Ontem, este blog foi o primeiro a questionar a indicação do novo Ministro da Saúde, que é secretário da área no Rio de Janeiro. Apresentou indicadores de saúde do estado, mostrando que o indicado não tem nada a mostrar, nenhuma credencial a não ser o "quem indica". Pelo menos na Saúde, que é o maior problema do país, esta gentalha deveria ter mais cuidado nas indicações. Questionamos, também, a imprensa que não cumpria o seu papel de investigar os nomeados, para ver se estavam aptos para o cargo. Veja aqui o post publicado ontem. E agora leia (clique na imagem para ampliar) a matéria de O Globo, que é de deixar qualquer brasileiro decente estarrecido.
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
Pérolas do Lulismo
"Eu quero agradecer àqueles companheiros que eram do Conselho, que no auge da crise de 2005, [...] naquela tentativa de golpe que tentou se dar no Brasil...” Lula hoje nas reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social
A oposição composta por bananas se esquivou de mover processo de impechment contra Luiz Inácio Lula da Silva pelo maior esquema de corrupção havido no Brasil nestes 500 anos de história.
Nunca na história deste país um presidente comandou um esquema de corrupção tão bem arquitetado pelo ministro chefe da Casa Civil, José Dirceu.
As investigações levou 40 pessoas ao banco dos réus. Todos indiciados por unanimidade pelo Supremo Tribunal Federal. E Lula ainda tem a cara de pau de vir falar em tentativa de golpe.
A única tentativa de golpe que ocorre até hoje é a de censura a imprensa movida por Lula e seus cúmplices do PT.
JOSÉ DIRCEU, o siamês (tinha que ser ele de novo)
Hoje José Dirceu, o chefe da sofisticada organização criminosa do mensalão, escreve artigo em O Globo, defendendo com unhas, dentes e o bolso de lobista, principalmente, a famigerada regulação dos meios de comunicação. Lula, ao mesmo tempo, no mesmo dia, como um boneco de ventríloquo, repete as mesmas baboseiras em entrevista às rádios comunitárias. O resumo da ópera é o seguinte: a esquerda não quer admitir mais grupos de comunicação com força suficiente para enfrentar o futuro governo socialista, do mesmo jeito que está ocorrendo na Venezuela, onde a mídia independente está sendo varrida ou estatizada. Aqui no Brasil, o governo do PT já tem na coleira o SBT,em função do Banco Panamericano, a Record, porque não investiga a dinheirama fria da bispalhada, a Band, porque sempre esteve quebrada e agora mama gulosa nas tetas públicas, só faltando a Rede Globo, se estiver faltando. O PT não tem moral para falar em regulação alguma, depois do que fez com as agências reguladoras, que não servem para mais nada, totalmente aparelhadas pelos membros do partido da bandidagem. Leia aqui a matéria do Lula. Se alguém tiver o link do José Dirceu, coloque na área de comentários.
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
O movimento pró-aborto e a mentalidade psicopática
Matthew Hoffman
24 de novembro de 2010 (Notícias Pró-Família) — Quando leio as palavras de líderes pró-aborto como a psicóloga colombiana Florence Thomas, que chama os bebês em gestação de “tumores” e diz que são humanos apenas se a mãe deles os quiser, uma pergunta inquietante vem à mente: qual é, essencialmente, a diferença entre esse tipo de perspectiva, tantas vezes expressa pelos abortistas, e a definição clínica de “psicopata”?
Embora a imagem convencional de um psicopata seja a de um assassino serial, ou um louco perigoso trancado num asilo, os psicólogos nos dizem que tais indivíduos representam apenas uma pequena minoria daqueles que se encaixam na categoria de “psicopata”. Aliás, dizem-nos, nossa sociedade contém um número maior de psicopatas do que podemos suspeitar, e os psicopatas podem até ocupar, em números desproporcionais, posições de importância no mundo dos negócios, governo e outras importantes áreas.
Embora os psicopatas sejam teoricamente capazes de cometer assassinato e outros atos de crueldade sem remorso, a definição de psicopata é muito mais ampla do que a imagem evocada pela cultura popular. De acordo com os profissionais de saúde mental, um psicopata é alguém que fundamentalmente não tem empatia humana, vendo outros seres humanos como meros objetos de manipulação. Os relacionamentos de um psicopata são tipicamente superficiais e fluídos, e são muitas vezes sexualmente promíscuos. O psicopata tem uma personalidade basicamente egoísta e egocêntrica, incapaz de transcender seu próprio senso pessoal de si para reconhecer a dignidade dos outros.
Os psicólogos estimam que até quatro por cento da população se encaixam na definição de “psicopata”, estendendo-se desde as manifestações mais mansas, que são incluídas na ampla categoria de sociopatia ou desordens de personalidade antissocial, até os casos mais extremos de assassinos seriais. Eles muitas vezes são capazes de enganar os outros com uma aparência de sanidade e moderação que esconde sua natureza basicamente predatória.
Movimentos “psicopáticos”
O número de quatro por cento, se acurados, indica que os Estados Unidos incluem uma população de mais de doze milhões de psicopatas ou sociopatas, e globalmente o número teoricamente chegaria às centenas de milhões. Essa estatística surpreendente inevitavelmente traz a pergunta: é possível que os psicopatas se agrupem em movimentos baseados em suas inclinações comuns? A História sugere que isso pode ocorrer. Aliás, isso realmente acontece.
O clássico candidato para um “movimento psicopático” é o dos nacionais socialistas ou Partido Nazista, que assumiu o governo da Alemanha na década de 1930 por meio de uma série de catástrofes econômicas e decisões ineptas da elite política alemã. O próprio Adolf Hitler havia sido diagnosticado, depois de sua morte, com tendências psicopáticas, e muitos nazistas exibiam sintomas do mesmo problema. Além disso, embora a maioria dos nazistas e dos alemães que tenham cooperado com eles não tivessem provavelmente sido psicopáticos de acordo com os padrões clínicos, o movimento como um todo parecia ser baseado numa mentalidade essencialmente psicopática que descartava seres humanos como mera forragem para as aspirações raciais do Estado alemão.
As mesmas tendências se encontram em outros movimentos de massa que apareceram no século passado, principalmente o marxismo, que deixou um número sem precedentes de dezenas de milhões de mortes por execução e fome provocada a fim de alcançar suas finalidades políticas. De novo, embora seja improvável que a maioria dos marxistas fossem psicopatas clínicos, o movimento deles repetidamente originou regimes que se conduziram precisamente do jeito que se esperaria dos casos mais extremos dos que sofrem desse problema.
A mentalidade perturbada do movimento pró-aborto
À luz da definição clínica de um psicopata, e das manifestações históricas dos movimentos “psicopáticos”, é difícil evitar a comparação entre psicopatia e a perspectiva que é abertamente expressa por muitos líderes no movimento pró-aborto global.
Florence Thomas é só um exemplo do modo perturbado de pensar que parece caracterizar os líderes pró-aborto. A comparação que ela fez de seu próprio bebê em gestação como um “tumor”, isto é, um pedaço adoecido de tecido, não só não tem base científica, mas também indica uma mente que está indisposta, ou talvez incapaz, de se transcender e se identificar com a humanidade do outro. A afirmação dela de que um feto é somente humano se for desejado pelos pais é quase uma caricatura do egocentrismo, insinuando que os desejos pessoais de alguém conferem dignidade e direitos às outras pessoas. A conclusão de Florence flui inevitavelmente de suas premissas; ela crê que as mulheres precisam ser livres para matar seus bebês em gestação por qualquer motivo, a fim de preservarem sua “liberdade”.
O modo de raciocinar de Florence é ecoado em todos os movimentos antivida e antifamília de nossa época. Margaret Sanger, a fundadora do moderno movimento de controle da natalidade, falava com a retórica horripilante da eugenia quando repudiava crianças que são “indesejadas” por seus pais, referindo-se a elas como “lixo humano” em seu livro de 1920 “Women and the New Race” (As mulheres e a nova raça).
“Toda e qualquer criança indesejada provavelmente será de algum modo um peso social. Só a criança desejada é que provavelmente será um recurso social”, escreveu Sanger, que também perguntou: “Será que as crianças dessas infelizes mães poderão ser outra coisa que um peso para a sociedade — um peso que se reflete em inumeráveis fases de custo, crime e detrimento social geral?” Em outro capítulo ela infamemente declara que “a coisa mais misericordiosa que a família grande faz para um de seus bebês é matá-lo”.
O famoso “especialista em bioética” da Universidade de Princeton, Peter Singer, aplica o mesmo princípio fundamental adotado por Florence Thomas, Sanger e outros, mas o leva a uma conclusão mais explícita. Singer reconhece que as crianças em gestação são seres humanos, mas abertamente nega que têm um direito à vida, a menos que os pais delas as queiram. Além disso, Singer estende esse raciocínio a bebês após o nascimento também, oferecendo um endosso moral ao infanticídio.
“A diferença entre matar bebês deficientes e normais está não em qualquer suposto direito à vida que os bebês normais têm e os bebês deficientes não têm, mas em outras considerações sobre matar”, escreve Singer na segunda edição de seu livro, “Practical Ethics” (Ética prática). “O que é mais óbvio aí é a diferença que muitas vezes existe nas atitudes dos pais. O nascimento de uma criança é geralmente um acontecimento feliz para os pais… Por isso, um importante motivo por que normalmente é uma coisa horrível matar um bebê é o efeito que o assassinato terá em seus pais”.
“É diferente quando o bebê nasce com uma deficiência séria”, Singer continua. “As anormalidades congênitas variam, é claro. Algumas são triviais e têm pouco efeito na criança ou seus pais; mas outras transformam o acontecimento alegre do nascimento numa ameaça à felicidade dos pais, e quaisquer outros filhos que eles possam ter. Os pais podem, com boa razão, lamentar que uma criança deficiente tenha nascido. Nesse caso o efeito que a morte do bebê terá em seus pais pode ser uma razão para eles serem a favor de matá-lo, em vez de serem contra”.
O endosso explícito de Singer ao infanticídio não deveria surpreender os ativistas pró-vida, que estão cientes de que as crianças que sobrevivem aos abortos muitas vezes são abandonadas para morrer sem assistência médica. Uma indiferença radical à vida humana e à humanidade dos outros é endêmica entre os pensadores pró-aborto, o que deveria levar os ativistas pró-vida a se perguntar se estamos realmente compreendendo nossos oponentes nesse debate.
Ao ler o recente relato de Florence Thomas sobre seu aborto, vem à superfície uma personalidade tragicamente defeituosa. Uma mulher brilhante com muito para oferecer ao mundo, Florence enfrentou um dilema moral profundo com a idade de 22 anos, e mal pôde reconhecê-lo como tal. Ela displicentemente se refere às relações sexuais com seu namorado como “amor”, como se ela não tivesse noção alguma do conceito além do ato físico do prazer, sem nenhum compromisso ou dimensão espiritual. Ela repudia seu bebê em gestação como “tumor”, e diz que nunca sentiu o mais leve remorso por sua decisão de matá-lo.
Como jornalista de notícias de questões da vida humana e família, me tornei demasiadamente acostumado com essa mentalidade, e minha reação mudou durante os anos, de sentimentos de revolta para um compromisso calmo e resoluto de lutar contra a cultura da morte e sua mentalidade pervertida mediante ações sistemáticas para desmascará-la. Contudo, cada vez mais me acho sentindo a experiência de outra reação quando faço reportagens de tais casos: uma grande tristeza na face dos indivíduos que parecem ter falta de algo fundamental nos níveis mais profundos de sua alma, algo que eles podem jamais ter conhecido por experiência.
Será que eles estão sofrendo em desespero silencioso ou será que eles estão totalmente cegos para o que estão perdendo? Será que eles escolheram livremente essa vereda, ou será que eles são vítimas de algo além do controle deles? No final das contas, será que há qualquer coisa que se possa fazer por eles, ou será que eles estão condenados a desempenhar seu lúgubre papel no império global da morte? Não sei, e não posso saber. Só posso orar por eles, e deixar essa questão nas mãos de um Deus misericordioso.
Links relacionados:
Women and the New Race, by Margaret Sanger (texto na íntegra em inglês)
Extratos em inglês do livro Practical Ethics, by Peter Singer, 2nd edition, Cambridge, 1993, pp. 175-217
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/news/the-pro-abortion-movement-and-the-psychopathic-mentality
Copyright © LifeSiteNews.com. Este texto está sob a licença de Creative Commons Attribution-No Derivatives. Você pode republicar este artigo ou partes dele sem solicitar permissão, contanto que o conteúdo não seja alterado e seja claramente atribuído a “Notícias Pró-Família”. Qualquer site que publique textos completos ou grandes partes de artigos de Notícias Pró-Família ou LifeSiteNews.com em português tem a obrigação adicional de incluir um link ativo para “NoticiasProFamilia.blogspot.com”. O link não é exigido para citações. A republicação de artigos de Notícias Pró-Família ou LifeSiteNews.com que são originários de outras fontes está sujeita às condições dessas fontes.
Polícia federal deveria investigar manual prático de pedofilia na Amazon
Kathleen Gilbert
WASHINGTON, DC, EUA, 29 de novembro de 2010 (Notícias Pró-Família) — Recentes reportagens de que a Amazon.com estava vendendo um manual de pedofilia chamado “O Guia do Pedófilo para o Amor e o Prazer: O Código de Conduta dos Amantes de Crianças” fez com que a maior organização de mulheres conservadoras solicitasse uma investigação do Ministério da Justiça (MJ).
Quando a notícia da venda do manual saiu pela primeira vez no blog TechCrunch em 28 de outubro, a Amazon no início defendeu o produto, dizendo que recusou removê-lo “simplesmente porque nós ou outros acreditam que a mensagem do manual é nojenta”. Mas horas mais tarde, depois que a notícia provocou uma indignação nacional e ameaças de boicote, o produto foi silenciosamente removido sem mais comentários da lista da Amazon, que é um enorme revendedor online.
Penny Nance, presidente de Mulheres Preocupadas com os EUA (Concerned Women for America, cuja sigla é CWA), disse que a necessidade de uma investigação criminal nas vendas do livro é berrantemente óbvia.
“Nenhuma pessoa reacional poderá contestar que há razões fortes para se concluir que um crime possa ter sido cometido aqui onde um homem está explicando num livro como abusar sexualmente de crianças”, disse Nance. “Não é irracional suspeitar que um homem que está escrevendo um manual tenha no passado cometido o próprio ato sobre o qual ele está escrevendo? Esse é um crime, e sem a menor sombra de dúvida é um crime monstruoso cometido contra os mais vulneráveis. O MJ deveria fazer tudo o que está ao seu alcance para proteger aqueles não podem se proteger e investigar esse autor e suas ‘experiências’”.
Quando foi removido, inúmeros exemplares do manual, do autor Phillip R. Greaves II, já tinham sido vendidos, de acordo com as reportagens.
Nas horas depois que o escândalo se tornou público e o manual estava ainda disponível, o manual disparou para a posição número 65 dos 100 livros mais vendidos no Kindle da Amazon, de acordo com Gawker.
“Milhares de crianças são sexualmente abusadas nos Estados Unidos todos os anos. Essas são crianças reais e pessoas reais. As cicatrizes deixadas por esses estupradores são sentidas pelas vítimas pelo resto de suas vidas. É demais pedir ao MJ que faça sua devida diligência nesse caso para assegurar que crianças estejam a salvo?” Disse Nance.
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/news/feds-should-probe-amazon-pedophile-how-to-book-concerned-women
Copyright © LifeSiteNews.com. Este texto está sob a licença de Creative Commons Attribution-No Derivatives. Você pode republicar este artigo ou partes dele sem solicitar permissão, contanto que o conteúdo não seja alterado e seja claramente atribuído a “Notícias Pró-Família”. Qualquer site que publique textos completos ou grandes partes de artigos de Notícias Pró-Família ou LifeSiteNews.com em português tem a obrigação adicional de incluir um link ativo para “NoticiasProFamilia.blogspot.com”. O link não é exigido para citações. A republicação de artigos de Notícias Pró-Família ou LifeSiteNews.com que são originários de outras fontes está sujeita às condições dessas fontes.
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
O que acontece se você misturar todos os elementos da tabela periódica?
Você já se perguntou, em meio a divagações nas aulas de química, o que aconteceria se todos os elementos da tabela periódica fossem misturados? Nós temos a resposta!
Os cientistas acreditam que o resultado seria um “glúon de plasma” (o que os cientistas acreditam que saiu do Big Bang), ou plutônio em chamas. Então não tente isso em casa – e, por sorte, ninguém pode tentar. Segundo químicos teóricos uma experiência dela necessitaria de 118 instalações como as do LHC, o acelerador de partículas.
Além disso, o resultado da mistureba provavelmente desapareceria instantes após ter sido criado.
Isso é tão difícil de ser previsto porque a natureza reativa dos elementos é imprevisível. Coisas diferentes poderiam acontecer se um elemento A entrasse em contato com o elemento B antes que o C, ou se o A encontrasse o C primeiro, por exemplo.
Uma coisa é certa no entanto – o resultado não seria bonito. Se o resultado fosse plutônio em chamas, o simples fato de você inalar a fumaça dele causa morte instantânea. Depois disso, tudo se transformaria em plasma inativo. [Gizmodo]
O que deu em Lula?
Passou os últimos oito anos criticando seus antecessores por não terem tido tanto êxito quanto ele. Hoje, finalmente, em discurso de improviso feito durante visita ao canteiro de obras da usina hidrelétrica de Estreito, na divisa do Maranhão com o Tocantins, Lula concedeu:
- Eu tenho consciência que outros presidentes da República não tiveram as mesmas condições que eu. O presidente Sarney pegou o Brasil em época de crise. O Fernando Henrique Cardoso, mesmo se quisesse fazer, não poderia, pois o Brasil estava atolado numa dívida com o FMI. Quando você deve, tem até medo de abrir a porta e o cobrador te pegar.
Pela primeira vez, Lula admitiu que foi beneficiado por uma conjuntura econômica internacional amplamente favorável.
Isso não lhe tira os méritos pelo que fez de bom. E restabelece uma verdade que ele sempre procurou negar ou enfraquecer. Fonte: Blog do Noblat
E agora lulo petistas? Onde está o discurso da "herança maldita" de FHC?
Será que Lula agora se converteu e resolveu falar a verdade abandonando a mentira?
Será que Lula se convenceu de que realmente herdou um país melhor do que o país herdado por FHC quando iniciou o seu governo?
A verdade pode tardar mas não falha. A mentira e a enganação não duram para sempre.
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