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terça-feira, 29 de outubro de 2013

Quem já comeu no Mequi Donis?

Quem já comeu no Mequi Donis?:
O Viitor já.

Dica jênial da leitora Sandra B.

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Serpro normatiza licenciamento de software livre

Serpro normatiza licenciamento de software livre:
04-04-2013_serpro
O Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro), publicou na sexta-feira, 25 de outubro, uma norma interna que estabelece critérios para licenciar produtos de software desenvolvidos pela empresa como software livre. O documento também categoriza as modalidades de licenciamento livre e modelo de uso.
A norma foi construída de forma colaborativa entre os Comitês Regionais de Software Livre que integram o Programa Serpro de Software Livre. “O Serpro como um dos maiores usuários de software livre do mundo, já contribui com as comunidades há tempo”, conta José Maria Leocádio, coordenador estratégico de Tecnologia do Serpro. “É a declaração pública de que estamos nos posicionando nas comunidades como mais um agente ativo para o desenvolvimento do software livre”, disse o diretor-presidente do Serpro Marcos Mazoni.
Segundo Mazoni, há dois elementos importantes na norma. Um deles fortalece o espaço de compartilhamento já oferecido portal do Software Público Brasileiro, do Ministério do Planejamento. O outro reforça a ideia do entendimento do governo de que através do compartilhamento do conhecimento toda a sociedade sai ganhando.
O processo descrito na norma segue duas vertentes. A primeira facilita que os softwares desenvolvidos inteiramente pela empresa sejam licenciados como software livre e disponibilizados no Portal do Software Público. Uma vez licenciado, o Serpro assume o papel de mantenedor do mesmo. A empresa recomenda os licenciamentos (General Public Licence) GPL ou (Lesser General Public Licence) LGPL.
A segunda vertente define o fluxo e orienta a disponibilização das melhorias e extensões desenvolvidas pelo Serpro em soluções livres. “O que o novo processo traz é maior segurança para os empregados que contribuem com as comunidades, além de dar maior transparência para as contribuições feitas a elas”, resume Leocádio.
Com informações do Serpro.

Lançada edição 7 da LibreOffice Magazine

Lançada edição 7 da LibreOffice Magazine:
LM-ED07
A edição 7 da LibreOffice Magazine foi lançada. Abaixo reproduzimos trecho do editorial da edição:
Aniversário, bolo, dia das crianças
O mês de outubro é uma festa para a TDF e para todos que apostaram no projeto LibreOffice. Foi em outubro de 2010 que algumas pessoas resolveram mudar o rumo das coisas, que na época estavam paradas e sob as ordens de uma grande empresa, levando o projeto para um grupo que abraçou a causa e revolveu seguir sob a tutela de uma fundação. O grupo recebeu o apoio de pessoas de todo o mundo e deu nisso: 3 anos de LibreOffice. Sucesso!
Ao redor do mundo tem o apoio das comunidades para todas as fases, desde o desenvolvimento, indo pela divulgação, utilização etc. E a comunidade brasileira não poderia deixar de registrar sua marca dentro do projeto. E assim em outubro de 2012, foi lançada a 1ª Edição da revista LibreOffice Magazine, pela comunidade brasileira, dentro de um dos mais importantes eventos sobre software livre no Brasil: Latinoware. O projeto é internacional, mas não há em outro país, senão no Brasil. Sucesso!
Por isso vamos comemorar o sucesso do LibreOffice que de tabela faz o sucesso da revista LibreOffice Magazine. E para esse sucesso foi fundamental todo o trabalho voluntário da comunidade brasileira. Comemorar como crianças, que somos. Vale um bolo recheado e cheio de balinhas ao redor.
E depois de comemorar, mesmo que seja só na imaginação, leia a revista. Falamos de LibreOffice nas dicas, tutoriais e depoimentos de vários colaboradores. Do Openfire – software livre para comunicação interna. Sobre a necessidade que o mercado empregador tem de pessoas com formação tecnológica e finalizamos a série sobre o kernel Linux com o último artigo. E para contar um pouco dos acontecimentos dos últimos 3 anos temos um texto de Eliane Domingos, falando desde o incio do projeto LibreOffice até a comemoração dos 3 anos do projeto e de 1 ano da revista. Sucesso!
Agradecemos a todos que de alguma forma colaboraram para essa edição.
Baixe ja:  https://pt-br.libreoffice.org/assets/Uploads/PT-BR_imagens/Magazine/LM-ED07.pdf
Para baixar outras edições, acesse: https://pt-br.libreoffice.org/projetos/revista
Com informações de LibreOffice.

Diga não ao PRISM! Conheça alternativas livres para diversos softwares proprietários

Diga não ao PRISM! Conheça alternativas livres para diversos softwares proprietários:
prism-break
Dizer não ao PRISM, o programa mundial de vigilância de dados da NSA parece ser algo fácil, mas para leigos, acostumados a utilizar às grandes redes sociais na web, além de vários serviços gratuitos, parar de reportar suas atividades online para o governo americano pode soar como algo quase impossível. Mas é aí que você se engana. Existem muitas alternativas que dificultam tal extravio de dados e informações. Várias dessas alternativas são bem fáceis e basta que você escolha utilizá-las.
O site https://prism-break.org/#pt apresenta uma extensa lista (em português, inclusive) com diversas alternativas livres ao software proprietário. Tem alternativas para os mais variados tipos de softwares e serviços, desde email, sistemas operacionais, suites de escritório, entre outros.
Acha que seus dados estão sendo sequestrados pelos softwares que você usa?! Então seja a hora de dar uma olhada em https://prism-break.org/#pt. Esperamos que você encontre uma alternativa para o software que você busca.
Importante ressaltar que o site é uma iniciativa da
Da redação.

Conheça o DuckDuckGo, uma alternativa à máquina de busca do Google

Conheça o DuckDuckGo, uma alternativa à máquina de busca do Google:
duckduckgo
Para muitos, a única forma de buscar algo na web, é fazê-lo via Google. Sabemos que o Google construiu sua fama com este recurso e não estamos desmerecendo tal feito. Entretanto, em um mundo de vigilância e sequestro de dados (de forma consciente ou não), utilizar alternativas viáveis pode ser uma solução ou uma forma de minimizar o estrago. Uma alternativa de busca na internet que te dá um certo grau de privacidade e segurança é o DuckDuckGo.
O serviço pode ser acessado através do endereço: www.duckduckgo.com.
Os resultados obtidos pelo DuckDuckGo são bem precisos, além de remover links irrelevantes e spam. Desta forma, seus resultados tendem a conter conteúdos conteúdos mais relevantes que uma busca executada via Google.
Existe inclusive um recurso bem bacana que é incluí-lo como recurso de busca padrão em seu Firefox. Basta incluí-lo, utilizando o recurso que está disponível na caixa de busca, no canto superior direito do navegador da Mozilla. Desta forma, ao fazer uma busca, utilizando este recurso do browser seus resultados já serão baseados no DuckDuckGo
Da redação.

“Nem todos precisam da escola”, diz jovem que criou programa para autodidatas

“Nem todos precisam da escola”, diz jovem que criou programa para autodidatas:

“Nem todosprecisam da escola”, diz jovem que criou programa para autodidatas

Ele chocou afamília ao deixar a escola aos 12 anos de idade. Agora, quer reunir talentos noVale do Silício e ajudá-los a aprender por conta própria

RenataHonorato
Com apenas 12 anos, Dale J.Stephens chocou os pais certo dia, ao informá-los que deixaria os estudos."Decidi abandonar a escola porque queria começar a aprender", lembrao americano, nascido na região californiana de São Francisco. Passado o susto,ele recebeu apoio dos familiares e iniciou uma jornada sem volta —especialmente aos bancos escolares, exceto por uma breve passagem universitáriaque não durou um semestre. Hoje, aos 21 anos, ele é um autodidata convicto,além de um entusiasta da causa. Apoiado na convicção de quem aprende por si sóvai mais longe, lançou um livro, Hacking Your Education (algo como"Hackeando sua educação"), e fundou o UnCollege (que, com oprefixo inglês "un", ostenta a própria negação da escola), sitededicado a pesquisar a autoaprendizagem. Stephens encontrou ainda uma formainusitada de testar o conceito. A partir de setembro, o UnCollege promoverá umprograma chamado Gap Year, que reunirá dez jovens com idades entre 18 e 28 anosem um intensivão sobre como aprender por conta própria. Ao longo de doze meses,eles dividirão o mesmo teto em São Francisco, farão um intercâmbio a outrospaíses, terão de desenvolver um projeto inovador em qualquer área e ao fimserão enviados para o Vale do Silício, centro de inovação americana, paracumprir um estágio. O objetivo do programa é um só: colocar os participantes emcondições de aprender a aprender. Apesar da fé no autoaprendizado, Stephens reconheceque a modalidade não é indicada a qualquer um. "Acredito que todo mundo écapaz de aprender de forma independente, mas sei que nem todos conseguem fazerisso." Às vésperas de chegar ao Brasil, onde participa na próxima semanada edição da Campus Party em Recife, ele conversou com o site de VEJA sobresuas ideias e feitos. Confira os principais trechos a seguir:
Dale J. Stephens
Porque você largou a escola tão cedo, aos 12 anos? Decidiabandonar a escola porque queria começar a aprender. No colégio, na maioria dasvezes, ficava à toa e não aprendia nada.
Comosua família reagiu à sua decisão? Eles ficaramchocados, mas acabaram me apoiando. Eles me deram a oportunidade de decidir pormim mesmo.
Vocêdiz que não acredita no currículo escolar.Na sua opinião, o que poderia ser feito para mudar o sistema educacional nosEstados Unidos? A primeira coisa a fazer é mudar a noção de que todo mundo podeaprender as mesmas coisas, no mesmo tempo e de forma linear.
Omesmo vale para outros países? A maioria dasescolas se baseia no sistema educacional prussiano — frequência obrigatória,formação específica para os professores, currículo unificado e testesnacionais. Isso funciona bem para treinar pessoas para seguir uma direção, masnós não precisamos de trabalhadores em série.
Emque a proposta do UnCollege difere da oferecida por universidades tradicionais?Os benefícios em participar do programa Gap Year são inúmeros. Nosso currículoúnico de autoaprendizado ensina técnicas de como aprender. Reunimos autodidatasem uma mesma comunidade. Conectamos nossos seguidores a mentores que os guiamem um processo de autoaprendizado.
Comosão selecionados os mentores? Os mentores doprograma são pessoas muito diferentes entre si. Fazem parte desse grupo desdeinvestidores até executivos da Fundação Gates, passando por empreendedores eempresários listados pela Fortune. Escolhemos essas pessoas porque elasacreditam no valor de aprender por conta e desenvolvem coisas interessantes.
Vocêacredita que qualquer pessoa pode aprender sem ajuda da escola?Eu acredito que todo mundo é capaz de aprender de forma independente, mas seique nem todos conseguem fazer isso. Defender essa premissa seria tão toloquanto dizer que todas as pessoas devem ir à escola.
Quaissão seus planos para o futuro? Vamos expandiro UnCollege para outras cidades. Nova York e Chicago são as primeiras da lista.
Porque decidiu escrever um livro? Escrevi umlivro para explicar de forma sucinta o que é autoaprendizado. Trata-se de umassunto difícil. É muito importante para os jovens não se sentirem isolados esaber que não estão sozinhos.
Vocêvoltaria a estudar em uma universidade em alguns anos?De forma alguma.
Quemsão as suas inspirações? Eu me inspiro empessoas como John Holt e Alexander Sutherland Neill.  Eles foram osprimeiros a disseminar essas ideias.
Vocêtem planos de expandir o UnCollege para outros países?Sim, com certeza. Por ora, estamos pensando em levar o projeto para Londres, naGrã-Bretanha, e Berlim, na Alemanha.
Divulgação:www.juliosevero.com
Leiturarecomendada:
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Eleição presidencial 2014 aos olhos da Teologia da Libertação

Eleição presidencial 2014 aos olhos da Teologia da Libertação:

Eleição presidencial2014 aos olhos da Teologia da Libertação

JulioSevero
“Na campanha presidencial de 2014,veremos reprisar o que tanto afetou a de 2010: o fator religioso [onde o]debate em torno da questão do aborto assumiu muito mais importância…” palavrasde Frei Betto em seu artigo “Eleição 2014 eReligião.”
Mas ele avisa: “O aborto e outrostemas ligados aos direitos reprodutivos e à sexualidade são apenas o biombo queencobre algo muito mais ameaçador: o fundamentalismo religioso como forçapolítica.”
Na visão de Frei Betto, que é umdos principais líderes da Teologia da Libertação no Brasil, questões comoaborto e sexualidade (na verdade, homossexualidade) escondem uma ameaça muitomaior: grupos cristãos que ele identifica como “fundamentalistas.”
Ariovaldo Ramos e Marina Silva têm basicamente as mesmas queixas. Eles sequeixaram da “onda de conservadorismo” que quase derrotou Dilma Rousseff naeleição presidencial de 2010. A onda conservadora foi a expressão de fortessentimentos cristãos contra o aborto e o homossexualismo. Em vez de secolocarem frontalmente contra o histórico e posições patentemente abortistas ehomossexualistas de Dilma e do PT, Ariovaldo divulgou seu manifesto público,declarando: “manifestamos as nossas rejeições diante da onda de conservadorismoque se abateu sobre o país nesse processo eleitoral”. E Marina, em sua “CartaAberta aos Candidatos à Presidência da República Dilma e Serra”, criticouabertamente o que ela enxerga como “esse conservadorismo renitente que colonizaa política e sacrifica qualquer utopia em nome do pragmatismo sem limites”.
No início de 2012, Reinaldo Azevedoexpôs comentário de um líder do PT dizendo que a oposição ao socialismo noBrasil está liquidada. Esse líder também disse que a única oposição hoje,sentida fortemente nas questões de aborto e homossexualidade, são as posturas dostelevangelistas neopentecostais. A CNBB, que é a maior instituição da IgrejaCatólica no Brasil e responsável pela fundação do PT, está nas mãos desse líderdo PT, conforme informação que recebi, restando agora como maior forçaopositora os televangelistas neopentecostais. Desenvolvi mais profundamenteessa questão no meu e-book “Teologia daLibertação X Teologia da Prosperidade.”
A própria ONUreconhece que os pentecostais do Brasil são um grande impedimento para a implantaçãodas políticas imorais da ONU.
A “ameaça” neopentecostal naquestão do aborto e homossexualidade é indiscutível. Oexemplo é Marco Feliciano, que sofreu oposição implacável das esquerdasseculares e evangélicas por ocupar a presidência da Comissão de DireitosHumanos (CDH) da Câmara dos Deputados. Esquerdistas como Betto acham que essesespaços pertencem somente aos adeptos do aborto, homossexualismo e Teologia daLibertação.
Claro que Betto nunca vai confessarque a Teologia da Libertação esconde um ameaça muito maior: o fundamentalismoesquerdista. Comportamento semelhante se vê em Ariovaldo Ramos e outrosevangélicos progressistas, que não admitem que a Teologia da Missão Integral (queé a versão protestante da Teologia da Libertação) esconde uma ameaça maior.
Em seu artigo, Frei Betto comenta: “Ofundamentalismo religioso nasceu nos EUA, no início do século XX, com oobjetivo de evitar a erosão, pelo secularismo, das crenças fundamentais datradição protestante, como a expiação substitutiva realizada pela morte deJesus e o seu iminente regresso para julgar e governar o mundo, e ainfalibilidade da Bíblia tomada em sua literalidade, como a criação direta domundo e da humanidade por Deus, em oposição ao evolucionismo e ao darwinismo.”
O que não é ser radical e “fundamentalista”?É ter as posturas de Betto,que diz:
“Admito a descriminação do abortoem certos casos e sou plenamente a favor da mais ampla discussão em torno do aborto”.
“A Igreja precisa prestar atençãoao legado de três grandes judeus que fizeram história: Jesus, Marx e Freud”.
“Eu tenho certeza que um autênticocomunista é um cristão, embora não o saiba, e um autêntico cristão é umcomunista, embora não o queira”.
“O governo brasileiro é amigo deCuba, é um aliado. Acho que o Brasil tem que ajudar Cuba e tem a obrigaçãomoral e política de apoiar a Revolução Cubana”.
Em seu artigo intitulado “Lutarpela Implantação do Socialismo Até o Último Dia das Nossas Vidas”, Frei Betto declara ousadamente:
“Não podemos de maneira algumaficar à espera que um novo iluminado surja para fazer uma obra melhor do que ade Karl Marx. A obra do Marx é de suma importância para nossa atuaçãorevolucionária, como a obra do Gramsci, como a obra do Che Guevara, como a obrade tantos outros companheiros que embora sejam menos conhecidos, mas têm obrasimportantes e companheiros que hoje, me permitam dizer, publicam ensaios detranscendental importância para a nossa luta.”
Se você não pensar assim, você érotulado de “fundamentalista.”
Quando se fala em “fundamentalismo”hoje, a primeira imagem na mente é terroristas islâmicos matando inocentes.Essa imagem é padrão na sociedade atual. Mas quando surgiu o fundamentalismooriginal, nada havia em seus líderes e membros que os ligasse a matanças eterrorismo. O termo só veio a adquirir carga negativa com a difamaçãosistemática dos meios de comunicação pintando o fundamentalismo evangélico comoradical. Mais tarde, um jornalista esquerdista teve a inspiração de atrelar otermo ao islamismo e a difamação se agravou. Agora, o termo “fundamentalismo”está tão difamado que só vale a pena usá-lo para os verdadeiros apoiadores dematanças: os ativistas pró-aborto.
O próprio Frei Betto, ainda quedemonstrando nojo do conservadorismo evangélico do passado, reconhece que ofundamentalismo deles nada tinha a ver com jihads, homens-bombas, atentadosterroristas e matanças de inocentes. Ele diz: “Em meados do século passado, osfundamentalistas cristãos se convenceram de que não bastava pregar no interiordos templos e converter corações e mentes. Era preciso impor à sociedade tudoisso que concorre para o ‘bem dela’, como a criminalização do aborto e dahomossexualidade, do uso do álcool e do fumo, do entretenimento pornográfico…”
Em seguida, Betto ensina o públicoque se você é como esses pioneiros evangélicos conservadores “fundamentalistas”dos EUA, você não tem direito de “impor” seus valores à sociedade.
Em contraste, se você for adepto daTeologia da Libertação ou Teologia da Missão Integral, você tem a obrigação de lutarpara impor os supremos valores socialistas à sociedade, pois para Frei Betto,Leonardo Boff, Ariovaldo Ramos e outros, esses são os valores reais do Reino deDeus. Com base nesses valores, Frei Betto acha justo estar com Fidel Castropara impor o marxismo na sociedade, e AriovaldoRamos acha justo estar com Hugo Chavez com o mesmo objetivo.
Se você apoia o aborto comodireitos reprodutivos e a homossexualidade como direitos sexuais, então você éda turma, e o rótulo carinhoso que a mídia lhe dará é “lutador dos direitoshumanos,” e todas as elites darão espaços abertos para você falar e impor o quevocê quiser.
Mas se você é contrário ao aborto ea outros derramamentos de sangue inocente e se você quer a proteção dascrianças contra as investidas da agenda gay, então você não é da turma. A mídiatem só um rótulo para você: “fundamentalista.” Você não tem nenhum direito dedefender nos espaços públicos seus valores.
Esse embate não é novo. Em 1925, osEstados Unidos testemunharam um ponto decisivo na marcha socialista. Nestadata, houve o “ScopesMonkey Trials,” ou Julgamentos sobre a Teoria do Macaco do Professor Scopes.De um lado, estava o advogado comunista sarcástico Clarence Darrow,representando John Scopes, professor humanista que queria impor a teoria daevolução para suas classes compostas em grande parte por crianças protestantes.Em defesa dos alunos e seus pais, estava o advogado William Jennings Bryan, quea mídia americana já simpática ao esquerdismo prontamente tratou de apresentardesdenhosamente como representante do “fundamentalismo.”
No final, os comunistas venceram, ateoria da evolução foi imposta e esse caso serviu como precedente para se impora “teoria do macaco” nas crianças, até mesmo em crianças cristãs. “Fundamentalismo”se tornou sinônimo naquela época de oposição protestante à luta pelaimplantação de ideias progressistas (socialistas). E hoje não é diferente. SeFrei Betto quer “Lutar pela Implantação do Socialismo Até o Último Dia dasNossas Vidas” e impor essa ideologia na sociedade brasileira, ele sabe que primeiroprecisa demonizar os cristãos e seus termos que estão em confronto com suaagenda. A estratégia esquerdista sempre segue esse padrão de demonização.
Sejamos inteligentes nesta hora. Aesquerda emporcalhou tanto o termo “fundamentalismo,” especialmente ligando-oagora ao radicalismo islâmico, que se tornou irreconhecível e obsoleto paranós. Tornou-se, em essência, conforme a imagem e semelhança deles. O mesmofundamentalismo islâmico que quer impor seus valores na sociedade está tambémpresente nos esquerdistas. E, coincidência, ambos têm um “currículo” fartamentesanguinário.
Embora a maioria da mídia e dogoverno esteja nas mãos do fundamentalismo esquerdista, que muito respeita FreiBetto e seus comparsas, não podemos nos desanimar achando que nossos esforçosnão têm esperança. Recordando as palavras de Lutero, repetidas séculos depoispor presidentes dos EUA: “Um com Deus é maioria.”
Leiturarecomendada:
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