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terça-feira, 7 de dezembro de 2010

VIVA MAIS E MELHOR SEGUINDO AS DICAS DE UM ESPECIALISTA

ENTREVISTA DA VEJA COM CIRURGIÃO CARDÍACO TURCO e CIDADÃO AMERICANO DR. MEHMET OZ - São Paulo - 

A especialidade do cirurgião cardíaco turco e cidadão americano Mehmet Oz, de 47 anos, é retardar ao máximo os efeitos da idade em seus pacientes. Diretor do Programa de Medicina Integrada da Universidade Colúmbia, em Nova York , ele é consultor da famosa clínica antienvelhecimento do médico Michael Roizen, criador do conceito de que é possível manter o organismo mais jovem do que aponta a idade cronológica. Oz e Roizen também assinam a quatro mãos uma série de livros de sucesso que ensinam como manter um estilo de vida que adia a velhice. O mais recente deles, You Staying Young (Você Sempre Jovem), lançado há um mês nos Estados Unidos, já vendeu meio milhão de exemplares. Nos últimos quatro anos, Oz se tornou uma celebridade ao participar de um quadro fixo no programa de TV da apresentadora Oprah Winfrey. Ele também apresenta documentários no Discovery Channel. Nos dois casos, dá dicas aos telespectadores sobre como viver mais com boa saúde. Esse é justamente o tema da entrevista que ele deu a VEJA. 


DR.OZ 

Dr.Mehmet Oz nasceu em Cleveland , Ohio (EUA), dos pais turcos. Ele é casado e pai de quatro filhos. Ele se formou da Harvard Univesity em 1982, depois fez mestrado e MBA na Universidade de Pennsylvania. Ele é autor de mais de 350 publicações e vários livros. Em maio de 2005 estava na lista de New York Times Bestseller.




ENTREVISTA DA VEJA 

Veja - Existe uma fórmula para se manter jovem por mais tempo?

Oz - Sim. 
Há catorze agentes principais envolvidos no envelhecimento. Sete retardam o processo, como os antioxidantes, e sete nos enfraquecem, como a atrofia muscular. É preciso manter esses agentes sob controle. O primeiro passo para alcançar esse objetivo é pensar não na possibilidade de ficar doente, mas na necessidade de manter o organismo saudável. Deve-se tirar o foco da prevenção dos males e direcioná-lo para a preservação da saúde. Se ninguém mais morresse de câncer e de doenças cardiovasculares, a expectativa de vida média do ser humano subiria apenas nove anos. Isso mostra que, para aumentar consideravelmente a expectativa de vida, não basta evitar doenças. É preciso cuidar do corpo para que ele não enfraqueça. Quando uma pessoa envelhece, doenças potencialmente fatais, como o câncer e o infarto, não aparecem de imediato. Antes que elas se instalem, o corpo torna-se mais frágil e vulnerável. 

Veja - O que fazer para evitar que o corpo se torne frágil e vulnerável?

Oz - Meu novo livro, You Staying Young (Você Sempre Jovem, ainda sem previsão de lançamento no Brasil), 
trata exatamente desse tema. Os exercícios físicos são uma ferramenta essencial. Eles combatem o primeiro sinal do envelhecimento, que é a perda de força muscular. Outros recursos importantes são alimentar-se bem e meditar. Uma boa recomendação é a prática do tai chi chuan, exercício oriental que combina equilíbrio, coordenação motora e também meditação. Se todos adotassem essas medidas, a vida média da população poderia subir para 110 anos. Quanto à alimentação, não podem faltar nutrientes como o resveratrol da uva e o licopeno do tomate, que são poderosos antioxidantes. O principal, mas também o mais difícil, é controlar a quantidade dos alimentos. De qualquer forma, todo mundo deve comer um pouco menos do que tem vontade. 

Veja - Fazer várias pequenas refeições por dia, como recomendam alguns médicos, faz bem para a saúde?

Oz - Deve-se comer de três em três horas. 
Se o intervalo é maior, a taxa de hormônio grelina, que estimula a fome, começa a subir. O problema é que, após uma refeição, ainda demora trinta minutos para que a taxa desse hormônio volte a baixar. Em conseqüência disso, acaba-se comendo mais do que se deveria. O mais importante, além de comer alguma coisa a cada três horas, é trocar as refeições grandes por pequenas, intercaladas por lanchinhos. Esse conceito não foi criado por mim. É o que mostram as pesquisas científicas. 

Veja - O que o senhor considera refeições grandes e pequenas?

Oz - Uma refeição grande ultrapassa 
1 000 calorias. Uma pequena tem, no máximo, 500. Quem consome por volta de 2 000 calorias diárias pode fazer duas refeições de 300 calorias cada uma e outra maior, de até 800. Os lanchinhos podem ter até 250 calorias. 


Veja - O que deve ficar de fora do cardápio?

Oz - Existe uma regrinha fácil de ser usada, a regra dos cinco. 
Para isso, é preciso examinar o rótulo dos alimentos. Cinco ingredientes não podem estar entre os primeiros listados no rótulo. São eles: gorduras saturadas, gorduras trans, açúcar simples, açúcar invertido e farinha de trigo enriquecida. Dois desses nutrientes são gorduras, dois são açúcares. Os dois tipos de gordura podem estimular processos inflamatórios no fígado que forçam a produção de substâncias deletérias, como o colesterol. Também fazem com que o fígado fique menos sensível à insulina, aumentando o risco de diabetes. Os açúcares listados fazem mal por estimular a produção de insulina, o que aumenta o depósito de gordura corporal. O pior é que esses cinco itens são os mais comuns nas dietas atuais. 

Veja - O cardápio básico do brasileiro, composto de arroz, feijão, carne e salada, é saudável?

Oz - A princípio, sim. 
Esse cardápio contém exatamente os nutrientes para os quais a digestão humana está preparada. Mas os brasileiros comem carnes muito gordas, o que é errado.. Antigamente, no mundo inteiro, quando os métodos de criação do gado eram mais simples, a porcentagem de gordura dos melhores cortes da carne bovina era, em média, de 4%. Hoje é de 30%. Outro problema dos hábitos alimentares do brasileiro é que ele come arroz em excesso, o que não traz nenhum benefício. Melhor seria adotar o arroz integral. Os alimentos integrais têm mais fibras, o que os mantém mais tempo no intestino e diminui a absorção de açúcar pelo organismo. Uma vantagem dos brasileiros é ter à disposição enorme variedade de frutas e vegetais maravilhosos, por preço razoável. 


Veja - Os hábitos que o senhor propõe para prolongar a vida são relativamente simples, mas exigem controle estrito sobre as atividades do dia-a-dia. Como exercer esse controle?

Oz - A palavra-chave é automatizar. 
Ou seja, fazer desses hábitos uma rotina, sem precisar pensar muito neles. Acordar, escovar os dentes e passar o fio dental, para reduzir a quantidade de bactérias prejudiciais à saúde. Beber muito líquido ao longo do dia, principalmente água e chá verde. Dormir ao menos sete horas por noite. Durante o sono se produz o hormônio do crescimento, essencial mesmo para quem já é adulto, pois prolonga a juventude. Caminhar meia hora por dia e praticar exercícios que façam suar três vezes por semana. Meditar cinco minutos diariamente, o que pode estar embutido na prática de ioga ou tai chi chuan. Evitar alimentos que estejam na regra dos cinco, que mencionei anteriormente. Uma última coisa: estreitar o relacionamento com as pessoas próximas e abster-se de julgá-las. Em vez de julgar os outros, é melhor tomar conta de si próprio. 

Veja - Abster-se de julgar os outros ajuda a manter a juventude?

Oz - Sim, da mesma forma que resolver situações de conflito. 
O conflito não traz nada de positivo. É apenas desgastante. Costumo recomendar a meus pacientes que procurem as pessoas com quem mantêm uma relação de animosidade e tentem resolver o impasse. Essa é uma atitude para o bem-estar próprio. Não há nada de altruísta nela. É uma atitude egoísta.

Veja - O que o senhor acha das dietas para emagrecer que surgem e viram moda a cada seis meses?

Oz - Essas dietas fazem sucesso, mas são péssimas para a saúde. 
A alimentação não deve ser encarada como uma maratona para a perda de peso. Uma dieta que tenha como chamariz o emagrecimento rápido não é confiável. Comer menos do que o corpo necessita é uma agressão à fisiologia. Ou seja, aos processos químicos que fazem o organismo funcionar. Quando a fisiologia é desprezada, os resultados das dietas são transitórios. 

Veja - Por que o senhor recomenda cuidados com o jantar?

Oz - Na verdade, há uma única regra a observar: deve-se jantar pelo menos três horas antes de dormir. 
Deitar logo após a refeição facilita o acúmulo de gordura, principalmente na cintura. Além disso, comer muito tarde prejudica o sono. 

Veja - O senhor recomenda beber muita água durante o dia. Quanto se deve beber exatamente?

Oz - Deve-se beber uma quantidade suficiente para que a urina esteja sempre clara. 
Isso varia de um dia para o outro. Em dias quentes, sua-se muito e, por isso, é preciso beber mais água. Para quem não abre mão da cafeína, sugiro chá verde. Em lugar de quatro cafezinhos por dia, beba quatro copos de chá verde. Essa bebida concentra muitos antioxidantes e nutrientes bons para a saúde. 


Veja - Muitos ambientalistas condenam o consumo de água engarrafada. Do ponto de vista da saúde, ela é melhor que a água da torneira?

Oz - Eu acho um erro beber água engarrafada. 
Há dois problemas principais com ela. O primeiro é que, se a garrafa plástica não for reciclada, pode contaminar os mares e os rios. Isso prejudica o meio ambiente e, indiretamente, a saúde. O plástico das embalagens vai parar nos peixes que comemos. O resultado é que 97% das pessoas apresentam resíduos de plástico no organismo, o que interfere no sistema hormonal. Esses resíduos estimulam os receptores de estrogênio, o hormônio feminino. Em excesso, o estrogênio pode causar câncer e outros problemas. As toxinas contidas no plástico também aceleram o envelhecimento. O segundo problema é que, como a água engarrafada não apresenta vantagens com relação à água da torneira, trata-se de um desperdício de dinheiro. 

Veja - O senhor recomenda exercícios físicos que provoquem suor. Exercícios leves são inúteis? 

Oz - Essas recomendações visam à saúde cardiovascular. 
Para essa finalidade, apenas os exercícios moderados ou intensos, que fazem suar, apresentam benefícios. Mas os exercícios suaves e de baixo impacto têm valor. Mesmo a caminhada movimenta grandes músculos, como os das coxas e dos quadris, que consomem muita energia. Como o gasto calórico muscular é maior durante o exercício, a queima de calorias aumenta. 

Veja - Os suplementos vitamínicos são criticados em muitos estudos científicos. O que o senhor acha deles? 

Oz - Eles são eficazes, mas prometem mais do que cumprem. 
Na verdade, os médicos saem da faculdade sem conhecimentos suficientes sobre os suplementos e são forçados a tirar suas próprias conclusões. De modo geral, uma suplementação só é necessária quando as vitaminas não são obtidas naturalmente com a alimentação. Por outro lado, acredito que determinadas vitaminas podem melhorar a qualidade de vida e a longevidade. Entre elas estão asvitaminas A, B, C, D e E, além de cálcio, magnésio, selênio e zinco. A vitamina D é importantíssima, pois previne câncer e osteoporose. Principalmente nos países mais frios, onde a exposição solar é restrita, os suplementos são essenciais. 

Veja - Além dos procedimentos já descritos nesta entrevista, o que mais o senhor faz para adiar o envelhecimento?

Oz - Minha receita principal de juventude é brincar com meus filhos. 
Também procuro descobrir coisas novas todos os dias. Aprendo ao conversar com os outros e, apesar de ser muito assediado para responder a perguntas, por causa de minha atuação na TV, prefiro perguntar, saber como é a vida das pessoas, como elas trabalham. Isso faz minha mente exercitar-se. 

Veja - Nos últimos anos, o aperfeiçoamento do tratamento clínico fez cair o número de cirurgias cardíacas. Essa é uma tendência em outras especialidades médicas além da cardiologia?

Oz - Sem dúvida. 
Os recursos clínicos tornaram-se mais eficazes tanto para a prevenção de doenças quanto para seu tratamento. Por isso, assim como na cardiologia, a cirurgia deixou de ser a primeira opção em outras áreas. Há poucos anos, quando o paciente machucava o joelho, ia direto para a sala de operação. Agora, ele vai para a sala de fisioterapia. Essa tendência também é evidente nos casos de diverticulite, uma inflamação do intestino, que passou a ser tratada com o consumo de fibras. O mesmo acontece com pacientes que apresentam doença arterial obstrutiva periférica. Antes eles iam para a faca. Agora, recebem como orientação deixar de fumar e caminhar. Mesmo que sintam dor num primeiro momento, essa é uma maneira de estimular o crescimento de novos vasos sanguíneos para substituir os danificados. 


Veja - O senhor já esteve no Brasil. Como foi sua experiência no país?

Oz - Visitei o Brasil há muitos anos, quando ainda era estudante de medicina. 
Fui ao Rio de Janeiro e conheci o doutor Ivo Pitanguy. Também fiquei deslumbrado com as frutas brasileiras e com as lojas de sucos. Elas misturam frutas e outros vegetais, uma combinação pouco convencional. Conheci o açaí, que até hoje está no meu cardápio. Compro açaí em Nova York mesmo. É um dos alimentos com maior concentração de antioxidantes. Planejo voltar ao Brasil em meados do ano que vem para gravar um programa. Quero muito ir à Amazônia e conhecer as plantas medicinais da região.

Bradley Manning, o homossexual que provou para o mundo inteiro que homossexuais nas forças armadas são inconfiáveis


Ann Coulter
As duas maiores notícias desta semana são a continuação da publicação de documentos secretos do governo pela WikiLeaks, que provocou um prejuízo incalculável aos interesses de segurança nacional dos Estados Unidos, e a determinação fanática dos membros do esquerdista Partido Democrático de derrubar a política “não pergunte, não revele” (que, na essência, significa que o Exército não deve perguntar se um soldado é gay e o soldado não deve revelar esse fato, sob pena de perder a farda) e permitir que gays atuem nas forças armadas.
O informante que supostamente deu ao Wikileaks as montanhas de documentos secretos é o soldado Bradley Manning, analista de informações confidenciais do Exército e um gay revoltado.
Já ouvimos falar um bilhão de vezes do caso do soldado que trabalhava como tradutor do Exército e que só queria servir a seu país, mas foi forçado a deixar a farda porque ele amava outro homem.
Pois dê-me seu tradutor do Exército e eu lhe dou um Bradley Manning.
De acordo com os bate-papos de Bradley na Internet, ele estava num “lugar inadequado” tanto "emocionalmente quanto psicologicamente”. Aí por puro chilique ele traiu seu país, orquestrando o maior vazamento de informações confidenciais da história dos Estados Unidos.
Será que isso não está no Código de Conduta do Exército? “Você deve seguir ordens sempre. Exceções serão abertas aos militares que estejam num lugar inadequado. Agora, quem quer um abraço? Garçonete, mais três drinks!”
De acordo com o jornal New York Times, Bradley buscou “apoio moral” de seu namorado “que se declarava drag queen.” Ai, ai, mas ele ainda se sentia infeliz. Então, por que ele não experimentava trair seu país?
Num bate-papo na Internet com um hacker de computadores, Bradley disse que roubou centenas de milhares de documentos secretos, fingindo estar ouvindo um CD de título “Lady Gaga.” Aí ele agia como se estivesse cantando junto a música de sucesso dela, “Telephone”, enquanto baixava freneticamente documentos secretos.
Não sou um militar, mas acho que cantar junto com Lady Gaga constitui “revelar”, sob a política “não pergunte, não revele.”
Será que é preciso usar um vestido para ser pego pela política “não pergunte, não revele” do Exército?
O que constitui ser “assumidamente gay”, agora? Vir desmunhecando para o treinamento? Frequentar os exercícios militares vestido como um imitador da Cher? Seguir Anderson Cooper no Twitter?
Além disto, senhores militares, vocês já viram uma foto de Bradley Manning? A fotografia que eu vi era só da cintura para cima, mas dava a impressão de que ele estava usando uma calça sem fundilhos embaixo. Ele parece um cara com roupa de soldado em um desfile de Halloween de Greenwich Village.
Com um pouco de sorte, a corte marcial de Bradley vai ser mais gay do que um casamento de Liza Minelli. Pode vir a ser a primeira corte marcial na história dos Estados Unidos trazendo esculturas em gelo e uma barraca temática do “Mágico de Oz” como atrações. “Ei, você vai à corte marcial do Bradley? Ouvi dizer que a Pati LaBelle vai cantar lá!”
Talvez haja uma razão pela qual os gays tenham sido tradicionalmente mantidos fora dos serviços envolvendo informações confidenciais, além do fato de que gays enrustidos são fáceis de chantagear. Os gays sempre desconfiaram daquela lógica e talvez eles tenham razão.
Os espiões mais prejudiciais na história britânica foram os Cinco de Cambridge, também chamados de os “Cinco Magníficos”: Kim Philby, Guy Burgess, Anthony Blunt, Donald Maclean e John Cairncross. Eles tinham altos postos no serviço secreto britânico, todos trabalhando secretamente para a KGB.
O único que não era gay era Philby. Burgess e Blunt eram espalhafatosamente gays. Na verdade, os russos deram um namorado de presente para Burgess assim que ele desertou para a União Soviética.
O compatriota americano dos Cinco Magníficos, Michael Straight [na gíria americana, “straight” significa “hétero”] era —- por pura ironia — bissexual, como Whittaker Chambers, pelo menos durante o período em que era espião. E há, é claro, David Brock.
Tantos espiões soviéticos eram gays que, de acordo com o repórter de inteligência Phillip Knightley, referiam-se ao Comintern como “o Homintern.” (Eu o teria chamado de a “Gay G.B.”)
Os amigos de Bradley disseram ao Times que eles suspeitam que “o desespero dele por aceitação — ou ilusões de grandeza” podem tê-lo impelido a vazar todos aqueles documentos.
Vamos checar nosso “Guia Compacto do Perfil Gay” e… vejamos… desesperado por aceitação… ilusões de grandeza... é, ambos os casos estão alistados aqui!
Obviamente, a grande maioria dos gays são americanos leais — e cômicos e legais de chutar para fora! Mas uma pequena porcentagem dos gays vai ser de egocêntricas flores de estufa como Bradley Manning.
Por que eles não trabalham para a econômica linha área JetBlue? Os Estados Unidos estariam muito mais seguros agora se os gays que se sentissem num “lugar inadequado” psicologicamente provocassem como único estrago pegar umas cervejas e saltar com o paraquedas de emergência.
Olhe o desastre que um só gay criou durante o vigor de nossa política malvada do “não pergunte, não revele.” O que mais aguarda os Estados Unidos com a derrubada de uma política que provavelmente foi colocada lá por alguma razão (além de ser a única coisa que Bill Clinton já fez com a qual eu concordei)?
Os esquerdistas não ligam. A atitude deles é demolir os fundamentos da sociedade sem se perguntarem se esses fundamentos não servem para algum propósito.
Por que temos leis de imigração? Para que estas fronteiras? Para que temos a instituição do casamento, afinal? Para que precisamos de testes padronizados? Ei, eu gosto do Keith Richards — por que não legalizar a heroína? Vamos meter uma marreta nessas paredes pesadonas todas e ver o que acontece!
Para os esquerdistas, os gays no exército são uma proposta com a qual eles só têm a ganhar. Ou os gays nas Forças Armadas dão certo ou isso arruína as Forças Armadas, e eles apoiam entusiasticamente ambos os resultados.
Mas já que os esquerdistas estão falando tanto em gays atuando no exército, vamos falar de Bradley Manning. Ele ao que tudo indica vazou centenas de milhares de documentos secretos do governo, só porque ele era um gay num “lugar inadequado.”
Qualquer discussão sobre o “não pergunte, não revele” deve começar por Bradley Manning. Quem vive de piadas tristes, morre delas.
Tradução e links do Dextra, feita a pedido e por recomendação de Julio Severo.
Divulgação: www.juliosevero.com

Julian Assange do Wikileaks: "Falsas Teorias de Conspiração Sobre o 11 de Setembro"


Julian Assange: "Falsas Teorias de Conspiração"
Assange: "Falsas Teorias de Conspiração"

Julian Assange, fundador do wikileaks, virou celebridade mundial da noite para o dia, desde que iniciou a publicação dos (supostamente vazados) documentos diplomáticos americanos no dia 28 de novembro. Agora ele está até mesmo cotado para ser a "personalidade do ano" pela revista Time. Tendo em mente quem levou o título nos últimos 2 anos, Ben Bernanke (presidente do FED) e Barack Obama, é realmente de se suspeitar o fato de Assange ter virado o queridinho da mídia corporativa. Eu particularmente tenho minhas suspeitas em relação ao Wikileaks. Primeiro porque milagrosamente conseguiu com que grandes veículos de mídia cooperassem e compartilhassem as informações, segundo por claras ligações com o mega-investidor George Soros e a própria CIA, que irei  detalhar em outro post, e por último é claro, pela declaração doAssange sobre as "falsas teorias da conspiração" sobre os atentados de 11 de setembro. Mais precisamente, Assange disse o seguinte ao jornal Belfast Telegraph:

"Eu acredito em fatos sobre conspirações", diz Assange, escolhendo as palavras lentamente. "Sempre que as pessoas com poder planejam em segredo, eles estão realizando uma conspiração. Portanto, há conspirações em toda parte. Há também teorias de conspiração malucas. É importante não confundir as duas. Geralmente, quando há fatos suficientes sobre uma conspiração simplesmente a chamamos de notícia". E sobre 11 de setembro? "Eu fico constantemente incomodado pelo fato das pessoas serem distraídas por conspirações falsas como o 11 de setembro, enquanto o tempo todo nós fornecemos evidências de conspirações reais, para a guerra ou fraude financeira em massa". E sobre a conferência de Bilderberg? "Isso é vagamente conspiratório, em um sentido de rede. Nós publicamos as notas das reuniões."
Por um lado eu entendo que ele queira se preservar e não ser associado diretamente ao movimento "911 truthers", pois iria certamente criar um pretexto para a mídia desacreditar o wikileaks. Por outro lado, ele não precisava chegar ao extremo de chamar de "conspirações malucas", ainda mais se levarmos em conta que o 11 de setembro foi o que fez que chegássemos ao Estado Policial em que nos encontramos hoje, além de servir como pretexto para várias guerras. Ele também faz pouco caso da reunião do Grupo Bilderberg, um grupo que reúne em segredo "apenas" as pessoas mais poderosas do mundo uma vez por ano.

Nós temos acompanhados nos últimos anos as intermináveis inconsistências da versão oficial dos atentados, que sem dúvida alguma justificam uma nova investigação dos eventos de 11 de setembro. Chamar as suspeitas justificadas sobre a versão original do 11 de setembro de "conspirações malucas" mostra apenas de que lado realmente Assange está. São várias as razões que levam  qualquer um que consiga raciocinar por si próprio concluir que a verdade sobre aqueles eventos não foi revelada. Seis dos dez membros da comissão de investigação do 11 de setembro reconheceram que a investigação tinha sido uma farsa e que a Casa Branca e o Pentágono impediram seu trabalho. Ou a queda do edifício WCT 7, que não havia sido atingido por nenhum avião e mesmo assim desabou em queda livre, a qual  foi reportada por diversos veículos da mídia vários minutos antes do fato. Ou o fato de Osama bin Laden ter, de acordo com ex-funcionários do FBI, trabalhado para os EUA até antes do 11 de setembro de 2001. Ou cientistas terem encontrados amostras de explosivos altamente avançados em amostras dos escombros das torres gêmeas e do prédio WCT 7.   Ou como que os sistemas de defesa aérea americano deixaram de seguir os procedimentos operacionais padrão para responder aos vôos de passageiros desviados. Ou porque um número sem precedentes de opções de venda, especulações de que uma ação vai cair, foram colocadas em ações de companhias aéreas, nos dias antes do 11 de setembro, sugerindo conhecimento prévio dos atentados.  Ou porque o governo dos EUA permitiu que toda família de Bin Laden voasse para fora do país sem sequer questioná-los, enquanto todo o tráfego aéreo havia sido interrompido.

Estes são apenas uma pequena parte da montanha de outras questões que indicam claramente a história oficial é impossível e que milhões de pessoas em todo o mundo reconhecem isto.  Mas mesmo assim Assange, nosso herói cibernético, se recusa a reconhecer o 11 de sembro como uma conspiração, ou pelo menos reconhecer que haja necessidade de uma nova investigação para esclarecer os muitos pontos duvidosos.Assange ignora também a enorme quantidade de ex-oficiais, cientistas, acadêmicos e autoridades que não acreditam na versão oficial dos fatos. Irei publicar muito em breve um artigo contendo citações de dezenas de personalidades questionando o 11 de setembro.

Com base nos documentos publicados até entao, na minha opinião, ficou claro que a real intenção do Cablegateé de validar a falsa Guerra ao Terror, implantar o medo e a discórdias entre os países,  e demonizar os suspeitos de sempre como Iran, Coreia do Norte e a China. Com o Brasil em particular, figurinha freqüente dos documentos publicados na primeira semana, vemos uma tentativa de tentar empurrar a paranóia americana anti-terrorismo, usando como pretexto a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016 (vocês não achavam que havíamos ganho esta honra por outro motivo, achavam?), e juntamente exportar o seu "expertise" em lidar com o terrorismo. Podem ter certeza que, depois dos scanners corporais enviados pelos EUA e já em uso no Brasil, muito em breve os EUA estarão exportando suas "técnicas" de revistas de genitálias nos aeroportos, os Centros de Fusão (onde centralizam inteligência contra grupos pacíficos,  teóricos de conspiração  e candidatos independentes), além dos infames Campos de Detenção da Fema.

Apesar de vários documentos que mostram atividades criminosas pelos EUA, como a espionagem de membros da ONU, os grandes veículos da mídia estão focando nos documentos sobre o Iran, a China e a Coreia do Norte, que dão suporte a ações militares contra aqueles países. Sobre o Brasil, vemos claramente que os documentos tentam sugerir a presença de terroristas ou suporte a terroristas no Brasil, além de reclamar da falta de legislação anti-terrorismo no país. Nós sabemos muito bem quem está por trás do terrorismo, supostamente islâmico, no mundo inteiro: a CIA, FBI e seus comparsas, utilizando pessoas facilmente manipuláveis para agir sob o pretexto do radicalismo islâmico. Me preocupa que estes documentos acabem por iniciar um movimento anti-islâmico no país e a criação de leis anti-terrorismo, as quais sabemos muito bem contra quem seriam utilizadas no fim das contas: nós mesmos.

Fontes:
Wanted by the CIA: Julian Assange - Wikileaks founder
TIMES: Who Will Be TIME's 2010 Person of the Year?

Alunos da UnB vaiam Lula e o chamam de “demagogo” na inauguração do… beijódromo!!! Ou: estatizando o tesão!


Leiam o que vai abaixo. Volto em seguida.

Por Simone Iglesias, na Folha Online:

A inauguração do Memorial Darcy Ribeiro, batizado de “beijódromo”, foi marcada por manifestação dos alunos contra o reitor da UnB (Universidade de Brasília), José Geraldo Sousa Júnior e contra a obra. O presidente Lula também foi alvo dos manifestantes. Enquanto discursava, o reitor foi vaiado e teve que ouvir gritos dos manifestantes, que são estudantes da universidade. “UnB sucateada”, “chega de mentira” e “fora repressão” foram algumas das expressões gritadas em coro pelos alunos.

Quando foi discursar, o ministro da Cultura, Juca Ferreira, pediu um acordo com os manifestantes, que parassem de gritar em respeito a Lula e Mujica. “A hora é de saudar o mestre Darcy Ribeiro”, afirmou Ferreira, que desistiu de discursar por causa do calor. Disse que publicará seu discurso no site do Ministério da Cultura. Os manifestantes ensaiaram vaiar o ministro e não suspenderam a manifestação.

O beijódromo custou cerca de R$ 8,5 milhões e ficou pronto em poucos meses. Por conta da rapidez das obras, os alunos criticavam o fato de a Casa do Estudante não ter ficado pronta como foi prometido pela reitoria. A cerimônia foi realizada ao lado do memorial e a cobertura montada pela organização do evento era de plástico transparente, o que deixava vazar o sol para os convidados.

DEMAGOGO

Ao começar a discursar, Lula também foi alvo dos manifestantes. Enquanto falava da biografia de Darcy Ribeiro, os alunos gritavam “demagogo”. O presidente pareceu irritado e o volume do microfone foi aumentado, abafando a voz dos manifestantes que foram barrados pela segurança e ficaram do lado de fora das grades que separavam o palco e convidados dos alunos da universidade. “Ô Lula, deixa a galera entrar”, gritaram, durante boa parte do discurso presidencial.

Comento

Você não entendeu direito, leitor amigo? Eu tento explicar o que tem explicação. O “Beijódromo” é um centro de vivência que também abriga o museu Darcy Ribeiro, primeiro reitor da UnB, que tinha, entre seus delírios tidos como poéticos, a criação de um troço assim… E aconteceu, como se vê. Ao custo de R$ 8,5 milhões. Quase R$ 9 milhões para os estudantes poderem dar um ralo, como se precisassem desse tipo de estímulo, não é mesmo? Um estado totalitário reprime o tesão. Um estado demagogo o estatiza. Não é o fim da linha porque Tiririca está errado, e pior sempre pode ficar.

Havia, não sei há ainda, uma turma na UnB que sempre achava um pretexto para ficar pelada. Se o beijódromo era uma ousadia na década de 60, qual será a transgressão possível no segundo decênio do século 21? Já sei! A heterossexualidade monogâmica, hehe…

Dá pra levar a sério?

Pobre UnB! A universidade viveu o seu auge sob o comando de José Carlos de Almeida Azevedo, que morreu, aos 78 anos, no dia 23 de fevereiro deste ano. Ocupou o cargo de 1976 a 1985. Era mestre em física,  engenharia e arquitetura naval, e engenharia nuclear pelo MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts). Ex-oficial da Marinha, era visto como o “interventor” da ditadura na Universidade.

Na gestão Azevedo, criaram-se muitos cursos de graduação e pós-graduação, construíram-se bibliotecas, contrataram-se professores de renome internacional, e a Editora da UnB se tornou uma referência na publicação de livros acadêmicos. Aí começou a fase da “democratização” da universidade, entenderam? Em 1985, Cristovam Buarque foi eleito para o cargo. É o senador que quer incluir na Constituição a garantia da felicidade. Hoje, ela é dirigida por José Geraldo Souza Júnior, grande expoente do “direito achado na rua”. Ele entrou na Universidade quando Azevedo estava deixando a reitoria. A coisa tem seu simbolismo.

É improvável que se faça um prédio em homenagem a Azevedo. Caso acontecesse, não poderia ser um beijódromo, mas um centro de pesquisa, coisa impensável para uma universidade…

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

25 Curiosidades sobre ‘Chaves’



No dia 20 de junho de 1971 foi ao ar o primeiro episódio de Chaves, no México. Nesta época, Chaves era apenas um quadro do programa ‘Chespirito’
Em 1974, Maria Antonieta de las Nieves, que interpretava Chiquinha, teve que se afastar do seriado, porque estava grávida. Na trama, foi inventada a desculpa que a personagem tinha ido morar com tias no interior.
No início da série, os personagens não tinham suas características clássicas. Seu Madruga não era pai da Chiquinha. Ele morava na casa da Dona Florinda e vendia balões. O sr. Barriga não era dono da vila, era apenas zelador e Dona Florinda não usava bóbis.
No fim de 1978, Carlos Villagrán, que vivia Quico, decidiu sair do elenco para ser astro de seriado na Venezuela. Os últimos episódios com o personagem são os da viagem a Acapulco.
A canção “Boa Noite Vizinhança”, tocada no episódio de Acapulco, é uma homenagem ao ator Carlos Villagrán, que estava deixando a série. Ela foi composta por Roberto Gómez Bolaños, intérprete de Chaves e criador do seriado.
No episódio “Vamos ao Cinema”, Florinda diz que Quico vai morar com uma madrinha rica. A história se tratava de uma desculpa para justificar a saída de Carlos Villagrán.
Em 1979, Rámon Váldez, o Seu Madruga, recebeu uma proposta para ir trabalhar no mesmo seriado de Quico. Bolaños criou o restaurante da Dona Florinda para preencher os desfalques. Em 1981, entretanto, Seu Madruga retorna e fica na série até 1983.
No fim da década de 80 até 1992, a série voltou a ser apenas um quadro do programa ‘Chespirito’. No Brasil, levava o nome de ‘Clube do Chaves’.
O endereço do sr. Barriga é a Rua Baleia, esquina com a rua Cachalote, na vila dos Elefantes.
A Bruxa do 71 levou esse apelido pois a atriz, Angelines Fernandez, começou a trabalhar com Roberto Gómez Bolaños em 1971. Quando Chaves passou a ser uma série, colocaram 71 como número do apartamento para que o nome fizesse sentido.
O curioso local onde nasceu o carteiro Jaiminho, Tangamandápio, realmente existe. Não se trata de uma cidade, mas sim de um vilarejo localizado na cidade de Cuernavaca, no México.
Na década de 90, correu um forte boato na imprensa brasileira afirmando que os atores do Chaves teriam morrido em um acidente de avião. Esse acidente jamais ocorreu.
Angelines, que interpretava dona Clotilde, faleceu em 1994, com câncer no pulmão. A atriz, que morreu por conta do fumo, era melhor amiga de María Antonieta de las Nieves, a Chiquinha.
Edgar Vivar, que vivia Seu Barriga, foi médico antes de ser ator.
María Antonieta se casou por volta de 1972 com Gabriel Fernandez, produtor de televisão. Ele era responsável pela locução do início do programa na versão mexicana que dizia: “este é o programa número um da televisão humorística”.
Em 1978, Florinda e Roberto Bolaños começaram a namorar, depois de uma viagem que fizeram ao Chile.
Bolaños e Florinda Meza se casaram na Cidade do México no dia 19 de novembro de 2004, após mais de 25 anos de união não-oficial.
Antes de se casar com Bolaños, Florinda teve um romance com Carlos Villagrán, o Quico. Dizem que, por conta disso, os dois se mantiveram afastados por mais de vinte anos.
Rubén Aguirre Fuentes, que interpretava o eterno pretendente de Florinda, o professor Girafales, está pesando cerca de 130 kg por conta de um medicamento tomado para curar um problema que tinha na perna há alguns anos.
O ator Horácio Bolaños, que interpretava Godiñez, era irmão de Roberto Gómez Bolaños, o Chaves. Ele faleceu em 21 de novembro de 1999, vítima de um infarto.
O nome original de Chaves é ‘el chavo’, que, em espanhol significa “moleque”, “menino”. Na hora de traduzir para o português, esse termo não existia, então o personagem passou a se chamar Chaves na dublagem brasileira.
A música que toca toda vez que dona Florinda e professor Girafales se encontram é ‘Tema de Tara’, trilha sonora original do filme ‘E o Vento Levou’.
Desde 1995, María Antonieta de las Nieves tem os direitos sobre a personagem Chiquinha, depois que Bolaños esqueceu de renová-los por engano. O diretor, criador e roteirista não pode vender a imagem da personagem para a fabricação de bonecos ou mesmo incluí-lo no desenho animado inspirado no programa de TV.
María Antonieta de las Nieves afirmou em entrevista que Bolaños continua a insistir na disputa judicial para recuperar os direitos sobre Chiquinha. A atriz diz não ter mais “forças” para brigar. O filho de Bolaños desmente que exista novo processo.
Em uma entrevista, a atriz que interpreta Chiquinha afirmou que o pré-infarto que sofreu em 2002 se deveu em parte por essa briga judicial entre ela e Bolaños.

CRIANÇA, A ALMA DO NEGÓCIO

Crianca assistingo televisao"Por que meu filho sempre me pede um brinquedo novo? Por que minha filha quer mais uma boneca se ela já tem uma caixa cheia de bonecas? Por que meu filho acha que precisa de mais um tênis? Por que eu comprei maquiagem para minha filha se ela só tem cinco anos? Por que meu filho sofre tanto se ele não tem o último modelo de um celular? Por que eu não consigo dizer não? Ele pede, eu compro e mesmo assim meu filho sempre quer mais. De onde vem este desejo constante de consumo?"

Este documentário reflete sobre estas questões e mostra como no Brasil a criança se tornou a alma do negócio para a publicidade. A indústria descobriu que é mais fácil convencer uma criança do que um adulto, então, as crianças são bombardeadas por propagandas que estimulam o consumo e que falam diretamente com elas. O resultado disso é devastador: crianças que, aos cinco anos, já vão à escola totalmente maquiadas e deixaram de brincar de correr por causa de seus saltos altos; que sabem as marcas de todos os celulares mas não sabem o que é uma minhoca; que reconhecem as marcas de todos os salgadinhos mas não sabem os nomes de frutas e legumes. Num jogo desigual e desumano, os anunciantes ficam com o lucro enquanto as crianças
arcam com o prejuízo de sua infância encurtada. Contundente, ousado e real, este documentário escancara a perplexidade deste cenário, convidando você a refletir sobre seu papel dentro dele e sobre o futuro da infância.

Dirigido pela cineasta Estela Renner e produzido por Marcos Nisti, o documentário promove uma reflexão sobre como a sociedade de consumo e as mídias de massa impactam na formação de crianças e adolescentes.
Criança, A Alma do Negócio, mostra a realidade em que vivemos: crianças que preferem ir ao shopping a brincar, conhecem marcas pelo logotipo, e apesar de terem uma vasta coleção de brinquedos e jogos se encantam mesmo é por um pequeno bonequinho de plástico.

O Instituto Alana foi o ponto de partida do documentário. Depois de registrar vídeo-aulas com os conselheiros da organização, Estela percebeu como a infância de nossas crianças está sendo sabotada pelo excesso de publicidade dirigido à elas, e que a maioria dos pais ou não percebe, ou não sabe como agir perante tal quadro.

“Acho uma grande covardia a publicidade ser dirigida à criança. Quer vender o seu produto? Fale com alguém do seu tamanho, não use meu filho como promotor de vendas dentro da minha casa…Nunca vou esquecer quando meu filho de 3 anos pediu para eu ir ao posto Shell”, diz uma das mães entrevistadas. O filme mostra que a ética se perdeu pela busca do lucro - e nossas crianças arcam com o prejuízo de uma infância encurtada.

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O documentário também está disponível para download na integra:

DVD original 2.6gb - documentário em formato iso para ser copiado em DVD

.AVI 700mb - documentário em formato avi para ser visto no computador (resolução 720x480)

.MP4 196mb - documentário em formato mp4 compatível com iPod e computador (resolução 320x240)

.AVI 46mb - trailer do documentário em formato avi para ser visto no computador (resolução 320x240 )

Celulares, ipods, mp4 e tocadores portáteis - URL para acesso:
http://www.alana.org.br/doc.3gp
http://www.alana.org.br/doc.mp4

Lula reconhece Estado “palestino” sem lhes impor nenhuma condição sobre “direitos” homossexuais


Julio Severo
Lula anunciou que decidiu oficialmente reconhecer um Estado “palestino”. Esse reconhecimento ocorreu em 3 de novembro de 2010.
O megalomaníaco gosta de estar no centro das atenções. E se o mundo todo está olhando para o Oriente Médio, por causa das aflições de Israel, então Lula quer um pedacinho do holofote. Ele está determinado a passar seus últimos dias na presidência chamando a atenção de todo mundo, nem que para isso ele precise plantar bananeira na ONU.
A imprensa brasileira noticiou o fato de que Lula enviou uma carta ao líder “palestino” reconhecendo o Estado da “Palestina”. A mídia internacional não disse quase nada, não porque o assunto seja insignificante, mas porque Lula não tem a importância que ele mesmo dá a seu próprio umbigo.
Contudo, por que reconhecer um país dentro de outro país? Geograficamente, o que alguns chamam de “Palestina” está exatamente dentro das fronteiras históricas e bíblicas de Israel. E Israel é um país extremamente pequeno. Não faz sentido, pois, forçar um país pequeno a entregar suas poucas terras a um povo que tem hostilidade étnica, política e religiosa contra Israel.
Se Lula quer tanto terras para os “palestinos”, por que não lhes dá um pedacinho do Brasil? Geograficamente, a terra de Israel é um mosquito perto do Brasil. É injusto fazer o pequeno dar o que ele quase não tem. Quem tem mais tem a obrigação moral de dar o exemplo e repartir o que tem de sobra.
Mas não é só isso. Nas terras ocupadas pelos “palestinos”, os homossexuais são realmente agredidos e mortos, sem maiores problemas. Paradas gays? Nem pensar! Doutrinação anti-“homofobia” nas escolas “palestinas”? Traria pena de morte para os professores. Desde cedo, as crianças “palestinas” são ensinadas a odiar e atacar os inimigos do islamismo. Israel, é claro, é um desses inimigos. E os homossexuais também.
Tolerância e pluralidade? Esses conceitos, amplamente impostos pelo governo Lula sobre os brasileiros passivos, são abominados pelos “palestinos”. Os homossexuais “palestinos” só não pedem asilo ao amigo Lula porque não dá tempo. Logo que são descobertos, os homossexuais ali são despachados.
Um Estado “palestino” bem no meio do Brasil não seria uma experiência estranha, pois crianças aprendendo a odiar é algo que o MST vem fazendo há muito tempo. O problema maior seria a “cultura palestina” influenciando a cultura brasileira. Aí o governo brasileiro teria de mudar o programa federal “Brasil Sem Homofobia” para “Brasil Sem Sodomia”, exclusivamente para apaziguar e agradar aos “palestinos”.
Enquanto isso não acontece, o brasileiro tem de sofrer, sendo obrigado a aceitar a doutrinação anti-“homofobia” nas escolas e a mentira de que o Brasil é campeão deassassinatos de homossexuais (como se os cristãos brasileiros estivessem matando centenas deles por dia), e ver Lula prestigiando, honrando e reconhecendo um Estado islâmico que quer não somente a destruição de Israel, mas de todos os homossexuais.
Se Lula não fosse hipócrita, ele diria ao líder dos “palestinos”: “Olha, meu governo reconhece o Estado palestino, mas com uma condição: Seu governo palestino tem de fazer seu povo parar de perseguir e matar homossexuais e seu governo tem de ensinar as crianças a amar o homossexualismo como uma opção totalmente normal e saudável”.
Alguém realmente crê que os “palestinos” aceitariam tal condição?
A diferença entre eles é clara. Enquanto os interesses dos “palestinos” giram em torno do islamismo e do terrorismo, os interesses de Lula giram em torno de seu próprio umbigo e daquele orifício idolatrado pelos homossexuais.
Aliás, os “palestinos” têm a sua peculiar solução ideal para os adoradores de orifícios: aumentar-lhes, a bala, o número de orifícios!
Dá para ver o que está acontecendo? Se todos os cristãos do Brasil fossem “palestinos” e principalmente islâmicos, Lula e seu governo nos respeitariam, honrariam e prestigiariam, quer ou não matássemos homossexuais.
Quem é trouxa nessa história: Lula ou o povo brasileiro?
Se Lula quiser continuar com seu umbigo nos holofotes internacionais depois da sua presidência, ele terá se disfarçar de travesti na frente de uma mesquita “palestina” e gritar: “Vocês precisam de um programa Palestina Sem Homofobia”!
A cena seguinte seria proibida para menores de 18 anos.