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segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Lula tenta aprovar projeto gay no fim do mandato


Tentativas de manobrar o projeto anti-“homofobia” ocorrerão no Senado entre os dias 8 e 9 de dezembro de 2010.

Julio Severo
Conforme depoimento de muitos parlamentares evangélicos e acontecimentos nos últimos dias no Senado Federal, venho a público com uma informação emergencial. Ativistas do movimento homossexual articularam com senadores que apoiam sua agenda um avanço, no Senado Federal entre os dias 8 e 9 de dezembro de 2010, do famoso PLC 122/06, que torna crime inafiançável a crítica ao comportamento homossexual, ou seja, imporá sobre o Brasil uma lei que tratará como criminosa toda pessoa que expressar uma opinião contrária ao homossexualismo.
No dia 08/12/2010 (quarta-feira) haverá Sessão Ordinária na Comissão de Direitos Humanos para discutir diversos assuntos já estabelecidos em pauta. Aproveitando a estação do Natal e a aparente desmobilização dos cristãos e dos políticos, parlamentares ligados à militância gay têm a intenção, conforme evidências a que tivemos acessos, de apresentar um requerimento extra-pauta pedindo a dispensa da realização das audiências públicas para que, em vez de se continuar discutindo o PLC 122, ele seja imediatamente votado.
Esta não é a primeira vez que os ativistas GLBT tentam esse tipo de manobra. Numa madrugada de dezembro de 2008 a Senadora Fátima Cleide, relatora do PLC 122/2006, tentou aprovar um requerimento de urgência ao PLC 122/2006 no Plenário do Senado durante as discussões do Orçamento da União. Para tal finalidade, Cleide já havia recolhido no requerimento a assinatura de vários líderes de partidos que assinaram enganados sem saber que se tratava do polêmico projeto anti-“homofobia”. Ela contava também com o apoio da então líder do governo, Senadora Ideli Savati. Mas naquela madrugada o Senador Magno Malta estava presente e não deixou que a votação acontecesse.
Então é possível que a relatora e outros senadores tentem novamente pedir o regime de urgência. Essa é a última cartada da senadora, que está em seus últimos dias no Congresso, tendo sido impedida de continuar representando Rondônia no Senado, por ter sido rejeitada nas urnas pelo povo de seu estado.
Se conseguirem essa última cartada, a votação do PLC 122/06 (emendado) no plenário do Senado será de fácil aprovação, pois as emendas apresentadas e aprovadas pela Comissão de Direitos Humanos do Senado aparentam um projeto de lei sem “aparentes violações” ao direito de liberdade de expressão e consciência, o que torna a sua aprovação pelos senadores uma possibilidade fácil.
Os meios de comunicação de massa também colaborarão para essa facilitação, mostrando cenas de violências contra homossexuais, com o propósito de passar uma imagem de “massacre” de homossexuais no Brasil, criando uma atmosfera favorável para a aprovação do PLC 122 no Senado.
O pior não é essa estratégia de aprovação pelo Plenário do Senado, mas o que acontecerá na Câmara dos Deputados, pois depois de aprovado no Senado com as alterações propostas o PLC 122 voltará para a Câmara dos Deputados onde nasceu.
E ai é que está o perigo e a armadilha principal, pois existe uma forte mobilização para que na semana seguinte à aprovação do PLC 122 pelo Senado Federal, ele seja votado imediatamente no Plenário da Câmara, e é certeza que o movimento gay já está fazendo seu trabalho de pressão junto aos deputados para que eles DERRUBEM TODAS AS EMENDAS APROVADAS PELOS SENADORES, as quais suavizaram um pouco o projeto, ou seja, o texto do PLC 122 passa ser válido na sua forma brutal e ditatorial original como foi aprovado no ano de 2006 na Câmara, com todas as questões gravíssimas, ilegalidade e inconstitucionalidade já apontadas por diversos juristas e instituições, entre elas a Igreja Evangélica e a CNBB.
Os ativistas do movimento homossexual estão certos de que conseguirão derrubar na Câmara Federal todas as emendas dos senadores.
Em seguida o texto aprovado na Câmara na forma original que foi proposto será enviado para a sanção ou veto presidencial. Esse será o último grande ato do presidente Lula.

O que fazer?

Escreva para todos os senadores alertando-os e pedindo posição contrária ao PLC 122, o projeto de ditadura gay.
Para ter todos os e-mails dos senadores e uma mensagem, siga este link:http://juliosevero.blogspot.com/2009/04/cientista-medica-escreve-aos-senadores.html
Com informações do Blog Zenóbio Fonseca. Para uma explicação jurídica mais detalhada desta movimentação, consulte o Blog do Zenóbio Fonseca.

INDO PARA O MATADOURO DO OSTRACISMO.

(Giulio Sanmartini) Em agosto de 2009, o senador Aloisio Mercadante (PT-SP), líder do partido nessa casa, deu a entender que não aceitava os acordos feitos com seu partido para preservar o larápio José Ribamar, vulgo José Sarney, afirmando cheio de empáfia e autoridade que, caso isso acontecesse, deixaria a liderança do partido de forma irrevogável.


Mas por falta de caráter, de coragem e de honra, revogou o que era irrevogável, depois de conversar com o boçal oportunista presidente Luiz Inácio Lula a Silva.

Perdeu o respeito dos brasileiros que ainda conseguem enxergar alguma coisa e também do seu próprio partido, em bom português, esmerdou-se todo.

Mesmo assim ele teria sua eleição ao Senado garantida como demonstravam as pesquisas de opinião, todavia foi mas uma vez usado pelo pérfido Lula, para deixar de lado o Senado e candidatar-se a uma missão impossível, bater Geraldo Alckmin (PSDB), na disputa ao governo do Estado de São Paulo. O tucano venceu no primeiro turno e Mercadante em janeiro ficaria desempregado, portanto a dadivosa Dilma Rousseff o acolheu debaixo das asas de uma sinecura, paga pelo contribuinte, dando-lhe como prêmio de consolação o “importantíssimo” ministério da Ciência e Tecnologia, que ele humildemente aceitou.

É triste ver um homem que parecia sério encaminhar-se para um decadente final, como uma rês vai para o matadouro

Fonte: http://bit.ly/e3Zs24

Relator do Orçamento banca esquema de entidade fantasma



Por Leandro Colon – Estadão:

Pelo menos R$ 3 milhões dos cofres do governo federal caíram desde abril na conta de um jardineiro e um mecânico. Eles são laranjas num esquema organizado por institutos fantasmas que superfaturam eventos culturais, fraudam prestações de contas e repassam dinheiro para empresas de fachada. Parte desse esquema é sustentada por emendas e lobby explícito, por escrito aos ministérios, de quem hoje elabora o projeto do Orçamento da União de 2011: o senador Gim Argello (PTB-DF).

Investigação feita pelo Estado mostra que, desses R$ 3 milhões, ao menos R$ 1,4 milhão foi repassado para institutos fantasmas por meio de emendas individuais de Gim Argello no Orçamento. E, logo depois, o dinheiro foi repassado para a conta de uma empresa que tem um jardineiro e um mecânico como donos – tudo sem licitação.
A reportagem rastreou um roteiro fraudulento complexo, que envolve entidades de fachada e laranjas. Inicialmente, o parlamentar apresenta uma emenda ao Orçamento que reserva recursos públicos para promover shows ou eventos culturais. Ele apresenta, além da emenda, uma carta ao ministro da pasta. O dinheiro é destinado a um instituto fantasma. O suposto instituto, em seguida, repassa recursos para uma empresa de promoção de eventos ou marketing, com endereço falso e em nome de laranja. As emendas constam em rubricas dos Ministérios do Turismo e da Cultura, que não fazem a checagem presencial da prestação de contas do serviço, nem verificam a atuação do instituto e da empresa subcontratada.

DEBOCHE: Stedile, MST, recebe honraria do Congresso

Via The Passira News


Os deputados homenagearam o líder do MST, por serviços prestados ao Brasil. Perdoe-nos, mas não dá para resistir em citar Rui Barbosa: "De tanto ver triunfar as nulidades e ver prosperar a desonra, crescer a injustiça, agigantar-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar-se da virtude, a rir-se da honra e ter vergonha de ser honesto."

Foto: J Batista/Ag Camara

Junto ao homenageado João Pedro Stedile, o Primeiro Vice-Presidente Marco Maia, o Segundo Secretário Inocêncio Oliveira e Dep. Jovair Arantes na cerimonia de entrega da comenda do Mérito Legislativo ao chefe dos guerrilheiros do MST

Postado por Toinho de Passira
Fontes: Blog do Jamildo, Revista Veja, ”thepassiranews”

Ontem por indicação do deputado Brizola Neto (PDT-RS), o chefe dos terroristas do MST, João Pedro Stedile foi agraciados no Congresso Nacional, com a Medalha do Mérito Legislativo. Por seus relevantes serviços prestados ao país!?

Na cerimônia foi igualado ao Vice-Presidente da República, José Alencar Gomes da Silva, a economista Maria da Conceição Tavares e ao Ministro Francisco Cesar Asfor Rocha, do Superior Tribunal de Justiça, entre outros homenageados com a mesma comenda na ocasião.

A honraria a Stedile é uma piada de mau gosto. Um elogio ao desmando e a anarquia generalizada, um desrespeito a ordem e aos direitos fundamentais de propriedade e de dignidade humana.

Stedile é um verme perigoso, devia estar preso, num presídio de segurança máxima, por tentar subverter a ordem pública.

O deputado pernambucano Inocêncio Oliveira perfilado ao lado desse bandido, desrespeita a memória do soldado Luiz Pereira da Silva , encontrado morto com sinais de tortura, executado pelos integrantes do MST em Quipapá-PE, em 2005.

É uma afronta aos agricultores José Arnaldo da Silva, 40 anos, José Wedson da Silva, 26, Rafael Erasmo da Silva, 25, e Wagner Luís da Silva, 25, assassinados com tiros na nuca e nas costas, pelos integrantes do MST em São Joaquim do Monte.

É injusto com o proprietário da fazenda Jabuticaba, em São Joaquim do Monte- PE, Estermilton Guedes, que teve sua propriedade invadida e destruída nove vezes, em quatro anos, pelo MST.

Essa comenda dada a João Pedro Stedile desmerece e humilha todos aqueles que por justo motivo, foram com ela agraciados no passado.

IRÃ CONSTRUIRÁ BASE DE MÍSSEIS NA VENEZUELA


Tirano Hugo Chávez jura fidelidade ao terrorista Ahmadinejad

O Irã construirá em solo venezuelano uma base de mísseis de médio alcance como parte de uma estratégia para aprofundar a cooperação entre as duas nações. Segundo o diario alemão Die Welt, durante a última visita do tirano Hugo Chávez a Teerã, em 19 de outubro passado, os dois países chegaram a um acordo para a edificação de uma base militar operada pelo Irã e Venezuela para o desenvolvimento de mísseis terra-terra. 

O jornal alemão revela que o Conselho Supremo de Segurança do Irã "propôs uma instalação militar conjunta em solo venezuelano para aumentar o poder de dissuasão contra o Ocidente".

A Instalação militar que seria operada por funcionários iranianos e venezuelas, "será utilizada plrincipalmente para o armazenamento de armas estratégias do Irã. Além disso, o Irã obteve a permissão para derrubar mísseis de uma base móvel de emergência. Em Troca, o acordo prevê que a Venezuela poderá utilizar a base de "necessidades nacionais", segundo o Die Welt.

A base militar que começará a ser construída em 23001, segundo o acordo divulgado pelo diário alemão, contaria com o seguinte armamento militar na Venezuela: Shahab iranianos, de 1.300 a 1.500 quilômetros de alcance; Scud-B; Scud-C e quatro dispositivbos móveis de lançamento.

"A capacitação intensiva dos oficiais venezuelanos que se celebrará nos próximos meses na Universidade Sharif de Teerã, incluirá conhecimento dos motores nas unidades de gás natural venezuelano, sistemas de navegação e análises dos resultados de mísseis". Do site Venezoloanos en Linea - tradução livre do espanhol. Read in spanish - Ler en español

FARC explora urânio no Brasil.

Um relatório secreto revelado pelo WikiLeaks revelou a descoberta de munições de urânio empobrecido em um armazém das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) e da existência no norte do Brasil, perto da fronteira com a Colômbia, a extração ilegal de diversos minerais, incluindo urânio, nas mãos de grupos como as Farc. As informações foram divulgadas pelo periódico espanhol El País, uma das cinco publicações que tiveram acesso prévio aos mais de 250 mil telegramas confidenciais. Leia aqui.

Mais de 40% dos beneficiários do Bolsa-Família continuam miseráveis


Por Marta Salomon, no Estadão:

A presidente eleita, Dilma Rousseff, não terá dificuldade para encontrar a pobreza absoluta que ela prometeu erradicar até o fim do mandato, como um dos principais compromissos da campanha. Quase 5,3 milhões de famílias - a grande maioria dos brasileiros que permanecem na condição de miseráveis - já são beneficiárias do programa Bolsa-Família, de transferência de renda.

O valor pago mensalmente pelo Bolsa-Família, que varia de R$ 68 a R$ 200 para as famílias que vivem em pobreza mais aguda, não é suficiente para pouco mais de 40% dos atendidos pelo programa superarem a miséria. A condição de pobreza extrema é definida pela renda de até R$ 70 mensais por pessoa da família, segundo as regras do programa; miseráveis são pessoas que vivem com renda de até R$ 2,30 por dia.
O número de famílias que permanecem na extrema pobreza apesar de receberem o benefício do Bolsa-Família aparece em levantamento inédito do Ministério do Desenvolvimento Social, feito a pedido do Estado. Nos últimos anos, o ministério vinha se recusando a divulgar esse tipo de informação.

Entre as 12,7 milhões de famílias beneficiárias do Bolsa-Família, 7,4 milhões (58%) encontram-se na faixa de renda entre R$ 70 e R$ 140 mensais por pessoa da família. Dessas, 4,4 milhões (35% do total dos beneficiários) superaram a condição de extrema pobreza com o pagamento do benefício. Mas ainda restam 5,3 milhões (42%) de miseráveis no programa.

Gasto extra. Acabar com a extrema pobreza entre os beneficiários do Bolsa-Família significaria ter de mais do que dobrar o valor do benefício básico, de R$ 68, pago apenas às famílias que têm renda per capita de até R$ 70. “O piso do benefício teria de ir para R$ 138″, calcula Lúcia Modesto, secretária de Renda de Cidadania do ministério, responsável pelo programa.

A média dos pagamentos, hoje em R$ 96 mensais, também teria de aumentar. O impacto nas contas públicas seria um gasto extra de R$ 8 bilhões, segundo estimativa preliminar. “Está muito acima das nossas possibilidades”, disse a secretária.

A presidente eleita recorrerá a uma medida provisória, no início do mandato, para fixar reajuste nos pagamentos do Bolsa-Família. Um reajuste acima da inflação acumulada, de cerca de 9%, está em estudo, conforme antecipou o Estado. Mas a possibilidade de pagar um benefício que elimine imediatamente a extrema pobreza entre os beneficiários nem sequer é considerada.

Política de reajuste. Uma das ideias em estudo é estabelecer uma política de reajustes para o Bolsa-Família, como acontece com o salário mínimo. Atualmente, eventuais reajustes dependem da vontade do presidente da República.

O último reajuste do Bolsa-Família se deu em maio de 2009. Desde então o programa paga entre R$ 22 e R$ 200. O valor varia de acordo com o grau de pobreza e o número de crianças e jovens em idade escolar das famílias. Nada recebem aquelas que não são consideradas extremamente pobres nem têm filhos até 17 anos. O Orçamento de 2011, enviado ao Congresso sem previsão de reajuste, autoriza gastos de R$ 13,4 bilhões com o programa. Aqui