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sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

EUA estão monitorando blogs e sites


Julio Severo
De acordo com a agência noticiosa Reuters, o governo dos Estados Unidos começou, em junho de 2010, a monitorar sites, blogs e até mesmo redes sociais como Facebook e Twitter.
Essa notícia, que é preocupante, só virou manchete agora, mas no final de julho de 2010, apenas um mês após o governo americano começar sua monitoração, WND, o site conservador mais importante dos EUA, denunciou que meu blog em inglês estava sob monitoração do governo dos EUA.
A matéria da Reuters explica que blogs contrários ao islamismo também estão na lista negra do governo dos EUA. A vigilância está sendo feita principalmente pelo Ministério de Segurança dos EUA, chamado pela Globo de Departamento de Segurança Interna.
Não há, porém, nenhuma informação de que o governo dos EUA esteja monitorando blogs e sites que defendem o homossexualismo e o islamismo.
Essa é uma monitoração muito interessante: defenda o islamismo e o homossexualismo, e o governo americano deixa você em paz. Critique-os, e o Big Brother estatal fica de olho em você. Sei disso por experiência. Afinal, meu blog foi um dos primeiros a entrar na lista negra dos EUA.
A matéria abaixo, da Globo, só traduziu metade da matéria da Reuters. Quem lê inglês pode encontrar a matéria completa aqui. Eis o artigo da Globo:
EUA vigiam conteúdo de blogs, redes sociais e até sites de notícias
Desde junho de 2010, centro de operações monitora também Facebook e Twitter
WASHINGTON - O Departamento de Segurança Interna (DSI) dos Estados Unidos monitora rotineiramente dezenas de sites populares, entre os quais Facebook, Twitter, Hulu, WikiLeaks e sites de notícias e fofocas como o Huffington Post e o Drudge Report, de acordo com um documento do governo americano.
Uma "revisão de normas de privacidade" divulgada pelo DSI em novembro informa que, pelo menos desde junho de 2010, seu centro de operações nacionais vem operando uma "capacidade de mídia/redes sociais", que envolve monitoração regular de "fóruns on-line abertos ao público, blogs, sites públicos e listas de discussão abertas".
O propósito da monitoração, de acordo com o documento do governo, é "recolher informações usadas para formar um quadro de situação e estabelecer um panorama operacional comum".
O documento acrescenta, usando terminologia mais clara, que essa monitoração ajudou o DSI e as diversas agências a ele subordinadas, entre as quais o Serviço Secreto e a Agência Federal de Administração de Emergências, a administrar a reação do governo a eventos como o terremoto de 2010 no Haiti e suas consequências, e controles de segurança e fronteira relacionados à Olimpíada de Inverno de 2010, em Vancouver, Colúmbia Britânica.
Um funcionário do DSI que conhece bem o programa de monitoração afirma que sua intenção é apenas a de permitir que o pessoal do centro de comando acompanhe as diversas mídias da era da Internet para que esteja ciente de acontecimentos em curso aos quais o departamento ou suas agências podem ter de responder.
O documento que delineia o programa de monitoração informa que todos os sites monitorados pelo centro de comando são "abertos ao público e... todo o uso de dados publicados via sites de mídia social se destina apenas a oferecer um conhecimento de situação mais preciso, um panorama operacional mais completo, e informação mais oportuna às autoridades decisórias".
O funcionário disse que, sob as regras do programa, o departamento não mantém normas permanentes do tráfego monitorado. Mas os documentos que revelam os contornos do programa afirmam que o centro de operação "reterá dados por não mais de cinco anos".
O esquema de monitoração envolve também uma lista de cinco páginas, que consta como anexo do documento de revisão, sobre sites que o centro de comando do DSI planeja monitorar.
Fonte: O Globo
Versão em inglês deste artigo: US surveillance on blogs and websites
Divulgação: www.juliosevero.com
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Existe algum pobre nos EUA?


Igualdade, luta de classes e justiça social são bradadas como razões para a redistribuição compulsória de renda. Sempre houve uma desigualdade de riquezas nos Estados Unidos. A Bíblia chega a dizer que os pobres sempre estarão entre nós. Mas quão pobres são os pobres?
Até mesmo o princípio do Jubileu de devolver a terra aos seus antigos proprietários após 49 anos não é garantia de que os seus donos irão se sair bem quando a receberem de volta. (Lv 25:10-23; 27:21). Tenha em mente que o lucro que foi ganho pelas pessoas que detiveram a terra durante qualquer momento dos 49 anos continuará com elas. O que elas produziram na terra é delas. Apenas a terra é devolvida no 50º ano, não o lucro obtido dela. O antigo proprietário da terra poderia mudar de ideia no 51º ano e vendê-la de volta.
Essa lei, ao que parece, considera que os donos originais da terra a venderam porque, abandonando o princípio da remuneração diferida, queriam o dinheiro imediatamente, precisavam dele para pagar uma dívida, ou não queriam ou podiam trabalhar na terra. O devedor é certamente o servo ou escravo do credor, como colocam algumas traduções (Provérbios 22:7).
Existem diferentes níveis de iniciativa, risco e capacidade empreendedora no mundo. Jesus conta a parábola do homem que confiou determinada soma a três dos seus servos. Dois deles negociaram com o dinheiro e ganharam mais para o seu mestre, enquanto que o terceiro o enterrou na terra (Mt 25:4-30). Pela inação do terceiro servo, ele foi condenado pelo seu mestre. Deveria ter pelo menos colocado em um banco para render algum juro.
Há também a questão de como alguém se prepara para o futuro. Será que determinada pessoa aproveitou as várias oportunidades de melhorar seu nível educacional? Está disposta a trabalhar em qualquer emprego disponível, não importando o salário? É pontual no trabalho? Busca o crescimento profissional? Ou será que gasta todo o seu tempo e dinheiro? Trabalhar seis dias por semana em vez de cinco produz 52 dias a mais de renda por ano.
Os EUA eram um país cujo padrão de vida era incomparável. Os mais pobres entre nós, excluídos das suas terras natais, pobres como ratos de igreja, tinham chance nos EUA. Sim, havia preconceito e intolerância, e em algumas comunidades até mesmo um sistema de castas invisível, mas quem tivesse determinação podia se sair bem. Há uma longa história de empreendedorismo nos EUA que tornou ricos os mais pobres entre nós. Considere o seguinte:
- 43% das famílias pobres possuem casa própria. A residência média das pessoas classificadas como pobres pelo censo americano é de três quartos com um e meio banheiro, garagem e varanda ou quintal.
- 80% de todas as famílias pobres possuem ar condicionado. Em contrapartida, em 1970 apenas 36% de toda a população americana usufruíam de ar condicionado.
- Apenas 6% das casas de famílias pobres estão superlotadas. Mais de dois terços possuem mais de um quarto por pessoa.
O pobre médio nos EUA possui mais espaço de vida do que o indivíduo médio em Paris, Londres, Viena, Atenas e outras cidades da Europa (essas comparações são com os cidadãos médios nos países citados, e não com os classificados como pobres).
- Quase três quartos das famílias pobres possuem automóvel; 31% possuem dois ou mais.
- 97% das famílias pobres possuem televisão em cores; mais da metade possui duas ou mais.
- 78% possuem vídeo cassete ou DVD player; 62% possuem televisão via satélite ou a cabo.
- 89% possuem micro-ondas, mais da metade possui um aparelho de som, e mais de um terço possui lava louças. [1]
Essas estatísticas são de 2007. As condições econômicas mudaram, muitas delas devido a políticas estatais criadas para ajudar os pobres. Elas tiveram efeito contrário.
 “Compare a visão do pobre como apresentada na Bíblia (homens sem teto, cobertos de ferimentos, famintos, possuindo apenas uma túnica) às condições de muitos pobres nos EUA, e as distorções sociais das definições de pobreza se tornam patentes. Ser pobre nos EUA costuma significar “ter menos do que o vizinho” em vez de “carecer de recursos essenciais à vida”. [2]
Meus pais são filhos de imigrantes italianos. Minha mãe tinha 11 irmãos e irmãs. Inicialmente eles viveram na área rural. Lembro-me da minha mãe contando à nossa vizinha a triste história de que ela nunca teve uma boneca quando era criança. A vizinha se emocionou.
Meu avô materno queria dar aos seus filhos melhores oportunidades, e por isso trocou a fazenda da família por uma casa de três quartos no bairro de Carrick, subúrbio de Pittsburgh, Pensilvânia. Os meninos ficavam em um quarto e as meninas em outro. Todos eles prosperaram em carreiras e negócios. Eram eles pobres? Comparando com as pessoas que viviam em bairros mais nobres, como Mt. Lebanon e Squirrel Hill, sim. Mas comparando com milhões, talvez bilhões, de pessoas ao redor do mundo, eles eram ricos. A vida não era fácil. Havia poucos programas assistencialistas, e quando eles eram oferecidos, muitos recusavam a ajuda (assista ao filme A Luta pela Esperança).
Os distribuidores de renda estão facilitando o fracasso das pessoas. Não querem admitir que uma economia livre (livre das regulações opressoras, leis dirigidas e corrupção) faz subir todos os barcos. Os pobres são resgatados do seu apuro pelo empreendedor que cria riqueza e prosperidade onde nada havia há apenas 10 ou 20 anos.
Notas:
[1] Robert Rector e KirK Johnson, “How Poor Are America’s Poor? Examining the ‘Plague’ of Poverty in America”, Heritage Foundation Backgrounder, nro. 2064 (27 de agosto de 207).
[2] David W. Hall e Matthew D. Burton, Calvin and Commerce: The Transforming Power of Calvinism in Market Economies (Phillipsburg, NJ: P&R Publishing, 2009), 131.
Traduzido por: Luis Gustavo Gentil
Fonte em português: www.juliosevero.com
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quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Computador diminuto: Raspberry Pi entra em fabricação


Raspberry Pi, diminuto e baratíssimo computador em uma única placa criado por uma organização sem fins lucrativos capitaneada por David Braben, autor de um dos jogos que mais ocupou meu tempo no século XX, já está sendo fabricado, e o primeiro lote deve começar a ser disponibilizado aos compradores em algumas semanas.
Do tamanho aproximado de um cartão de crédito, a placa tem conectores USB e HDMI, para permiter conectividade, periféricos de entrada e de saída. A intenção do projeto é estimular o ensino básico de computação nas escolas. (via osnews.com – “Raspberry Pi: “We’ve Started Manufacture!””)

Meus estranhos visitantes


Sede do Comando de Sistemas de Informações do Exército dos Estados Unidos visitando meu blog pró-família?

Julio Severo
O Ministério de Segurança Nacional. A Campanha de Direitos Humanos. A sede do CSIEEU. Esses foram alguns dos meus estranhos visitantes nos últimos seis meses.
Em 27 e 29 de julho de 2011, o Ministério de Segurança Nacional dos EUA (MSN) apareceu no meu registro de visitantes ao meu blog em inglês. Acerca dessa visita, WorldNetDaily, o site conservador mais importante de língua inglesa, noticiou:
“O Ministério de Segurança Nacional dos EUA começou a vigiar um blog postado por um cristão que foi forçado a fugir do Brasil por causa do conflito entre a agenda de ‘crimes de ódio’ pró-homossexualismo da nação e a defesa dele ao casamento tradicional. Entretanto, o que não está claro é exatamente o motivo por que o governo americano, que várias vezes ligou cristãos e conservadores ao terrorismo, está vigiando Last Days Watchman, o blog em inglês de Julio Severo que é assumidamente cristão. WND pediu que o Ministério de Segurança Nacional (MSN) desse uma explicação, mas não recebeu resposta”.
O MSN recusou dar uma resposta sobre suas intenções ou visitas ao meu blog. Mas as intenções do governo de Obama não são obscuras. No mês passado, o governo dos EUA anunciou que uma de suas prioridades de política externa seria avançar a agenda homossexual, ordenando que todas as suas embaixadas, consulados e outros órgãos do governo americano que fazem negócios no exterior façam dessa agenda prioridade.
Se os ativistas gays estão gozando de favores máximos do governo americano, será que os opositores da agenda gay estão na “lista negra”? Provavelmente, eles não estão ainda mirando os cristãos pró-família para matá-los, mas certamente para matar seus ministérios e recursos financeiros.
Em 21 de agosto de 2011, a Campanha de Direitos Humanos foi apanhada visitando meu blog num registro de visitas. Essa é a organização homossexual mais forte dos EUA. Nos dias seguintes, AllOut (Tudo Fora do Armário), uma organização gay que recebe muitos financiamentos, lançou uma campanha de abaixo-assinado online para que o PayPal fechasse as contas de 10 organizações pró-família. Ainda que eu não seja uma organização, meu nome foi incluído nessa campanha gay internacional, e minha conta foi fechada. Para mim, o PayPal explicou que estou desqualificado para receber doações de meus amigos e leitores porque “você não é uma organização registrada sem fins lucrativos”. Para AllOut, o PayPal explicou que fechou minha conta porque “Levamos muito a sério quaisquer casos em que um usuário incitou ódio, violência ou intolerância por causa da orientação sexual de uma pessoa”.
Agora, não posso mais receber doações de meus amigos por meio do PayPal. De novo, WorldNetDailydenunciou o ataque contra meu blog.
Fico tentando imaginar o que teria acontecido se um ativista homossexual tivesse sua conta de PayPal fechada depois de uma campanha conservadora cristã. Provavelmente, ele poderia entrar em qualquer embaixada e consulado americano em qualquer lugar do mundo e dizer: “Ei, sou um gay que está sendo perseguido por cristãos conservadores. O PayPal até fechou minha conta por causa desses cristãos!” Ele seria imediatamente colocado na frente da fila para emigrar para os Estados Unidos como uma pessoa favorecida por Obama e receber assistência legal para processar o PayPal!
Pelo menos, nosso caso é uma das preocupações prioritárias dos cristãos. A Comissão Anti-Difamação de Cristãos classificou a pressão gay sobre o PayPal como quarto maior ataque anticristão de 2011.
O visitante mais recente: Comando de Sistemas de Informações do Exército dos Estados Unidos
O visitante mais recente do meu blog foi o mais estranho: a visita foi rastreada diretamente do Comando de Sistemas de Informações do Exército dos Estados Unidos (CSIEEU)! Se meu blog em inglês tem um fã ali, fico pensando se o CSIEEU, que tem um sofisticado e seguro sistema de comunicação interno, permite que seus visitantes ou funcionários militares acessem a internet externa.
Os Estados Unidos são um das principais nações cristãs do mundo, mas têm um governo que vem energicamente promovendo a agenda gay por meio de suas agências de “assistência” e embaixadas. E pelo fato de que o CSIEEU é parte do governo americano, não seria de estranhar que estivesse monitorando a oposição aos novos “interesses” dos EUA. O que é importante para os ativistas gays é importante para o governo americano, e recentemente The Advocated, a maior revista gay dos EUA, deu uma “olhada” no meu blog. Então por que órgãos favoráveis ao homossexualismo como o Ministério de Segurança Nacional, a Campanha de Direitos Humanos e a sede do CSIEEU não podem também dar uma “olhada”?
Gostaria de achar que o estranho visitante ao meu blog é apenas um sinal de que tenho um amigo na sede do CSIEEU. Se não, a resposta cristã a ameaças militares precisa ser a mesma resposta que Eliseu deu: “Mais são os que estão conosco do que os que estão com eles.” (2 Reis 6:16 ACF)
Além disso, Deus tem seus próprios exércitos e pode destruir qualquer exército maligno: “Naquela noite o Anjo do Deus Eterno foi até o acampamento dos assírios e matou cento e oitenta e cinco mil soldados. De manhã, os que sobraram viram os corpos dos mortos.” (2 Reis 19:35 BLH)
Muito embora o Exército americano tenha muitos soldados cristãos, Deus não tem compromisso nenhum de abençoar ou proteger um governo energicamente promovendo a homossexualidade, o aborto e outros males no mundo inteiro.
Que os homens cristãos no Exército dos EUA avancem o Reino de Deus enquanto o governo americano e seu exército estão lutando contra ele.
Versão em inglês deste artigo: My strange visitors
Versão em espanhol deste artigo: Mis singulares visitantes
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terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Mais nerd, impossível: rapaz faz pedido de casamento usando bonecos LEGO

Esqueça aquela ideia tradicional de ir até a casa do seu sogro e pedir a mão de sua amada em casamento. Hoje, existem milhões de maneiras de sinalizar o seu amor eterno para alguém: seja pulando de para-quedas, ou simular uma... falsa união no Second Life.

Mas, com a internet, já é possível inovar - e muito! - na hora de ouvir o tão aguardado "sim". Recentemente, você viu aqui no Olhar Digital uma demonstração bem nerd de como realizar o pedido, quando um jovem utilizou diversos memes da web para conquistar sua até então namorada.

Agora, foi a vez de um outro homem fazer a proposta de um jeito diferente e divertido: usando os bonequinhos LEGO.

O poético vídeo, feito com a técnica stop-motion, foi produzido pelo fotógrafo e cineasta Walt Thompson, que gastou cerca de 22 horas fotografando os pequenos brinquedos em movimento. Em seguida, criou um filme de pouco mais de três minutos de duração para pedir sua namorada, Nealey Dozier, em casamento.

De acordo com o site Huffington Post, Thompson, que mora na cidade de Atlanta (Estados Unidos) manteve o projeto em segredo de sua amada, dizendo que "estava escrevendo uma poesia de aniversário" para ela. Após bater 2,6 mil fotos dos LEGOS posicionados em diferentes ângulos durante dois dias e meio, o rapaz decidiu que era hora de se trancar no quarto e produzir o vídeo.

"Ele se trancou no quarto nos últimos dias, e não deixou que eu entrasse, quando disse que estava trabalhando em um poema de aniversário para mim. Não levantei suspeitas, porque ele me escreve um todos os anos", explicou Dozier.

Já o pedido ocorreu na residência do casal, em Atlanta. Dozier disse que ligou o aparelho de DVD e o vídeo apareceu na televisão da sala de estar, enquanto Thompson a abraçava e segurava em suas mãos. Foi aí que a moça percebeu que não era de um poema que ele estava falando, quando seu noivo esperou o momento exato de dizer "quer casar comigo?", após essa frase aparecer na TV.

Para impressionar ainda mais a futura esposa e tornar a experiência o mais memorável possível, Thompson produziu os bonequinhos LEGO com as mesmas roupas que o casal estava vestindo no dia em que se conheceram. No vídeo, a breve história conta como foi o primeiro encontro, seguindo para uma cerimônia de casamento, e finalizando com os dois na velhice que, segundo Thompson, representa uma maneira de como ambos podem construir uma vida inteira juntos.

E para mostrar que é nerd de verdade, o rapaz colocou durante o casamento personagens como Luke Skywalker e os Stormtroopers (Star Wars), Indiana Jones e até um cara vestido com uma roupa do monstro Godzilla.

Walt Thompson e Nealey Dozier ainda não escolheram uma data oficial, mas o casal planeja se casar já em março ou abril deste ano. Enquanto isso não acontece, assista ao vídeo que desencadeou um dos pedidos mais criativos já feitos:



As dez pontes rodoviárias mais assustadoras – parte 1


Engenheiros e projetistas passam suas vidas garantindo que pontes são seguras. Seu cérebro nem sempre sabe reconhecer isso, e às vezes por um bom motivo. Estas são dez das pontes mais assustadoras mundo afora. As brasileiras ficam para um próximo post.

Qualquer ponte com mais de 60 anos

Por que são tão assustadoras? O investimento na infraestrutura das estradas infelizmente não é das maiores prioridades em tempos de cortes de gastos. E fazer a manutenção do que existe é muito menos atraente que planejar e construir algo novo. O resultado é um monte de ferrugem, concreto rachado e muita figa.

Ponte Mackinac, Michigan

Por que é tão assustadora? Duas coisas: primeiro, nenhuma ponte na Terra tem um vão maior entre as fundações. É muito aço e concreto suspenso ali. Segundo, a Mackinac tem uma reputação de deixar o tráfegoser arremessado da ponte no estreito logo abaixo. Um Bronco saltou sobre a mureta em 1997, mas o incidente foi tratado como suicídio; muitos acreditam que um Yugo que mergulhou em 1989 foi simplesmente soprado para as águas como um brinquedo.

Ponte Confederation entre a ilha Prince Edward e New Brunswick, Canadá

Por que é tão assustadora? São quase 13 km de comprimento sobre uma água fria, muito fria, com muita névoa e pouca visibilidade. Se isso não é suficiente para te assustar, o pedágio de R$ 78 com certeza é.

Royal Gorge Bridge and Park, Cañon City, Colorado

Por que é tão assustadora? Como se não bastasse o fato da ponte atravessar um vão enorme na Terra para provocar uma vertigem estúpida, fizeram um parque de diversões para mantê-lo mais tempo por lá.

A ponte-túnel da baía de Chesapeake

Por que é tão assustadora? Muita gente teme que ao andar por uma ponte, vai acabar no fundo do mar. Esta obra prima da engenharia garante que isso aconteça, ainda que em um ambiente controlado e seco. Além disso: trinta-e-sete malditos quilômetros.

Estrada Puerto Suarez, Bolívia

Popout
Por que é tão assustadora? Não se trata apenas de uma ponte de pista única. Não se trata apenas de uma ponte cambaleante de pista única. É uma ponte cambaleante de pista única na qual os trens têm preferência de passagem.

Viaduto de Millau

Sugerido por: J_Emilio
Por que é tão assustadora? O sonho de um engenheiro civil, o pesadelo para um acrófobo. Esta criação minimalista tem carregado quatro faixas da autoestrada A75 pelos ares sobre o vale do rio Tarn desde 2004. Existem pontes mais extensas e pontes mais altas, mas poucas (se é que existem) combinam as duas características desta forma.

Ponte Quepos, Costa Rica

Popout
Por que é tão assustadora? A ponte Quepos está aqui para representar orgulhosamente todas as batalhadoras pontes que rangem pelo terceiro mundo e fazem duvidar que sequer aguentam uma bicicleta. Mesmo assim, milhares de estruturas semelhantes encurtam distâncias pelo mundo todos os dias, cumprindo sua tarefa de tornar nossa dura existência algo mais conveniente. E emocionante.

Ponte Storseisundet, Noruega

Sugerido por: Sky R32
Por que é tão assustadora? Muitos creditam o filósofo dinamarquês Søren Kierkegaard pela invenção do existencialismo; ele seria fã desta ponte, mais ao norte na Escandinávia, que parece ser um salto rumo ao desconhecido.

A ponte original de Tacoma Narrows

Popout
Por que é tão assustadora? A ponte foi inaugurada no dia primeiro de julho de 1940, com o título de terceira maior ponte de suspensão do mundo, e um vento de 64 km/h a despedaçou apenas quatro meses depois. As lições aprendidas com ela revolucionaram a construção de pontes.
Se você já teve alguma aula na faculdade relacionada a engenharia – materiais ou mesmo um bom primeiro semestre de física – o vídeo acima do YouTube tem os seis minutos mais assustadores em vídeo que você vai ver por um bom tempo.

"e-Mictório" analisa seu xixi e mostra informações da sua saúde

Você se sente bem? Temperatura normal? Respiração em ordem? Está comendo direito? Se você respondeu "sim" para todas as perguntas, não temos muita escolha a não ser...acreditar em você. Mas tem uma novidade que pode dizer se você está sendo sincero ou se mentiu descaradamente.

O "e-Urinal", é um mictório em fase conceitual, desenhado pelo designer chinês Royce Zhang, de Xangai. A ideia dele é que o "usuário" possa ver suas informações de saúde enquanto "tira água do joelho". Na mente de Zhang, o e-Urinal daria leituras precisas em fatores como PH e pressão sanguínea, além de diversos outros fatores. Mais além, ele grava a análise para futuras consultas e oferece insights em cada fator analisado, além de ser controlado através de uma tela touchscreen (você teria coragem de tocar isso com os dedos?)

Naturalmente, por ser um conceito, ainda não existe qualquer coisa similar a isso disponível em mercado, mas é de se imaginar como seria um desses no banheiro do shopping. Para ver o desenho na página do artista, clique aqui(em inglês).

Huwaeii apresenta "smartphone mais fino do mercado"

A Huwaeii apresentou durante a CES 2012 dois novos smartphones que, segundo a empresa, são os mais finos do mundo - os novos Ascend P1S e Ascend P1.

O Ascend P1S tem apenas 6,68 mm de espessura e conta com um processador dual-core de 1,5 GHz. Ele tem também uma tela de 4,3 polegadas Super AMOLED com resolução 960x540 pixels e câmera de 8 megapixels com capacidade de gravar em Full HD, além de uma câmera frontal de 1,3 megapixel.

Já o Ascend P1 conta com as mesmas especificações do P1S, mas é um pouco mais grosso: 7,68 mm. Ambos usarão o Android 4.0 (Ice Cream Sandwich) e terão 1GB de RAM, 4GB de armazenamento, som surround 5.1, Wi-Fi e BlueTooth 3.0.

Os aparelhos devem chegar ao mercado a partir de abril de 2012. A Huaweii não anunciou ainda o preço dos aparelhos.

Reprodução

MST "produzindo"!! é um absurdo


MARGEM DO RIO SOLIMOES! MST "PRODUZINDO"?!

Vejam o que acontece na margem esquerda do Rio Solimoes,beira de um assentamento do MST.
Esta deve ser a ideia de produtividade do "movimento."
As tartarugas produzem, eles roubam e vendem os ovos.
Deve ser a piscicultura auto-sustentável do INCRA.
 sem palavras.....
Mais um pouco e adeus tartarugas!

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Roubam os ovos das tartarugas, para vender. 

Por favor, repassem esta mensagem sem moderacao.
O planeta agradece!

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

EUA admitem plano para infectar presidentes latino-americanos com estupidez


Em um comunicado conjunto emitido pelo Pentágono, a CIA e o Departamento de Estado da Casa Branca, o governo dos Estados Unidos admitiu oficialmente, pela primeira vez, a existência de um plano para infectar presidentes latino-americanos com estupidez.

A secretária de Estado, Hillary Clinton, reconheceu que as missões secretas para infectar vários presidentes latino-americanos foram concluídas com sucesso. “Nosso plano original era infectar com câncer vários presidentes do continente sul-americano, mas descobrimos rapidamente que isso era inviável. Ao invés disso, optamos pela a infecção com estupidez galopante que é mais barata, mais simples e se dissemina com mais facilidade. Um relincho durante uma reunião do Foro de São Paulo fez todo o serviço”, disse Clinton.

O presidente venezuelano, Hugo Chávez, disse que foi vítima da conspiração dos Estados Unidos. “Eu sabia que os americanos tinham essas armas secretas diabólicas. Percebi que haviam me infectado com estupidez quando atribuí o meu câncer a um raio imaginário. Viram como sou inteligente? Assim se desmascara uma conspiração imperialista!", disse o presidente, que está escondido num bunker anti-estupidez construído pelos russos em Fort Tiuna e que custou 800 milhões de dólares.

Outros presidentes latino-americanos também afirmaram que foram vítimas da conspiração americana. O presidente boliviano, Evo Morales disse que sentiu essas rajadas de estupidez por um longo tempo, “quase desde o nascimento”, assim achou melhor se trancar em sua cabana. “Para me proteger, eu uso este colete feito de pele de Alpaca. Mas esta não é a única precaução que eu tomo. Também mastigo centenas de folhas de coca colhidas por mim mesmo todos os dias”, afirmou o Índio de Araque.

Questionado sobre a possibilidade de Dilma Rousseff ter sido vítima dos raios idiotizantes, um porta-voz da presidência afirmou que isto era “muito pouco provável”. “Dilma já ministrou aulas de marxismo-leninismo, os americanos não perderiam tempo e dinheiro infectando uma mente que já está neste estado calamitoso”, conclui o porta-voz.

Com informações da Agência Internacional El Chigüire Bipolar.

Conheça os líderes universitários que estão tentando redefinir a pedofilia como “intimidade intergeracional”


4 de janeiro de 2012 (Notícias Pró-Família) — A indignação e nojo que a maioria de nós sentiu quando ficamos sabendo das alegações de abuso sexual de meninos nas escolas de esporte da Universidade Estadual Penn e da Universidade de Syracuse indicam que nossas normas culturais sobre o abuso sexual de menores estão intactas. Contudo, apenas uma década atrás um movimento paralelo começou em algumas universidades a redefinir a pedofilia como a mais inócua “intimidade sexual intergeracional”.
A publicação do livro “Harmful to Minors: The Perils of Protecting Children from Sex” (Prejudicial para Menores: Os Perigos de se Proteger Crianças do Sexo) prometeu aos leitores uma “reavaliação radical, atual e há muito esperada de como pensamos e agimos com relação à sexualidade de crianças e adolescentes”. O livro foi publicado pela editora da Universidade de Minnesota em 2003 (com prefácio de Joycelyn Elders, que havia sido ministra da Saúde do governo de Bill Clinton). Depois da publicação, a autora Judith Levine postou uma entrevista no site da universidade condenando abertamente o fato de que “há pessoas que estão promovendo uma agenda cristã conservadora que impedirá crianças menores de idade de terem acesso à expressão sexual”, e acrescentando que “realmente temos de proteger as crianças de perigos reais… mas isso não significa protegê-las de algumas fantasias de sua inocência sexual”.
Essa redefinição da inocência da infância como “fantasia” é a chave para enfraquecer a definição da perversão da pedofilia, que satura as universidades e outros lugares. Valendo-se da linguagem da teoria pós-moderna, aqueles que estão trabalhando para redefinir a pedofilia estão primeiramente redefinindo a infância, afirmando que a “infância” não é uma certeza biológica. Em vez disso, a infância é uma invenção que a sociedade construiu — um objeto produzido pela sociedade durante a história. Tal desconstrução da infância é produto dos esforços de um movimento de poderosos defensores da pedofilia apoiados por especialistas das universidades e por um grande número de escritores, pesquisadores e editores que estavam dispostos a questionar o que a maioria de nós vê como conduta tabu.
Os teóricos pós-modernos estão interessados principalmente em trabalhos escritos que evocam a natureza fragmentária da experiência e a complexidade da linguagem. Uma das fontes mais citadas para isso é o livro “Male Intergenerational Intimacy: Historical, Socio-Psychological and Legal Perspectives” (Intimidade Intergeracional Masculina: Perspectivas Históricas, Socio-Psicológicas e Legais). Essa coleção de artigos de especialistas acadêmicos — na maior parte europeus, mas alguns ligados a universidades dos EUA — fornece um argumento muito forte a favor do que eles chamam de “intimidade intergeracional”. Ken Plummer, um dos que contribuíram, escreve que “não mais podemos presumir que a infância é uma época de inocência simplesmente por causa da idade cronológica da criança”. Aliás, “uma criança de sete anos pode ter construído uma conjunto elaborado de compreensões e códigos sexuais que deixaria muitos adultos de boca aberta”.
Afirmando se apoiar no trabalho teórico dos historiadores sociais, das feministas socialistas, dos Foucauldianos e dos sociólogos construcionistas, Plummer prometeu construir uma “nova e fecunda maneira de ver a sexualidade e as crianças”. Dentro dessa perspectiva, há a suposição do desenvolvimento sexual linear e nenhuma infância real, apenas uma definição imposta a partir de forças externas.
Condenando abertamente as “perspectivas essencialistas da sexualidade”, esses escritores tentam remover as barreiras essencialistas da infância, abrindo a porta para os pedófilos pós-modernos verem tal conduta como parte da política da transgressão. Eles não mais são pervertidos; eles são simplesmente “cruzadores de barreiras” pós-modernos.
Em 1990, a Revista de Homossexualidade publicou uma edição dupla dedicada ao sexo entre adultos e crianças intitulada “Intimidade Intergeracional”. David Thorstad, ex-presidente da Aliança de Ativistas Gays de Nova Iorque e membro fundador da Associação Norte Americana de Amor entre Homens e Meninos (conhecida pela sigla em inglês NAMBLA: North American Man/Boy Love Association), escreve que “o amor por meninos ocorre em todas as vizinhanças hoje”. O movimento [de amor entre homens e meninos] continua, mas tornou-se clandestino desde que a NAMBLA se achou envolvida numa encrenca de 200 milhões de dólares devido a uma ação legal de direitos civis por causa de uma morte por negligência. A ação foi iniciada no Tribunal Regional Federal de Boston e afirma que os artigos no site da NAMBLA fizeram com que Charles Jaynes, membro da NAMBLA, torturasse, estuprasse e matasse um menino de 10 anos da cidade de Boston.
Não muito tempo atrás, os pedófilos pós-modernos receberam ajuda, para enfraquecer a definição de suas perversões, do Conselho Federal de Psicologia dos Estados Unidos (American Psychological Association). Em 1998, o CFP publicou um artigo em seu Boletim Psicológico que concluía que o abuso sexual contra crianças não provoca danos. Os autores recomendaram que a pedofilia deveria em vez disso ser tratada com um termo neutro como “sexo entre adultos e crianças”. A NAMBLA rapidamente postou a “boa notícia” em seu site, declarando que “a atual guerra contra os amantes de meninos não tem base na ciência”.
Parece que muitos pedófilos pós-modernos aceitaram a recomendação com muita seriedade. Por algum tempo, vivemos numa cultura em que o sexo entre homens e meninos era não só tolerado, mas também celebrado. E embora a revolta pública contra as alegações de estupros de meninos da Universidade Estadual Penn e da Universidade de Syracuse revele que a pedofilia masculina permanece um terreno questionado para a maioria, o sexo entre mulheres e meninas mal é registrado na tela do radar cultural, por causa do poder do movimento feminista.
O espetáculo teatral “Os Monólogos da Vagina”, por exemplo, é ainda um repertório dramático padrão nas produções estudantis nas universidades — inclusive na Universidade Estadual Penn e na Universidade de Syracuse. A peça original explora a história de uma menina alcançando sua “maturidade”, começando com uma menina de 13 anos gozando um caso sexual com uma mulher de 24 anos. Versões da peça publicadas posteriormente mudaram a idade da menina de 13 para 16 anos, e a peça continua a ser encenada. A produção de fevereiro do ano passado na Universidade de Syracuse foi inovada quando convidaram um elenco composto por membros da universidade para encenar a peça na universidade.
Embora a indignação com as recentes alegações de abuso sexual indicasse que o rótulo de pervertido permanecerá para a prática da pedofilia, a realidade está aí de que poderosos defensores da pedofilia, com acesso às editoras universitárias, continuarão sua campanha semântica e ideológica para enfraquecer a definição dessa forma de perversão.
Anne Hendershott é célebre professora da Universidade do Rei em Nova Iorque, EUA. Ela é autora de “The Politics of Deviance” (As Políticas da Perversão). Este artigo apareceu originalmente noPublic Discourse e foi publicado com permissão.
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Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
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