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quarta-feira, 25 de junho de 2014

Google apresenta novo design para Android, Chrome OS e Web

Google apresenta novo design para Android, Chrome OS e Web: Da Keynote da Google, que pode ver aqui na integra, surgiram já bastantes novidades da conferência anual I/O 2014, a primeira respeitante ao design. A Google revelou um novo design para Android, Chrome OS e Web, uma nova imagem que se enquadra naquilo que será a “teoria unificadora de um espaço racionalizado e de um […]

Google leva o Android para o carro com o Android Auto

Google leva o Android para o carro com o Android Auto: A Google está finalmente a desvendar as suas intenções e quer colocar o Android em todo o seu dia-a-dia, até no seu meio de transporte. Agora coloca o Android no seu carro como o Android Auto. A nova interface pretende facilitar a interacção com o mundo sem que a atenção seja desviada do essencial, a […]

terça-feira, 24 de junho de 2014

Microsoft aumenta espaço do OneDrive para 15GB

Microsoft aumenta espaço do OneDrive para 15GB: E ainda baixa os preços deste serviço em 70% A luta pelo maior espaço oferecido na Cloud tem vindo a crescer na mesma medida que as ofertas aparecem. Vários são os serviços que têm estado a baixar os seus preços por MB colocando-os num valor irrisório e perfeitamente comportável para qualquer utilizador. Mas a maioria […]

Novo malware permite à Polícia o acesso ao seu Smartphone

Novo malware permite à Polícia o acesso ao seu Smartphone: A maior utopia é acreditar que a segurança existe, ponto! Hoje, investigadores da Kaspersky e dos Citizen Lab publicaram um relatório com um novo tipo de malware desenhado para permitir às forças policiais o acesso completo a telefones suspeitos. A ferramenta, dubbed Remote Control System (ou RCS), pode ser colocada fisicamente através da porta USB […]

Chelsea Manning: Como as Forças Armadas Escondem a Verdade da América

Chelsea Manning: Como as Forças Armadas Escondem a Verdade da América:



Neste post, Chelsea Manning fala sobre como a realidade apresentada no Iraque é manipulada pela mídia, baseado nas informações que tinha conhecimento enquanto atuava no exército americano naquele país. Manning,  anteriormente chamado de Bradley Manning, foi responsável e preso por revelar o vídeo "Assassinato Colateral", divulgado pelo Wikileaks, que mostra o exército americano assassinando a sangue frio 11 iraquianos, entre eles motorista e jornalista da Reuters, além de atirar contra crianças, enquanto faziam piadas de humor negro.


Quando eu escolhi para divulgar informações classificadas, em 2010, eu fiz isso por amor ao meu país e um sentimento de dever para com os outros. Agora estou cumprindo uma sentença de 35 anos de prisão por essas divulgações não autorizadas. Eu entendo que minhas ações violaram a lei.



No entanto, as preocupações que me motivaram não foram resolvidas. Enquanto o Iraque irrompe em uma guerra civil e os EUA novamente contemplam a intervenção, aqueles negócios inacabados devem dar nova urgência para a questão de como os militares dos Estados Unidos controlavam a cobertura da mídia sobre seu longo envolvimento lá e no Afeganistão. Eu acredito que os limites atuais sobre a liberdade de imprensa e o sigilo orçamental excessivo tornam impossível para os americanos compreenderem plenamente o que está acontecendo nas guerras que financiamos.



Se você esteve seguindo as notícias durante as eleições de março de 2010 no Iraque, você pode se lembrar que a imprensa americana foi inundada com histórias declarando as eleições um sucesso, com anedotas otimistas e fotografias de mulheres iraquianas exibindo orgulhosamente seus dedos manchados de tinta. O que dava a entender que as operações militares dos Estados Unidos tinham conseguido criar um Iraque estável e democrático.



Aqueles de nós ali a postos eram bem conscientes de uma realidade mais complicada.



Relatórios militares e diplomáticos vindos à minha mesa detalharam uma brutal repressão contra dissidentes políticos pelo Ministério iraquiano do Interior e da Polícia Federal, em nome do primeiro-ministro Nuri Kamal al-Maliki. Os detentos eram frequentemente torturados ou mesmo mortos.



No início daquele ano, recebi ordens para investigar 15 indivíduos a quem a Polícia Federal havia preso por suspeita de publicar "literatura anti-iraquiana". Eu descobri que esses indivíduos tinham absolutamente nenhuma ligação com o terrorismo; eles estavam publicando uma crítica acadêmica da administração do Sr. Maliki. Eu enviei este achado ao oficial no comando no leste de Bagdá. Ele respondeu que ele não precisa desta informação; em vez disso, eu deveria ajudar a polícia federal na localização de mais escritórios de publicações "anti-iraquianas".



Fiquei chocado com a cumplicidade de nossos militares na corrupção daquela eleição. No entanto, esses detalhes profundamente preocupantes voou sob o radar da mídia americana.



Não foi a primeira (ou a última) vez que eu me senti compelido a questionar a maneira como conduzimos a nossa missão no Iraque. Nós analistas de inteligência e os oficiais a quem relatamos, tiveram acesso a uma visão abrangente da guerra que poucos tinham. Como poderia tomadores de decisão de alto nível dizerem que o público norte-americano, ou mesmo o Congresso, apoiavam o conflito quando eles não sabem nem metade da história?



Entre os muitos relatórios diários que recebi por e-mail, enquanto trabalhava no Iraque em 2009 e 2010, estava uma informação dos assuntos públicos internos que listou artigos de notícias publicados recentemente sobre a missão americana no Iraque. Uma das minhas tarefas regulares foi a de fornecer, para o resumo dos assuntos públicos lido pelo comando no leste de Bagdá, uma descrição de uma única frase de cada questão abrangida, complementando a nossa análise com a inteligência local.



Leia mais:



- WikiLeaks: Vídeo mostra militares dos EUA matando jornalistas da Reuters no Iraque

- Bradley Manning: Janela Pela Qual se Vê a Alma Política dos EUA








Fontes:

- Disinformation: Chelsea Manning On How the Military Hides The Truth From America

- The New York Times: The Fog Machine of War


WikiLeaks Revela Negociações para Destruir Regulação Financeira (TISA)

WikiLeaks Revela Negociações para Destruir Regulação Financeira (TISA):


A organização Wikileaks difundiu hoje documentos sobre alegadas negociações secretas internacionais acerca de transações financeiras e que pretendem a desregulação dos mercados em todo o mundo. A organização WikiLeaks difundiu o texto da proposta sobre o alegado Acordo sobre Serviços de Transações (Trade in Services Agreement - TISA na sigla em inglês) em que estão envolvidos 50 países e que movimentam um total de 68,2 por cento dos serviços de transações a nível global.








De acordo com a organização fundada pelo australiano Julian Assange, os Estados Unidos e a União Europeia são os principais proponentes do acordo, assim como autores das principais propostas de alteração, pretendendo a inclusão de normas que possam permitir o movimento de informações entre países. Para a Wikileaks, trata-se de uma "importante manobra de falta de transparência" em que se encontram envolvidas todas as partes que participam no acordo que estará a ser atualmente negociado.



O documento TISA foi classificado e devia ser mantido como secreto durante as negociações que ainda decorrem e nos cinco anos após entrar em funcionamento. Apesar das falhas na regulação durante o início da crise financeira global, em 2007 e 2008, e dos apelos para a implementação de estruturas de regulação, os proponentes do TISA pretendem desregular os serviços dos mercados financeiros em todo o mundo, segundo a Wikileaks. O anexo da proposta que tem como título "Financial Services Annex" determina regras que podem permitir a expansão financeira das multinacionais -- sobretudo as que têm sede em Nova Iorque, Londres, Paris e Frankfurt -- para outros pontos do mundo "evitando as barreiras da regulação".



Da proposta, segundo a WikiLeaks, conclui-se que sobretudo os Estados Unidos querem promover o fluxo de informações financeiras, empresariais e pessoais entre os vários países envolvidos através de novas tecnologias. De acordo com a organização, as negociações TISA decorrem atualmente à margem do Acordo Geral sobre Transação de Serviços (GATS) e da Organização Mundial de Comércio (OMC). O TISA está sendo construído para que venha a ser compatível com o Acordo Geral sobre Transação de Serviços para que, segundo a WikiLeaks, no futuro venha a ser assinado pelos participantes da OMC que mostrem reticências sobre o assunto.



Ausentes dos cerca de 50 países envolvidos na negociação estão os países emergentes BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China), porque a natureza do TISA pode enfraquecer posições em futuras negociações sobre transações e serviços. O texto da proposta saiu da ronda negocial do último mês de abril, a sexta desde o primeiro encontro mantido em abril de 2013. A próxima reunião está marcada para segunda-feira e deve prolongar-se até ao dia 27, em Genebra, Suíça.



Atualmente os países e regiões da Organização Mundial do Comércio que negoceiam o TISA são: Austrália, Canadá, Chile, Taiwan, Colômbia, Costa Rica, Hong Kong, Islândia, Israel, Japão, Liechtenstein, México, Nova Zelândia, Noruega, Paquistão, Panamá, Paraguai, Peru, Coreia do Sul, Suíça, Turquia, Estados Unidos e ainda os países da União Europeia, incluindo Portugal. A China e o Uruguai já demonstraram interesse em participar nas negociações mas até ao momento não foram incluídos.



Fontes:

- Via Anonymous Brasil

- Sapo: WikiLeaks revela negociações para destruir regulação financeira


Como Evitar que o Facebook Rastreie os Sites que Você Visita

Como Evitar que o Facebook Rastreie os Sites que Você Visita:



O Facebook anunciou que começará a analisar o histórico de navegação de seus usuários mesmo fora da rede social. Saiba como impedir isso com poucos passos.


O Facebook anunciou que começará a analisar os hábitos de seus usuários enquanto eles não estiverem dentro da rede social. Esse é um movimento inédito do Facebook para fornecer a empresas anúncios com foco mais direcionado a seus internautas.



A rede social será capaz de acessar o histórico do navegador. Fazer uma busca no Google sobre videogame, portanto, alertaria o Facebook que você é um potencial comprador de games. Mesmo que você fale muito pouco sobre jogos na rede social, o Facebook saberá que mostrar anúncios dessa área para você lá dentro será efetivo.



Isso pode causar certo desconforto nos usuários. Mas é possível, com alguns passos, fugir dos olhos que tudo enxergam de Mark Zuckerberg.



O primeiro passo é ir ao site da Digital Advertising Alliance. Lá, o navegador será analisado e uma lista mostrando as empresas que fazem análise de navegação serão exibidas.



Na lista, basta escolher o Facebook (ou qualquer outra empresa que você não queira mais que analise sua navegação). Depois é só clicar no botão “Submit your choices” (enviar suas escolhas, em inglês).



Com isso, o internauta escolhe que aqueles serviços sejam bloqueados naquele navegador.



Em dispositivos móveis, também é possível. No iOS basta entrar em “Ajustes”, em seguida “Geral”, depois “Restrições” e ir no menu “Publicidade”. É só acionar “Limitar Publicidade Rastreada”.



No Android, o caminho é “Config. Google”, em seguida “Anúncios”, depois “Desativar anúncios c/ base em interesses”. Pronto. Depois disso nenhum aplicativo poderá fornecer anúncios com base na análise de navegação.



Leia mais:







NSA Poderá Ouvir as Conversas em Tempo Real Pelo Microfone do Celular com o Novo App do Facebook












Como a NSA e FBI fizeram do Facebook a Ferramenta de Vigilância em Massa Perfeita













Como Desaparecer Online?

















Guia de Privacidade Digital - Como Mandar a NSA as Favas sem Ela Nem Notar - Parte 1






Fontes:

- Exame: Como Evitar que o Facebook Rastreie os Sites que Você Visita

- Exame: Facebook expande perfis de usuários com foco em publicidade