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quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Finalmente a oposição age.


O Democratas vai ajuizar nesta quarta-feira, 12, uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) contra o parecer da Advocacia Geral da União, aprovado pelo Presidente Luiz Inácio Lula da Silva no dia 31 de dezembro de 2010, que fundamentou a não-extradição do italiano Cesare Battisti.

Finalmente um partido de oposição começa a se movimentar, mesmo que timidamente, neste escabroso caso de Cesare Battisti.

Luiz Inácio Lula da Silva, hoje um cidadão comum que ainda desfruta de regalias com o dinheiro do contribuinte, concedeu ao terrorista e assassino italiano guarida no Brasil.

O Democratas deveria estar fazendo muito mais do que simplesmente ajuizar uma ação de inconstitucionalidade neste caso. Deveria estar promovendo um movimento popular de protesto contra a decisão arbitrária, irresponsável e puramente ideológica do ex cara.

Enquanto não houver movimentação popular e de protesto este governo corrupto continuará nos roubando diáriamente e cometendo toda a sorte de ilegalidades contra o Estado Democrático de Direito 

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

FILME: Sintel – Uma Obra-Prima do Open Source


Depois de Elephants Dream e Big Buck Bunny eis que surge mais uma obra prima de animação livre.
Desta vez o título é Sintel. O filme foi apresentado a 27 de Setembro, em Utrecht no Netherlands Film Festival. O Sintel é um pequeno filme independente iniciado pela Blender Foundation, como forma de ajudar a desenvolver e divulgar a suite de criação 3D de carácter open source designado por Blender.


As verbas iniciais foram dadas por 1000 donativos via a comunidade da internet, fica provado, mais uma vez a viabilidade do modelo de desenvolvimento dualista, a tecnologia 3D e os filmes de animação independentes. Este filme de animação com 15 minutos foi realizado no estúdio do Amsterdam Blender Institute, por uma equipa internacional de artistas e programadores.

A história
O protagonista é uma jovem heroína, chamada Sintel que procura um bébé dragão, ao qual ela chama Scales. Um flashback revela que Sintel encontra Scales com a sua asa lesionada e ela trata-o, criando uma forte ligação emocional.


Quando a asa já está recuperada e Scales já consegue voar, Scales é apanhado por um dragão adulto. Sintel embarca numa aventura para resguardar Scales, efrentando animais e guerreiros, ao longo do seu caminho.

Ela eventualmente encontra um dragão adulto com um dragão bébé, o qual pensa ser Scales. O dragão adulto descobre-a e ataca Sintel, mas hesita em matá-la. Sintel enfrenta o dragão adulto, e reconhece a cicatriz na sua asa, e apercebe-se que é Scales e que ela própria envelheceu consideravelmente.


Sintel é uma aventura pelo mundo dos softwares 3D onde o código aberto oferece funcionalidades completas para modelagem, renderização, animação, pós-produção, criação e visualização de conteúdo 3D interactivos. É um excelente trabalho que foi financiado em grande parte por doações da própria comunidade e noutra parte por empresas ligadas ao ramo.

Está disponível para download através de vários formatos e tamanhos.
Download: Sintel
Homepage: Sintel

Câmera em headset permite compartilhar vídeos em redes sociais

Acessório tem 4 GB de memória e pode filmar por até quatro horas. Aplicativo que permite a visualização é compatível com Android e iOS

http://www.gazetadopovo.com.br/midia/tn_311_600_looxie-620.jpg

(Foto: Reprodução)

LooxieCam, minicâmera acoplada a fone de ouvido permite compartilhamento dos vídeos em redes sociais. O acessório conta com 4 GB de memória e pode gravar até uma hora de vídeo em qualidade VGA (ou 4 horas em qualidade inferior). O aplicativo que possibilita a visualização das imagens está disponível nas lojas Market e App Store e rodam a partir do Android 2.0 ou iOS 4.2.

* fonte: Gazeta do Povo

Brasileiros criam rede social para garimpar compras em e-commerce

Uma rede social que usa produtos para conectar pessoas. Assim é o Frugar, rede social concebida no Brasil e que, em beta desde novembro, vem sendo testada por brasileiros que comentam - e leem comentários - sobre produtos antes de abrir a carteira e passar o cartão de crédito.

“É uma rede de opiniões sobre produtos, onde as pessoas podem escrever sobre o que gostaram e recomendar aos amigos”, define Paulo Lerner, CEO e um dos sócios da Kleintech, a empresa por trás do site.

“O usuário brasileiro gosta do social, de compartilhar ideias. A própria ideia do site surgiu da percepção de que as pessoas gostam de trocar experiências, e os produtos são parte significativa da experiência de vida”, acrescenta.

“Vimos que o e-commerce, no Brasil, cresce a números assustadores”, ressalta o publicitário Rodrigo Waissman, também sócio da empresa, junto com Jacob Golder e Eduardo Klein. “Pensamos: por que não podemos transformar o interesse em redes sociais em algo prático? Estamos fazendo justamente isso: trazendo o social para o shopping”, define.

No Natal, segundo a consultoria e-bit, as vendas do comércio eletrônico brasileiro chegaram a 2,2 bilhões de reais – resultado 40% maior que o de 2009. Em setembro de 2010, a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomércio) anunciou que, nos sete primeiros meses do ano passado, as lojas de e-commerce faturaram 7,8 bilhões de reais, mais que a venda combinada de todos os shopping centers da Grande São Paulo.

Coleções
O Frugar faz esse casamento entre compras e rede social por meio de coleções. No site, o usuário pode criar coleções de produtos, com base em qualquer tema que tenha em mente – livros, eletrônicos, produtos para bebê.

Essas coleções podem ser compartilhadas com amigos, pessoas escolhidas ou o público em geral – que podem contribuir com suas opiniões e novas indicações.
Outro diferencial é que o Frugar já nasce no ambiente móvel. Além da web, a rede social conta com um aplicativo para iPhone, disponível na loja virtual iTunes.

A integração com redes sociais já consolidadas também não foi esquecida. “O usuário pode se conectar ao Frugar usando sua conta do Facebook ou do Twitter”, revela Waissman. “E ele poderá publicar as ações que realizar no Frugar nas duas redes.”

Segundo os sócios, o Frugar foi concebido para operar no Brasil e nos Estados Unidos. Inicialmente, no entanto, ele está aberto apenas no Brasil. “Queremos amadurecer o produto no País,”, explica Lerner.  O lançamento nos EUA está previsto para ocorrer até março.

US$ 2 milhões
O desenvolvimento do Frugar começou há 18 meses. Para tanto, a Kleintech afirma ter captado 2 milhões de dólares com investidores brasileiros. Desde novembro, o site funciona em beta, mas isso não impediu que cerca de 3 mil internautas descobrissem o site e fizessem cadastro.

Os produtos disponíveis para escolha no Frugar vêm de uma base de 1,5 milhão de itens, obtidos das bases de dados de cerca de 20 grandes lojas de comércio eletrônico.

Vem daí, aliás, uma das fontes de receita do site. Um clique no produto leva a uma ou mais lojas virtuais que o oferecem. “Nós somos remunerados pelos cliques”, diz Waissman.

Por enquanto, os usuários não podem cadastrar novos produtos além dos que já são oferecidos pelo site. “Mas estamos trabalhando nisso”, afirma o CEO.
Segundo os sócios, a renda será completada com links patrocinados e venda de publicidade.

Mais de dois milhões de crianças estudam somente em casa nos EUA


PURCELLVILLE, Va., EUA, 4 de janeiro de 2011 (Notícias Pró-Família) — Num novo estudo anunciado hoje o Instituto Nacional de Pesquisa sobre a Educação Doméstica (INPED) estima que haja mais de 2 milhões de crianças sendo educadas somente em casa nos EUA em 2010.
“O crescimento do moderno movimento de educação escolar em casa é estupendo”, disse Michael Smith, presidente da Associação de Defesa Legal da Educação Escolar em Casa. “Apenas 30 anos atrás havia um número estimado de apenas 20.000 crianças estudando somente em casa”.
De acordo com a Agência de Recenseamento dos EUA (2008) havia um número estimado de 54 milhões de crianças desde a educação pré-escolar até o ensino de segundo grau nos EUA na primavera de 2010, o que significa que os estudantes domésticos representam aproximadamente 4% da população em idade escolar, ou um de cada 25 crianças.
O estudo do INPED usou dados tanto de fontes governamentais quanto privadas a fim de chegar à estatística dos dois milhões.
O crescimento explosivo do movimento de educação escolar em casa vem sendo acompanhado por um crescimento em abertura para com os estudantes domésticos nas grandes universidades seculares. Cada vez mais instituições de nível universitário estão tendo como mira os estudantes domésticos, depois que estudos frequentemente mostraram que as crianças que estudam somente em casa tendem a superar as crianças da mesma idade que estudam em escolas convencionais.
De acordo com a The Old Schoolhouse Magazine, uma revista de educação escolar em casa, muitas instituições até mesmo nomeiam “especialistas de recrutamento e contato com estudantes domésticos” para prestarem assistência aos estudantes que estão no primeiro ano da universidade e suas famílias.
Um estudo de 2010 publicado na Revista de Matrículas Universitárias revelou que “os estudantes que foram educados em casa possuem uma pontuação ACT, notas médias e índices de graduação mais elevados quando comparados aos estudantes educados de modo tradicional”.
O estudo também revelou “que estudantes que estudam somente em casa tiram nota média mais elevada no primeiro e quarto ano ao se levar em consideração fatores demográficos, pré-universidade, empenho e primeira experiência em universidades”.
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Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
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segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

MINISTÉRIO DA DEFESA COMPROU DESDE SECADOR DE CABELO E DVD ATÉ REFRIGERADOR PARA FÉRIAS DE LULA NO FORTE ANDRADAS


Lula confraterniza com a família no hotel do Forte do Exército
Em 30 de dezembro, às vésperas de receber o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva com a família no Forte dos Andradas, no Guarujá (SP), o Ministério da Defesa comprou secador de cabelo, aparelho de DVD e dois ferros de passar roupa, entre outros utensílios domésticos, para o hotel do forte. Ao todo, as compras somam R$ 6.772,78, conforme relação obtida pela ONG Contas Abertas e divulgada pela coluna de Ancelmo Gois , na edição de ontem do GLOBO. (Leia também: Lula passa domingo de confraternização com familiares no Forte dos Andradas )

Na mesma data, foram gastos mais R$ 8 mil com serviços de desratização, desinsetização e descupinização.

Pelos dados obtidos pelo Contas Abertas no Siafi (Sistema Integrado de Acompanhamento e Fiscalização), o secador de cabelo custou R$ 147; o DVD, R$ 379,99; e os ferros, R$ 154. O Comando da 1 Brigada de Artilharia Antiaérea comprou ainda um jogo de panelas de prata Rechaud, por R$ 379,99; um refrigerador duplex, por R$ 1.845; e uma sanduicheira, por R$ 66,80. Na mesma relação, consta a compra de uniformes para o serviço de hotelaria, por R$ 3,8 mil.

Lula e familiares foram para o Forte dos Andradas na terça-feira passada. Neste domingo, Lula foi fotografado almoçando com a mulher, Marisa Letícia, filhos e netos na varanda do pequeno hotel construído em sua própria gestão na Praia de Monduba, dentro do Forte dos Andradas. Segundo fontes do Palácio do Planalto, ele deverá ficar até o dia 18 no local.

O Forte dos Andradas, uma base do Exército, foi um dos locais mais frequentados por Lula em dias de folga ao longo de seus dois mandatos. Segundo o diretor do Contas Abertas, Gil Castello Branco, não há indícios de irregularidades nas compras do Ministério da Defesa para o Forte.

- Todas as compras foram feitas com licitação. Não se questiona a legalidade do ato. O que se questiona é se as compras atendem a uma necessidade militar ou a necessidades de convidados ilustres - disse Castello Branco.

A hospedagem do ex-presidente com a família numa base militar, com as despesas pagas pelo governo, provocou reação em alguns setores. Diante das críticas, o ministro da Defesa, Nelson Jobim, veio a público para dizer que não há problema algum nas férias do ex-presidente numa base militar. Segundo ele, a legislação permite o regalo , desde que o hóspede tenha sido convidado por autoridades da área. Jobim disse que foi ele quem convidou Lula para passar alguns dias no forte. Texto e foto do portal do jornal O Globo

Nova presidenta “pró-vida” do Brasil escolhe ministra pró-aborto de políticas para mulheres


SÃO PAULO, Brasil, 7 de janeiro de 2011 (Notícias Pró-Família) — Dilma Rousseff, a presidenta do Brasil, ganhou a eleição presidencial da nação em novembro do ano passado depois de assegurar aos eleitores céticos que ela é pró-vida, apesar de seu histórico de apoio à legalização do aborto. Contudo, a ministra para Políticas das Mulheres, a qual ela nomeou recentemente, tem um ponto de vista diferente.
Iriny Lopes
Iriny Lopes, que no passado atuou como deputada na Câmara dos Deputados do Brasil, recentemente disse para um jornalista brasileiro que “Não vejo como obrigar alguém a ter um filho que ela não se sente em condições de ter”.
“Ninguém defende o aborto”, acrescentou ela. Estamos falando sobre “respeitar uma decisão que, individualmente, a mulher venha a tomar”.
Embora Lopes tenha reconhecido que a presidenta Rousseff tinha prometido não iniciar nenhuma legislação pró-aborto, ela acrescentou que “cabe ao Congresso definir políticas públicas”, dando a entender que tal legislação poderia no final das contas ser aceita pelo governo de Dilma.
Depois de observar seus números nas pesquisas públicas caírem devido às suas posições pró-aborto e pró-homossexualismo durante a eleição presidencial, Rousseff disse para os eleitores: “No meu projeto sou favorável à valorização da vida, e eu pessoalmente sou contra o aborto, que é uma violência contra a mulher”. Ela também anunciou um compromisso público de não iniciar nenhuma legislação pró-aborto, nem legislação que restringiria a liberdade de expressão em relação às questões homossexuais.
Contudo, organizações pró-vida e pró-família receberam as declarações de Rousseff com ceticismo. Ela havia no passado apoiado a descriminalização do aborto em termos explícitos, e o Partido dos Trabalhadores, do qual ela é membro, tem lutado vigorosamente pela mesma causa. O compromisso de Rousseff de não iniciar legislação pró-aborto não a obrigava explicitamente a vetar tal legislação se for aprovada pelo Congresso Nacional.
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Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
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