf. art. 25, CP). Não basta
a simples palavra do agente nem uma “autorização” prévia do juiz para praticar
o fato.
Alguns defensores da teoria do aborto
“legal”, como Mirabete e Magalhães Noronha, reconhecem que a redação “não se
pune” do artigo 128, CP, não favorece sua tese. Frederico Marques e Damásio
tentam inutilmente, com um malabarismo verbal, demonstrar que “não se pune o
aborto” equivale a “é lícito o aborto”.[4]
No entanto, ainda que a redação do
artigo 128, CP, dissesse claramente que algum aborto é “permitido”, haveria uma
outra questão a ser enfrentada: pode ser constitucional uma lei que autoriza a morte direta de um inocente? Como
conciliar essa suposta permissão para o aborto com uma Constituição que garante
a todos a “inviolabilidade do direito à vida” (art. 5º, caput, CF) e assegura à
criança tal direito “com absoluta prioridade” (art. 227, caput, CF)? Como
admitir que o Código Penal “permita” que a criança sofra pena de morte por
causa do crime de estupro cometido por seu pai, se a Constituição afirma
solenemente que “nenhuma pena passará da pessoa do condenado” (art. 5º, XLV,
CF)? E mais: como conciliar alguma permissão para o aborto com o reconhecimento
pelo Pacto de São José da Costa Rica de que o nascituro é pessoa?[5]

O dilema do aborto “legal”

Os defensores da tese do aborto “legal”
encontram-se diante de um dilema.
1. Se admitem que o artigo 128, CP, não permite o aborto, mas somente deixa
de aplicar a pena para o crime já consumado, renunciam a sua tese.
2. Se insistem em dizer que esse
artigo permite o aborto, então são
forçados a admitir que ele é inconstitucional. Se é assim, tal artigo
simplesmente não está em vigor. Ou seja, o criminoso que praticar o aborto
naquelas duas hipóteses nem sequer gozará da isenção de pena; sua conduta será
enquadrada nos outros artigos que incriminam e punem o aborto (arts. 124, 125 e
126, CP).

Conclusão

A crença na teoria dos quatro elementos
durou muito tempo, mas não causou grandes prejuízos à humanidade. Ao contrário,
a crença na doutrina do aborto “legal” tem causado imensos danos à população
brasileira. Hospitais públicos têm-se especializado em praticar aborto quando a
gravidez resulta de um suposto estupro, médicos acham que são obrigados a
cumprir a “lei” (?) ou a “ordem” (?) judicial, autoridades policiais não instauram
inquérito para apurar os fatos, crianças inocentes são mortas em série...
Queira Deus que surjam novos juristas para destruírem essa crença tão
perniciosa.
[1] SANTO AGOSTINHO, Comentário ao
Gênesis, livro 7, cap. 21, n. 30.
[2] Cf. RENÉ DESCARTES. O mundo (ou
tratado da luz), cap. V.
[3] Marco Antônio Silva LEMOS, O
Alcance da PEC 25/A/95. Correio Braziliense, 18 dez. 1995, Caderno Direito e
Justiça, p. 6.
[4] Cf. CRUZ, Luiz Carlos Lodi da.
Aborto na rede hospitalar pública: o Estado financiando o crime. Anápolis:
Múltipla, 2007, p. 71-73.
[5] Cf. art. 1º, n. 2 e art. 3º. Segundo
recente entendimento do STF, esse Pacto tem status “supralegal”, estando abaixo
da Constituição, mas acima de toda a legislação interna (cf. Recurso
Extraordinário 349703/RS, acórdão publicado em 05/06/2009).
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sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Alerta! EUA podem estar seguindo os passos da França

Alerta! EUA podem estar seguindo os passos da França:


Alerta! EUA
podem estar seguindo os passos da França

Dale
Hurd
PARIS, França — Se os americanos quiserem
ter uma ideia do seu possível futuro econômico, deveriam olhar para a França,
onde há altos níveis de desemprego, baixo crescimento, mais impostos e mais
pessoas recebendo assistência do governo.
Alguns estão chamando a estagnada
economia americana de “novo normal”. Alguns dizem que os EUA estãos cada vez mais
parecidos com a Europa.
A França deveria ser um alerta para
os americanos que recentemente votaram por mais quatro anos de altos gastos do governo.
Os franceses são especialistas criar um Estado inchado. Há décadas que têm um
déficit público, o que deixou o país mais pobre.

A Bomba-Relógio do Assistencialismo

A explosão do assistencialismo nos
EUA e seu enorme déficit está começando a parecer tão europeu que após o recente
fiasco do “abismo fiscal”, a última capa da revista The Economist mostra Obama vestido em um típico traje francês de
marinheiro, e o porta-voz da Câmara dos Deputados, John Boehner, em um traje
bávaro.
Agora a Casa Branca decidiu
contratar a famosa economista esquerdista francesa, Esther Dufflo, para ajudar
a formular a política econômica. Embora a França seja reconhecida por algumas
coisas, economia não é uma delas.
O assistencialismo inflado da
França já foi chamado de “bomba-relógio”. O Estado inchado não apenas
enfraqueceu a economia do país, mas também seu espírito empreendedor.
“Os jovens empresários estão indo
para Londres, para a Ásia, para os Estados Unidos, pois querem conquistar algo
que não seja automaticamente tomado deles por um Estado que diz, ‘você tem, portanto
eu pego’”, afirma Jacob Arfwedsons, economista de livre mercado do IREF (sigla
em inglês para Instituto de Pesquisas Econômicas e Fiscais) situado em Paris.

O Êxodo dos Milionários da França

Os ricos também estão fugindo por
causa dos altos impostos. O ator francês Gerard Depardieu recentemente recebeu
seu passaporte russo, oferecido pelo presidente Vladimir Putin. A Rússia cobra
uma alíquota uniforme de apenas 13%.
A França é um dos países com menos
milionários per capita na Europa Ocidental.
Uma pista da razão disso pode ser
vista em uma manchete de jornal sobreposta à foto do homem mais rico da França,
Bernard Arnault, que ameaçou deixar o país devido aos altos impostos.
Na manchete lê-se: “Suma, riquinho imbecil”.
Alguns brincam que a França foi o
único país onde o comunismo deu certo. Eles não têm um orçamento equilibrado há
40 anos. O setor público da economia é maior do que o privado.
A maioria dos franceses é
dependente do Estado, não apenas para benefícios, mas também para empregos. Três
entre quatro jovens dizem que seu sonho é conseguir um emprego público.
“A França está viciada nos gastos
públicos como uma droga”, disse Florian Silnicki, do Clube de Empreendedores, à
CBN News. “Voltamo-nos para os gastos públicos como a solução para os nossos
problemas. E os empresários estão nos dizendo, ‘Não aguentamos mais’”.
“O sistema que temos é muito
generoso. Mas também é muito caro, e nós simplesmente não temos como pagar por
ele”, afirma o Dr. Emmanuel Martin, economista francês da Atlas Foundation.

Assistencialismo = Sociedade Mesquinha

Martin acredita que a França prova
o fato de que, quando o assistencialismo começa a cuidar das pessoas, elas
param de cuidar umas das outras.
O nível de doações voluntárias na
França e em outros países da Europa Ocidental é muito mais baixo do que nos
Estados Unidos.
O economista disse que o
assistencialismo “mata o impulso natural pela solidariedade entre os
indivíduos. E não é de se estranhar que não somos um país muito filantrópico”. Ele
afirma que o assistencialismo torna as sociedades “más”.
O socialismo permite que políticos basicamente
comprem votos oferecendo em troca benefícios pagos com dinheiro que eles não têm;
e não estarão mais lá quando o Estado finalmente quebrar.
“Cada vez mais empresas estão
falindo, e há cada vez menos vagas de emprego”, lamenta Martin.

Choque de Realidade a Caminho

De acordo com Arfwedson, do IREF, é
quase garantido que o futuro da França será mais pobre.
E alerta: “Esse dia virá muito,
muito em breve. Existe uma percepção cada vez maior de que estamos indo em
direção ao muro, e ele se chama ‘realidade’”.
Uma excelente pergunta é: por que
os líderes americanos iriam querer copiar a França, ou mesmo a Europa?
Pesquisas de opinião mostram que os
democratas americanos agora têm uma visão favorável do socialismo, que é muito popular
entre os jovens universitários.
Talvez eles devessem conversar com
um economista francês.
Traduzido
por Luis Gustavo Gentil do artigo do CBS News: “Warning!
America May Be Going the Way of France
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