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terça-feira, 1 de julho de 2014

Todo mundo parando de odiar a Copa

Todo mundo parando de odiar a Copa:

Chega de tanto ódio no coração.



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A Relação Secreta entre o Flúor, Higiene Dental e a Bomba Atômica

A Relação Secreta entre o Flúor, Higiene Dental e a Bomba Atômica:



Neste post vemos como as origens do uso do flúor nos dentes está estreitamente relacionado com o seu uso também na fabricação das bombas atômicas, e como uma descoberta sobre a toxidade do flúor em 1990, que deveria causar uma revolta popular, foi abafada e as suas pesquisas esquecidas. 


Em 1997, Joel Griffiths e Chris Bryson, dois jornalistas respeitados viram o abismo. Descobriram uma história tão arrepiante sobre o flúor que deveria ser informada ao público. O The Christian Science Monitor, o jornal que deveria publicar inicialmente seu artigo, acabou não publicando.



O artigo, intitulado "Fluride, Teeth and the Atomic Bomb" (O flúor, os dentes e a bomba atômica), acabou sendo publicado em vários sites na web, às vezes com distorções, supressões e adições. Eu falei com Griffths, e ele me disse para certificar-me de ler uma cópia correta do artigo. (Pode ser encontrada aqui em inglês: Fluoride Alert: Fluoride, Teeth and the Atomic Bomb





Griffiths também me disse que os pesquisadores que estudam os efeitos do flúor observando comunidades com água potável fluoretada, e comparando os dados com os de comunidades com água não fluoretada, não veem um ponto importante: o flúor está em toda parte; são utilizados na indústria farmacêutica na fabricação de medicamentos e também são usados em muitos outros setores (por exemplo, alumínio e pesticidas), porque o flúor é mais ativo e se combina facilmente com todo tipo de substância. Portanto, existe uma exposição pública muito ampla ao flúor.



Quero repassar alguns dos principais pontos do artigo de Griffiths-Bryson.



Griffths descobriu centenas de documentos da Segunda Guerra Mundial. Isto incluem documentos do Projeto Manhattan e do programa de construção da primeira bomba atômica.





O artigo de Griffths/Bryson diz:



"O flúor foi o químico chave na produção da bomba atômica... milhões de toneladas... eram essenciais para a fabricação de urânio enriquecido e plutônio, destinados à criação de armas nucleares ao longo da Guerra fria".



Os documentos revelam que, em relação ao programa de criação da bomba atômica norte-americana, o flúor era a ameaça mais significativa para a saúde, especialmente para os trabalhadores e as comunidades situadas em torno das instalações destinadas à sua fabricação.



"Muitas das supostas provas que afirmam que "o flúor é seguro para os seres humanos em pequenas doses", foram fabricadas pelos próprios cientistas do programa de criação da bomba atômica, que receberam em segredo a ordem de proporcionar provas científicas úteis em litígios legais contra aquelas pessoas que haviam sido envenenadas pelo flúor e que entraram com ações judiciais por danos e prejuízos... e curiosamente, as primeiras ações judiciais contra o programa de criação da bomba atômica EUA  não tinham nada a ver com os efeitos da radiação, mas sim com os danos causados pelo flúor, como mostram os documentos governamentais da época".



Assim os cientistas que criaram a bomba atômica foram informados que teriam que fabricar falsos estudos que concluíam que o flúor era seguro para a saúde. E eles fizeram isso sem hesitar.





O estudo de maior alcance foi realizado em Newburgh, Nova York, entre 1945 e 1956. Se tratava de uma operação secreta chamada "Programa F".



Os pesquisadores obtiveram amostras de sangue e tecidos dos habitantes e Newburgh, graças a colaboração do "bom" Departamento de Saúde do Estado de Nova York.



Griffiths e Bryson encontraram a versão original desse estudo, que havia sido mantida em sigilo. Comparando-a com a versão 'devidamente aparada', os jornalistas descobriram que as evidências de que o flúor provocava efeitos adversos para a saúde havia sido suprimida pela Comissão de Energia Atômica dos EUA.



Outros estudos no mesmo período foram realizados na Universidade de Rochester. Foi dado fluoreto para pacientes do hospital a fim de testar os resultados, sem que estes tivessem conhecimento ou dado autorização.



Voltando para os tempos atuais.



A Dra. Phyllis Mullenix, chefe de toxicologia da Forsyth Dental Center em Boston, realizou uma série de estudos em animais na década de 1990 que demonstraram que, tal qual demonstra o artigo de Griffiths/Bryson: "o flúor era uma potente toxina para o sistema nervoso central".





Mullenix solicitou mais financiamento para o National Institutes of Health, com a finalidade de ampliar os estudos a respeito do assunto. Sua solicitação foi rejeitada. E disseram a ela que: 'o flúor não causa efeitos sobre o sistema nervoso central'.



No entanto, a pesquisa de Griffiths/Bryson descobriu uma nota de 1944 do Projeto Manhattan, que afirma:

"A evidência clínica sugere que o urânio hexafluoreto pode  ter um efeito marcado sobre o sistema nervoso central... parece mais provável que tais efeitos se devam mais ao flúor do que ao urânio"




Essa nota de 1944 foi enviada ao chefe da Seção Médica do Projeto Manhattan, o coronel Staffrd Warren. Foi solicitado a Warren que desse sua aprovação para iniciar estudos em animais sobre os efeitos causados pelo fluoreto sobre o sistema nervoso central. Warren concedeu sua aprovação imediatamente.



Mas os registros com os resultados deste estudo não foram encontrados. O mais provável é que continuem ocultos.



O homem, que em 1944 propôs esse estudo de emergência para investigar os efeitos do flúor sobre o sistema central foi o Dr. Harold Hodge, que trabalhou no Projeto Manhattan.





Sabem quem foi enviado para assessorar a Dra. Mullenis 50 anos mais tarde no Forsyth Dental center em Boston, quando ela estudava os efeitos do flúor sobre o sistema nervoso central? Precisamente, o Dr. Harold Hodge.



Evidentemente, o Dr. Harold Hodge chamais informou a Dra. Mullenix do seu trabalho anterior sobre a toxidade do flúor para o Projeto Manhattan. Ele o ocultou devidamente.





E isto nos lança uma pergunta: Hodge foi contratado para vigiar a Dra. Mullenix e informar sobre suas descobertas?



Hodge, por volta da década de 1940, havia sugerido que o uso do flúor deveria ser promovido como tratamento dental. Assim que sua presença ao lado de Mullenix, décadas mais tarde, possivelmente foi porque ele foi enviado para monitorar a condução das investigações da doutora.



A sequência está muito clara. Construir uma bomba atômica, utilizando flúor. Esquecer os efeitos tóxicos do flúor. Ocultar os estudos sobre a toxidade dos fluoretos. Manipular os estudos posteriores.



E no entanto, podemos encontrar mais pistas sobe as obscuras atividades do Dr. Hodge. Em 1944, houve 'um acidente de contaminação severa' em Nova Jersey, próximo a fábrica da Dupont em Deepwater, onde a empresa estava fabricando a primeira bomba atômica.





Um acidente relacionado, precisamente com o fluoreto. Os cultivos de pêssegos e tomates dos agricultores da região foram destruídos. Os cavalos e as vacas ficaram aleijados. Algumas vacas não se aguentavam sobre suas patas e tinham que pastar apoiadas sobre seus ventres. Os cultivos de tomates (que eram normalmente vendidos à companhia Campbell para fazer sopas) estavam contaminados com fluoreto.



O pessoal do Projeto Manhattan estava aterrorizado diante dos possíveis processos e as possíveis revelações posteriores sobre a natureza tóxica de seu trabalho. Alguém escreveu uma nota sobre o assunto. Adivinhem seu autor? O Dr. Harold Hodge.



Entre outras questões, informava sobre o alto conteúdo de fluoreto em cultivos de hortaliças da área contaminada.



E também sobre os altos níveis de fluoreto presente em amostras de sangue humano.



O fato é que os agricultores começaram a entrar com os processos judiciais. Se tratava de um grande problema de relações públicas.



No entanto, as reclamações foram resolvidas silenciosamente, sem fazer barulho na mídia.



Harold Hodge escreveu outra nota, da qual extraímos o seguinte comentário revelador: "Seria útil tentar combater o temor da população local acerca do fluoreto, realizando palestras sobre a toxicologia do fluoreto e sobre sua utilidade para a saúde dental?"



O artigo de Griffiths/Bryson responde a essa pergunta retórica:



"No final, deram esta série de palestras, não apenas aos cidadãos americanos de Nova jersey, mas ao resto dos americanos durante a Guerra Fria".



De fato, esta foi uma plataforma de lançamento do fluoreto como "tratamento dental de sucesso".





É curioso.



No filme Dr. Strangelove o brigadeiro general Jack D. Ripper pergunta sobre o efeitos que o fluoreto causa sobre o 'puro sangue dos americanos puros'.





Seu personagem aparece como um fanático de extrema direita, disposto a iniciar uma guerra nuclear. É curioso porque (supostamente) os autores do filme (Stanley Kubrick, Peter George e Terry Southern) não sabiam que fluoretos foram extremamente tóxicos, nem sabiam que eles eram parte integrante da criação da bomba atômica.



Seja como for, agora conhecemos a razão pela qual os fluoretos tóxicos tem sido promovidos tão ativamente como tratamento dental durante tantos anos.



Nota Blog Anti-NOM: ao verificar a página wikipedia sobre o Dr. Harold Hodge, achei estranho pois informava que este morreu em 1990. Fiquei com uma pulga atrás da orelha pois no artigo diz que ele foi enviado para "auxliar" a Dra. Phyllis Mullenix. Pesquisando mais encontrei o livro "The Fluoride Deception", para o qual foi feito um filme que publicamos aqui no blog no post "[FILME] A Farsa do Flúor - (The Fluoride Deception)". Nele é mencionado que Harold Hodge morre logo antes dela concluir o estudo, o que confirmou as informações deste artigo. Achei também um trecho muito interessante sobre a descoberta da Dra. Phyllis e como Harold Hodge tentava influenciar as pesquisas. Traduzo ele abaixo:



Trecho do Livro The Fluoride Deception / A Farsa do Flúor



Se Phyllis Mullenix estava inicialmente indiferente sobre o teste de flúor para efeitos no sistema nervoso central, esta não foi a atitude do menino mais velho no Centro Forsyth. Ela descobriu que o Dr. Harold Hodge, o velho homem afável no jaleco recém-passado, tomou o que então parecia um interesse quase obsessivo em seu trabalho de flúor, disparando perguntas sem fim sobre sua metodologia.



Ele queria me empurrar para fazer alguns estudos de flúor, e fazer isso e fazer isso, e como eu poderia ajudar? disse Mullenix.

...

As duas cientistas de jaleco branco se entreolharam, assustadas. Bem acima de Boston, cercadas por terminais de computador e impressões de dados e luzes brilhantes de um laboratório de toxicologia moderna, Phyllis Mullenix e Pamela Denbesten cairam de repente em silêncio. Somente os ratos brancos em suas gaiolas faziam ruídos. As informações lentamente foram absorvidas. As cientistas repetiram o experimento e mais uma vez, os resultados foram os mesmos. Elas riram, nervosamente.



"Oh merda", a Dra. Phyllis Mullenix finalmente deixou escapar. "Vamos irritar todos os dentistas no país".



Por volta de 1989 equipe de Mullenix estava tendo os primeiros resultados dos experimentos de flúor. Eles estavam fazendo a coleta de dados por dois anos, dando os ratos quantidades moderadas de flúor, monitorando-os em suas gaiolas, e em seguida, analisando os dados no sistema informático RAPID, como sua nova tecnologia era conhecida. Mas algo estava errado. Os resultados pareciam estranho.



"Dados estava vindo e me fizeram balançar a cabeça", disse Mul-lenix. Não era nada do que esperávamos. Mullenix esperava que o flúor na água potável não mostrasse nenhum efeito sobre o comportamento dos ratos e do sistema nervoso central. Mullenix se perguntou se o problema era um bug nas novas máquinas. A equipe lançou uma série exaustiva de experimentos de controle, que mostrou que os computadores RAPID estavam trabalhando bem.



Todos os resultados foram "incrivelmente consistentes", disse Mullenix.



Fluoreto adicionado à água bebida pelos ratos produziu uma variedade de efeitos em ratos de Forsyth. Ratas grávidas deram à luz bebês hiperativos. Quando os cientistas deram flúor para os ratos do bebê após o seu nascimento, os animais tiveram déficits cognitivos, e exibiram comportamento retardado.



Houve diferenças entre os sexos, também. Os machos pareciam mais sensíveis ao flúor no útero, enquanto as fêmeas foram mais afetados quando expostas depois de desmamadas ou adultos jovens.



As duas mulheres disseram para Jack Hein e Harold Hodge sobre os resultados. Os homens ordenaram que repetissem os experimentos, desta vez em ratos diferentes. A equipe realizou ainda mais testes. Mullenix lembra que Harold Hodge ficava perguntando-lhe sobre os resultados, mesmo que ele estavisse então muito doente. Ele tinha ido para sua casa no Maine, mas manteve em contato por telefone. Ele pediu notícias diariamente.



Em 1990, os dados eram cristalinos. As mulheres tinham testado mais de quinhentos ratos. "Eu disse finalmente que temos animais suficientes aqui para significância estatística, disse Mullenix. Há um problema", acrescentou.



As duas mulheres falaram sem parar sobre o que haviam encontrado. Mullenix era um recém-chegado à pesquisa de flúor, mas Pamela Den-Besten passara sua carreira estudando a substância química. Ela suspeita que eles tinham feito uma descoberta explosiva e que os dentistas em particular iriam achar a informação importante. Minha reação inicial foi de que isto é realmente grande, disse Denbesten. Embora os ratos de Forsyth tinham recebido flúor em uma concentração mais elevada do que as pessoas normalmente bebem na água - o equivalente a 5 partes por milhão, em oposição a uma parte por milhão - Denbesten também sabia que muitos americanos são rotineiramente expostos a altos níveis de flúor a cada dia. Nota: No brasil o máximode flúor na água, pelo menos pela lei, é de 1,7 partes por milhão. Por exemplo, as pessoas que bebem grandes quantidades de água, tais como atletas ou trabalhadores no sol quente; pessoas que consomem determinados alimentos ou sucos com altos níveis de flúor; crianças que usam suplementos de flúor nos seus dentistas; alguns trabalhadores de fábrica, como o resultado de exposição no local de trabalho; ou certas pessoas doentes, tudo pode acabar com que consumam níveis cumulativos mais altos de flúor. Os níveis de consumo começam a aproximar-se - ou podem até mesmo superar, para alguns grupos - os mesmos níveis de flúor observados nos ratos Forsyth.



Leia mais:









Revista The Lancet: O Flúor é uma Neurotoxina!













Água fluoretada, uma Herança Nazista






Fontes:

- Blog Anti-NOM: A Relação Secreta entre o Flúor, Higiene Dental e a Bomba Atômica

- Fluoride Alert: The Deepwater Documents: Lawsuit Against The Us Bomb Program Over Fluoride Poisoning

- El Robot Pescador: La relación secreta entre el flúor, la higiene dental y la Bomba Atómica

- Jon Rappoport´s Blog: Fluorides, the Atomic bomb, and a spy


Perigosas Bananas Transgênicas Estão Chegando, Graças ao Bill Gates

Perigosas Bananas Transgênicas Estão Chegando, Graças ao Bill Gates:


Natural News 



O que o desenvolvimento de bananas geneticamente modificadas têm a ver com o homem mais rico do mundo, o fundador da Microsoft Corp Bill Gates? Tudo.


Conforme observado pela CNET News, James Dale, diretor do Centro de Culturas Tropicais e Biocommodities em Queensland University of Technology , na Austrália, informa que ele dedicou vários anos à criação de uma banana "melhor" (O que há atualmente de errado com o tipo que cresce naturalmente? Não temos a menor ideia, mas segundo ele há).



Dale diz que está trabalhando na criação de uma banana enriquecida com pró-vitamina A desde 2005. "A boa ciência pode fazer uma enorme diferença aqui, enriquecendo culturas básicas, tais como bananas ugandenses com pró-vitamina A e fornecendo às populações pobres e de agricultura de subsistência alimentos nutricionalmente recompensadores", disse ele em um comunicado.



'Sabemos que a nossa ciência vai funcionar' - as famosas últimas palavras



E agora, graças a quase 10 milhões de dólares financiados pela Fundação Bill e Melinda Gates, Dale está perto de alcançar seu objetivo. Conforme relatado pela CNet :



Há uma grande indicação visual destas bananas serem diferentes. Elas têm a mesma aparência do lado de fora, mas o conteúdo é mais laranja do que pálido, como resultado do alto teor de vitamina A. Ao contrário das bananas que são usadas ​​pelos EUA, essas bananas são sempre preparadas antes de serem comidas. A banana é classificada como um alimento comum, mas é carente de micronutrientes como a vitamina A. A deficiência de vitamina A têm sido associada ao sistema imunológico enfraquecido e cegueira.



"Nós sabemos que a nossa ciência vai funcionar. Fizemos todas as construções, os genes que estavam dentro das bananas e as colocamos em bananas aqui no QUT. Centenas de diferentes permutações foram para ensaios de campo no norte e testamos tudo para garantir que a nossa ciência funcionou aqui em Queensland", disse Dale.



O relatório observou que antes do consumo humano as bananas eram comidas com segurança por gerbilos da Mongólia (não tenho certeza qual é a conexão com os seres humanos). A cepa de bananas destinadas ao consumo humano foram cultivadas em Queensland e desde então têm sido enviadas para os Estados Unidos. Um estudo de seis semanas está previsto e os resultados serão comunicados até o final do ano.



Dale diz que espera que os agricultores de Uganda estarão geminando as novas bananas geneticamente modificadas em 2020.



Fundação Gates tem uma história de apoio aos Transgênicos



No blog de ​​sua fundação, Gates alardeou a pesquisa e soou um tom esperançoso como consequência:

Antes de nossa visita, eu não sabia muito sobre bananas. Dale, um cientista agrícola, é um dos maiores especialistas do mundo. Ele já apareceu em The New Yorker, em um artigo fascinante sobre a história de bananas como uma cultura de exportação. Como o artigo explica, uma praga se espalhou entre plantações na Ásia e na Austrália nos últimos anos, prejudicando gravemente a produção de um tipo de banana que é cultivada para exportação, a Cavendish. Esta doença, um fungo, não se espalhou pela América Latina ainda, mas se isso acontecer, as bananas poderiam se tornar muito mais escassas e mais caras na América do Norte e em outros lugares. Dale está trabalhando para desenvolver novas versões da Cavendish que resistem ao fungo. Ele faz isso através da inserção de material genético de outros organismos em bananas.
Este trabalho é separado da pesquisa que a nossa fundação apoia, embora algumas das mesmas técnicas e princípios científicos estejam envolvidos, incluindo experimentos transgênicos. Fazer bananeiras menos suscetíveis à doenças é um objetivo secundário para nós. Nosso principal objetivo é ajudar Dale a desenvolver novos tipos de bananas que são mais nutritivas -. Especificamente, muito mais ricas em vitamina A e ferro que o corpo possa absorver.


Se, de alguma forma, as bananas estão sendo erradicadas do planeta, outras fontes não geneticamente modificadas de vitamina A, incluem brócolis, cenoura, damasco e batata-doce.



Leia mais:







Países que Proibiram o Cultivo de Alimentos Geneticamente Modificados















Decisão Histórica da Justiça Brasileira Impede a Liberação de Milho Transgênico da Bayer








[Bill Gates] Os Benfeitores do Mundo Através da Indústria Farmacêutica








Fontes:

- Natural News: GMO bananas are coming to a supermarket near you, thanks to Bill Gates

Gates Notes: Building Better Bananas

CNET: Bill Gates-funded super bananas ready for human testing

- Natural News: Carrots really do help you see in the dark; beta-carotene-rich foods help prevent a variety of eye ailments


Por que a Sociedade não se Posiciona contra os Robôs Assassinos?

Por que a Sociedade não se Posiciona contra os Robôs Assassinos?:



Máquinas que matam humanos. A realidade encontrou a ficção cara a cara no campo da robótica. Contudo, além do encontro estar passando despercebido pela sociedade, a robótica parece ter chegado de forma menos controlada do que a ficção previra.


Na ficção, conforme preconizado por Isaac Asimov, as máquinas estavam sujeitas às Três Leis da Robótica:



As Leis da Robótica, conforme propostas 

por Isaac Asimov - elas não estão em vigor. 




Na realidade, enquanto alguns criam robôs que ajudem paraplégicos a recuperar seus movimentos e explorar outros planetas, os primeiros produtos a chegar ao mercado visam, ao contrário, ferir e matar.



O problema atingiu proporções que chamaram a atenção da ONU (Organização das Nações Unidas), que, sem maiores divulgações, reuniu-se para discutir a "ética" dos robôs assassinos pela primeira vez.



Pesquisadores, especialistas em robótica e até ex-comandantes militares reuniram-se em Genebra, na Suíça, para falar sobre os recentes avanços em "armas letais autônomas", um eufemismo para robôs assassinos ou armas robotizadas.



Os tópicos incluíram as questões éticas envolvidas e quais leis estão sendo afetadas ou eventualmente desobedecidas pelas máquinas de matar que, percebidas ou não, já estão em operação.



Os resultados da discussão só serão conhecidos em Novembro, quando o grupo que dirigiu os trabalhos vai apresentar seu relatório oficial.



Robôs assassinos



O risco dos robôs assassinos não é mais uma ameaça hipotética.



A Rússia acaba de equipar suas bases de mísseis com robôs armados que podem atirar em qualquer invasor - ou humano desavisado - de forma autônoma.



Enquanto isso, uma empresa na África do Sul começou a vender robôs para combater manifestações da sociedade civil, citando sobretudo as greves, um direito constitucional em virtualmente todos os países do mundo.



De acordo com uma pesquisa da ONU, civis foram mortos em 33 ataques com drones ao redor do mundo. No Paquistão, de 2.200 a 3.300 pessoas foram mortas por ataques de drones norte-americanos desde 2004, 400 dos quais eram civis. De acordo com os últimos dados do Ministério da Defesa do Paquistão, 67 civis foram mortos em ataques de drones no país desde 2008.



Em 2006, o Japão decidiu adotar a primeira lei de Asimov, argumentando que ainda não seria realístico dar atenção às outras duas.



Mas os fatos mostram que já não é mais suficiente confiar em humanos responsáveis para fazer robôs responsáveis.



"Não é mais 'muito cedo' para começar a discutir esse tipo de questão, dada a velocidade de seu desenvolvimento," afirmou Linda Johansson, pesquisadora em ética robótica no Instituto Real de Tecnologia da Suécia.



Decisão robótica



Linda sugere que, com a realidade atropelando as previsões dos futurólogos, é necessário reconsiderar as leis internacionais de guerra e examinar quem deve ser responsabilizado pelas ações dos robôs avançados.



"Soldados podem matar outros soldados em uma guerra - seria admissível que alguém do outro lado da terra ataque os operadores que controlam os drones?" questiona a pesquisadora.



Ela também questiona a ética de atribuir aos operadores de drones a tarefa de rastrear uma pessoa à distância por dias, eventualmente semanas, antes de disparar no momento "mais propício": "Isso é diferente de soldados de combate comuns que enfrentam seus adversários diretamente," diz ela.



"Em breve poderemos estar diante de uma situação em que um operador controla dois drones em vez de um, por razões de custo," prevê Linda. "Acrescente a isso a tendência humana de confiar na tecnologia; agora imagine uma situação em que decisões muito rápidas devem ser tomadas. Fica fácil deixar a etapa da decisão fora do circuito e entregar o controle para o robô ou computador."



"O homem se torna o elo mais fraco," conclui ela.



Valor da vida



Na semana passada, um relatório da organização Human Rights Watch pediu o banimento das armas robotizadas e autônomas.



"Como máquinas inanimadas, armas totalmente autônomas não podem verdadeiramente compreender nem o valor de uma vida individual, nem o significado de sua perda", afirma a nota da entidade.



Desde Asimov, muitas têm sido as preocupações com o risco do surgimento de "máquinas assassinas".



Confiando que o futuro demoraria muito a chegar, a sociedade não se preparou, e agora terá que lutar para evitar que o problema atinja um ponto sem volta.



Leia mais:







Aumenta Preocupação com Robôs Assassinos Autônomos












"Robôs Assassinos" e seu Uso Serão Debatidos na ONU












EUA: Cientistas Criam Partículas Biônicas "Inspirados no Exterminador do Futuro"





Fontes:

- Inovação Tecnológica: Por que a sociedade não se posiciona contra os robôs assassinos?


Transgênicos Podem Estar Relacionados à Doença de Morgellons!

Transgênicos Podem Estar Relacionados à Doença de Morgellons!:



Um problema de saúde que parece coincidir com a revolução dos transgênicos é a doença de Morgellons. E se o advento da doença de Morgellons tiver algo a ver com a ingestão de alimentos geneticamente modificados? Veja neste artigo como isto pode ser real!




Desde que a administração Clinton fez da biotecnologia "uma prioridade estratégica para o governo dos EUA" (1),os interesses das gigantes multinacionais do agronegócio tem assumido agressivamente a cadeia alimentar global, inundando-a com Organismos Geneticamente Modificados (transgênicos ou OGM) sem levar em conta as consequências para a Terra ou a seus habitantes. Esta aquisição não só tem o potencial de devastação econômica global, mas ameaça a população da Terra com amplas preocupações com a saúde também.



Doença de Morgellons - O que é isso?



Muito pouco pode ser encontrado em relação a esta doença. Originalmente, os pacientes foram informados de que seu problema era imaginário. O que foi de pouco conforto para as pessoas que estavam sofrendo.



Os que sofrem da doença de Morgellons reportam um estranho material parecido com fibra saindo de feridas ou chagas que surgem na pele. Isto é acompanhado por dor e coceira intensa, que tem sido descritos como "uma sensação constante como se algo estivesse se rastejando sob a pele." (2). Veja também nosso outro post "[ESTUDO] Prova da Existência da Doença de Morgellons?".



Em 18 de maio de 2006, a KGW,  um canal de notícias local da área de Oregon, publicou a seguinte história:



Doença estranha: História de horror da misteriosa doença (trecho)



 [Dr. Drottar] A desabilitada médica familiar sentiu como se insetos estivessem rastejando sob sua pele.



"Se eu dissesse às pessoas completamente o que tem acontecido comigo medicamente, eles pensariam que estão no twilight zone", disse Drottar.



Ela acordou com a sensação de que o fluido estava correndo logo abaixo de sua pele. Muitas vezes, algo como fibras pretas ou azuis se projetavam de sua pele, disse ela.



"Eu pensei que tinha sido exposta ao amianto. Eu pensei que eu tinha fibras de amianto saindo da minha pele. Eu estava puxando longas, finas e pequenas fibras semelhantes a pelos longos que eram extremamente afiados que poderiam literalmente furar totalmente as minhas unhas", disse Drottar.



Além da sensação de insetos e as fibras, Drottar também sofria de depressão severa, fadiga crônica e um sistema imunológico enfraquecido. Como resultado, ela teve que desistir de sua prática familiar, disse Drottar. (3)



Aqui estão algumas fotos de lesões de Morgellons incluídas no artigo da KGW:









Fibras embutidas na pele, removidas da lesão facial do menino de três anos de idade, aumentada em 60 vezes.







Morgellons e Transgênicos - a Conexão



Pouca informação foi revelada sobre os efeitos a longo prazo das culturas dos transgênicos em seres humanos ou animais, e ainda menos informação pode ser obtida em relação à pesquisas correlacionando Morgellons com alimentos transgênicos.



Isto é suspeito logo de cara, porque parece que haveria uma curiosidade natural sobre uma ligação entre organismos geneticamente modificados que as pessoas ingerem regularmente com as fibras inorgânicas que se projetam a partir da pele de uma pessoa.



Isso seria até de interesse para os geneticistas, e digno de intensa investigação.



Então, por que não há uma tonelada de estudos publicados?



Por que é tão difícil encontrar qualquer coisa relacionada a isso?



Será que empresas como a Monsanto tem influência suficiente para ocultar efetivamente essas histórias?



Se eles têm cacife suficiente para arruinar países enganando pobres agricultores para comprar sementes transgênicas patenteadas, e em seguida, dão um passo adiante e forçam essas pobres pessoas a comprarem sementes, ano após ano, em vez de colher a sua própria, então eles têm influência suficiente para pedir ao nosso mais do que disposto governo corporativo para manipular a imprensa... de novo.



De acordo com o PhD, Mike Stagman:



"A engenharia genética é um pesadelo tecnológico que já causou muitas epidemias - documentada, mas não divulgada" (4)



O artigo a seguir de Whitley Strieber publicado em 12 de outubro de 2007, intitulado "A doença da pele pode estar ligada a alimentos geneticamente modificados" conclui que as fibras retiradas de uma vítima de  Morgellons contem a mesma substância que é "usada comercialmente para a produção de plantas geneticamente modificadas."



Doenças de pele podem estar ligadas a alimentos geneticamente modificados

12 de outubro de 2007



Muitas pessoas - a maioria médicos -  tem descartado a doença de Morgellons como sendo hoax ou hipocondria. Mas agora há provas de que esta misteriosa doença pode ser real e relacionada a alimentos geneticamente modificados!



Da pele das vítimas de Morgellons, saem misteriosos fios que tem sido identificados como celulose (os quais não podem ser produzidos pelo corpo humano), e as pessoas têm a sensação de que coisas rastejam sob a pele. O primeiro caso conhecido de Morgellons ocorreu em 2001, quando Mary Leitao criou um site que descreve a doença que infectou seu filho. Ela chamou de Morgellons depois de um estudo médico do século 17 na França, que descreveu os mesmos sintomas.



Publicado entre 15 e 21 de setembro pela revista New Scientist, Daniel Elkan descreve um paciente que ele chama de "Steve Jackson", que "há anos" tem "encontrado minúsculas fibras azuis, vermelhas e pretas que crescem em lesões intensamente pruriginosas na pele". Ele cita Jackson dizendo: "As fibras são como plásticos flexíveis e podem ser de vários milímetros de comprimento. Sob a pele, algumas estão entrelaçadas em ziguezague. Estas podem ser tão finas como teia de aranha, mas fortes o suficiente para dilatar a pele quando você os retira, como se estivesse puxando um fio de cabelo."



Os médicos dizem que esse tipo de doença só pode ser causada por um parasita, mas os medicamentos anti-parasitários não ajudam. Os psicólogos insistem que esta é uma nova versão da síndrome conhecida conhecida como "delírio parasitário". Embora esta seja uma doença "real", não é uma doença causada fisicamente.



Mas agora há evidência física que a doença de Morgellons não seja apenas psicológica. Quando o farmacologista Randy Wymore se propôs para estudar algumas dessas fibras se as pessoas as enviassem a ele, ele descobriu que "as fibras de diferentes pessoas pareciam notavelmente semelhantes entre si e também parecem não corresponder à fibras ambientais comuns."



Quando eles levaram estas fibras para uma equipe forense da polícia, eles disseram que não eram de roupas, tapetes ou roupa de cama. Eles não têm ideia o que são.



O pesquisador Ahmed Kilani disse que ele foi capaz de separar duas amostras de fibras e extrair seu DNA. Ele descobriu que elas pertenciam a um fungo.



Um achado ainda mais provocante é que o bioquímico Vitaly Citovsky descobriu que as fibras contêm uma substância chamada "Agrobacterium", que de acordo com a New Scientist, é "usada comercialmente para a produção de plantas geneticamente modificadas." Poderiam plantas transgênicas serem "a causa de uma nova doença humana? "(5)



Transgênicos- Não sob o meu olhar!



As gigantescas corporações multinacionais por trás da revolução dos transgênicos estão nos atacando em nosso ponto mais vulnerável - as nossas barrigas. A maioria das pessoas foi criada com uma confiança inata que o que compram nas lojas é seguro para comer.



Isto já não é verdade, pois a maioria dos alimentos processados ​​contêm ingredientes geneticamente modificados, que podem ter efeitos desastrosos sobre a saúde animal e humana.



O que você compra na loja da esquina poderia mudar o seu DNA e criar tais sintomas assustadores que o público em geral simplesmente não acredita nele. O pior é que quando você vai ao médico para obter ajuda, ele lhe diz que o que você está enfrentando é tudo da sua cabeça. Que bobagem! Cabe a pessoas que se importam fazerem as correlações entre o que nós comemos e o que acontece com nossos corpos. Lembre-se do velho ditado - "você é o que você come?" Bem, este autor acredita que seja verdade.



Referências:



1) Engdahl, F.W. (2007). Seeds of Destruction.



2) Stagman, M. Phd. (2006). GMO Disease Epidemics: Bt-cotton Fiber Disease.



3) Porter, L. (2006). Strange sickness: Mystery disease horror story.



4) Stagman, M. Phd. (2006). GMO Disease Epidemics: Bt-cotton Fiber Disease. Retrieved from



5) Strieber, W. (2007). Skin Disease Might be Linked to GM Food.



Leia mais:







Confirmado: DNA de Alimentos Geneticamente Modificados são Transferidos para os Humanos que os Ingerem











[ESTUDO] Toxina Bt dos Transgênicos Pode Causar Anemia e Leucemia









[ESTUDO] Transgênicos da Monsanto Causam até Três Vezes Mais Câncer e Mortes Precoces












[ESTUDO] Prova da Existência da Doença de Morgellons?





Fontes:

Global Research: GMO and Morgellons Disease

- KGW: Nightmare under the microscope

- KGW: Sharing the Nightmare


Religião Universal: Berlim terá Primeira 'Igreja-Mesquita-Sinagoga' para Unir Religiões

Religião Universal: Berlim terá Primeira 'Igreja-Mesquita-Sinagoga' para Unir Religiões:



Quem lê sobre sociedade secretas e sabe dos objetivos da Nova Ordem Mundial não vai ficar muito surpreso com essa notícia. Para unir religiões, Berlim terá primeira 'igreja-mesquita-sinagoga'.



"The House of One" (A casa de um, em tradução livre), como está sendo chamada, terá uma sinagoga, uma igreja e uma mesquita sob o mesmo teto.







O projeto foi escolhido em um concurso de arquitetura. Trata-se de um edifício de tijolo com uma torre alta e quadrada no centro. Do outro lado de um pátio ficarão as casas de culto das três religiões – a Sinagoga, a igreja e a mesquita. O rabino Tovia Ben Chorin. "Do meu ponto de vista judaico, a cidade que planejou o sofrimento dos judeus agora é a cidade que está construindo um centro para as três religiões monoteístas que moldaram a cultura europeia", disse à BBC.



O pastor Gregor Hohberg, um pároco protestante, disse que a Casa será construída no local onde foi a primeira igreja em Berlim, que data do século 12. A Igreja de St Petri foi duramente atingida no final da Segunda Guerra Mundial, quando o Exército Vermelho ocupou Berlim. O que restou foi destruído no período pós-guerra pelas autoridades da Alemanha Oriental.



"Sob o mesmo teto: uma sinagoga, uma mesquita e uma igreja. Queremos usar esses espaços para nossas próprias tradições e orações. E juntos queremos usar a área central como um espaço de diálogo e de discussão e também para aqueles não tem fé".



"Berlim é uma cidade onde pessoas de todo o mundo se reúnem e nós queremos dar um bom exemplo de união".



"A NOVA ERA", prega e divulga o ecumenismo, ou seja a união de todas as igrejas e religiões numa só ( católicos, evangélicos, espíritas, judeus, enfim todos juntos).



Veja um outro artigo relacionado de alguns anos atrás:



Político italiano propõe criar 'organização das religiões unidas' em roma



Cidade do Vaticano, 15 fev (RV) - O líder do Partido Democrático italiano, Walter Veltroni, propôs a criação de uma "Organização das Religiões Unidas", com sede em Roma, e assegurou que a ideia agradou muito ao secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, e ao papa Bento XVI.



Veltroni explicou que sua idéia consiste na criação de um "palácio das religiões" em Roma, como o da sede da ONU em Nova York, no qual representantes de todas as confissões do mundo possam se encontrar e dialogar. O líder político assegurou que já propôs sua iniciativa, intitulada "United Religions" (Religiões Unidas) tanto a Bento XVI como ao secretário-geral da ONU.



Veltroni anunciou a proposta durante uma coletiva de imprensa para sua despedida como prefeito de Roma, pois inicia sua campanha eleitoral como candidato, do novo Partido Democrático, ao cargo de premiê, nas eleições de 13 de abril.



Três dos organismos das Nações Unidas têm sede na cidade de Roma: o Fundo Internacional para o Desenvolvimento Agrícola (IFAD), a Organização para a Agricultura e a Alimentação (FAO), e o Programa Mundial de Alimentos (PAM).



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Sou a favor do fim das guerras motivadas por religiões, mas também sabemos que entre os objetivos da NOM, além de um governo único e uma moeda única, é a criação de uma religião universal... 


Fontes:
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via Blog A Verdade Estampada Online: A Nova Era

- BBC: Berlim terá primeira 'igreja-mesquita-sinagoga' para unir religiões

- Radio Vaticana: Político italiano propõe criar 'organização das religiões unidas' em roma


quarta-feira, 25 de junho de 2014

Robôs Assassinos: Dois Manifestantes Interrompem Conferência I/O do Google e são Expulsos

Robôs Assassinos: Dois Manifestantes Interrompem Conferência I/O do Google e são Expulsos:



Temos relatado neste blog a algum tempo sobre o apetite interminável do gigante Google em dominar o mercado de robôs e inteligência artificial. Hoje o Google foi alvo de dois protestos durante a seu Conferência I/O de 2014





O maior evento do Google no ano, a Conferência de Desenvolvedores I/O 2014 em San Francisco, foi interrompida duas vezes hoje por dois manifestantes com mensagens muito diferentes. Um manifestante, um homem não identificado, levantou-se na plateia tarde na palestra do Google durante uma discussão de plataforma de nuvem da empresa e começou a gritar sobre robôs assassinos. "Vocês todos trabalham para uma empresa totalitária que constrói máquinas que matam pessoas!",  gritou o homem, apontando o dedo para o palco onde VP sênior de infra-estrutura técnica Urs Holze estava falando. "Você sabe que isso é verdade", disse o manifestante, antes de ser escoltado para fora do Moscone Center por seguranças.



Mais cedo, uma outra mulher, cuja identidade manifestante ainda não foi confirmada, começou a gritar no meio da palestra do diretor de engenharia Android Dave Burke. Ela levantou uma camiseta que dizia "desenvolva uma consciência, para Jack Halprin", como visto na foto acima e abaixo. Não parece neste momento que os protestos estavam diretamente relacionados.



Halprin, um advogado do Google, que não estava no palco no momento, já foi alvo de manifestantes antes. Em abril, os manifestantes reunidos em frente à casa de Halprin no moderno bairro Mission Dolores em São Francisco, protestando a suposta expulsão de todos os outros seis inquilinos da propriedade. Pelo menos dois dos inquilinos disseram que eles eram professores locais em San Francisco, como o SF Examiner relatou na época.



Na I/O de hoje, a manifestante foi rapidamente escoltada para fora por um segurança, e Burke parecia não se incomodar com a perturbação. Mais tarde, ele brincou sobre o incidente, dizendo que a nova versão do Android recurso de economia da bateria L seria boa para o manifestante: "Talvez você está fazendo uma longa caminhada, ou talvez um longo protesto."



Leia mais:







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Fontes:

- The Verge: Two protesters interrupt Google keynote over killer robots, housing evictions