Pag-Rsocial - Pagando para  voce se compartilhar com o mundo!!!

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Finalmente! Desvendada a epidemia de estupros praticados por muçulmanos

Finalmente! Desvendada a epidemia de estupros praticados por muçulmanos:


Finalmente! Desvendada
a epidemia de estupros praticados por muçulmanos

“Eles estão
simplesmente vivendo de acordo com as normas de um guerreiro do deserto no
século VII"

Bob Unruh
Durante anos houve notícias em blogs,
testemunhos pessoais e coisas do tipo a respeito do que parecia ser uma
verdadeira epidemia de estupros praticados por homens muçulmanos contra
mulheres e crianças, principalmente nos países do norte da Europa, onde há uma
grande população de imigrantes muçulmanos.
Mas essas notícias chocantes raramente
repercutiam ao ponto de alertar a população em geral acerca dos perigos que
estavam se tornando evidentes. Afinal, tal notícia seria reprimida por atacar o
islamismo e fazer discriminação contra muçulmanos.
Isso até agora, quando um caso do Reino
Unido se mostrou tão grave que não pôde ser ignorado.
A BBC noticiou que nove
homens
foram condenados por exploração sexual de crianças na região metropolitana
da Grande Manchester, depois que aliciaram meninas de até 13 anos. Mas mesmo
assim, a notícia identificou os acusados como “asiáticos”, embora revelasse que
as vítimas eram brancas.
O jornal Guardian
deu um passo à frente e os chamou de “paquistaneses”, mas precisou um site de
notícias menos conhecido, The
Salfordian,
para identificar os suspeitos como “muçulmanos” que
“atraíam meninas de até 13 anos com álcool e drogas para abusar sexualmente
delas 'várias vezes ao dia’”.
Adolescente de 14 anos, estuprada e morta por gangue muçulmana
Agora, o assunto ignorado ou suprimido
por tanto tempo pode finalmente estar chamando a atenção merecida de uma grande
onda de crimes, apesar da censura politicamente correta em torno dos fatos.
Autoridades
do Instituto The Gatestone,
um conselho de políticas internacionais não
partidário e sem fins lucrativos e think
tank
dedicado à educação do público sobre questões não noticiadas na grande
mídia, manifestaram-se.
Em um comentário há poucos dias, a
organização destacou que o julgamento de 3 meses onde “os nove homens
muçulmanos foram condenados por estuprarem dezenas de meninas inglesas” revelou
que “a polícia e os assistentes sociais do norte da Inglaterra se recusaram
várias vezes a investigar as gangues de pedófilos muçulmanos: eles alegaram medo
de serem chamados de racistas”.
“Os detalhes chocantes que surgiram
durante o julgamento abriram ainda outro capítulo no longo debate sobre
multiculturalismo na Inglaterra, onde muitos dizem que o politicamente correto
foi longe demais”, constata a fundação. “Menos de um mês após o fim do
julgamento em Liverpool… foi revelado que assistentes sociais na cidade de
Rotherdam, também no norte do país, há seis anos tinham conhecimento de que uma
mãe adolescente (identificada como “Menina S”), que foi assassinada por
envergonhar as famílias de dois homens paquistaneses que abusaram sexualmente
dela, estava claramente sob perigo de gangues predatórias de muçulmanos”.
O Conselho de Proteção à Criança da
cidade analisou o caso, mas “passagens chave de conteúdo politicamente
incorreto que revelavam que eles sabiam que a jovem corria um risco específico
de ‘homens asiáticos’ (muçulmanos) foram rabiscadas”, acusa a fundação.  “O conselho foi ao tribunal em uma tentativa
de anular as informações ocultadas depois que uma cópia não censurada do
relatório vazou em um jornal britânico, mas a ação legal mais tarde foi
abandonada. O relatório sem censura confirmou que “a Menina S” buscou contato
com 15 agências diferentes, e identificou “várias oportunidades perdidas” de
protegê-la; observadores acreditam que as agências se recusaram a fazê-lo
porque não queriam ser classificadas como racistas”.
A fundação identificou vários incidentes
adicionais em que o surgimento de privilégios especiais estava evidente, e
todos eles incluíam um fator em comum: o islamismo.
De acordo com a Gatestone, foi em
Leicester que uma “gangue de mulheres muçulmanas somalianas” atacou e quase matou
um transeunte não muçulmano, mas foi liberada quando um juiz politicamente
correto disse que, como muçulmanas, elas “não estavam acostumadas a beber”.
* Em Londres, dois muçulmanos estupraram
repetidas vezes uma mulher, mas tiveram as sentenças reduzidas depois que
juízes politicamente corretos deram a decisão de que eles não eram “perigosos”.
* Em Wiltshire, a polícia parou um
veículo e ordenou que o motorista removesse a bandeira da Inglaterra do seu
veículo, pois a bandeira poderia ser “considerada racista e ofender os
imigrantes muçulmanos”.
* Em Manchester, a polícia prendeu uma
menina de 14 anos que pediu ao professor para trocar de mesa, pois cinco outros
estudantes na sua mesa estavam conversando em urdu e ela não podia entendê-los.
Foi registrada contra ela uma suspeita de “infração racial contra a ordem
pública”.
Mas com relação à epidemia de estupros,
a notícia estranhamente direta sobre os nove muçulmanos condenados ocupou a
seção editorial por apenas um minuto.
“Como nos acostumamos a ver, a mídia se
refere a eles apenas como ‘asiáticos’ em vez de muçulmanos, e os comentários
online não foram permitidos, pois poderiam aborrecer os invasores muçulmanos”,
critica o relatório.
Devido às circunstâncias (para
identificar estupradores muçulmanos, os indivíduos devem ser identificados por
sua religião), estatísticas sobre o problema parecem quase não existir.
Dessa forma, muitas das notícias de
estupros e ataques ficam sem repercussão, chegando apenas ao nível de fóruns
como o the
Asian Image,
onde uma mulher postou um testemunho em primeira pessoa sobre
ter sido atacada por um muçulmano.
“Tenho raiva de terem deixado um homem
se safar depois de ter estuprado uma menininha por quatro anos, e ninguém
percebeu nada, meus pais não notaram as minhas mudanças de humor, de ficar
quieta e irritada. Meu agressor era supostamente um homem religioso, de prestígio,
um homem em quem confiávamos e que tinha importância na comunidade… Ele roubou
a minha infância e me levou a um lugar escuro, de onde eu não consigo sair”, dizia
o sofrido testemunho.
Mas muitos blogs mais conhecidos
tentaram, com o The
Gates of Vienna
, postando um testemunho de Paul Weston, do Partido da
Liberdade Britânico (British Freedom Party).
Ele opina, “A esquerda precisa fazer um
longo autoexame depois dessas terríveis revelações de gangues de estupradores
muçulmanos. Eu não culpo em especial os muçulmanos, pois eles estão
simplesmente vivendo de acordo com as normas de um guerreiro do deserto no
século VII, mas eu culpo a esquerda por literalmente permitir o estupro e a
violação brutal das nossas crianças”.
“Todos vocês esquerdistas são cúmplices
desses crimes contra a humanidade. Vocês poderiam ter impedido isso anos atrás,
mas escolheram deliberadamente não fazê-lo”, ataca.
“A BBC, o The Guardian, a Procuradoria Geral da Coroa, a Agência de Proteção
à Criança, a polícia politicamente correta: Eu acuso vocês e todo a elite
esquerdista de deliberadamente acobertar os inúmeros estupros e as inúmeras
vidas de crianças vulneráveis que foram arruinadas, devido às suas atitudes
completamente imorais e obscenas para o seu próprio povo e à sua conivência
covarde com uma ideologia religiosa e política que sanciona a violação de
mulheres não muçulmanas”.
“Mesmo agora, quando os fatos estão
diante de nós, vocês nos dizem que não é um problema muçulmano e nem
aparentemente um problema racial, a não ser, é claro, que vocês sejam um asiático,
um termo vago que abrange os muçulmanos. Mas dose nenhuma de evasão esquerdista
e politicamente correta pode esconder a realidade, e a realidade confirma que a
cultura predominante desses pedófilos é islâmica, e que a raça predominante da
maioria das vítimas é de etnia britânicas”, enfatiza.
Esquentando o debate, ele cita a
epidemia de estupros praticadas por muçulmanos em Oslo, Malmo, Copenhagem e
Sydney.
“Acredito que podemos dizer com
segurança que essa é uma questão de uma religião em particular, o islamismo, em
vez da descrição obscena da esquerda como simplesmente problema asiático, e de
fato é um problema racial quando a grande maioria das vítimas é de etnia europeia”,
conclui.
Ele explica que o problema foi
identificado em 13 cidades na Inglaterra “e agora foi provado que as
autoridades sabiam disso desde o início da década de 90. Ou seja, possivelmente
milhares de meninas jovens menores e vulneráveis foram estupradas e feridas
física e psicologicamente pelo resto da vida, com pelo menos duas delas tirando
as próprias vidas…”
A Jihad
Watch
também documentou a ameaça.
O relatório indicou que os islâmicos
estavam apenas seguindo o islamismo: “O islamismo possui um desprezo
supremacista por pessoas que não são muçulmanas, considerando-as ‘as piores das
criaturas’ (Al Bayinat 98.6), que os muçulmanos devem tratar com severidade (Al
Fath 48:29; Al Taubah 9:123)".
O site The Sheikyermami
continua a documentar a epidemia, com as chamadas incluindo “Imigrantes estupram
menina após aulas do Alcorão”, “Crianças britânicas estupradas por gangue como
celebração do Eid ul-Fitr”, e “Imigrante ilegal estupra jovem três anos após
mandado judicial de deportação”.
O Atlasshrugs
documentou os ataques na Suécia, e o the MuslimRapeWave cita casos
de vários lugares, além de protestos nos lugares onde ocorreram.
Uma das notícias descreve como um
taxista muçulmano estuprou e matou uma passageira, depois escondeu o corpo para
que “sua comunidade” não descobrisse.
Algumas das notícias
sobre o caso datam de uma década atrás,
em uma das quais a Jihad Watch
testemunhou diretamente o interrogatório de um estuprador.
Na ocasião, o terrorista muçulmano Ramzi
Hashem Abed foi questionado sobre suas atividades:
Perguntaram a ele, “Diga-me quantas
operações de estupro e sequestro foram realizadas. Segundo minhas informações,
as mulheres sequestradas eram estudantes universitárias ou filhas de pessoas
famosas. Você as estuprou e ganhou dinheiro para isso, e se você não as matava
depois… Isso realmente aconteceu?”
“Sim, foi o que eu fiz”, respondeu Abed.
O interrogador continuou, “Isso é Jihad,
estuprar mulheres? Isso é Jihad?”
Abed: “É, porque elas colaboraram com os
americanos”.
Interrogador: “Foi por isso que você as
estuprou?”
Abed: “Sim”.
Interrogador: “Uma estudante que só está
indo para a universidade é sequestrada, estuprada, e depois morta?! Isso era
uma colaboradora dos americanos?!”
A comentarista
Michelle Malkin
também levantou a questão, citando reportagens de que
“gangues de estupradores de meninas e mulheres muçulmanas” estão em alta na
França.
“Os criminosos são fundamentalistas
islâmicos”, diz a reportagem.
A epidemia na Escandinávia é descrita em
um vídeo da CBN no YouTube:
Especialista afirma que o problema são
homens muçulmanos estuprando mulheres não muçulmanas.
Na reportagem, até mesmo um imigrante
muçulmano do Iraque mostra preocupação: “Temos um problema”.
E outro vídeo da majorityrights.com,
datado de 2005, explica como meninas suecas foram atacadas, estupradas e quase
mortas por quatro muçulmanos somalianos.
Traduzido por Luis Gustavo Gentil do artigo do WND:
Finally!
Veil lifted on Muslim rape epidemic
Para seguir Julio Severo no Facebook e Twitter:

http://twitter.com/juliosevero
Facebook (perfil II): http://www.facebook.com/profile.php?id=100003992149042

Minha saúde te importa?

Minha saúde te importa?:


Minha saúde te
importa?

Dr. Fábio Blanco
O Ministério da Saúde, por meio da
Portaria 763/11, determinou que todos os pacientes atendidos pela rede pública
ou privada de saúde devem apresentar sua CNS - Carteira Nacional de Saúde, a
fim de que todos os procedimentos sejam registrados, vinculando seus nomes,
juntamente com o procedimento aplicado, aos dos profissionais de saúde que os
atenderam e dos hospitais envolvidos.
Obviamente, os objetivos apresentados
são os mais nobres: integração dos dados, controle e administração dos
ressarcimentos que o SUS tem direito ao atender paciente vindos de planos
particulares e monitoramento do histórico médico de todos os cidadãos, a fim de
facilitar a implantação de políticas públicas adequadas.
E ainda que a exigência de apresentação
da CNS esteja, temporariamente suspensa, mantém-se a obrigatoriedade de os
planos de saúde informarem o número do registro do paciente no SUS no momento
do atendimento e, se ele não possuir tal número, registrarem, em tempo real, o
cidadão para que ele receba tal identificação.
Está claro, portanto, que, ainda que o
desejo do governo não esteja totalmente implantado, o objetivo é o controle
total dos dados relativos aos históricos médicos de todos os cidadãos da nação.
Ter, em suas mãos, todas as informações
relativas aos cidadãos de seu país é o sonho (que parece não tão utópico) dos
governos atuais. O governo brasileiro, tomado, como está, por homens formados
por uma ideologia que sempre fora totalitária, não poderia ser diferente. Por
isso, ainda que a privacidade, o sigilo e a intimidade sejam protegidas pela
Carta Magna do país, não há constrangimento algum na criação de mecanismos que
exponham a vida daqueles que habitam nesta terra.
O pior é que também não se vê reação
alguma, sequer para o debate, contra essas medidas totalitárias que ignoram
completamente qualquer direito à preservação da vida privada dos cidadãos. A
impressão é que o brasileiro não apenas entregou seu corpo em favor do governo
(pois trabalha para ele durante boa parte do ano), mas também sua alma, pois
não se importa com as investidas do poder público contra sua intimidade.
Talvez porque tais medidas sempre venham
acompanhadas das melhores justificativas, como segurança, razões financeiras ou
organização administrativa, as pessoas acabam aceitando os abusos, calando-se
diante deles, tudo em favor do bem comum.
Parece que as gerações atuais sequer
possuem noção do que significa o Direito à privacidade. Cercados como estão (e
por que não dizer: doutrinados?) por uma propaganda massiva que exalta o
escancaramento da vida privada, têm esta como algo absolutamente dispensável,
senão negativo.
Por isso que, quando surge uma
determinação como essa do Ministério da Saúde, que determina que todos os
cidadãos do país possuam um cadastro no SUS e sejam obrigados a apresentar o
número relativo a ele, seja em consultas em hospitais públicos, seja em
particulares, pouquíssimas pessoas percebem o perigo que se encontra em tal
medida.
Se o objetivo é a reunião de dados sobre
números e tipos de atendimento, será que é tão necessário que o paciente seja
identificado? Não bastaria a estatística impessoal, com números e datas dos
procedimentos, sem que as pessoas precisem revelar o que fizeram?
É verdade que, pelos meios eletrônicos
de informação, qualquer rede pública de saúde poderia ter acesso, facilmente,
pelo número de um documento como o CPF, a todo o histórico de atendimento em seus
hospitais. Este é o preço que se paga por necessitar dos serviços do Estado.
Porém, quando a obrigatoriedade atinge a rede particular, então a sensação é de
que não é possível mais fugir dos braços estatais.
A saúde de uma pessoa talvez seja um dos
aspectos mais íntimos de sua vida. Há doenças que, muitas vezes, elas não
querem que sejam conhecidas, por vergonha, por medo ou por qualquer outro
motivo que lhe cabe por direito. Quando mesmo esse aspecto de sua vida é, dessa
maneira como deseja o governo, devassado, a sensação é de que os homens não
pertencem mais a si mesmos, mas são meros instrumentos do poder governamental.
A força que o Estado obtém com
informações como essas é impressionante. Por exemplo, ele pode proibir pessoas
que não participaram de campanhas de vacinações a receber atendimentos
hospitalares até que aquela situação imposta seja regularizada. Também qualquer
agente governamental, com base nos dados contidos no sistema, terá acesso ao
histórico de saúde de qualquer cidadão, conhecendo, assim, detalhes íntimos que
talvez mais ninguém saiba, nem familiares, nem amigos, tendo assim, em suas
mãos, um instrumento que possibilita todo tipo de extorsão ou ameaça.
De qualquer forma, ainda que se
considere esses motivos como paranóia de ativistas anti-estatais, não se pode
negar que, da maneira como as políticas públicas estãos sendo implantadas, a
privacidade vai se tornar uma palavra tão obsoleta que talvez apenas os mais
letrados e conscientes de seu valor saberão qual é o seu verdadeiro significado.
Divulgação: www.juliosevero.com
Para seguir Julio Severo no Facebook e Twitter:

http://twitter.com/juliosevero
Facebook (perfil II): http://www.facebook.com/profile.php?id=100003992149042

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

E os petistas querem acabar com os Colégios Militares...


Colégio Militar de Curitiba é o melhor do Paraná.
Colégio Militar de Salvador é o melhor da Bahia.
Colégio Militar de Campo Grande tem a melhor nota do Ideb em MS.
O Colégio Militar de Belo Horizonte (CMBH) tem a melhor nota do Ideb em Minas Gerais.
Colégio Militar de Juiz de Fora ficou em 5º lugar em Minas Gerais Ideb: 6,4.
Colégio Militar de Manaus é o 2o no Estado do Amazonas! e o 1º lugar é uma escola da zona rural que fica a 326 km da capital!
O Colégio Militar de Fortaleza tem a melhor nota do Ideb no Ceará: 6.8.
Colégio Militar de Santa Maria – (Santa Maria) Ideb: 6,8 -1º. no Rio Grande do Sul!
Colégio Militar de Porto Alegre – (Porto Alegre) Ideb: 6,6 – 3º. no Rio Grande do Sul!
Colégio Militar de Brasília (CMB) tem a melhor nota do Ideb no Distrito Federal: 6,7.
Colégio Militar do Rio de Janeiro ficou em 10o. no Rio. 6,4.
Em Pernambuco, o ranking do Ideb para a 8ª série do Ensino Fundamental tem 1.362 escolas, entre públicas e privadas. Em primeiro lugar na lista do estado está o Colégio de Aplicação, da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), que também é o primeiro lugar da lista geral do país dentro da categoria dos anos finais (5a a 8a. série), com grau 8,1.
O Colégio Militar do Recife ficou em 3º. lugar em Pernambuco.
"Nós somos um conjunto de 12 colégios no Brasil com a proposta de formar o cidadão de acordo com princípios e valores morais e éticos. É uma formação integral, não só no aspecto cognitivo, mas também psicomotor, cultural e afetivo. Isso envolve muitas coisas, não só ministrar aulas".

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Ninguém, como ele, foi tão duro com o mensalão ...

Ninguém, como ele, foi tão duro com o mensalão ...:
Por Reinaldo Azevedo - 21 Ago 2012
Vocês têm de ler as palavras exemplares do ministro Marco Aurélio Mello. E eu não errei de personagem! Ninguém, como ele, foi tão duro com o mensalão e com os mensaleiros! Leiam e espalhem este texto!
Em 2006, o ministro enxergou com clareza a extensão dos crimes cometidos
Sabem quem proferiu até hoje a condenação mais clara, veemente, inequívoca e irrespondível dos mensaleiros? O ministro Marco Aurélio de Mello! Sim, ele mesmo! Eu, que o tenho criticado muito nos últimos tempos, não teria a menor dificuldade de assinar como se fossem minhas palavras que são suas. E, se as reflexões daquele Marco Aurélio estão presentes no Marco Aurélio de agora, a ambos devoto a minha admiração. Do que estou falando? Já chego lá. Antes, algumas considerações...

Bandeira da dignidade a meio pau

Bandeira da dignidade a meio pau:
Bandeira da dignidade a meio pau
Por Gen. Bda Rfm Valmir Fonseca Azevedo Pereira - 14 Ago 2012
A decisão do TJ de São Paulo ao negar o recurso da denúncia contra o Cel. Ustra e reconhecê - lo como torturador está sendo comemorada como uma estupenda vitória.
Pobres militares que apenas sentem comiseração pelo "pobre coitado", e se limitam a pensar no "azar" do Coronel, sumariamente tachado de "um dos mais notórios assassinos da ditadura militar".
Lastimáveis ingênuos...

A OAB, o MPF e o Cabo Anselmo

A OAB, o MPF e o Cabo Anselmo:
A OAB, o MPF e o Cabo Anselmo
Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net - SEXTA-FEIRA, 10 DE AGOSTO DE 2012
Por Jorge Serrão
Recebi em minha residência, nesta quinta-feira, 9 de agosto, do Procurador da República Sérgio Gardenghi Suiama, uma intimação para apresentar, no prazo de cinco dias úteis, o endereço completo da testemunha José Anselmo dos Santos. O MPF procura o Cabo Anselmo para depor no procedimento investigatório criminal número 1.34.001.007786/2011-11 – cujo conteúdo...

Carta ao meu amigo petista

Carta ao meu amigo petista:
Por Dra. Elizabeth Rondelli*
"Meu Amigo Petista"
Tenho um amigo petista (pessoa incrível e honestíssima), que escreveu sobre o relatório da OIT - Organização Internacional do Trabalho, mostrando que a pobreza no Brasil caiu 36% em 6 anos, e dizendo que deve ter gente mordendo os cotovelos de tanta raiva. Não...