quarta-feira, 23 de abril de 2014

LibreSSL: desenvolvedores do OpenBSD consideram impossível consertar o OpenSSL na origem, e batizam seu fork

LibreSSL: desenvolvedores do OpenBSD consideram impossível consertar o OpenSSL na origem, e batizam seu fork:

Nova lei do software livre: ao fazer fork de um projeto cujo nome tem o prefixo Open, deve-se adotar o prefixo Libre. Ao menos é o que alguém com tendência à generalização poderia inferir se a amostra de forks fosse composta apenas pelo do OpenOffice e do OpenSSL.

Além de assumir que seu trabalho iniciado após o bug Heartbleed é um fork, e de definir um nome para seu fork, os desenvolvedores do OpenBSD – representados pelo fundador do projeto – também fizeram alguns comentários, inclusive relatando terem rapidamente extirpado metade do código-fonte original, que era composto basicamente de sobras que não foram descartadas.

Outro comentário vindo da mesma origem é que a cultura do projeto OpenSSL não é compatível com a manutenção da clareza da base de código, necessária em projetos relacionados a segurança e criptografia. (via lwn.net - “OpenSSL code beyond repair, claims creator of “LibreSSL” fork (Ars Technica) [LWN.net]”)

Enviado por Nicolas Wildner (nicolasgauchoΘgmail·com):

“Após o anúncio do bug do Heartbleed e a notificação de que os membros do OpenBSD estariam fazendo uma faxina/chacina em pedaços do código-fonte original do OpenSSL, esta limpeza gerou um novo projeto batizado de LibreSSL” [referência: libressl.org]

A democracia do Brasil corre perigo, diz Malafaia denunciando censura imposta sobre Rachel Sheherazade

A democracia do Brasil corre perigo, diz Malafaia denunciando censura imposta sobre Rachel Sheherazade:



A democracia do Brasil corre perigo, diz Malafaia denunciando censura imposta sobre Rachel Sheherazade

Para o pastor evangélico hoje o governo conseguiu calar uma jornalista e amanhã estará calando os pastores

Leiliane Roberta Lopes
Comentário de Julio Severo: A jornalista Rachel Sheherazade, que fala o que o governo nunca gosta de ouvir (mas precisa), está sendo alvo da censura de “publicidade.” Isto é, se o SBT não a colocar na linha, perderá grandes patrocínios do governo. Não é de hoje que o governo petista tem esse controle “persuasivo” da boca das TVs brasileiras e seus jornalistas. Conforme eu disse em 2009 no artigo “O preço da elevada popularidade de Lula”: “O governo Lula gastou em publicidade entre 2003 e 2008… uma cifra exorbitante de R$ 6,3 bilhões. Sem esse elevadíssimo investimento, o papel da imprensa mudaria de propagandista e beneficiária do governo para entidade livre para criticar ou elogiar os atos do governo. Além disso, o governo tem seus truques para remover do caminho jornalistas críticos, fazendo da imprensa ‘livre’ do Brasil meramente uma classe de aproveitadores e sugadores que não trabalham desatrelados dos interesses e dinheiro do governo. No estado em que estão, acomodados e bem pagos, os meios de comunicação do Brasil não têm estímulo nenhum para cumprir um papel de legítima imprensa livre.”
O Brasil precisa de milhares de Rachels Sheherazade, mas o patrocínio estatal que o governo esfrega no focinho das emissoras de televisão é uma tentação maior do que o desejo de preservar a liberdade de bons jornalistas denunciarem o que precisa ser denunciado.
Aqueles que quiserem assinar um abaixo-assinado para ajudar a Rachel, é só seguir este link: http://citizengo.org/pt-pt/6458-pela-liberdade-expressao-rachel-sheherazade-no-sbt-brasil
Eis agora o artigo do GospelPrime:
O pastor Silas Malafaia falou sobre a decisão do SBT em cancelar o quadro de opinião dos apresentadores do SBT Brasil.
A medida foi tomada após parlamentares entrarem com uma representação criminal junto à Procuradoria-Geral da República pedindo o cancelamento da verba pública repassada à emissora paulista.
Os deputados, liderados pela deputada Jandira Feghali (PSOL-RJ) afirmam que a jornalista Rachel Sheherazade estaria usando uma concessão pública para fazer apologia ao crime.
“Que vergonha! Que ridículo! O SBT ceder às pressões de partidos, tais como PSOL, PC do B e do PT. Partidos esses, que idolatram Fidel Castro, o governo da Venezuela e suas ideologias baseadas em Marx”, escreveu Malafaia.
O pastor presidente da Assembleia de Deus Vitória em Cristo entende que a pressão dos deputados mostra que eles não estão em defesa da democracia ao impedir a liberdade de expressão.
“A democracia do Brasil corre grande perigo!”, diz Malafaia fazendo um alerta ao povo brasileiro: “Uma jornalista, na maior cara de pau, é silenciada. Liberdade de expressão para todo mundo falar a mesma coisa é ditadura da opinião”.
Malafaia continuou seu artigo explicando que verbas públicas garantem anualmente milhões de reais às emissoras e que ao calar uma jornalista independente o governo estaria impedindo que ela o criticasse.
“Imagine Sheherazade agora falando da roubalheira da Petrobras. É o governo silenciando a jornalista!”, disse em seu site, Verdade Gospel. Malafaia também se mostra desconfortável com a situação e afirma que “hoje estão silenciando uma jornalista, amanhã vão querer silenciar os pastores”.
Divulgação: www.juliosevero.com
Leitura recomendada:
Para seguir Julio Severo no Facebook e Twitter:

http://twitter.com/juliosevero
Facebook: http://www.facebook.com/pages/Blog-Julio-Severo/185623904807430

O fascismo da sutil censura imposta sobre Rachel Sheherazade

O fascismo da sutil censura imposta sobre Rachel Sheherazade:



O fascismo da sutil censura imposta sobre Rachel Sheherazade

Luciano Ayan
Segundo o Portal 100 Fronteiras, finalmente os fascistas do PT, PCdoB e PSOL conseguiram: a opinião de Rachel Sheherazade está formalmente censurada no SBT. E em pleno 2014 tudo isso ocorreu à luz do dia! Veja o texto:
O SBT decidiu cortar de seu principal telejornal os comentários pessoais que a apresentadora Rachel Sheherazade costumava fazer.
Em comunicado enviado nesta segunda (14), a emissora avisa que Sheherazade continuará dividindo a bancada com Joseval Peixoto no comando do SBT Brasil, mas que os comentários serão feitos em forma de Editorial.
De acordo com o comunicado, “essa medida tem como objetivo preservar os apresentadores”.
A apresentadora virou alvo do Ministério Público após fazer um comentário em que apoiava a ação de justiceiros no Rio de Janeiro.
Na ocasião, um grupo de jovens tinha acorrentado a um poste um jovem acusado de praticar um roubo.
Leia abaixo o comunicado na íntegra:
Em razão do atual cenário criado recentemente em torno de nossa apresentadora Rachel Sheherazade, o SBT decidiu que os comentários em seus telejornais serão feitos unicamente pelo Jornalismo da emissora em forma de Editorial.
Essa medida tem como objetivo preservar nossos apresentadores Rachel Sheherazade e Joseval Peixoto, que continuam no comando do SBT Brasil.
Bem, pelo menos o SBT não escondeu que foi vítima de censura. Senão, por que eles deveriam “preservar” Rachel?
Já aviso de antemão que nem sequer darei atenção à comentários advindos do direitismo depressivo, que aproveitarão a oportunidade para dizer que “tudo está perdido”. Meu foco é nos direitistas pragmáticos, que devem usar esse evento como uma oportunidade para expor definitivamente o PT como um partido ditador, junto a seus aliados PCdoB e PSOL.
Mais importante que isso é aproveitar o momento para explicar exatamente o que o PT e seus aliados socialistas querem com as famosas “leis de mídia”, que, segundo eles, são para “democratizar a mídia”. Mas, como já vimos no caso de Rachel, todas as intenções do PT se baseiam em censurar a dissidência. Sempre foi assim na Rússia, China, Cambodja e Cuba. Por que agora seria diferente?
Um dos principais itens da lei de mídia que o PT lutará para aprovar se baseia em “quebrar monopólio das grandes empresas de comunicação”. Como qualquer pessoa intelectualmente honesta sabe, não existe monopólio, e hoje temos várias opções de empresas de comunicação e mídia.
Na verdade, as tais leis de mídia pregam o seguinte:
* Retirar poder das empresas de comunicação e imprensa, deixando-as sempre com um tamanho reduzido
* Com isso, elas são cada vez mais vulneráveis à pressão estatal
* A partir dessa vulnerabilidade à pressão estatal, o governo decide o que vai ser divulgado nessas empresas
Toda proposta petista não é nada mais do que isso. O essencial é explicarmos para a população que aquilo que o PT e seus aliados conseguiram fazer contra Rachel é o que eles querem fazer contra todas as empresas a qualquer momento. Essa é a tal censura sutil (ou soft censorship, em que ao invés da censura ser feita a partir de um órgão estatal que formalmente diz o que pode ou não ser publicado, o governo utiliza o dinheiro de anúncios governamentais para exercer essa pressão de forma sutil)
De forma mais didática, a coisa funciona assim. Para pressionar o SBT, os socialistas do PT, PCdoB e PSOL usaram 150 milhões anuais da verba publicitária destinada ao canal. (Aliás, está aí mais uma das serventias da Petrobrás: ter seus anúncios usados como instrumento de chantagem em prol de uma censura feita pelo governo)
Agora, imagine se ao invés de umas quatro ou cinco empresas grandes de mídia, tivéssemos umas 20 a 25 empresas, a partir da limitação do número de estações que cada uma possa ter. Imagine que a verba destinada a cada uma delas varie entre, vá lá, 20 a 60 milhões.
Quanto menor a empresa, maior a vulnerabilidade se ela perder uma fatia dos anúncios estatais, que serão usados pelo governo para definir o que vai ser publicado ou comunicado nessas mídias. Simples assim.
Claro que o cidadão humilde poderá perguntar: mas o que eu perco com isso? É, meus amigos, depois de Alinsky, temos que estar cientes de que temos que apelar ao auto-interesse humano na hora de explanar nossas propostas.
Se já sabemos que a lei de mídia do PT é focada em censura, é preciso agora explicar de forma simples e compreensível para o cidadão comum como a censura prejudica a vida do povo, especialmente o trabalhador mais humilde.
É fato que em um país sob censura (como ocorre na Argentina e na Venezuela), o povo demora muito mais para saber a real situação econômica de seu país. Veja os benefícios para um governo socialista ter a mídia amordaçada:
* É mais fácil esconder os atos de corrupção do governo
* É mais fácil esconder temporariamente os indicadores econômicos ruins
* É mais fácil, enfim, distorcer quase todos os fatos a favor do governo
Enfim, com a censura sutil implementada de maneira formal, o povo demora muito mais para reagir à crise. E, em consequência, vai sofrer muito mais, como está acontecendo na Venezuela e na Argentina. Eles só chegaram nessa situação por que foi fácil para seus governos socialistas esconderem a crise por um bom tempo a partir da censura à imprensa.
Se o PT, o PCdoB e o PSOL estão tão dedicados à implantar a censura no Brasil, é claro que chegou a hora deles roerem o osso e levarem o país ao mesmo destino que Venezuela e Argentina. A única coisa que pode evitar esse colapso é sabermos da situação real da economia, da segurança e de outros fatores a partir de uma imprensa livre. É por isso que ter uma imprensa livre é tudo que o governo não quer.
Em síntese, é preciso criarmos um senso de urgência mostrando que não há agenda mais importante do que demolir as pretensões totalitárias do PT e seus aliados. Pretensões estas que serão mais facilmente alcançadas se eles conseguirem censurar a mídia.
Rachel Sheherazade se torna um exemplo vivo disto que afirmei. O PT e seus aliados continuam não dando a mínima para quase 60.000 assassinatos ocorridos por ano no Brasil. Mas agora a vida deles ficou mais fácil pois eles conseguiram censurar Rachel Sheherazade, uma das raras jornalistas que se preocuparam com a segurança dos cidadãos humildes.
Agora, com Rachel calada, muito provavelmente outros terão medo de criticar a violência excessiva cometida contra civis. Agora quem sabe o povo só se rebele quando o Brasil tiver, vá lá, uns 50% de todos os assassinatos do mundo. Aí nesse momento não vai ter censura de imprensa que esconda o fato. Até por que quando chegarmos neste estágio quase toda família humilde terá uma pessoa vítima de um latrocida ou estuprador, por exemplo.
Será que você quer deixar a coisa chegar nesse ponto? Se não quer, você pode ajudar divulgando para o máximo de pessoas quanto possível a urgência de lutarmos contra a censura governamental sobre a mídia.
Divulgação: www.juliosevero.com
Leitura recomendada:
Para seguir Julio Severo no Facebook e Twitter:

http://twitter.com/juliosevero
Facebook: http://www.facebook.com/pages/Blog-Julio-Severo/185623904807430

“Todos os evangélicos devem ser queimados vivos em uma fogueira”

“Todos os evangélicos devem ser queimados vivos em uma fogueira”:



“Todos os evangélicos devem ser queimados vivos em uma fogueira”

Relato da Dra. Damares Alves, assessora da Frente Parlamentar Evangélica, sobre ataque verbal de ativistas gays

Comentário de Julio Severo: Na data de em 22 de abril de 2014, durante a votação do PNE (Plano Nacional de Educação), ativistas proclamaram muito claramente que querem os evangélicos queimados vivos em fogueiras.
Fico pensando: Se a Dra. Damares, que presenciou e foi vítima direta de todo esse ataque de ódio, tivesse feito como os ativistas gays fizeram, proclamando que quer os ativistas gays queimados vivos em fogueiras, tenho certeza de que em menos de 24 horas ela perderia o emprego. A esta altura, ministros do governo de Dilma Rousseff estariam publicamente condenando o crime de ódio da assessora da bancada evangélica contra os militantes gays do Brasil. Maria do Rosário estaria trovejando nos noticiários de TV que, além de perda de emprego, a evangélica Damares deveria ser alvo de prisão e investigação federal. Globo e outras grandes redes de televisão estariam vociferando em coro que Damares representa todos os evangélicos, usando seu exemplo para castigar a oposição “odiosa” evangélica às práticas homossexuais.
Entretanto, a declaração de extermínio por tortura não foi dirigida aos ativistas homossexuais. Foi dirigida por eles aos evangélicos. Por isso, a Globo não apareceu e Maria do Rosário calou. No Brasil da ditadura gay, os opressores podem falar em extermínio das vítimas, mas elas não podem esboçar a mínima contrariedade à ditadura e ameaças, sob pena de serem acusadas de “homofóbicas” e “preconceituosas.”
Se os ativistas gays querem desabafar suas raivas, por que não viajam para a Arábia Saudita e gritam logo ao sair do avião: “Vocês merecem ser queimados vivos na fogueira por condenarem os homossexuais à morte”?
Se não querem viajar tão, eles deveriam fazer uma invasão de protesto em alguma mesquita do Brasil e deixar o mundo inteiro saber que os ativistas gays brasileiros querem o extermínio daqueles que os exterminam. Evidentemente, eles não farão isso porque a resposta islâmica mundial será uma só: mais extermínios de homossexuais!
É fácil ameaçar os cristãos, que não revidam nem matam. Por isso, os cristãos são alvos sistemáticos das ameaças e mentiras do movimento gay.
Eis o relato da Dra. Damares Alves sobre o que lhe fizeram ativistas gays determinados a impor a ideologia de gênero nas crianças do Brasil:
Damares Alves
Fui agredida hoje pela tarde dentro da Câmara dos Deputados. Como resultado da agressão, foi feita uma ocorrência policial.
No Plenário 5 acontecia a votação do PNE (Plano Nacional de Educação). Durante meses trabalhei assessorando os parlamentares cristãos para que fosse retirado do texto final a obrigatoriedade do ensino da ideologia de gênero nas escolas do Brasil.
Todos conhecem minha posição sobre o tema.
Vencemos! No final da votação a família brasileira venceu! A obrigatoriedade foi retirada.
Eu estava acompanhando a votação dessa questão de fora do Plenário, que estava lotado. Eu tinha de permanecer ali por perto, caso algum deputado precisasse de minha ajuda.
No final da votação sobre gênero, fui ao Plenário, pois os deputados cristãos ainda tinham outras questões para votar. Fui orientá-los, pois é meu trabalho.
Não fiquei no Plenário mais que seis ou oito minutos. Contudo, ativistas da ideologia de gênero estavam presentes e com os ânimos alterados por terem perdido na votação. Eles me viram orientado os parlamentares cristãos. Quando tentei sair do Plenário, um deles foi em minha direção e disse: “TODOS OS EVANGÉLICOS DEVERIAM SER QUEIMADOS VIVOS EM UMA FOGUEIRA NO BRASIL.”
Havia ódio no rosto e nos olhos dele. Pedi que ele repetisse a frase, pois pensei que havia entendido errado. Ele repetiu por mais duas vezes. Quando percebi a gravidade do que ele estava proferindo, pedi que ele falasse mais alto para que mais pessoas ouvissem, pois só os que estavam muito perto ouviram. O ativista gay se acovardou e não teve coragem.
No entanto, para minha surpresa, outro ativista gay que estava do lado disse que tinha coragem e começou a gritar alto. Na verdade, esse segundo ativista berrava: “TODOS OS EVANGÉLICOS DEVEM SER QUEIMADOS VIVOS EM UMA FOGUEIRA.”
Ele também gritava ainda que os evangélicos são uma desgraça para o Brasil e que deveriam que ser exterminados. Havia muito ódio nesses ativistas gays.
Os policias legislativos viram o que aconteceu e identificaram que havia incitação ao ódio e entenderam que eu corria perigo, pois o Plenário estava lotado de ativistas homossexuais. Os policiais foram em meu socorro e em seguida fomos todos conduzidos para a delegacia da Câmara.
De meu lado estava o Pastor Davi Morgado de São Paulo. De forma semelhante, ele se sentiu agredido e foi para delegacia também como vítima.
Os agressores continuavam destilando ódio.
Foi feito um Boletim de Ocorrência e depois de meu depoimento os policias legislativos me escoltaram de volta até meu local de trabalho, pois eu ainda corria risco de ser agredida dentro da Câmara dos Deputados.
O número do Boletim de Ocorrência é 048/2014, registrado no Departamento de Policia Legislativa da Câmara dos Deputados.
Foi horrível ver e sentir tanto ódio!
Eu só estava fazendo meu trabalho de forma muito discreta e pacífica, como faço todos os dias na Câmara.
Eu, como senhora, estava em uma situação vulnerável, pois no local por onde passei dentro do Plenário eles eram maioria e todos eles estavam muito irados por terem perdido a votação.
Se os ativistas, que me pareciam ligados a algum sindicato, estivessem portando algum objeto cortante ou alguma arma, eu creio que sofreria agressão física.
Havia muito ódio e rancor.
Tudo que ouvi me incomodou de verdade. Não é a primeira vez que ouço: “Morte aos evangélicos!” Mas desta vez senti que algo tinha que ser feito.
Basta de tanto ódio contra nós no Brasil!
Não vou ficar apenas no Boletim de Ocorrência. Quero continuidade. Quero vê-los processados por crime de ódio. Quero respeito aos evangélicos.
Leitura recomendada:
Sobre ideologia de gênero:
Outros artigos com menção de Damares Alves:
Para seguir Julio Severo no Facebook e Twitter:

http://twitter.com/juliosevero
Facebook: http://www.facebook.com/pages/Blog-Julio-Severo/185623904807430

Odeio gente improquita

Odeio gente improquita:

E odeio improquesia.



The post Odeio gente improquita appeared first on Jênios.

Quando ela acordar eu aviso

Quando ela acordar eu aviso:

Podia dormir sem essa:



The post Quando ela acordar eu aviso appeared first on Jênios.

No Word não da pra escrever atrás…

No Word não da pra escrever atrás…:

Mina. Cê não pode estar falando sério…



Dica jênial do leitor Mikael H.

The post No Word não da pra escrever atrás… appeared first on Jênios.