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sexta-feira, 26 de agosto de 2011

William Douglas, o evangélico da “tolerância”


Leonardo Bruno
Ao acompanhar os artigos da Revista evangélica Genizah, eis que me deparo com mais artigos do juiz federal e professor de concursos William Douglas, em particular, sobre o movimento homossexual. Assustou-me as falácias implicadas no seu raciocínio, demonstrando uma ignorância abissal do que está por trás de toda a polêmica da virulenta militância gay. Ao que parece, o Sr. Douglas ou não percebeu ou finge perceber de que o país está numa verdadeira guerra cultural, onde o cristianismo está sendo atacado por todos os lados. Entretanto, o magistrado quer agradar a gregos e troianos fazendo pose de moderado, de sensato, quando na verdade, a polidez acaba virando pretexto para a falta de firmeza nas idéias.
Em seu artigo, intitulado “Dois surdos: os religiosos e o movimento gay”, publicado na Revista Genizah, em 13 de maio de 2011, o Sr. Douglas coloca na mesma proporção as alegações dos religiosos e do movimento homossexual. O texto é abertamente confuso e cheio de auto-enganos. Seu esquema mental não é uma defesa de princípios. Ou mais, é uma defesa de princípios não pautada no cristianismo, mas tão somente nas opiniões oscilantes do sistema democrático. Ora, para o juiz, o problema das reivindicações espúrias do movimento gay não passa pela legitimidade no plano de valores autênticos, mas sim dentro das estruturas duvidosas do conceito da “maioria” ou “minoria” ou o que é estabelecido pelo Congresso Nacional. Sua expressão é clara nesta frase: “O erro da intolerância, o movimento gay também comete ao tentar impor um novo conceito de casamento ao invés da aceitação da união civil estável homoafetiva, e mais ainda, ao defender um projeto de lei contra homofobia que desrespeita a liberdade de opinião e religiosa (PLC 122). Isso para não falar do "kit gay", uma apologia ofensiva e inaceitável para grande parcela da população. Não há santos aqui, só pecadores. Em ambos os lados”. E ainda reitera: “Negar o direito dos gays é tirania dos religiosos. De modo idêntico, impor sua opinião aos religiosos, ou calá-los, ou segregá-los nas igrejas como se fossem guetos é tirania do movimento gay". Ou seja, tanto faz um cristão pregar a bíblia ou os valores do casamento tradicional ou o movimento homossexual ideologizar a educação com kit-gay nas escolas e criminalizar a religião. Eles estão no mesmo nível de intolerância, nas palavras de William Douglas.
Por outro lado, Douglas tem uma visão distorcida da palavra “direito”. Desde que o Estado previdenciário e babá surge nas democracias, o “direito” implica uma exigência neurótica de regalias e equiparações sociais, com o total desprezo pelos deveres e pelas diferenciações. Ele diz: "Nesse diálogo de surdos, o STF foi forçado a decidir em face da incompetência do Congresso, dos religiosos e do movimento gay, pela incapacidade de se respeitar o direito alheio”. A questão que se impõe é: desde quando o “casamento homossexual” constitui um “direito”? Qual o precedente histórico, jurídico ou moral que implique afirmar que o homossexualismo é um “direito”, já que não se enquadra nas relações naturais da família e da heterossexualidade? Direito é dar a quem é devido e fazer a correlação daquilo que de fato existe conforme à lei natural e à realidade. Se afirmarmos que o homossexualismo cria “direitos de família”, logo, estaremos também afirmando que o reconhecimento exclusivo da família heterossexual é uma espécie de “discriminação”. Todavia, o absurdo dessa tese é que não há parâmetros existenciais para uma “família gay”, justamente porque o comportamento gay não comporta dentro dos papéis da família, e a sexualidade gay não se consuma, é incompatível. É falso afirmar os “direitos” dos gays no plano matrimonial. Justamente, porque o casamento, pela sua natureza, é restritivo a um tipo de relação e comportamento, que exclui todo o resto.
Outra falsidade existente, e que encontramos nos artigos de William Douglas, é a da “igualdade de direitos”. O não-reconhecimento do “casamento gay” não viola a igualdade de direitos, justamente porque o casamento heterossexual é válido, tanto para gays, como para heteros. O que a lei ainda não reconhece é a nivelação entre homossexualismo e heterossexualidade. Exigir essa nivelação nada tem de “direito”. É tão somente uma deturpação conceitual, que na prática, rebaixa a dignidade do direito de família e relativiza sua estrutura orgânica.
O mais grotesco é o Sr. Douglas chamar a dupla homossexual de “casal”. O termo só se aplica a relações heterossexuais e não compete elevar o homossexualismo no mesmo plano das relações heterossexuais, justamente porque dentro de uma hierarquia de valores, as implicações das relações entre homem e mulher são totalmente distintas. Do homem e da mulher se gera uma família, porque do vínculo, se cria relações de parentesco e consangüinidade, através da geração de filhos. O mero fato de constatar que o homossexualismo generalizado levaria a extinção da espécie humana já revela a desigualdade elementar dos comportamentos sexuais. Homossexualismo é apenas capricho do desejo; a heterossexualidade é um dado essencial da sexualidade humana, sem a qual, o ser humano some da face da Terra. Um casal que gera filhos é bem diferente de uma sexualidade incompatível, que jamais se consuma. Penso até que seria ofensivo a dois homens ou mulheres gays serem chamados de “casal”, uma vez que tal palavra já rotula que um é o macho e outro é a fêmea da relação. Na prática, a elevação das relações homossexuais ao nível da família e do casamento tradicional soa tão grosseiro e caricatural, que a intenção implícita do movimento gay é tão somente de desmoralizar a estrutura familiar.
Alguém objetaria esse argumento, ao falar do casal estéril. Só que um casal estéril, quando adota filhos, apenas reproduz o que é conforme ao costume ou a natureza, qual seja, os papéis do homem e da mulher, do pai e da mãe. A esterilidade, neste caso, não é produto da incompatibilidade sexual, mas tão somente de uma falha na capacidade reprodutiva. Sexualmente, o casal estéril é compatível e sua relação e referências estão de acordo com as estruturas naturais da família.
Em outro artigo de Douglas, intitulado “Apedrejando os outros: algumas observações sobre a PL -122”, publicado na Revista Genizah, em 28 de maio de 2011, o juiz, em nome de “combater a homofobia”, mais uma vez nivela as ações de cristãos e do movimento gay, como se os valores e práticas políticas fossem os mesmos. Não conheço nenhum cristão que pregue a prisão de homossexuais. Tampouco ouvi falar de alguém que saiu de uma missa ou de um culto evangélico para matar gays, por conta da pregação de padres e pastores. Todavia, o movimento gay faz “beijaços” na frente de catedrais católicas e igrejas protestantes, hostiliza símbolos religiosos cristãos na Parada Gay, censura a publicação de versículos da bíblia em outdoors e, ainda, quer criar uma lei para destruir a liberdade religiosa, transformando padres, pastores e milhões de cristãos em figuras potencialmente criminosas. Apesar de toda a ação violenta, radical e totalitária do movimento gay, William Douglas quer que os católicos e evangélicos sejam educados, contritos, delicados, na pregação daquilo que são os princípios de fé e moral da Cristandade. Tenham zelo e medo de pregar o cristianismo, por ser contra a tal “homofobia”.
Mas o que significa “combater a homofobia”? Um conceito obscuro, elástico, sem definição clara, que é perfeitamente manipulado pelo movimento gay para rotular qualquer dissidente ou imputar os piores rótulos. A palavra “homofobia” pode ser interpretada como qualquer coisa: rejeitar a homossexualidade, criticar a homossexualidade, odiar o homossexual, matar o homossexual. Ou, na melhor das hipóteses, rejeitar o programa gay, intocável no palavreado viciado de estigmas da linguagem politicamente correta. Partindo dessa extensão subjetiva da palavra, o mero fato de alguém criticar os homossexuais ou o homossexualismo faz dele um assassino em potencial. A senadora Marinor Britto já não acusou o deputado Jair Bolsonaro de ser “homofóbico” e “criminoso”? Os arautos do movimento gay dizem querer criminalizar o ódio anti-homossexual. Desde quando a lei pode criminalizar sentimentos? Ou aversões? A lei deve criminalizar tão somente atos concretos, dentro da proporção de seus métodos e efeitos. Tentar punir sentimentos é um dos aspectos mais monstruosos dos sistemas totalitários, que almejam o controle das consciências e dos sentimentos humanos.
Mas o patrulhamento do ódio, neste aspecto, é bastante seletivo. O Ministério Público não vai perseguir quem declara profundo desdém aos cristãos. O deputado Jean Wyllys é cheio de palavras de incitação ao ódio contra os católicos e evangélicos e nunca foi punido por isso. Ademais, o movimento gay não se limita a incitar o ódio: ele o pratica, quando quer censurar a bíblia ou mandar pra cadeia os cristãos por crimes de consciência. Ou seja, o movimento gay não alimenta o ódio, pratica o ódio. Ministério Público Federal só vai atrás de pessoas que não fazem mal a uma mosca, como o evangélico Julio Severo, que, inclusive, lembremos, teve que sair do país, temeroso da chuva de processo que certamente sofreria por suas declarações corajosas e polêmicas.
Será que ninguém viu palavras de ódio, quando pessoas do nível de Luiz Mott e do movimento gay da Bahia queimaram os retratos de Bento XVI, na frente de uma catedral, por conta da visita do Santo Padre ao Brasil? Ou quando um defensor público iletrado e esquizofrênico move ação para retirar versículos bíblicos, já que simpatiza com a causa homossexual? Entretanto, William Douglas acha que pode afagar a boca do jacaré e do leão fazendo mimos aos raivosos, bancando a pose de criatura evangélica tolerante. A pergunta que fica no ar é: os cristãos devem tolerar esses tipos de provocações? Nem mesmo Cristo, tolerou as atitudes mesquinhas dos vendilhões do Templo. Por que o senhor magistrado quer que toleremos algo que está além do limite do tolerável?
O Sr. William Douglas pode bancar o arauto da tolerância como achar bonitinho e agradável ao monstrengo chamado “opinião pública”. Por acaso ele, como autoridade pública, já fez alguma coisa em favor de Julio Severo e demais evangélicos que sofrem intensa hostilidade dos apologetas da agenda gay e mesmo do Ministério Público Federal, agora transformado em censor das idéias cristãs? Não! Douglas apenas conforta sua consciência sobre as promessas do César estatal e o clamor de turba dos eleitores de Barrabás. Não se pode servir a dois senhores, como não se pode servir a César e a Cristo ao mesmo tempo, quando César conspira contra os céus.
Divulgação: www.juliosevero.com

“Caixas de sexo” para crianças do jardim da infância na Suíça para ensinar que a sexualidade é prazerosa


BASILEIA, Suíça, 25 de agosto de 2011 (Notícias Pró-Família) — Crianças do jardim da infância na cidade de Basileia, Suíça, receberão modelos de fábrica dos órgãos sexuais humanos numa “caixa de sexo” para lhes ensinar que “entrar em contato com partes do corpo pode dar prazer”.
O kit dos professores que darão as lições de educação sexual para crianças da escola primária usa modelos e recomenda que as crianças façam massagens umas nas outras ou se esfreguem com sacos de areia quentes, com o acompanhamento de música suave, de acordo com o jornal The Local, um jornal em inglês.
“As crianças precisam ser incentivadas a desenvolver e experimentar sua sexualidade de um modo prazeroso”, Daniel Schneider, vice-diretor do jardim da infância em Basileia que ajudou a desenvolver o currículo de educação sexual junto com especialistas, havia dito no começo deste ano.
Ele acrescentou: “É importante que elas aprendam a dizer ‘não’ se não querem ser tocadas em certa área”.
Conforme foi noticiado, as autoridades educacionais que estão recebendo uma enxurrada de mais de três mil queixas vindas de pais indignados concordaram em mudar o nome do programa, mas não farão nada para impedir os materiais de serem distribuídos nas escolas, de acordo com o The Local.
Christoph Eymann, secretário da educação de Basileia e membro do Partido Democrático Liberal (PDL), disse para o jornal SonntagsBlick, “Sem dúvida alguma foi burrice chamar aquilo de ‘caixa do sexo’ — mudaremos seu nome. Mas continuaremos firmes em nossa meta: comunicar claramente para as crianças que a sexualidade é algo natural. Sem forçar nada nelas ou tirar nada de seus pais”.
Eymann disse que entendia que um termo do programa, “dá para se gozar de coração os toques”, poderia ser mal interpretado, mas acrescentou: “Não é sobre ‘toque-me, sinta-me’. Queremos dizer às crianças que há contato que elas podem achar prazeroso, mas alguns contatos para os quais elas deveriam dizer ‘não’. As crianças podem infelizmente se tornar vítimas de violência sexual já na idade da pré-escola”.
As crianças deveriam, idealmente, aprender sobre sexo em casa, disse Eymann, mas já que as crianças vivem numa “sociedade com excesso de sexo” em que crianças novas conseguem acessar a pornografia por meio da internet, as autoridades educacionais precisam responder às realidades de nossa época.
“Algumas crianças de escola primária”, disse ele, “conhecem os horários da programação da TV até às 2h da madrugada. Gostaríamos de oferecer a essas crianças um apoio firme, que muitas vezes não está disponível na família. A caixa é só um auxílio. Tenho a confiança de que os professores introduzirão o material com cuidado”.
Eymann vem se opondo a pedidos dos pais para isentar seus filhos das lições, dizendo que o governo precisa usar as escolas para ter acesso irrestrito às crianças.
“As escolas primárias podem ser a única audiência grande que nossa sociedade tem”, disse ele. “Os valores comuns que a escola ensina são muito importantes. Eu com absoluta certeza gostaria de manter essa programa. A lição explicativa pode ser mostrada de um jeito que não ofenda”.
Líderes pró-família na Europa têm expressado que estão horrorizados com a ideia de demonstrar o programa para crianças de cinco anos de idade.
Daniel Trappitsch, da associação Cidadãos pelos Cidadãos, chamou a ideia de um “evento catastrófico”. “Certamente, isso é educação sexual, mas não deveria ser feito nesta idade e certamente não deveria ser obrigatório”, disse ele. Sua organização disse que lutaria contra os planos do governo.
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Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
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sexta-feira, 19 de agosto de 2011

CAPELÃO RICARDO RIBEIRO É DEMITIDO POR PRESSÃO DE ATIVISTAS GAYS.


"A PERSEGUIÇÃO JÁ CHEGOU ATÉ MIM!", AFIRMA, PEDINDO ORAÇÕES POR ELE E SUA ESPOSA GRÁVIDA DE 7 MESES.

Capelão Ricardo Ribeiro e sua Esposa Rosilda
Ribeiro grávida de 7 meses.
Caros amigos (as), paz. Enviei este comunicado a alguns e gostaria que ele fosse repassado afim de se comprovar que não estamos inventando ameaça, já estamos experimentando punições por nosso posicionamento cristão em solo Brasileiro, sem que a PL 122 sequer tenha sido aprovada ainda, nem o PNDH III. 
 

O Hermes Fernandes, a turma do Genizah, o Edu Medeiros, o Claudio Nunes, o Caio Fábio e cia, devem estar muito felizes com o STF. Afinal, nós da equipe do Júlio Severo nunca tíamos razões mesmo, sendo sempre ridicularizados e escanteados, por nossa posição ao declarar a verdade do assunto. Sei que muitas de minhas matérias chocam alguns desavisados, especialmente as fotos. Porém, é a realidade amigos. É este mundo cruel que querem infiar-nos goela abaixo.

Bem, quero lhe dizer que a perseguição já chegou até mim. Eles tem me monitorado e fui demitido do meu cargo de Capelão na cidade de Alhandra-PB. E a notícia foi dada com deboche por um Homossexual de um grupo ativista que atua na minha cidade, na minha porta. Mas, sei que meu Senhor não deixará faltar nada prá mim, minha esposa grávida de 7 meses e minha filha que está chegando. Estou experimentando o que Júlio passou com seus filhos enquanto fugia do país debaixo de uma enxurrada de processos Gayzistas. Convido-os a denunciá-los em seu blog, se possível. Agradeceria muito. O Prefeito chamasse Renato Mendes e seu Tio, Deputado Branco Mendes.

Estou profundamente decepcionado com a CGADB e sua omissão neste episódio. A luta pelo poder os deixou tão ocupados, por ocasião do Centenário, que não tiveram tempo de ver o estrago que o inimigo fizera. Com certeza, com o devido respeito, Pr. Silas Malafaia (apesar de falho como qualquer outro) teria evitado isso se estivesse à frente da mesma, pois ele é o único empenhado ao máximo.

Já imaginou, usar nossas revistas de EBSs para saturar nosso povo de informações a respeito de tais ameaças e como reagir, Mensageiro da Paz, demais periódicos e meios virtuais e televisivos? Já pensou se ele pedisse aos Pastores dos 27 Estados, que trouxessem cada um os abaixo-assinados de todos os membros de seus respectivos estados, para levar ao Congresso barrando tais leis anti-cristãs?

Corre na Internet comentários de que, por ele ser Maçom não poderia se manifestar contra o Movimento Gay, pois a Maçonaria é a que mais apoia eles. Há um vídeo inclusive, de um Ex-Maçom grau 33 chamado Stefanis Saad, hoje pastor, que o acusa formalmente. São 3 vídeos, este é o 3º. Veja o Link:
http://www.youtube.com/watch?v=Pa3MGz4Ikuw

Este outro afirma que ele falsificou documentos para o curso de Direito.
http://www.youtube.com/watch?v=gRjlbrlA-Hs&feature=player_embedded

Tais acusações não podem ficar sem resposta, senão configura revelia, isto é, quem cala consente. Ele precisa nos dar sua defesa.

Só da Assembléia de Deus são quase 30 milhões, somando um total de 50 milhões de Evangélicos no País, que estão sofrendo essa humilhação do STF por falta de União e Organização. 

Algo parecido estar acontecendo com as cantoras chamadas hoje blasfemamente de "Divas". Aline Barros, Cassiane, Fernanda Brun, Ana P. Valadão, etc. Por terem assinado contrato com Gravadoras Pró-Gays não poderiam se pronunciar. Preferem a fama e o dinheiro, do que a vergonha da Cruz de Cristo.

Sem falar que o STF não aprovou a Lei de Ficha Limpa que deveria, não julgou os Petistas do Mensalão mas, aprovou a união homoafetiva que não era de sua competência pois, acabaram criando uma Lei e criar Lei só o Congresso pode. E isto fizeram para agradar quem os nomeou Lula/Dilma. Sem falar que Dilma, segundo Dep. Manoel Ferreira que representava por ocasião das eleições os evangélicos, disse que ela se comprometeu em cartório a permitir que tal assunto viesse a ser discutido apenas no CONGRESSO.

Rasgaram a Constituição e pisaram na Democracia, o que é muito perigoso. Mas, não podemos nos calar. Temos que pressionar nossos líderes. Ainda temos a PL 122, PNDH 3 e o Kit Gay. Devemos também divulgar o Plebicito que Marco Feliciano está promovendo para derrubar a ação do STF. Informe tais verdades ao Pr. José Carlos, sei que ele pode muito influênciar neste cenário, pois para isso Deus vos levantou. Para ser Sal e salgar. Senão, seremos pisados pelos Hom(ossexuais)ens. Além de orar e divulgar, reaja! Pressione seus líderes, Pastores a tomar posição pois, quem cala consente. Talvez, pelo andar da carruagem, a próxima vítima na próxima semana seja você.


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Banco do Brasil. Ricardo Ribeiro
de França.
Veja a Reportagem a seguir e conclua se estamos brincando ou se gostamos de estar falando tanto de veados, gays, bichas, homossexuais, travestis, lésbicas, etc. Conclua a que vieram os Gays e até que ponto eles podem chegar se não forem detidos.


ANARQUISTAS HOMOSSEXUAIS ATACAM


CULTO DE IGREJA EVANGÉLICA

John Jalsevac
LANSING, MI, EUA, 11 de novembro de 2008 (LifeSiteNews.com) — Domingo, dia 9 de novembro, um bando de cerca de 30 homossexuais atacaram uma igreja na cidade de Lansing, Michigan, EUA. Alguns estavam bem vestido e se posicionaram dentro da Igreja Monte Esperança, onde fingiam ser pessoas normais adorando; outros do lado de fora estavam vestidos de rosa e preto.
O grupo, que se descreve como anarquistas homossexuais, se chama Bash Back! (Revide!) e afirma que a igreja evangélica é culpada de “transfobia e homofobia”. O grupo diz que luta por “liberação”, se opõe a “todas as formas de poder estatal” e exorta os membros a não condenar certos métodos de promoção de sua causa “com a desculpa de que o Estado considera ilegal”.
Durante o culto, os manifestantes de fora da igreja estavam batendo em baldes, gritando “Jesus era homossexual” no megafone e carregando uma cruz invertida cor-de-rosa. Eles distribuíram panfletos a quem passava por perto.
Quando o sinal foi dado, os manifestantes dentro da igreja se levantaram de seus lugares e começaram a gritar e atrapalhar o culto. Eles acionaram o alarme contra incêndio na igreja e atacaram o púlpito, desenrolando uma enorme bandeira colorida com o arco-íris que trazia a frase: “É NORMAL SER GAY! VAMOS REVIDAR!”
Eles destruíram objetos da igreja, gritaram palavrões e confrontaram os membros da congregação. De acordo com Right Michigan, em sua manifestação eles também usaram camisinhas, brilho, confete e tecido cor-de-rosa. Os homossexuais estavam de câmera em punho tentando filmar reações violentas dos membros da igreja, porém não houve tais reações. Right Michigan também noticiou que aproximadamente uma hora depois da manifestação seguranças encontraram dois dos manifestantes juntos no banheiro da igreja. A polícia não prendeu ninguém.
Bash Back! distribuiu nota à imprensa em seu site depois do fato, que confessou que “o grupo gritou muito, ficou fora de controle e provocou ofensas”. O grupo descreveu a Igreja Monte Esperança como “deplorável” e “anti-gay”.
A nota concluiu: “Que todos saibam: Enquanto intolerantes nos matarem nas ruas, este bando de lobos continuará a REVIDAR!”
O presidente da Liga Católica, Bill Donohue, respondeu hoje dizendo: “O fato mais importante neste caso é que os grandes meios de comunicação estão se recusando a mencionar o que com certeza é um dos acontecimentos mais preocupantes de 2008. Se um grupo organizado de pessoas contrárias ao homossexualismo atacasse uma igreja gay, a mídia faria tudo para que cada pessoa nos Estados Unidos ficasse sabendo do caso”.
“Isto é fascismo urbano atingindo o centro dos Estados Unidos. Devemos dar um basta nisso antes que saia de controle. Estamos entrando em contato com Mike Cox, o promotor geral de Michigam, pedindo uma investigação”.
As ações de Bash Back! em Michigan ocorreram depois de vários dias de manifestações homossexuais do lado de fora das igrejas da Califórnia, em protesto contra a aprovação da Proposta 8.
Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com
Fonte: LifeSiteNews

Perseguição aos blogueiros cristãos


Por Micheline Gomes
Não é de hoje que muitos blogueiros estão sendo perseguidos por publicar em seus blogs, artigos polêmicos; principalmente quando se refere ao homossexualismo, aborto, eutanásia etc.
A maioria da blogosfera conhece o nosso irmão Júlio Severo. Suas denúncias fizeram que Júlio e sua família se ausentassem do Brasil por causa da perseguição, pois o Júlio bate forte mesmo principalmente no que se refere às práticas promovidas pelos amantes do homossexualismo.
Quando alguma notícia vaza na internet, ela alcança uma proporção muito grande, pois a rede tornou-se um mecanismo de denúncia explícita não só através de textos e imagens, mas de vídeos.
O que me entristeceu hoje, foi à perseguição ao capelão Ricardo Ribeiro da Paraíba. Seu blog se chama ResistênciaCristã.
Segue abaixo parte do texto que o irmão Ricardo escreveu:
“Bem, quero lhe dizer que a perseguição já chegou até mim. Eles tem me monitorado e fui demitido do meu cargo de Capelão e a notícia foi dada por um Homossexual de um grupo ativista que atua na minha cidade, na minha porta. Mas, sei que meu Senhor não deixará faltar nada prá mim, minha esposa grávida de 7 meses e minha filha que está chegando. Estou experimentando o que Júlio passou com seus filhos. Seria bom denunciá-los em seu blog, se possível. Agradeceria muito”.
Que eu saiba, constitucionalmente temos liberdade de expressão e opinião. Quando se mexe com o pessoal do homossexualismo, logo se levantam perseguições contra quem é contrário as práticas e direitos dados a essas pessoas.
Ricardo perdeu sua patente de capelão e precisa da nossa ajuda. Visite seu blog e ajude-o em oração, mas se possível financeiramente.
Será que estamos vivenciando novamente o período de ditadura? Ou perderemos a cabeça como perdeu o profeta João Batista por denunciar O PECADO?
Divulgação: www.juliosevero.com

Mais um moralista sem consciência moral


Olavo de Carvalho
Ao sustentar com pelo menos duas mentiras grossas a sua opinião de que Julio Severo é “um lobo em pele de cordeiro”, o colunista Thiago Lima Barros, do site Genizah, cometeu, com toda a evidência, os crimes de difamação e calúnia.
Difamação, porque atribuiu a Severo condutas vexaminosas que teriam sido testemunhadas coletivamente pelos fiéis de uma igreja... onde Severo nunca esteve nem por uma fração de segundo.
Calúnia, porque lhe imputou ato criminoso que ele nunca praticou nem poderia ter praticado. Segundo Barros, que alega ter ouvido a história de “pessoas da convivência” de Julio Severo cujos nomes ele omite, um dos filhos menores do escritor teria sido visto com marcas de sevícias pelo corpo, testemunhadas por professores e funcionários da escola que freqüentava em Niterói. O detalhe significativo é que o menino jamais foi matriculado naquela escola, nem aliás em qualquer outra: não freqüentou escola nenhuma nem mesmo em pensamento, tendo sido sempre educado em casa pelo pai, adepto ferrenho e intransigente do homeschooling.
Thiago Lima Barros queixa-se de ter sido maltratado por Julio Severo
Pego em flagrante delito, o colunista publicou um arremedo de resposta, no qual joga rapidamente as culpas sobre as “fontes” que o teriam informado mal e, sem demora, passa a falar de outra coisa, como se o crime fosse um nada, e menos que um nada a honra ferida do Sr. Julio Severo.

Pregador de moralidade sem consciência moral bastante para discernir sequer entre condutas lícitas e criminosas, alma endurecida de orgulho que se recusa obstinadamente a pedir desculpas quando acusa um inocente, desconversador cínico que julga poder ocultar seus crimes sob uma imitação grotesca de pureza evangélica, o Sr. Barros é, sob esse aspecto, um irmão espiritual do Sr. Sidney Silveira, a disparidade dos seus respectivos cultos provando apenas que, no Brasil, a canalhice se distribui igualitariamente, democraticamente, entre os representantes autodesignados da Igreja católica e os da reformada.
Mas o que torna o segundo escrito do Sr. Barros tão criminoso quanto o anterior é o fato de que, tendo de início citado apenas fontes anônimas e evanescentes, ele procura agora esconder-se por trás dessas figuras sem rosto, artifício inaceitável em qualquer legislação processual do mundo, dando-nos com isso mais uma prova da intenção dolosa com que tentou enlamear a reputação de Julio Severo.
Mais: as fontes invisíveis que teriam informado mal o Sr. Barros são duas, distintas e separadas entre si: de um lado, a platéia da tal igreja; de outro, pessoas próximas da família Severo. Pretende o Sr. Barros fazer-nos acreditar que, por mera coincidência, foi enganado ao mesmo tempo, e no mesmo sentido, por dois grupos de testemunhas falsas sem qualquer conexão um com o outro? Ou, ao contrário, teriam eles tramado em conjunto o plano malévolo de induzir o Sr. Barros propositadamente em erro, para desmoralizá-lo? As duas hipóteses são obviamente artificiosas, mas, fora delas, a única que resta é a seguinte: o Sr. Barros não citou os nomes das testemunhas pelo simples fato de que elas não existem. Foi ele mesmo quem inventou tudo: fatos, testemunhas e desconversas.
Aliás, que desconversas admiráveis! Tendo passado rapidamente por cima do episódio, com a pressa característica do mentiroso que quer logo mudar de assunto para não correr o risco de dar com a língua nos dentes, com que tipo de estofo o Sr. Barros preenche o espaço restante do seu artigo? Com lições de moral! Lições de moral proferidas no tom de admoestação pastoral de quem fala do alto do púlpito, com autoridade apostólica. Se faltam a esse pregador as elegâncias latinas do Sr. Silveira, sobra-lhe, em compensação, o dom cênico da fala empostada, com direito ao característico vibrato eclesial na língua para os trechos mais pungentes. Tudo para desviar as atenções de um crime pelo qual o apóstolo não quer pedir desculpas. Se todo mundo tem direito a quinze minutos de fama, o Sr. Barros conquistou galhardamente os seus com esse momento memorável nos anais do tartufismo universal.
Não vou nem discutir os julgamentos morais com que o articulista exibe a um estupefato mundo as virtudes da sua alma cristianíssima em contraste com a impiedade de Julio Severo. São opiniões sem nenhuma importância, que só estão ali para desviar as atenções.
Mas não resisto a fazer uma observação sobre a linguagem em que foram escritas.
No tempo em que existia literatura no Brasil, quando as pessoas adestravam seu senso do idioma lendo Manuel Bandeira, Marques Rebelo, José Geraldo Vieira e Graciliano Ramos, os escritos dos srs. Silveira e Barros não resistiriam à audição de seus primeiros parágrafos, revelando de imediato, pela mistura característica de afetação e tosquice, a baixa qualidade das almas que os produziram.
Hoje em dia, quando até mesmo os portadores de diplomas universitários têm a sensibilidade literária de um macaco-prego, o tom beato, santarrão e desesperadoramentekitsch desses produtos da mais pura estupidez pomposa vale como prova de autoridade moral, precisamente porque corresponde ao estereótipo vulgar da fala “religiosa” e porque a distinção entre realidade e caricatura se tornou imperceptível.
Em épocas de confusão e loucura, o lixo sobe do fundo da sociedade para os altos postos. Isso ocorre não só na política como também na educação, na vida intelectual e na religião.
P. S. – Talvez por não confiar muito na eficácia do seu ensaio de desconversa, o Sr. Barros logo produziu mais um. Ele tenta agora encobrir os seus crimes sob a alegação de que Julio Severo só combate o movimento gay por ser ele próprio homossexual enrustido. Bem, se o Sr. Barros pode saber tanta coisa da vida familiar de Júlio Severo por fontes inexistentes, por que não pode conhecer também os seus desejos sexuais secretos por meio de adivinhação à distância? Como o sabe qualquer menino de escola surpreendido em flagrante traquinagem, o desespero de fugir do assunto é um poderoso estímulo à criatividade. 
Nota de Julio Severo: A foto neste artigo foi usada originalmente pelo sr. Thiago Lima Barros para atacar-me, mas Olavo, com uma legenda inteligente, reverteu o ataque sobre o atacante.
Divulgação: www.juliosevero.com

Pedófilos em Hollywood cercam crianças como abutres: confissão de ex-menino ator


15 de agosto de 2011 (Notícias Pró-Família) — Um homem que na infância foi um famoso ator descreveu a pedofilia generalizada como um segredo grande e de longa data em Hollywood, onde ele disse que magnatas mais velhos de Hollywood cercavam as crianças atores “como abutres”.
Corey Feldman afirma que Hollywood está cheia de pedofilia
“Posso lhes dizer que o problema número um de Hollywood era, é e sempre será a pedofilia”, o ator Corey Feldman disse para o programa “Nightline” da ABC News em 10 de agosto.
Feldman, que começou sua carreira de televisão com a idade de três anos, e é conhecido por seus papéis em filmes como Gremlins e Tartarugas Ninjas, disse que a “cama de lançamento” — um termo que descreve negociar sexo por papéis em filmes — se aplicava até mesmo às estrelas mais jovens de Hollywood.
“Nem sempre é feito do mesmo jeito, mas tudo é feito fora da atenção de todos”, disse Feldman. “É o grande segredo”.
Feldman, que diz que foi um das muitas vítimas de abuso sexual de Hollywood, descreveu como aos poucos veio a ter noção da realidade da cultura de Hollywood.
“Eu era cercado por eles quando eu tinha 14 anos de idade. Cercado. Literalmente. Mas eu não sabia o que era aquilo”, disse ele. “Só mais tarde, quando alcancei suficiente maturidade, compreendi o que eles eram e o que queriam, e qual era a natureza deles… Oh, meu Deus! Eles estavam em todas as partes, como abutres”.
“Havia um círculo de homens mais velhos que ficava ao redor desse grupo de crianças”, continuou ele, “e eles tinham seu próprio poder ou conexões de grande poder na indústria do entretenimento”.
A afirmação de que uma cultura de segredos protege a pedofilia de grande escala na sede mundial do entretenimento foi republicada num número pequeno de publicações de fofoca online, e alcançou a CNN, Huffington Post e MSNBC apenas por meio de seus respectivos blogs de entretenimento: uma evidente escassez de cobertura que foi questionada por Bill Donohu, diretor da Liga Católica.
“Os mesmos principais meios de comunicação que perdem o folego quando falam de um padre acusado de ‘passar dos limites’, como dar um beijo na cabeça de uma menina, parecem aceitar com serenidade os recentes comentários de Corey Feldman sobre o predomínio da pedofilia em Hollywood”, Donohue disse para LifeSiteNews.com.
De acordo com um relatório feito pela Faculdade John Jay de Justiça Criminal e comissionado pelos bispos dos EUA, quatro por cento de todos os padres católicos entre 1950 e 2010 foram acusados de abuso sexual, dos quais três por cento foram condenados.
“Os católicos, em particular, adorariam saber o motivo por que a mídia está reagindo de modo indiferente às confissões de Feldman: Será que é por que os jornalistas há muito tempo sabem dos generalizados abusos sexuais em Hollywood e têm uma norma não escrita de que não se deve fazer pressão na questão? Se a resposta for positiva, a reação aos padres canalhas parece forçada”.
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Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
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Câmara de vereadores de São José dos Campos impõe multa para quem induzir crianças ao homossexualismo


SÃO JOSÉ DOS CAMPOS, Brasil, 15 de agosto de 2011 (Notícias Pró-Família) — A câmara de vereadores de São José dos Campos no Estado de São Paulo, Brasil, aprovou uma lei municipal que impõe uma multa de 1.000 reais em qualquer pessoa que distribua qualquer tipo de material que possa induzir crianças a se tornarem homossexuais, de acordo com fontes dos meios de comunicação do Brasil.
O objetivo da lei é impedir o governo federal de reintroduzir um polêmico programa “anti-homofobia” do qual o governo de Dilma Rousseff havia recuado em maio, depois de protestos contra seu conteúdo sexualmente explícito por parte de evangélicos e católicos no Congresso Nacional.
O programa, chamado “Escola Sem Homofobia”, está no momento sob revisão e expectação de ser reintroduzido logo. Embora a presidenta Dilma tivesse expressado sua intenção de remover os vídeos censuráveis que buscavam justificar o estilo de vida homossexual de um modo explícito, os oponentes do programa permanecem em atitude de dúvida.
José Luis Nunes, coordenador regional da Campanha Nacional da Fraternidade da Igreja Católica, expressou seu apoio à lei, dizendo ao site noticioso UOL que “O MEC não deve impor esse tipo de situação às pessoas”.
“O assunto não foi resolvido nem internamente [no MEC]. Esse material, pela minha avaliação, é totalmente prejudicial e inoportuno para a sociedade”, acrescentou ele.
Os defensores da educação sexual gayzista afirmaram que o projeto de lei, que agora passa para o prefeito da cidade para sua aprovação, é “homofóbico” e “inconstitucional”.
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