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sexta-feira, 31 de agosto de 2007

Lançamento DELL! Conheça a nova linha Vostro 1000



Neste final de semana, além das promoções, apresentamos uma grande novidade: o lançamento da nova linha de notebooks Vostro 1000 .

Notebook Vostro 1000
Grátis DVD-RW
512MB de memória
Por apenas R$1699 em 6x de R$ 283,17 sem juros no cartão ou 10 x de R$ 169,90 no CDC

Desktop Dimension C521
Monitor LCD 15"
1GB de memória
COMBO(DVD + Gravador de CD)
Por apenas R$1499 em 6x sem juros de R$ 249,83 no cartão 10 x de R$ 149,90 no CDC






segunda-feira, 27 de agosto de 2007

TV na internet

Para quem gosta de assistir televisão de várias partes do mundo, acesse www.tvnainternet.com. Quem sabe você encontra algum programa interessante...

sexta-feira, 24 de agosto de 2007

O chip a laser

Escrito por Duda Teixeira Fonte Revista Veja - 27 de setembro de 2006 Pag. 109

Mais veloz e barato, ele vai viabilizar o supercomputador doméstico

O chip de computador acaba de dar um enorme salto tecnológico. Na semana passada, a Intel, maior fabricante mundial de microprocessadores, e pesquisadores da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, anunciaram a criação de um chip capaz de operar a laser e multiplicar por 100 a atual velocidade de processamento. Esse avanço tecnológico também abre a possibilidade de que se use o laser para enviar dados entre os chips, removendo um enorme gargalo existente na arquitetura dos computadores. Os raios luminosos já são usados na transmissão a grande velocidade de dados a distância — entre cidades ou escritórios, por exemplo — por meio de cabos de fibras ópticas. Em um chip comum, os dados são transmitidos por impulsos elétricos que percorrem fios de silício ou cobre microscópicos. O que os cientistas fizeram foi cobrir o microprocessador com uma fina camada de fosfato de índio, substância capaz de propagar os raios luminosos. No chip a laser, os fios continuam existindo, mas apenas para orientar os feixes de luz.

Essa tecnologia ainda está na fase de testes e não deve ser colocada à venda antes do fim da década — mas suas possibilidades abrem uma nova perspectiva para a construção de computadores. Primeiro, vai-se eliminar em boa parte o problema do aquecimento. Quando os microprocessadores atuais ultrapassam a frequência de 3,5 GHz, a temperatura pode chegar a 100 graus, o que reduz a vida útil das peças. Como o calor é produzido pelos impulsos elétricos, o problema deixa de existir com o uso de raios luminosos. O segundo impacto será na comunicação entre os chips no interior do computador. Atualmente, os cabos entre eles reduzem em 75% a velocidade da transmissão de informações, em comparação com o que ocorre dentro dos chips. Isso equivale a obrigar um carro que inicia a viagem a 100 quilômetros por hora a percorrer parte do trajeto em ritmo de bicicleta. A mesma tecnologia usada no interior dos chips servirá para dar maior velocidade à comunicação entre os microprocessadores. "O laser é a grande aposta da microeletrônica, pois se move muito mais depressa e não está sujeito às mesmas limitações dos impulsos elétricos", diz o engenheiro João Antonio Zuffo, coordenador do Laboratório de Sistemas Integráveis da Universidade de São Paulo. Em termos práticos, significa que, por preço razoável, será possível ter em casa um super computador, equivalente aos que hoje são utilizados para sequenciar o genoma humano.

Ganhe mais com a Dell: desktop C521 com 1GB e LCD 15" por R$ 1399!

segunda-feira, 13 de agosto de 2007

Informativo INI - 07/2007

Link: http://www.ini.org.br/ini/site/informativo/Informativo_julho_2007.pdf

SEÇÃO: O INI

- NÚMEROS DA COMUNIDADE

- AGENDA INI

- ACONTECEU NO INI

- CARTEIRA CONSOLIDADA INI – PARTICIPE!

SEÇÃO: ENTENDENDO O MERCADO DE AÇÕES

TEMA DESTA EDIÇÃO: AÇÕES UNIT, O QUE SÃO E COMO FUNCIONAM?

Uma dúvida recorrente de nossos associados e cadastrados é o significado das ações UNIT, comumente identificadas pelo número 11 em seus códigos de negociação. É muito importante entender essa questão, pois freqüentemente as UNITS têm mais direitos do que as ordinárias ou preferências individualmente. A seguir transcrevemos um bom artigo sobre o tema

...(continua)

SEÇÃO: A METODOLOGIA INI DE INVESTIMENTO EM AÇÕES

TEMA DESTA EDIÇÃO: CARTEIRA CONSOLIDADA INI DEMONSTRA FOCO EM CRESCIMENTO, BONS FUNDAMENTOS E BONS MÚLTIPLOS.

No primeiro levantamento das ações preferidas da comunidade INI percebeu-se uma seleção de empresas, em sua maioria, com bons fundamentos e múltiplos adequados. Veja...

(continua)

ESPAÇO DA COMUNIDADE

Bolsa de Xangai

Publicado originalmente no editorial do site Onde Investir by Lopes Filho, no dia 01/06/2007. Visite www.ondeinvestirbylopesfilho.com.br

No dia 27 de fevereiro o mercado acionário chinês assustou o mundo ao registrar a maior queda de seu principal índice em dez anos. Apesar de, no dia anterior à queda, o ex-presidente do banco central americano ter advertido para uma possível recessão nos Estados Unidos, tal baixa não esteve atrelada a alguma grande notícia que sugerisse qualquer problema na economia mundial, mas refletiu a temerosidade por parte de alguns investidores quanto a possíveis medidas do governo para buscar esfriar o mercado acionário chinês..

. (continua)

Faça o download em: http://www.ini.org.br/ini/site/informativo/Informativo_julho_2007.pdf

Persevere e triunfarás

Um estrangeiro que tivesse trazido para o Brasil US$ 1 milhão em meados de 2002 e aplicado em uma determinada cesta de ações poderia ver seu patrimônio multiplicado por quase 25 vezes de lá para cá. Se esse capital tivesse aportado por aqui em 1992, teria 68 vezes mais o que possuía e, em 20 anos, o seu milhão teria se transformado em mais de US$ 145 milhões. Esses números são um bom indício de que, nestes tempos de fortes sacolejadas no mercado de ações, a melhor resposta para o aplicador pode ser o longo prazo. Se tiver uma carteira composta por papéis de empresas com bons fundamentos, com perspectivas de expansão para o negócio e crescimento de resultados, não há por que a estratégia de investimento não sair a contento, neutralizando as intempéries vividas em intervalos mais curtos.


Foi sob essa perspectiva que a GAS Investimentos fez uma simulação com uma cesta de dez ações em diferentes janelas de tempo: 5,10, 15 e 20 anos, distribuindo uma aplicação hipotética de US$ 100 mil em cada uma das empresas eleitas. A seleção incluiu Petrobras, Banco do Brasil, Itaúsa, Bradesco, Vale do Rio Doce, Cemig, Unibanco, Randon e Gerdau Metalúrgica , papéis de longa data negociados no pregão e com liquidez razoável. Assim, pôde constatar que mesmo que a gestão não seja das mais ativas, se as escolhas estiverem afinadas, a paciência do aplicador costuma ser recompensada.


Nos últimos cinco anos, o aplicador teria obtido uma valorização, em dólares, de 2.342%, acima do Índice Bovespa (Ibovespa), de 913%, ou do Dow Jones Industrial, de 51%. É claro que nesse período, a conta acabou sendo inflada pela fantástica valorização do real em relação à moeda americana. Mas olhando no prazo mais longo, o investidor teria conseguido, em 20 anos, um retorno médio anual consistente, de 28,3%.


Essa é uma lição para os tempos de intensa volatilidade, afirma o sócio da GAS e autor do levantamento, Alexandre Abuleac. "O investidor, quando faz aplicação em bolsa, se ele está calçado em empresas com bons fundamentos, não pode ficar olhando para o que acontece no curto prazo." A gestora tem como política comprar fatias consideráveis de empresas - ocupando até assentos nos conselhos de administração -, que acredita ter potencial de gerar valor para os minoritários, sem mexer muito nas suas carteiras. "É preciso buscar o retorno no longo prazo, evitar ficar comprando e vendendo e isso vale tanto para a gestão profissional quanto para o pequeno investidor", defende.


Com a herança cultural e financeira do pai, Leivi Abuleac, um dos maiores acionistas individuais do sistema Telebrás no período que antecedeu a privatização, ele ensina que o aplicador de bolsa não deve esperar dobrar de patrimônio em um ano. Mas se conseguir, na média, retornos na casa dos 28% (em dólares), como o observado no intervalo de 20 anos do seu estudo, é uma rentabilidade pra lá de excelente.


Quem entende muito bem de longo prazo é Dório Ferman, o comandante à frente do Lógica II, da Opportunity Asset Management, um dos fundos de ações mais antigos do mercado brasileiro. Criado em março de 1986, no limiar do Plano Cruzado, a gestão atravessou toda sorte de crises e planos econômicos. É por isso que se acostumou a olhar o risco de uma forma diferente da convencional, conta Ferman. "A gente não se impressiona com a volatilidade do dia-a-dia e só avalia se há risco de ocorrer uma crise econômica mais à frente", diz.


Para ele, os riscos no mercado hoje são até menores do que há seis meses, quando a bolsa chinesa caiu 8,5% num único dia, chacoalhando os mercados mundiais e a turbulência foi seguida pelos primeiros indícios de que as hipotecas americanas de alto risco ("subprime") trariam problemas. "A diferença é que agora os riscos estão refletidos nos preços e é isso que nos dá oportunidade de usar o caixa livre para fazer compras em condições mais interessantes."


As aquisições para a carteira do Lógica nunca são para giro rápido, embora seja comum a gestão movimentar todo o portfólio em intervalos de um ano. A posição mais antiga, carregada por mais de 15 anos, conta Ferman, foi de ações ordinárias (ON, com direito a voto) da Petrobras. "Compramos os papéis quando valiam metade do preço das preferenciais e vendemos quando passaram a custar 20% mais." Não há preconceitos na escolha do portfólio, composto por "blue chips" e ações de segunda linha. O mix atual é formado por bancos (34%), incluindo os de menor porte recém-chegados à bolsa; energia elétrica (23%); mineração e siderurgia (15%), o setor imobiliário (8%), também cheio de novatas, com Agra, Abyara, Even, MRV , Tecnisa e Rossi, além de ter uma pequena exposição em tecnologia, com Bematech e Positivo.


Sentar e esperar os resultados frutificarem com uma paciência de Jó é a cultura que vem sendo transmitida pela Geração Futuro aos investidores do seu fundo de ações, que acaba de completar dez anos. Na carteira, há papéis com igual longevidade, caso de Plascar ON, do setor de autopeças. Nesse período, a gestão se defrontou com episódios tão diversos como a mudança do controle da empresa ou a recente incursão no Novo Mercado. "O que temos reafirmado para o cotista é para ele não se desfazer do seu projeto de investimento e manter uma programação de aportes mesmo quando a bolsa cai", diz o diretor Wagner Salaverry. "Nos últimos anos, o aplicador se acostumou a um longo período de alta e ele acabou esquecendo que a volatilidade é inerente ao mercado."


Outras veteranas da carteira da Geração são as ações preferenciais (PN, sem direito a voto) da Randon, também da cadeia do setor automobilístico, e a fabricante de armas Forjas Taurus. A baixa liquidez desses ativos é balanceada com papéis de primeiríssima linha como Petrobras, Usiminas, Gerdau e VCP. Nos momentos de baixa da bolsa, a gestão aproveita para aumentar a participação em certas empresas. O desinvestimento, em alguns casos, tem sido feito por meio de ofertas públicas secundárias, como foi em Guararapes e Randon.

quarta-feira, 8 de agosto de 2007

Pegadinha da língua portuguesa

Pegadinha da língua portuguesa.

ESSA QUASE NINGUÉM ACERTA:

Aí vai um desafio para quem quiser testar seus conhecimentos de língua Portuguesa.

Trata-se de um teste realizado em um curso na AmericanAirlines.

Na frase abaixo deverá ser colocado 1 ponto e 2 vírgulas para que a frase tenha sentido.

PENSE antes de ver a resposta que está no final da página.

Afinal, assim não seria um teste.

Com esta nenhum americano ou brasileiro passa.

MARIA TOMA BANHO PORQUE SUA MÃE DISSE ELA PEGUE A TOALHA.


OBS.: Pense, não olhe a resposta antes de tentar acertar a resposta abaixo.

Não olhe, quebre a cabeça, e veja se consegue colocar o ponto e as duas vírgulas.Levei mais ou menos 10 minutos eNão consegui.
Walter


RESPOSTA:


Vá devagarinho e pensando,
Walter




Maria toma banho porque sua. Mãe, disse ela, pegue a toalha.

A "pegadinha" está no fato do uso do verbo suar,
confundindo com o pronome possessivo (sua) .

A Língua Portuguesa é fogo, mesmo...