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quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Decreto promete banda larga de até 1 Mbps em SP por R$ 29,80

O mercado de banda larga no Brasil não é dos melhores. Além da falta de opções e abrangência restrita aos grandes centros urbanos, algo que dificulta muito são os preços (mesmo nas capitais).

Durante o Futurecom 2009, evento que ocorre essa semana em São Paulo, José Serra, governador do Estado de SP, assinou um decreto que pode mudar a situação em São Paulo.

As empresas que oferecerem conexão entre 200 Kbps e 1 Mbps com mensalidade de até R$ 30 (R$ 29,80, mais precisamente) ficarão isentas da cobrança de ICMS no serviço. A medida espera aumentar a disponibilidade de conexões residenciais, de forma que metade das residências paulistas tenham banda larga em relativamente pouco tempo. Vamos ver se a única grande empresa que abrange o Estado conseguirá dar conta (acho que não precisa citar o nome).

Segundo o Programa Banda Larga Popular, o desconto fica apenas para as conexões de até 1 Mbps, que hoje têm mensalidade entre uns R$ 50 a R$ 90. Quem contrata velocidades maiores continuará pagando o ICMS embutido, que normalmente é de 25%. De forma geral é de se esperar que quem contrata velocidades altas não vai querer mudar para 1 Mbps, mesmo pagando menos.

Há restrições, para evitar abusos: o plano com o valor máximo de trinta reais permite apenas uma instalação por CPF e endereço.

Ainda na Futurecom, que vai até amanhã no Expo Center, as operadoras reclamam dos impostos. Sem o governo tomar alguma ação, os preços dificilmente vão cair radicalmente, o que prejudica a entrada de novas pessoas na web.

Via Info Exame e Computer World

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Este ventilador não precisa de uma hélice para te refrescar

Isto não é um anel da morte, prestes a ser posto em chamas. Pelo contrário: este ventilador silencioso, que usa tecnologia aplicada em aviões, vai é refrescar os dias quentes de verão.

A tecnologia "Air Multiplier", que permite o funcionamento do ventilador de 25 cm de altura, começa simples e logo vira genial: o ar é sugado na base — com tecnologia usada em motores a jato — e vai para o interior do anel (que é oco), para então sair por uma fenda de 1,3 mm que se alonga por toda a extensão do anel. Daí vem a parte genial:

À medida que o ar sai pela fenda no anel, ele flui pela borda interior do anel, que foi modelada a partir de uma asa de avião. Imagine uma asa de avião dobrada em círculo. O ar encontra o que seria a extremidade frontal da asa (...). Quando ela atinge a estrutura semelhante a uma asa, o ar se acelera, criando uma área de baixa pressão. (...) Quando o ar sai do anel, a pressão menor puxa ar de trás do ventilador, e o ar na frente do ventilador também é levado no fluxo. Isso é pura física. Mas é o declive semelhante a uma asa de avião que é revolucionário.

Ou seja: não é simplesmente um motor sugando ar e jogando em você — o mecanismo faz o ar na frente e atrás do ventilador atingir e refrescar você. Se você não entendeu, então veja este vídeo. Se entendeu tudinho, veja este vídeo também. (É sempre triste quando vídeos não podem ser inseridos em outros lugares da internet, não? Mas vale a pena o clique a mais.)

Ventiladores com pás criam um fluxo desigual e inconstante de ar, e precisam de grades de proteção, o que não é o caso neste ventilador Air Multiplier, criação do inventor James Dyson. O aparelho jorra até 450 litros de ar por segundo — você pode regular o fluxo com um dimmer — e custa 300 dólares. [LiveScience via Digg viaTwitter]

Google exibe possível interface nova do Orkut

A página oficial do Google Chrome passou a apresentar imagem com uma suposta nova interface do Orkut.

A reformulação tem características diferentes de cores e estrutura de layout. Aparentemente, o “novo Orkut” também apresentaria elementos semelhantes com os de outras redes sociais.

O Google ainda não fez nenhum comentário a respeito da escolha da ilustração do site do Google Chrome e nem sobre uma possível mudança no Orkut. Segundo o site Google Discovery, a empresa não quis informar detalhes sobre o assunto. A única resposta obtida diz que "o Google não comenta projetos não anunciados".

Menina inglesa de 14 anos morre depois de vacinação do HPV

Thaddeus M. Baklinski

COVENTRY, Inglaterra, 29 de setembro de 2009 (Notícias Pró-Família) — Natalie Morton, uma menina de 14 anos que freqüentava a Escola Blue Coat da Igreja da Inglaterra, morreu hoje, horas depois de receber Cervarix — a polêmica vacina contra o câncer cervical produzida para o mercado inglês pela Glaxo SmithKline.

Natalie recebeu a injeção como parte da campanha de vacinação do Ministério da Saúde da Inglaterra dirigida a adolescentes com o objetivo de protegê-las contra as variantes do papiloma vírus (HPV), que é uma doença sexualmente transmissível.

O MS começou a campanha de vacinação em abril do ano passado e registrou 2.137 casos de efeitos adversos depois da injeção.

As autoridades sanitárias disseram hoje que não estão certas se Natalie teve uma reação extrema a uma vacina padrão, ou se a dose particular que ela recebeu foi de um “lote vagabundo contaminado”.

Ambas as situações trazem sérios questionamentos acerca da segurança da vacina.

O Dr. Caron Grainger, diretor de saúde pública da câmara municipal de Coventry, disse que uma autópsia será conduzida para investigar se a vacina desempenhou um papel na morte de Natalie.

“Não dá para se fazer nenhuma ligação entre a morte e a vacina até que todos os fatos sejam conhecidos e ocorra uma autópsia”, Grainger disse para o jornal inglês Daily Mail.

Mike Attwood, porta-voz do Coventry Primary Care Trust, disse: “Uma investigação urgente foi lançada e enquanto aguardamos os resultados da autópsia todas as vacinas que utilizam a droga foram temporariamente suspensas”.

O Centro Nacional de Informações de Vacinas (CNIV), uma organização particular americana que monitora a segurança das vacinas, relatou que desde 2006 aproximadamente 11.900 meninas e moças relataram efeitos adversos depois de receber a vacina Gardasil, que é fabricada pela empresa farmacêutica Merck para uso nos EUA e no Canadá.

Esses efeitos adversos incluíram tais reações leves como dor, febre, náusea, vertigem e coceira, até efeitos sérios, tais como as síndromes de Bells Palsy e Guillain-Barre e ataques. O número de mortes associadas à vacina Gardasil pelo CNIV é entre 32 e 45 apenas nos EUA.

Veja artigos relacionados de LSN:

Deaths Associated with HPV Vaccine Start Rolling In, Over 3500 Adverse Affects Reported
http://www.lifesitenews.com/ldn/2007/sep/07092004.html

Controversial HPV Vaccine Causing One Death Per Month: FDA Report
http://www.lifesitenews.com/ldn/2008/jul/08070316.html

Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com

Veja também este artigo original em inglês:http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/sep/09092914.html

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Informações sobre vacinas infantis

Estatuto da aberração: Depois do ECA, esquerda brasileira agora quer Estatuto da Juventude

Perto do Estatuto da Juventude, o Estatuto da Criança e do Adolescente é “coisa de criança”

Julio Severo

Sob a relatoria da Dep. Manuela D’Ávila, do Partido Comunista do Brasil, está tramitando no Congresso Nacional o Estatuto da Juventude (EJ) que, diferente do ECA, cujas políticas de redução dos direitos dos pais e inchamento dos poderes estatais são implícitos, o EJ será mais explícito.

Embora, como o ECA, o EJ seja promovido como uma legislação que vai beneficiar as famílias e os jovens, a verdade é que o EJ vai tratar, entre muitas importantes questões, explicitamente da questão homossexual: em vez de ter liberdade para ajudar seus filhos a sair do homossexualismo, as famílias terão a obrigação, imposta pelo EJ, de assegurar a seus filhos o “direito” de não sair do homossexualismo.

A meta do EJ é simples:

* Menos liberdade de decisão e autoridade para os pais em importantes questões de seus filhos adolescentes.

* Mais liberdade de decisão e autoridade para o Estado e grupos alinhados com as modernas deformidades morais do Estado egocêntrico.

Se a delinqüente legislação radical e moderna do EJ for aprovada, deixará a “antiquada” delinqüência legal do ECA ultrapassada. O EJ é na verdade um tipo de ECA atualizado saindo do armário.

Resposta do Estado aos anseios e necessidades das famílias e do jovens

A sociedade anseia por soluções práticas para os problemas atuais dos jovens, mas tudo o que o Estado nos dá são estatutos. Primeiro, foi o inesquecível Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) que, prometendo mil e uma maravilhas, acabou demonstrando ser nada mais do que uma ferramenta de controle estatal sobre as famílias.

Muitas famílias cristãs, movidas pelo bem-estar educacional e espiritual dos filhos, se esforçam para educar os filhos em casa. É exatamente aí que o ECA, que é implementado através dos conselhos tutelares, mostra sua força, oprimindo e ameaçando qualquer pai e mãe que esboce o mínimo desejo de remover os filhos do controle estatal para lhes dar o que o Estado não dá: uma educação escolar de qualidade.

O ECA mina sistematicamente os direitos dos pais e das famílias, em nome da proteção, educação e saúde das crianças e adolescentes.

O ECA não permite que pais façam uso da vara corretiva ou chinelo para disciplinar os filhos, mas dá a assassinos e estupradores menores de idade um surpreendente direito à impunidade. O menor estuprador e assassino não é preso, mas fica sob a proteção do Estado, que o “ressocializará”. Ao completar 18 anos, ele é devolvido à sociedade, com ficha totalmente limpa. Assim, de acordo com a inversão da ética legal estabelecida pelo ECA, pais que usam uma vara para disciplinar a rebeldia de um filho são considerados criminosos, enquanto que estupradores e assassinos menores de idade não podem de forma alguma ser chamados de criminosos.

O ECA é também conhecido por sua omissão. Embora se proclame como defensor das crianças, quem está lutando contra o governo Lula e seus esforços para legalizar o assassinato de crianças em gestação por meio do aborto legal não é o ECA, mas os cristãos pró-vida. O ECA é totalmente omisso na defesa das crianças em gestação diante das insanidades abortistas do governo e de grupos de interesses pró-aborto. O Estado faz uso do ECA somente quando lhe convém. Quando o assunto é controle sobre os pais, o Estado faz uso pleno do ECA. Quando o assunto é aborto legal, o Estado não invoca, com base no ECA ou não, nenhum direito à vida das crianças em gestação.

O ECA é também omisso na proteção às crianças necessitadas de adoção. Todo menino e menina tem direito a um lar saudável com pai e mãe, mas as tentativas de militantes homossexuais expandirem sua agenda ideológica reivindicando um direito anti-natural de adotar crianças não tem encontrado nenhuma resistência do ECA.

O Estatuto da Juventude e suas consequências

Agora, como se não bastasse o ECA, está tramitando no Congresso Nacional o PL 4529/2004, o Estatuto da Juventude. Se aprovado, o EJ imporá os seguintes direitos anti-naturais:

“Direito de não ser discriminado por orientação sexual”. (Capítulo 3, artigo 13.2)

Conseqüência: Sendo aceito como direito, a “orientação sexual” — qualquer inclinação sexual que um jovem sinta (homossexualismo, sexo com objetos, etc.) estará sob proteção estatal, e pais e professores não poderão questionar nem criticar o comportamento escolhido pelo jovem. Se tentarem aconselhar o jovem a mudar de comportamento, pais e professores estarão sujeitos a penalidades criminais. Só não se sabe por quanto tempo ficará fora do menu de aberrações sexuais a “orientação sexual” por crianças, cadáveres ou animais.

A palavra mágica “discriminação” é a chave politicamente correta para usar o Estado para impor leis a favor de tradicionais males sociais e atacar os defensores dos valores da família. Na ordem inversa exigida e imposta pelos que querem a sacralização da imoralidade e a criminalização da moralidade, os pais terão menos direitos sobre seus próprios filhos e os grupos homossexuais terão mais direitos sobre os filhos dos outros.

“O direito à igualdade racial e de gênero compreende a capacitação dos professores dos ensinos fundamental e médio para a aplicação das Diretrizes Curriculares Nacionais no que se refere às questões de promoção da igualdade de gênero e de raça e do combate a todas as formas de discriminação resultantes das desigualdades existentes”. (Capítulo 4, artigo 15.2)

Conseqüência: Além de orientação sexual, a palavra gênero, quando aplicada ao sexo humano, é outro termo fantasia usado para promover a idéia de que existem mais de dois sexos. Apesar de que a natureza só reconhece dois sexos, por força do EJ as escolas serão forçadas a ensinar que todos os tipos de comportamentos sexuais estranhos são normais. As escolas também serão instrumentos para combater todas as opiniões contrárias às novas normas sexuais protegidas pelo Estado. Se uma criança cair sob a influência da lavagem cerebral homossexual nas escolas públicas, os pais nada poderão fazer, sob pena de sofrerem perseguição de grupos homossexuais, seus cúmplices na imprensa esquerdista e um intolerante e autoritário Estado pró-homossexualismo.

Na gíria politicamente correta, “gênero” é o termo usado para substituir a palavra “sexo”, significando que o ser humano não está limitado apenas ao sexo masculino e feminino. O termo “gênero” é propositadamente vago, podendo significar homossexualismo, bissexualidade e muito mais que se queira. Daí, um “direito à igualdade de gênero” implica que qualquer escolha sexual, por mais estranha e bizarra que seja, deverá ganhar a mesma proteção e privilégios que o padrão sexual normal homem e mulher.

“O direito à igualdade racial e de gênero compreende a inclusão de temas sobre gênero na formação dos futuros profissionais de educação, de saúde, de segurança pública e dos operadores do direito”. (Capítulo 4, artigo 15.3)

Conseqüência: Todos os funcionários estatais deverão ser treinados para promover e defender o homossexualismo e outras aberrações sexuais. E no nome da promoção da igualdade racial, práticas de bruxaria como o candomblé e umbanda serão promovidas pelo Estado como tão importantes quanto o Cristianismo. O Estado assim imporá a igualdade de Jesus com os deuses do candomblé e umbanda. Quem se opuser a essa igualização forçada será considerado racista e intolerante.

Ao colocar no mesmo nível “igualdade de gênero e de raça” o Estado acaba promovendo a realidade das religões afro-brasileiras, onde o homossexualismo é muito bem aceito por seus deuses e faz parte da vida de muitos pais-de-santo. É o Estado formalmente reconhecendo o “casamento” entre “raça e gênero”, onde homossexualismo se funde com as práticas das religiões afro-brasileiras e é reconhecido obrigatoriamente como “cultura”.

“A inclusão de temas sobre questões raciais, de gênero e de violência doméstica e sexual praticada contra mulheres na formação dos futuros profissionais de educação, de saúde, de segurança pública e dos operadores do direito, sobretudo com relação à proteção dos direitos de mulheres afrodescendentes”. (Capítulo 4, artigo 15.2)

“A adoção de políticas de ação afirmativa como forma de combater a desigualdade de gênero”. (Capítulo 4, artigo 15.5)

“O direito à sexualidade consiste em ações que contemplem: o respeito à diversidade de valores, crenças e comportamentos relativos à sexualidade, reconhecendo e respeitando a orientação sexual de cada um”. (Capítulo 5, artigo 17.2)

Conseqüência: Seguindo no rastro de políticas anti-racismo importadas da esquerda dos EUA, o Estado brasileiro dará também privilégios a cidadãos com comportamento sexual diferente do normal. Inicialmente, universidades e órgãos estatais separarão determinado número de vagas e as darão exclusivamente a indivíduos portadores de homossexualismo e outras anormalidades sexuais. Depois, estabelecimentos particulares serão obrigados a seguir a tendência. Se o governo, mesmo sem nenhum fundamento, prega que 10 por cento da população são homossexuais, 10 por cento das vagas deverão ser reservadas exclusivamente aos homossexuais. Por quanto tempo o quadro de funcionários de escolas cristãs e a função de pastores e padres estarão isentos das pressões estatais em prol de sua “igualdade”?

Além disso, as questões de violência doméstica são manobradas como plataformas para avançar políticas feministas. A violência doméstica funciona muitas vezes como estratégia feminista, atraindo grande número de mulheres incautas, que acabam sendo doutrinadas e transformadas em militantes feministas pró-aborto. A violência doméstica acaba se tornando desculpa feminista para apoiar a violência e o assassinato de bebês em gestação. Assim, um Estado mal-intencionado é a pior solução para problemas domésticos e problemas de relações humanas.

“Cadastramento da população jovem em base territorial, visando ao atendimento hebiatra em ambulatórios”. (Capítulo 5, artigo 16.1)

Conseqüência: Com o EJ, o Estado irá até os jovens, cadastrando-os e monitorando-os para incluí-los em seus serviços. Especialistas estatais entrevistarão os adolescentes, apurando deles suas “orientações sexuais”. Aos adolescentes sofrendo de confusão ou desorientação sexual, os profissionais do Estado lhes oferecerão um menu de diversidades sexuais, com sigilo e proteção contra a interferência dos pais. Os adolescentes terão total liberdade de seguir os novos direitos oferecidos pelo Estado, com ou sem o conhecimento e consentimento dos pais. Com um cadastramento nacional, o Estado e os grupos homossexuais poderão focalizar e fiscalizar os adolescentes mais vulneráveis ao homossexualismo e garantir que não saiam dessa opção sexual.

“Garantia da inclusão de temas relativos a consumo de álcool, drogas, doenças sexualmente transmissíveis, Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (SIDA), planejamento familiar e saúde reprodutiva nos conteúdos curriculares dos diversos níveis de ensino. (Capítulo 5, artigo 16.4)

Conseqüência: Debaixo da proteção do ECA, as aulas de educação sexual em escolas do governo constrangem (o governo prefere chamar esse constrangimento de “educação”) crianças e adolescentes com modelos de plásticos dos órgãos sexuais, com cenas e apresentações explícitas de técnicas sexuais, etc.

Com o EJ, o que mudará é o foco. Em vez de serem constrangidos com cenas de penetração vaginal, crianças e adolescentes serão constrangidos com cenas de penetração anal.

Há 50 anos, quem tentasse fazer tais apresentações para crianças e adolescentes estaria totalmente fora da lei e seria chamado de monstro e criminoso. Hoje, quem faz isso em sala de aula está sob a proteção da lei e é chamado de “professor”.

Por experiência sei que o Estado chegou a esse ponto depravado por planejamento de alto nível. Quase duas décadas atrás, estive num encontro internacional de autoridades de educação sexual, inclusive com um representante da ONU e do Ministério da Saúde. Ali à vontade entre si, eles expressaram livremente a idéia de que o adolescente tem direito ao sexo prazeroso, que deve ser protegido de doenças e gravidez, como se a gravidez — não os pecados sexuais — fosse o maior problema dos jovens.

Esses educadores sabiam que para atrair a simpatia e aprovação da sociedade, dos pais e dos religiosos, eles não poderiam implementar diretamente uma educação sexual pornográfica cuja prioridade é apenas o prazer carnal. Isso provocaria ira e oposição. Seu plano deveria trazer devidamente empacotado como um sanduíche sua educação sexual mais explícita, que viria levemente disfarçada no meio de outras “ofertas” tentadoras para os jovens: educação profissionalizante, higiene, drogas, álcool, boas maneiras, etc.

Com tal fachada, os educadores sexuais teriam liberdade para educar o jovem passo a passo, até transformá-lo numa máquina sexual sem valores, moralidade e necessárias ligações com compromisso conjugal.

Ditadura sexual disfarçada de pluralidade, diversidade e democracia sexual

A ditadura sexual do Estado — onde o padrão é a sexualidade com prazer sem procriação — exaltará o sexo sem casamento, louvará o planejamento familiar e adorará o homossexualismo.

A ditadura sexual do Estado manterá os jovens sob total controle através de um cadastramento estatal e, pelo uso da força, o Estado imporá vagas obrigatórias para determinadas raças e sexos (feminista, homossexual, bissexual, etc.) em empregos, instituições, etc.

A ditadura sexual do Estado se contentará com apenas tais medidas? Claro que não. A aceitação e consagração de uma exótica selva de “valores, crenças e comportamentos relativos à sexualidade” inevitavelmente produzirá mais e maiores aberrações. A falta de limites nos excessos sexuais é imposta como direito democrático. O homossexualismo e o bissexualismo que até recentemente eram classificados universalmente como aberrações agora são, em nome da democracia, aceitos. Hoje o que é considerado aberração é a pedofilia. O que o futuro trará para os homens que têm “orientação sexual” envolvendo meninos e meninas? O que se reivindicará em seguida em nome da democracia e dos direitos sexuais e reprodutivos?

Um pecado leva a outros pecados. Uma aberração leva a outras aberrações. Assim é que o Estatuto da Criança e do Adolescente está levando ao Estatuto da Juventude.

Diz o ditado que quando os gatos estão ausentes, os ratos fazem a festa. Na ausência de boas leis e ordem, os pervertidos fazem a festa. Felizmente, não há ausência de bons homens e mulheres no Brasil. Mas quando está ausente neles a disposição necessária de se mobilizar e confrontar malignas leis que os pervertidos impõem na sociedade, os ratos fazem a festa. No Brasil, onde recentemente o movimento de “direitos” das crianças e dos adolescentes — que é defensor do ECA e do EJ — se uniu oficialmente ao movimento homossexual, eles já estão fazendo farra.

Quando é que os bons se darão conta de que precisam agir para acabar com essa farra?

Fonte: www.juliosevero.com

Grupos homossexuais querem “melhorias” no ECA

Para entender os perigos do ECA, clique nos seguintes artigos:

O abuso estatal contra a ordem familiar

Direitos das crianças: O que a ONU e o Estado fazem para controlar as famílias

O que está por trás da campanha estatal pelos direitos das crianças

CRIMINOSOS PRIVILEGIADOS: Fortalecendo a impunidade em nome da reabilitação dos menores que estupram e matam

Insensatez na punição de menores

Distorções e abusos do Estado voraz gerando caos às famílias

Julio Severo e Heitor De Paola rebatem defesa ao ECA em programa de televisão

A ameaça da ONU: A destruição dos direitos dos pais

Governo Mundial: De que modo os Acordos da ONU sobre os Direitos das Mulheres e das Crianças Minam os Valores da Família, os Valores Evangélicos e a Soberania dos Países

Novo regulamento: Operadoras podem vir a ser obrigadas a garantir velocidade mínima de conexão

A notícia do IDG Now finaliza com um trecho interessante: “O novo regulamento também vai implementar novas regras para atendimento ao cliente e medidas de estímulo à competição, com menos exigências para pequenas empresas que atuem em regiões remotas.”

Segue trecho da matéria:

As operadoras de telecomunicações serão obrigadas a garantir velocidade mínima na banda larga a partir de 2010. (…) A Anatel estaria inspirada no Chile, onde um programa gratuito mede a velocidade dos assinantes.

A proposta ainda precisa ser aprovada pelo conselho da agência e colocada em consulta pública. A previsão é que entre em vigor no primeiro semestre de 2010. (via idgnow.uol.com.br)

Saiba mais (idgnow.uol.com.br).

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Obama Prêmio Nobel da Paz?

Caros amigos,
O Barack Obama ganho o Prêmio Nobel da Paz e juntos podemos definir este momento para conseguir uma ação política mais audaciosa. Assine a mensagem pedindo para o Obama fazer mais para realmente transformar a esperança em mudanças:

Participe agora, envie uma mensagem para o Obama



O Presidente Barack Obama ganhou semana passada o Prêmio Nobel da Paz. Ele mesmo se diz "surpreso, com humildade" e que ainda não merece o prêmio, mas que o aceitou como um chamado para "confrontarmos os problemas comuns do século 21" juntos. Em muitos assuntos urgentes o Presidente Obama parece estar de mãos atadas por interesses mais fortes e ainda não tomou medidas corajosas. Mais do que os parabéns ele precisa também ser pressionado para ser mais ousado.

Vamos fazer a nossa parte e determinar o desafio que este Prêmio representa para o Obama. Vamos inundá-lo com mensagens de incentivo e urgência, pressionando-o a transformar esperança em ação, principalmente em relação às mudanças climáticas, o desarmamento nuclear e a tão necessária paz no Oriente Médio e Afeganistão. Assine a mensagem para o Obama e nós a entregaremos para a Casa Branca.

http://www.avaaz.org/po/obama_peace_prize

No seu discurso em Cairo em junho o Obama falou do "mundo que buscamos" onde "extremistas não ameacem a população, e tropas Estadunidenses retornem para casa; um mundo onde Israelenses e Palestinos estejam ambos seguros em seus próprios territórios" e que questões energéticas não gerem mais conflitos – um mundo onde governos sirvam seus cidadãos e os direitos de todos sejam respeitados.

As palavras do Obama ofereceram uma visão profunda de mudança mas nem tudo pode ser conquistado da noite para o dia. A pressão sobre o Oriente Médio não está sendo forte o suficiente para superar a resistência mais dura na região. Enquanto isso os conservadores nos EUA estão pressionando o Obama a enviar mais 40.000 tropas para o Afeganistão ao invés de mudar a estratégia e focar mais na paz, desenvolvimento e diplomacia.

Há um risco de que a esperança em mudanças seja perdida. Governantes são julgados por suas ações finais, não por suas palavras. Somente com ações pela paz corajosas e transformadoras, o Obama poderá cumprir a sua promessa – e assim a história julgará se este Prêmio Nobel da Paz foi realmente merecido. Nós sabemos que o Obama se importa com a opinião pública global, portanto vamos enviar para ele uma enxurrada de mensagens pedindo para que ele cumpra a sua promessa através de ações concretas. Participe no link abaixo, depois encaminhe este alerta para a sua família – nós entregaremos a pilha de assinaturas do mundo todo diretamente para a Casa Branca:

http://www.avaaz.org/po/obama_peace_prize

Com esperança e determinação,

Paul, Raj, Brett, Graziela, Pascal, Paula, Iain, Alice, Ricken, Benjamin e toda a equipe Avaaz

PS – Depois de você assinar a mensagem para o Obama – vote na Avaaz para um prêmio do influente site Huffington Post "Transformadores Sociais das Novas Mídias"

http://www.avaaz.org/huffpo (vote no lado direito da página selecione "10" e clique em "Vote Now")

Gostaríamos que a foto fosse dos 3,6 milhões de membros, não da equipe...

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