terça-feira, 27 de julho de 2010
segunda-feira, 26 de julho de 2010
Mais um "ficha-suja" do staff da Dilma condenado pela Justiça.
O deputado federal André Vargas, secretário nacional de Comunicação do Partido dos Trabalhadores, terá que desembolsar mais de R$ 120 mil para indenizar vigilantes da Universidade Estadual de Maringá que tiveram seus nomes utilizados indevidamente na prestação de contas eleitorais, quando o parlamentar foi candidato em 2006. A sentença da ação, que tramitou no 2º Juizado Especial Cível, foi reformada pela Turma Recursal, que aumentou de R$ 250,00 para R$ 4 mil o valor da indenização por dano moral para cada servidor. Os mais de 30 vigilantes somente ficaramsabendo que seus nomes foram usados como financiadores da campanha de Vargas pelo site Às Claras. O caso foi divulgado em primeira mão por este modesto blog, em junho de 2008. Entendeu-se pela a majoração do quantum indenizatório fixado na sentença, uma vez que o valor arbitrado inicialmente não atendia a finalidade punitivo, pedagógica e compensatória. O valor deverá ser corrigido monetariamente e acrescido de juros de 1% ao mês, contados da data do novo julgamento, realizado no último dia 9 e foi presidido pelo juiz Horácio Ribas Teixeira, com a participação do juízes Telmo Zaions Zainko (relator), Cristiane Santos Leite e Ana Paula Kaled Accioly.
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Segundo o site Excelências, o "homem de comunicação" do PT ainda tem mais uma pendência na "Dona Justa":TJ-PR 10ª Vara Cível de Londrina Ação Civil Pública Nº208/2002 - Réu por improbidade administrativa. Foi pedida a indisponibilidade de seus bens. O parlamentar recorreu contra o recebimento da ação, mas o pedido foi negado (TJ-PR Agravo de Instrumento Nº173780-8/2005).
COM PT NO PODER A VIOLÊNCIA AUMENTOU
Transcrevo a primeira parte de matéria que está na Folha de São Paulo, mas que já dá para ter uma idéia do estrago que o governo de Lula e seus sequazes produziu no Brasil. Tem toda a razão o candidato José Serra, quando anunciou que uma de suas metas é criar o Ministerio da Segurança Pública e atuar firmemente para combater a maldita violência que se espalha por todo o Brasil.
Tente pensar como era antes de Lula e seus petralhas chegarem ao poder e agora, depois de quase oito anos de leniência e desprezo pela segurança dos cidadãos. Nesses quase oito anos o que se viu mais foi Lula e seus sequazes invocando os direitos humanos para os bandidos, fomentando a inversão de valores. Esta é que é a verdade e por isso essa situação de descalabro indecente.
Leiam a matéria que está na Folha:
Lançado em agosto de 2007 pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva com a meta de reduzir os índices de homicídio pela metade até este ano, o PAC da Segurança teve efeito quase nulo na contenção de mortes do tipo.
Na maioria dos Estados do país, inclusive, o número de assassinatos até aumentou.
O PAC da Segurança tinha como objetivo chegar ao índice de 12 homicídios por 100 mil habitantes neste ano.
Mas o número hoje ainda está em 25 por 100 mil -mesmo índice de quando o programa foi lançado-, segundo estimativas do governo.
Para a Organização Mundial da Saúde, o número aceitável é de 10 por 100 mil -acima disso, classifica a violência como epidêmica.
A Folha coletou números de homicídios dolosos do ano passado em 20 dos 26 Estados e no Distrito Federal.
Comparou-os com os de três anos atrás, nas unidades da Federação onde havia dados disponíveis do período.
As taxas de homicídios subiram em 15 Estados e no Distrito Federal e caíram só em cinco. À exceção de Goiás, a redução foi inexpressiva.
Até o fim de 2009, o quadro se alterou pouco nos Estados mais violentos, como Alagoas e Espírito Santo.
Os dados gerais estão sob revisão, segundo afirmam os Estados, mas eventuais mudanças serão insignificantes. Da Folha de São Paulo deste domingo
Tente pensar como era antes de Lula e seus petralhas chegarem ao poder e agora, depois de quase oito anos de leniência e desprezo pela segurança dos cidadãos. Nesses quase oito anos o que se viu mais foi Lula e seus sequazes invocando os direitos humanos para os bandidos, fomentando a inversão de valores. Esta é que é a verdade e por isso essa situação de descalabro indecente.
Leiam a matéria que está na Folha:
Lançado em agosto de 2007 pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva com a meta de reduzir os índices de homicídio pela metade até este ano, o PAC da Segurança teve efeito quase nulo na contenção de mortes do tipo.
Na maioria dos Estados do país, inclusive, o número de assassinatos até aumentou.
O PAC da Segurança tinha como objetivo chegar ao índice de 12 homicídios por 100 mil habitantes neste ano.
Mas o número hoje ainda está em 25 por 100 mil -mesmo índice de quando o programa foi lançado-, segundo estimativas do governo.
Para a Organização Mundial da Saúde, o número aceitável é de 10 por 100 mil -acima disso, classifica a violência como epidêmica.
A Folha coletou números de homicídios dolosos do ano passado em 20 dos 26 Estados e no Distrito Federal.
Comparou-os com os de três anos atrás, nas unidades da Federação onde havia dados disponíveis do período.
As taxas de homicídios subiram em 15 Estados e no Distrito Federal e caíram só em cinco. À exceção de Goiás, a redução foi inexpressiva.
Até o fim de 2009, o quadro se alterou pouco nos Estados mais violentos, como Alagoas e Espírito Santo.
Os dados gerais estão sob revisão, segundo afirmam os Estados, mas eventuais mudanças serão insignificantes. Da Folha de São Paulo deste domingo
CENSURA COMEÇA ASSIM. PODE AVANÇAR? PODE!
Uma matéria da Folha de São Paulo mostra como a censura já existe no Brasil de Lula e seus sequazes. Começa assim e tende a avançar caso a estupidez politicamente correta prevaleça. Aliás, já está prevalecendo em várias áreas. A legislação eleitoral que disciplina a campanha é das mais ridículas já vistas no lixo ocidental. Só mesmo no Brasil para se falar em "campanha antecipada" e bobagens semelhantes.
E, para aprofundar a mordaça à livre expressão, o Ministério da Justiça parece já ter encaminhado um tal projeto de lei intitulado (argh!) "Marco Regulatório da Internet", legado do Tarso 'Ilich' Genro, já que foi ele o inventor desse troço que pretende impor a mordaça na internet. O que me admira é que pesquisas no Rio Grande do Sul informam que esse stalinistabotocudo está na frente. Os gaúchos enlouqueceram.
O texto da Folha ao qual e refiro é este:
Quem achou graça nas sequências ao lado, em que os integrantes do "Casseta & Planeta" imitam os presidenciáveis na caça aos votos, vai ter que esperar até o fim da eleição para rir de novo.
Assustados com as novas regras do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), os humorísticos da TV foram obrigados a puxar o freio na cobertura da corrida ao Planalto.
Para os comediantes, o veto a qualquer piada que "degrade ou ridicularize candidato, partido político ou coligação" -estabelecido pela resolução 23.191/2009 da corte- caiu como uma lei da mordaça sobre a telinha.
"É o estilo Dunga dominando a eleição", diz o casseta Hélio de la Peña. "O povo devia ter direito a se divertir um pouco com a política, já que será obrigado a sofrer com o horário gratuito."
No ar desde 1992 na Globo, o "Casseta" tomou a medida mais radical para se adaptar à norma em vigor desde o dia 1º: baniu qualquer referência aos candidatos até outubro.
Os quadros sobre as eleições agora são limitados a personagens fictícios como o candidato do Partido do Polvo Profeta, inspirado no molusco que previa os resultados dos jogos na Copa.
"A gente preferia tratar de absurdos mais reais, como o jingle do Collor com a Dilma, mas a lei entende que você só trata de política para favorecer ou prejudicar alguém. Estão levando o humor muito a sério", afirma La Peña, que "incorporou" Marina Silva (PV) na última paródia dos presidenciáveis, em junho.
No "CQC", a ordem é insistir na cobertura da eleição de verdade, mas com restrições. Uma delas foi aposentar recursos de computação gráfica que ajudavam a dar um tom mais irreverente às entrevistas -a lei proíbe usar "trucagem, montagem ou outro recurso de áudio ou vídeo" que possa ser interpretado como deboche.
"É lamentável. Fomos obrigados a abrir mão dos cartunistas eletrônicos, que eram parte importantes da nossa cobertura", declara Marcelo Tas, líder dos engravatados da Band, o "CQC".
Outra mudança forçada foi a abertura de espaço para os candidatos nanicos, sob o risco de perder audiência.
"Estamos tomando cuidado para seguir a lei, mas acreditamos que essas restrições prejudicam bastante. Os políticos já entenderam que os os microfones do "CQC" os ajudam a se conectar com uma audiência que está de saco cheio deles", diz Tas.
As regras do TSE também preocupam a turma do "Pânico na TV". Depois de levantar a audiência e o humor dos parlamentares com os desfiles de Sabrina Sato em vestidos justíssimos no Congresso, o programa estuda uma fórmula para manter a política na pauta.
O diretor Alan Rapp, que estava viajando na semana passada, disse à coluna Outro Canal que nenhuma piada vai ao ar sem consulta prévia aos advogados da RedeTV!: "Não consigo fazer quase nada. Sigo o que diz o jurídico da emissora".
REBOLATION
Antes de as novas regras entrarem em vigor, os humorísticos protagonizaram alguns dos melhores momentos da pré-campanha.
No "CQC", José Serra (PSDB) fez piadas de duplo sentido e brincou com o apelido de vampiro: "Aprecio muito pescoços de mulheres. Mas não a ponto de morder para tirar sangue".
Sempre blindada por assessores, Dilma Rousseff (PT) baixou a guarda no "Pânico" e disse a Sabrina que, se eleita, vai dançar o rebolation. Promessa de campanha? Da Folha de São Paulo deste domingo
E, para aprofundar a mordaça à livre expressão, o Ministério da Justiça parece já ter encaminhado um tal projeto de lei intitulado (argh!) "Marco Regulatório da Internet", legado do Tarso 'Ilich' Genro, já que foi ele o inventor desse troço que pretende impor a mordaça na internet. O que me admira é que pesquisas no Rio Grande do Sul informam que esse stalinistabotocudo está na frente. Os gaúchos enlouqueceram.
O texto da Folha ao qual e refiro é este:
Quem achou graça nas sequências ao lado, em que os integrantes do "Casseta & Planeta" imitam os presidenciáveis na caça aos votos, vai ter que esperar até o fim da eleição para rir de novo.
Assustados com as novas regras do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), os humorísticos da TV foram obrigados a puxar o freio na cobertura da corrida ao Planalto.
Para os comediantes, o veto a qualquer piada que "degrade ou ridicularize candidato, partido político ou coligação" -estabelecido pela resolução 23.191/2009 da corte- caiu como uma lei da mordaça sobre a telinha.
"É o estilo Dunga dominando a eleição", diz o casseta Hélio de la Peña. "O povo devia ter direito a se divertir um pouco com a política, já que será obrigado a sofrer com o horário gratuito."
No ar desde 1992 na Globo, o "Casseta" tomou a medida mais radical para se adaptar à norma em vigor desde o dia 1º: baniu qualquer referência aos candidatos até outubro.
Os quadros sobre as eleições agora são limitados a personagens fictícios como o candidato do Partido do Polvo Profeta, inspirado no molusco que previa os resultados dos jogos na Copa.
"A gente preferia tratar de absurdos mais reais, como o jingle do Collor com a Dilma, mas a lei entende que você só trata de política para favorecer ou prejudicar alguém. Estão levando o humor muito a sério", afirma La Peña, que "incorporou" Marina Silva (PV) na última paródia dos presidenciáveis, em junho.
No "CQC", a ordem é insistir na cobertura da eleição de verdade, mas com restrições. Uma delas foi aposentar recursos de computação gráfica que ajudavam a dar um tom mais irreverente às entrevistas -a lei proíbe usar "trucagem, montagem ou outro recurso de áudio ou vídeo" que possa ser interpretado como deboche.
"É lamentável. Fomos obrigados a abrir mão dos cartunistas eletrônicos, que eram parte importantes da nossa cobertura", declara Marcelo Tas, líder dos engravatados da Band, o "CQC".
Outra mudança forçada foi a abertura de espaço para os candidatos nanicos, sob o risco de perder audiência.
"Estamos tomando cuidado para seguir a lei, mas acreditamos que essas restrições prejudicam bastante. Os políticos já entenderam que os os microfones do "CQC" os ajudam a se conectar com uma audiência que está de saco cheio deles", diz Tas.
As regras do TSE também preocupam a turma do "Pânico na TV". Depois de levantar a audiência e o humor dos parlamentares com os desfiles de Sabrina Sato em vestidos justíssimos no Congresso, o programa estuda uma fórmula para manter a política na pauta.
O diretor Alan Rapp, que estava viajando na semana passada, disse à coluna Outro Canal que nenhuma piada vai ao ar sem consulta prévia aos advogados da RedeTV!: "Não consigo fazer quase nada. Sigo o que diz o jurídico da emissora".
REBOLATION
Antes de as novas regras entrarem em vigor, os humorísticos protagonizaram alguns dos melhores momentos da pré-campanha.
No "CQC", José Serra (PSDB) fez piadas de duplo sentido e brincou com o apelido de vampiro: "Aprecio muito pescoços de mulheres. Mas não a ponto de morder para tirar sangue".
Sempre blindada por assessores, Dilma Rousseff (PT) baixou a guarda no "Pânico" e disse a Sabrina que, se eleita, vai dançar o rebolation. Promessa de campanha? Da Folha de São Paulo deste domingo
É O SAPO BARBUDO DE DEUS, TCHÊ!
Como todos leram nos jornais Lula, numa de suas incursões na semana que passou pela caatinga nordestina resolveu se comparar a Getúlio Vargas e Jesus Cristo. O primeiro, como sabem, suicidou-se; o segundo, morreu crucificado. Em artigo no seu blog o Reinaldo Azevedo ironizou a bravata lulística. Não resisti e a transcrevo...hehehe....:
"Ah, sim, li que Lula se comparou a Cristo. Repetirei o que costumo escrever sempre que alguém a tanto se atreve: ENTÃO VAMOS COMEÇAR PELA CRUCIFICAÇÃO. Lula não pode ficar só com o bem-bom da divindade. Se é o cordeiro de Deus, então que vá para o sacrifício, certo? Brizola diria: “Que cordeiro, nada, tchê! É o Sapo Barbudo de Deus!” É…"
"Ah, sim, li que Lula se comparou a Cristo. Repetirei o que costumo escrever sempre que alguém a tanto se atreve: ENTÃO VAMOS COMEÇAR PELA CRUCIFICAÇÃO. Lula não pode ficar só com o bem-bom da divindade. Se é o cordeiro de Deus, então que vá para o sacrifício, certo? Brizola diria: “Que cordeiro, nada, tchê! É o Sapo Barbudo de Deus!” É…"
Olha a mordaça aíiii, minha geeente...
Lei eleitoral bane humor de programas na TV
Qual será a multa imposta ao jornal O Globo pela campanha explícita - e reincidente aos conselhos do próprio jornal - que vem sendo feita, há muito tempo, por um colunista de fim-de-semana ? Nota: Ser contra qualquer tipo de censura, não significa aceitar que colunistas se aproveitem de seu espaço nos jornais para fazer campanha por seus candidatos.
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