quarta-feira, 23 de janeiro de 2013
Mega se torna maior site da Nova Zelândia, mas tem problemas de segurança
Mega se torna maior site da Nova Zelândia, mas tem problemas de segurança: O Mega ainda não funciona direito, mas isso não o impediu de chegar ao posto de site mais visitado da Nova Zelândia apenas três dias após seu lançamento. Kim Dotcom mostrou dados do Alexa para provar que seu site deixou todos os locais para trás e que um dos principais rivais, o Dropbox, caiu em nível global.Em seu Twitter, Dotcom declarou que o Mega completa 60 uploads a cada segundo, o que expli...
França propõe taxa de internet para Facebook, Google e Amazon
França propõe taxa de internet para Facebook, Google e Amazon: O governo francês não está contente com o modelo de negócios praticado por empresas norte-americanas de internet. Por isso, estuda começar a taxá-las pela atividade em seu território.
Segundo o The New York Times, o presidente Francois Hollande elaborou relatório no qual propõe cobrar de Google, Facebook e Amazon de acordo com a audiência de suas plataformas. Os valores das taxas não foram especul...
Segundo o The New York Times, o presidente Francois Hollande elaborou relatório no qual propõe cobrar de Google, Facebook e Amazon de acordo com a audiência de suas plataformas. Os valores das taxas não foram especul...
Coreia do Norte agora permite que turistas entrem com celulares no país
Coreia do Norte agora permite que turistas entrem com celulares no país: A Coreia do Norte deu um grande passo no que se refere às restrições do país em relação à comunicação: agora, turistas podem entrar no país portando seus próprios telefones celulares. Só não podem fazer ligações locais.Há anos as autoridades obrigam visitantes a abandonarem seus aparelhos na fronteira. Todos passam pelo que a Associated Press chamou de um exaustivo processo de revista - enfrentado...
Vinte Resoluções para Defensores da Família que Lutam Contra a Agenda Gay e Transgênera em 2013
Vinte Resoluções para Defensores da Família que Lutam Contra a Agenda Gay e Transgênera em 2013:
Vinte Resoluções
Está na hora de
Vinte Resoluções para Defensores da Família que Lutam
Vinte Resoluções
para Defensores da Família que Lutam Contra a Agenda Gay e Transgênera em 2013
Está na hora de
ir além de pensamentos defensivos, ingênuos e ruins ante o ativismo homossexual
agressivo e enganoso...
Peter
LaBarbera
LaBarbera
Hoje começando uma série de 20
partes no AFTAH (Americans for Truth about Homosexuality, que em português é
Americanos a favor da Verdade sobre a Homossexualidade), apresentando
resoluções para os “Guerreiros Culturais” e cidadãos comuns que se opõem à
agenda LGBT altamente organizada e bem financiada. Para os novatos, “LGBT”
significa Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgêneros, o moderno movimento pelo
pecado construído em torno da defesa da confusão sexual e depravação
(homossexual).
partes no AFTAH (Americans for Truth about Homosexuality, que em português é
Americanos a favor da Verdade sobre a Homossexualidade), apresentando
resoluções para os “Guerreiros Culturais” e cidadãos comuns que se opõem à
agenda LGBT altamente organizada e bem financiada. Para os novatos, “LGBT”
significa Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgêneros, o moderno movimento pelo
pecado construído em torno da defesa da confusão sexual e depravação
(homossexual).
A cada dia, o AFTAH irá publicar um
artigo explicando uma “resolução” que aborda um mau hábito intelectual ou
argumento gay pelo qual muitas pessoas bem intencionadas se deixaram enganar.
Por exemplo, deixar-se levar pela falsa culpa bastante cultivada pelos nossos
adversários. Iremos expor as mentiras, táticas esquerdistas e pensamentos
errôneos que estão na raiz das concessões ideológicas e espirituais das pessoas
ante o ardente ativismo gay.
artigo explicando uma “resolução” que aborda um mau hábito intelectual ou
argumento gay pelo qual muitas pessoas bem intencionadas se deixaram enganar.
Por exemplo, deixar-se levar pela falsa culpa bastante cultivada pelos nossos
adversários. Iremos expor as mentiras, táticas esquerdistas e pensamentos
errôneos que estão na raiz das concessões ideológicas e espirituais das pessoas
ante o ardente ativismo gay.
O que se segue é um esboço das
nossas resoluções para o Ano Novo. Algumas delas terão pontos em comum, mas
cada item funciona de maneira independente como uma resposta a pensamentos
errôneos aceitos na ficção dos ativistas homossexuais. Espalhe-as entre seus amigos, parentes e
colegas de trabalho; elas foram feitas para todos os que se sentem desgastados
pela onipresente propaganda pró-homossexualismo na sociedade. Temos que
admitir: todos nós somos afetados pela manipulação da mídia na questão
homossexual, e precisamos voltar a ter confiança para defender o que é certo.
nossas resoluções para o Ano Novo. Algumas delas terão pontos em comum, mas
cada item funciona de maneira independente como uma resposta a pensamentos
errôneos aceitos na ficção dos ativistas homossexuais. Espalhe-as entre seus amigos, parentes e
colegas de trabalho; elas foram feitas para todos os que se sentem desgastados
pela onipresente propaganda pró-homossexualismo na sociedade. Temos que
admitir: todos nós somos afetados pela manipulação da mídia na questão
homossexual, e precisamos voltar a ter confiança para defender o que é certo.
Nota
do editor com relação à posição cristã do AFTAH:
o Americans For Truth [Americanos pela Verdade sobre o Homossexualismo] é uma
organização abertamente cristã, talvez mais do que a maioria dos grupos
pró-família. Por isso, utilizamos a Bíblia e mencionamos Jesus Cristo em nosso
trabalho. No entanto, os princípios morais e práticos que expomos são universais
e interessam a um público muito mais amplo; até para agnósticos com consciência
moral e que reconhecem que o homossexualismo é antinatural e não deveria ser
estimulado pelas elites governamentais e culturais. O AFTAH é apoiado por
pessoas de todas as religiões e até não religiosas, e serão bem-vindos todos os
que concordam com nossa missão de voltar à sexualidade saudável (real,
homem-mulher) no casamento.
do editor com relação à posição cristã do AFTAH:
o Americans For Truth [Americanos pela Verdade sobre o Homossexualismo] é uma
organização abertamente cristã, talvez mais do que a maioria dos grupos
pró-família. Por isso, utilizamos a Bíblia e mencionamos Jesus Cristo em nosso
trabalho. No entanto, os princípios morais e práticos que expomos são universais
e interessam a um público muito mais amplo; até para agnósticos com consciência
moral e que reconhecem que o homossexualismo é antinatural e não deveria ser
estimulado pelas elites governamentais e culturais. O AFTAH é apoiado por
pessoas de todas as religiões e até não religiosas, e serão bem-vindos todos os
que concordam com nossa missão de voltar à sexualidade saudável (real,
homem-mulher) no casamento.
Espero que aproveite as resoluções
do AFTAH. A lista pode ser expandida, então convidamos todos a mandarem suas
próprias ideias. Mande um e-mail para: americansfortruth@gmail.com. Que
o Senhor o ajude a falar corajosa e abertamente pela Verdade (em amor genuíno e
temente a Deus) em 2013! – Peter LaBarbera, www.AFTAH.org
do AFTAH. A lista pode ser expandida, então convidamos todos a mandarem suas
próprias ideias. Mande um e-mail para: americansfortruth@gmail.com. Que
o Senhor o ajude a falar corajosa e abertamente pela Verdade (em amor genuíno e
temente a Deus) em 2013! – Peter LaBarbera, www.AFTAH.org
Vinte Resoluções para Defensores da Família que Lutam
Contra a Agenda ‘Gay’ e Transgênero em 2013
1)
Saia da defensiva e vá para o ataque
(livre-se daquela falsa culpa e da paralisante ambivalência; VOCÊ está
defendendo a Verdade; ativistas homossexuais estão promovendo imoralidade,
auto-ilusão e mentiras.
Saia da defensiva e vá para o ataque
(livre-se daquela falsa culpa e da paralisante ambivalência; VOCÊ está
defendendo a Verdade; ativistas homossexuais estão promovendo imoralidade,
auto-ilusão e mentiras.
2)
Siga a Deus e não ao homem (sustentes
suas crenças bíblicas). Você teme a Deus ou à reação das pessoas?
Siga a Deus e não ao homem (sustentes
suas crenças bíblicas). Você teme a Deus ou à reação das pessoas?
3)
“Questione a Autoridade”: Não acredite
nas elites (nem mesmo nos “conservadores”) quanto à questão homossexual (por
exemplo, a recente rendição de Newt Ginrich, pedindo a acomodação do Partido
Republicano à “igualdade do casamento”). [Veja Números 9 e 12.]
“Questione a Autoridade”: Não acredite
nas elites (nem mesmo nos “conservadores”) quanto à questão homossexual (por
exemplo, a recente rendição de Newt Ginrich, pedindo a acomodação do Partido
Republicano à “igualdade do casamento”). [Veja Números 9 e 12.]
4)
Volte a focar no COMPORTAMENTO e suas
consequências (pesquise “HSH [homens que fazem sexo com homens] e HIV”, ou
“HSH e sífilis” no Google...)
Volte a focar no COMPORTAMENTO e suas
consequências (pesquise “HSH [homens que fazem sexo com homens] e HIV”, ou
“HSH e sífilis” no Google...)
5)
Saia do campo de argumentação dos
oponentes: isso começa restaurando a linguagem honesta no debate (por
exemplo, a falsificação do “casamento” homossexual não é equivalente ao
verdadeiro, de maneira que o termo gay “igualdade do casamento” é espúrio).
Saia do campo de argumentação dos
oponentes: isso começa restaurando a linguagem honesta no debate (por
exemplo, a falsificação do “casamento” homossexual não é equivalente ao
verdadeiro, de maneira que o termo gay “igualdade do casamento” é espúrio).
6
) Reconheça,
rejeite e refute a propaganda e as mentiras homossexuais (por exemplo,
defender a moralidade não é nem “ódio” nem fanatismo).
) Reconheça,
rejeite e refute a propaganda e as mentiras homossexuais (por exemplo,
defender a moralidade não é nem “ódio” nem fanatismo).
7)
Entenda que esse debate de fato é sobre o homossexualismo, e não apenas de
“defender o casamento”.
Entenda que esse debate de fato é sobre o homossexualismo, e não apenas de
“defender o casamento”.
8)
[Consequência] Mantenha-se nos seus princípios; prometa a si mesmo: Eu NUNCA
direi o farei nada que afirme o comportamento homossexual, bissexual ou de
confusão de gênero (“transgênero”) como aceitável.
[Consequência] Mantenha-se nos seus princípios; prometa a si mesmo: Eu NUNCA
direi o farei nada que afirme o comportamento homossexual, bissexual ou de
confusão de gênero (“transgênero”) como aceitável.
9)
Não confie nos ditos republicanos, nem coloque a agenda deles diante da Deus.
Incite-os a LIDERAR e fazer o que é certo (e aos democratas morais, é preciso
enfrentar o mal dentro de seu partido). [Veja #3.]
Não confie nos ditos republicanos, nem coloque a agenda deles diante da Deus.
Incite-os a LIDERAR e fazer o que é certo (e aos democratas morais, é preciso
enfrentar o mal dentro de seu partido). [Veja #3.]
10)
Adote o senso comum e arregimente-se nele; livre-se do politicamente correto
(por exemplo, será que o lugar de homens transexuais com seios falsos e pênis
reais é no banheiro feminino?)
Adote o senso comum e arregimente-se nele; livre-se do politicamente correto
(por exemplo, será que o lugar de homens transexuais com seios falsos e pênis
reais é no banheiro feminino?)
11)
PARE de presumir que as vitórias gays são inevitáveis e não reversíveis
(e não se sujeite ao intenso viés pró-homossexualismo da mídia).
PARE de presumir que as vitórias gays são inevitáveis e não reversíveis
(e não se sujeite ao intenso viés pró-homossexualismo da mídia).
12)
[Relacionado ao #3] Pense por conta própria e não confie na FOX News para
defender a Verdade sobre o homossexualismo
(por exemplo, você sabia que Bill O’Reilly mudou de lado?).
[Relacionado ao #3] Pense por conta própria e não confie na FOX News para
defender a Verdade sobre o homossexualismo
(por exemplo, você sabia que Bill O’Reilly mudou de lado?).
13)
Desafie a mídia esquerdista e o establishment educacional em seu rotineiro viés
pró-homossexualismo e anticristão.
Desafie a mídia esquerdista e o establishment educacional em seu rotineiro viés
pró-homossexualismo e anticristão.
14)
Informe um libertário a respeito da clara e
presente ameaça que todas as leis pró-LGBT (incluindo o “casamento” homossexual
legalizado) representam a todas as liberdades civis e religiosas.
Informe um libertário a respeito da clara e
presente ameaça que todas as leis pró-LGBT (incluindo o “casamento” homossexual
legalizado) representam a todas as liberdades civis e religiosas.
15)
Informe um ativista pró-vida sobre a ameaça da extensa agenda
homossexual-bissexual-transgênero (muitos
ativistas pró-vida são ingênuos e ignorantes a respeito da agenda homossexual e
seus muitos paralelos com seu principal objeto de preocupação).
Informe um ativista pró-vida sobre a ameaça da extensa agenda
homossexual-bissexual-transgênero (muitos
ativistas pró-vida são ingênuos e ignorantes a respeito da agenda homossexual e
seus muitos paralelos com seu principal objeto de preocupação).
16)
Seja um cristão verdadeiramente
atencioso e compassivo (o amor e a amizade
tenaz e divina exigem que você sustente os valores sexuais bíblicos e guie seus
entes queridos para longe de comportamentos pecaminosos e destrutivos, além de
inconstantes).
Seja um cristão verdadeiramente
atencioso e compassivo (o amor e a amizade
tenaz e divina exigem que você sustente os valores sexuais bíblicos e guie seus
entes queridos para longe de comportamentos pecaminosos e destrutivos, além de
inconstantes).
17)
Seja um Guerreiro Feliz e entenda a visão mais ampla:
defender a Verdade é algo VIRTUOSO, e além disso: não é a nossa verdade, é a
verdade de Deus (e não faça o jogo do estereótipo dos nossos oponentes, de que
cristãos são falsos moralistas e hipócritas raivosos).
Seja um Guerreiro Feliz e entenda a visão mais ampla:
defender a Verdade é algo VIRTUOSO, e além disso: não é a nossa verdade, é a
verdade de Deus (e não faça o jogo do estereótipo dos nossos oponentes, de que
cristãos são falsos moralistas e hipócritas raivosos).
18)
Não seja preguiçoso: PENSE!… depois aja
(não precisa ser gênio para refutar mitos, chavões e argumentos gayzistas).
Não seja preguiçoso: PENSE!… depois aja
(não precisa ser gênio para refutar mitos, chavões e argumentos gayzistas).
19)
Aborde pacientemente um jovem sobre o assunto:
cabe a eles reinventar séculos de tradição judaico-cristã e dos ensinamentos
sobre o amor, relacionamentos, família e casamento? (Resposta: não, mas
primeiro precisamos entender o zeitgeist
cultural pelo qual eles enxergam o mundo, além do constante fluxo de
desinformação LGBT que estão absorvendo, antes que possamos responder a isso).
Aborde pacientemente um jovem sobre o assunto:
cabe a eles reinventar séculos de tradição judaico-cristã e dos ensinamentos
sobre o amor, relacionamentos, família e casamento? (Resposta: não, mas
primeiro precisamos entender o zeitgeist
cultural pelo qual eles enxergam o mundo, além do constante fluxo de
desinformação LGBT que estão absorvendo, antes que possamos responder a isso).
20)
Reserve o maior da sua indignação para os que defendem o homossexualismo em
nome de Deus, do tipo gayzistas religiosos
(“cristianismo gay” é pura fraude, e eles precisam ser mais cobrados).
Reserve o maior da sua indignação para os que defendem o homossexualismo em
nome de Deus, do tipo gayzistas religiosos
(“cristianismo gay” é pura fraude, e eles precisam ser mais cobrados).
Traduzido
por Luis Gustavo Gentil do original do Americans for Truth: 20
Resolutions for Pro-Family Advocates Battling the ‘Gay’ and Transgender Agenda
in 2013
por Luis Gustavo Gentil do original do Americans for Truth: 20
Resolutions for Pro-Family Advocates Battling the ‘Gay’ and Transgender Agenda
in 2013
Fonte:
www.juliosevero.com
www.juliosevero.com
Outros
artigos que mencionam Peter LaBarbera:
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terça-feira, 22 de janeiro de 2013
Honda Accord Plug-In tem consumo médio de 49 km/litro
Honda Accord Plug-In tem consumo médio de 49 km/litro:
Honda Accord Plug-In tem consumo médio de 49 km/litro é um post do blog Notícias Automotivas - Carros

O Honda Accord Plug-In é um carro grande e pesado, mas é difícil imaginar como um modelo assim poderia ser tão econômico a ponto de bater qualquer carro compacto ou mesmo movido a diesel? O feito é graças a tecnologia de propulsor híbrido do tipo plug-in, onde as baterias podem ser recarregadas em fonte externa.

No caso do Honda Accord Plug-In, sua eficiência energética é tão grande que ele faz média de 49 km/litro. Isso não é o que a Honda diz em suas propagandas, mas é o resultado de testes da EPA, a agência governamental americana que avalia o consumo real dos veículos. O resultado supera em muito o rival Ford Fusion Energi, que faz 42,5 km/litro.

Apesar dessa vantagem, o Honda Accord Plug-In perde para o Novo Fusion Energi quando se trata de autonomia no modo elétrico, fazendo apenas 21 km contra quase 34 km do americano. O japonês custa a partir de US$ 39.780, enquanto rival começa em US$ 38.700.


Honda Accord Plug-In tem consumo médio de 49 km/litro é um post do blog Notícias Automotivas - Carros

O Honda Accord Plug-In é um carro grande e pesado, mas é difícil imaginar como um modelo assim poderia ser tão econômico a ponto de bater qualquer carro compacto ou mesmo movido a diesel? O feito é graças a tecnologia de propulsor híbrido do tipo plug-in, onde as baterias podem ser recarregadas em fonte externa.

No caso do Honda Accord Plug-In, sua eficiência energética é tão grande que ele faz média de 49 km/litro. Isso não é o que a Honda diz em suas propagandas, mas é o resultado de testes da EPA, a agência governamental americana que avalia o consumo real dos veículos. O resultado supera em muito o rival Ford Fusion Energi, que faz 42,5 km/litro.

Apesar dessa vantagem, o Honda Accord Plug-In perde para o Novo Fusion Energi quando se trata de autonomia no modo elétrico, fazendo apenas 21 km contra quase 34 km do americano. O japonês custa a partir de US$ 39.780, enquanto rival começa em US$ 38.700.
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A Ford está bastante otimista com o Novo Fusion Hybrid 2013. O sedã ecológico derivado do Novo F... - Honda comemora 18 milhões de motos produzidas no Brasil
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O Honda CR-Z 2013 está sendo lançando nos EUA com as mudanças já conhecidas durante sua apresent...
Mídia Sem Máscara - A família em busca da extinção
Mídia Sem Máscara - A família em busca da extinção
Não por coincidência, o esfarelamento da sociedade em unidades familiares pequenas permanentemente ameaçadas de autodestruição veio acompanhada do fortalecimento inaudito de umas poucas famílias patriarcais, justamente aquelas que estavam e estão na liderança do mesmo processo.
A “família tradicional” que os cristãos e conservadores defendem ardorosamente contra o assédio feminista, gayzista, pansexualista etc., bem como contra a usurpação do pátrio poder pelo Estado, é essencialmente a família nuclear constituída de pai, mãe e filhos (poucos). O cinema consagrou essa imagem como símbolo vivente dos valores fundamentais da cultura americana, e a transmitiu a todos os países da órbita cultural dos EUA.
Não por coincidência, o esfarelamento da sociedade em unidades familiares pequenas permanentemente ameaçadas de autodestruição veio acompanhada do fortalecimento inaudito de umas poucas famílias patriarcais, justamente aquelas que estavam e estão na liderança do mesmo processo. Refiro-me às dinastias nobiliárquicas e financeiras que hoje constituem o núcleo da elite globalista. Quanto mais uma “ciência social” subsidiada por essas grandes fortunas persuade a população de que a dissolução do patriarcalismo foi um grande progresso da liberdade e dos direitos humanos, mais fortemente a elite mandante se apega à continuidade patriarcalista que garante a perpetuação e ampliação do seu poder ao longo das gerações. Com toda a evidência, a família patriarcal é uma fonte de poder: a história social dos dois últimos séculos é a da transformação do poder patriarcal num privilégio dos muito ricos, negado simultaneamente a milhões de bocós cujos filhos aprendem, na universidade, a festejar o fim do patriarcado como o advento de uma era de liberdade quase paradisíaca. O desenvolvimento inevitável desse processo é a destruição – ou autodestruição -- das próprias famílias nucleares, ou do que delas reste após cada nova “crise de gerações”.
Publicado no Diário do Comércio.
ESCRITO POR OLAVO DE CARVALHO | 02 OUTUBRO 2012
ARTIGOS - GLOBALISMO
ARTIGOS - GLOBALISMO
Não por coincidência, o esfarelamento da sociedade em unidades familiares pequenas permanentemente ameaçadas de autodestruição veio acompanhada do fortalecimento inaudito de umas poucas famílias patriarcais, justamente aquelas que estavam e estão na liderança do mesmo processo.A “família tradicional” que os cristãos e conservadores defendem ardorosamente contra o assédio feminista, gayzista, pansexualista etc., bem como contra a usurpação do pátrio poder pelo Estado, é essencialmente a família nuclear constituída de pai, mãe e filhos (poucos). O cinema consagrou essa imagem como símbolo vivente dos valores fundamentais da cultura americana, e a transmitiu a todos os países da órbita cultural dos EUA.
Mas esse modelo de família nada tem de tradicional. É um subproduto da Revolução Industrial e da Revolução Francesa. A primeira desmantelou as culturas regionais e as unidades de trabalho familiar em que habilidades agrícolas ou artesanais se transmitiam de pai a filho ao longo das gerações; as famílias tradicionais desmembraram-se em pequenas unidades desarraigadas, que vieram para as cidades em busca de emprego. A Revolução Francesa completou o serviço, abolindo os laços tradicionais de lealdade territorial, familiar, pessoal e grupal e instaurando em lugar deles um novo sistema de liames legais e burocráticos em que a obrigação de cada indivíduo vai para o Estado em primeiro lugar e só secundariamente – por permissão do Estado – a seus familiares e amigos. A sociedade “natural”, formada ao longo dos séculos sem nenhum planejamento, por experiência e erro, foi enfim substituída pela sociedade planejada, racional-burocrática, em que os átomos humanos, amputados de qualquer ligação profunda de ordem pessoal e orgânica, só têm uns com os outros relações mecânicas fundadas nos regulamentos do Estado ou afinidades de superfície nascidas de encontros casuais nos ambientes de trabalho e lazer. Tal é a base e origem da moderna família nuclear.
Max Weber descreve esse processo como um capítulo essencial do “desencantamento do mundo”, em que a perda de um sentido maior da existência é mal compensada por sucedâneos ideológicos, pela indústria das diversões públicas e por uma “religião” cada vez mais despojada da sua função essencial de moldar a cultura como um todo. Nessas condições, assinala Weber, é natural que a busca de uma ligação com o sentido profundo da existência reflua para a intimidade de ambientes cada vez mais restritos, entre os quais, evidentemente, a família nuclear. Mas, na medida mesma em que esta é uma entidade jurídica altamente regulamentada e cada vez mais exposta às intrusões da autoridade estatal, ela deixa de ser aos poucos o abrigo ideal da intimidade e é substituída, nessa função, pelas relações extramatrimoniais.
Separada da proteção patriarcal, solta no espaço, dependente inteiramente da burocracia estatal que a esmaga, a família nuclear moderna é por sua estrutura mesma uma entidade muito frágil, incapaz de resistir ao impacto das mudanças sociais aceleradas e a cada “crise de gerações” que as acompanha necessariamente. Longe de ser a morada dos valores tradicionais, ela é uma etapa de um processo histórico-social abrangente que vai em direção à total erradicação da autoridade familiar e à sua substituição pelo poder impessoal da burocracia.
Não por coincidência, o esfarelamento da sociedade em unidades familiares pequenas permanentemente ameaçadas de autodestruição veio acompanhada do fortalecimento inaudito de umas poucas famílias patriarcais, justamente aquelas que estavam e estão na liderança do mesmo processo. Refiro-me às dinastias nobiliárquicas e financeiras que hoje constituem o núcleo da elite globalista. Quanto mais uma “ciência social” subsidiada por essas grandes fortunas persuade a população de que a dissolução do patriarcalismo foi um grande progresso da liberdade e dos direitos humanos, mais fortemente a elite mandante se apega à continuidade patriarcalista que garante a perpetuação e ampliação do seu poder ao longo das gerações. Com toda a evidência, a família patriarcal é uma fonte de poder: a história social dos dois últimos séculos é a da transformação do poder patriarcal num privilégio dos muito ricos, negado simultaneamente a milhões de bocós cujos filhos aprendem, na universidade, a festejar o fim do patriarcado como o advento de uma era de liberdade quase paradisíaca. O desenvolvimento inevitável desse processo é a destruição – ou autodestruição -- das próprias famílias nucleares, ou do que delas reste após cada nova “crise de gerações”.A “defesa da família” torna-se, nesse contexto, a defesa de uma entidade abstrata cujo correspondente no mundo concreto só veio à existência com a finalidade de extinguir-se. A ameaça feminista, gayzista ou pansexualista existe, mas só se torna temível graças à fragilidade intrínseca da entidade contra a qual se volta.
Ou as famílias se agrupam em unidades maiores fundadas em laços pessoais profundos e duradouros, ou sua erradicação é apenas questão de tempo. As comunidades religiosas funcionam às vezes como abrigos temporários onde as famílias encontram proteção e solidariedade. Mas essas comunidades baseiam-se numa uniformidade moral estrita, que exclui os divergentes, motivo pelo qual se tornam vítimas fáceis da drenagem de fiéis pela “crise de gerações”. A família patriarcal não é uma unidade ético-dogmática: é uma unidade biológica e funcional forjada em torno de interesses objetivos permanentes, onde os maus e desajustados sempre acabam sendo aproveitados em alguma função útil ao conjunto.
Em últimas contas, se o patriarcalismo fosse coisa ruim os ricos não o guardariam ciumentamente para si mesmos, mas o distribuiriam aos pobres, preferindo, por seu lado, esfarelar-se em pequenas famílias nucleares. Se fazem precisamente o oposto, é porque sabem o que estão fazendo.
Fotos: família Rockefeller e feministas alemãs.
Publicado no Diário do Comércio.
segunda-feira, 21 de janeiro de 2013
Homossexuais Franceses Participam de Manifestação contra Casamento Gay
Homossexuais Franceses Participam de Manifestação contra Casamento Gay:
Homossexuais
“Os direitos das crianças são mais
importantes do que o direito de ter acesso às crianças”, foi a frase popular de
manifestantes como Jean Marc, um prefeito francês que também é homossexual.
de protestos em massa contra “casamento” gay, governo socialista da França diz
que não vai ceder
Homossexuais
Franceses Participam de Manifestação contra Casamento Gay
Wendy
Wright
Wright
NOVA IORQUE, EUA, 17 de janeiro
(C-FAM) Talvez um milhão de pessoas tenham marchado em Paris no domingo passado
e nas embaixadas francesas
no mundo inteiro contra um projeto de lei que pretende legalizar o casamento de
mesmo sexo na França. Uma das surpresas na campanha francesa para defender o
casamento tradicional é que os homossexuais se uniram aos líderes e ativistas
pró-família na campanha.
(C-FAM) Talvez um milhão de pessoas tenham marchado em Paris no domingo passado
e nas embaixadas francesas
no mundo inteiro contra um projeto de lei que pretende legalizar o casamento de
mesmo sexo na França. Uma das surpresas na campanha francesa para defender o
casamento tradicional é que os homossexuais se uniram aos líderes e ativistas
pró-família na campanha.
![]() |
| Crianças francesas protestam contra “casamento” gay |
importantes do que o direito de ter acesso às crianças”, foi a frase popular de
manifestantes como Jean Marc, um prefeito francês que também é homossexual.
Muito embora a França seja
conhecida por sua atitude liberal para com o sexo, líderes pró-família
rapidamente organizaram uma imensa multidão. Quando o presidente Hollande
anunciou suas intenções de legalizar o casamento homossexual em novembro
passado, uma manifestação contra o projeto de lei reuniu 100.000 manifestantes.
E quando o que começou como um debate sobre direitos homossexuais mudou para um
debate sobre o direito das crianças a uma mãe e um pai, o número de pessoas na
oposição explodiu e incluiu aliados improváveis.
conhecida por sua atitude liberal para com o sexo, líderes pró-família
rapidamente organizaram uma imensa multidão. Quando o presidente Hollande
anunciou suas intenções de legalizar o casamento homossexual em novembro
passado, uma manifestação contra o projeto de lei reuniu 100.000 manifestantes.
E quando o que começou como um debate sobre direitos homossexuais mudou para um
debate sobre o direito das crianças a uma mãe e um pai, o número de pessoas na
oposição explodiu e incluiu aliados improváveis.
Xavier Bongibault, um homossexual
ateu, é um porta-voz proeminente contra o projeto de lei. “Na França, o
casamento não tem a intenção de proteger o amor entre duas pessoas. O casamento
francês tem a intenção específica de dar famílias às crianças”, ele disse numa
entrevista. “O estudo
mais sério feito até agora…
demonstra bem claramente que uma criança passa por problemas quando é criada
por uma dupla homossexual”.
ateu, é um porta-voz proeminente contra o projeto de lei. “Na França, o
casamento não tem a intenção de proteger o amor entre duas pessoas. O casamento
francês tem a intenção específica de dar famílias às crianças”, ele disse numa
entrevista. “O estudo
mais sério feito até agora…
demonstra bem claramente que uma criança passa por problemas quando é criada
por uma dupla homossexual”.
Jean Marc, que viveu com um homem
durante 20 anos, insiste: “O movimento LGBT que manifesta suas opiniões nos
meios de comunicações… As opiniões deles não são minhas opiniões. Como
sociedade, não deveríamos estar incentivando isso. Não é biologicamente
natural”.
durante 20 anos, insiste: “O movimento LGBT que manifesta suas opiniões nos
meios de comunicações… As opiniões deles não são minhas opiniões. Como
sociedade, não deveríamos estar incentivando isso. Não é biologicamente
natural”.
Indignado com o projeto de lei,
Jean-Dominique Bunel, um homem de 66 anos de idade que é especialista em
direito humanitário e que tem feito trabalho humanitário em regiões devastadas
pela guerra, disse ao jornal Le Figaro
que ele “foi criado por duas mulheres” e que ele “sofria com a falta de um pai,
com a falta de uma presença diária de pai, uma figura e exemplo adequadamente
masculinos, algum contrapeso ao relacionamento de minha mãe com a amante dela.
Tive consciência disso muito cedo na minha infância. Vivi essa ausência de um
pai, experimentei-a, como uma amputação”.
Jean-Dominique Bunel, um homem de 66 anos de idade que é especialista em
direito humanitário e que tem feito trabalho humanitário em regiões devastadas
pela guerra, disse ao jornal Le Figaro
que ele “foi criado por duas mulheres” e que ele “sofria com a falta de um pai,
com a falta de uma presença diária de pai, uma figura e exemplo adequadamente
masculinos, algum contrapeso ao relacionamento de minha mãe com a amante dela.
Tive consciência disso muito cedo na minha infância. Vivi essa ausência de um
pai, experimentei-a, como uma amputação”.
“Logo que fiquei sabendo que o
governo ia oficializar o casamento entre duas pessoas do mesmo sexo, fui
atirado a um estado de confusão”, explicou ele. Seria “institucionalizar uma
situação que havia deixado consideráveis cicatrizes em mim. De forma alguma
posso permitir essa injustiça”. Se as mulheres que o criaram tivessem casado,
“eu teria pulado na briga e teria entrado com uma queixa diante do Estado
francês e diante do Tribunal Europeu dos Direitos Humanos, pela violação do meu
direito a uma mãe e a um pai”.
governo ia oficializar o casamento entre duas pessoas do mesmo sexo, fui
atirado a um estado de confusão”, explicou ele. Seria “institucionalizar uma
situação que havia deixado consideráveis cicatrizes em mim. De forma alguma
posso permitir essa injustiça”. Se as mulheres que o criaram tivessem casado,
“eu teria pulado na briga e teria entrado com uma queixa diante do Estado
francês e diante do Tribunal Europeu dos Direitos Humanos, pela violação do meu
direito a uma mãe e a um pai”.
Uma coalizão pró-família que inclui
homossexuais é certamente diferente das coalizões nos Estados Unidos e
provavelmente da maioria dos lugares do mundo. Não se sabe a razão por que pelo
menos alguns homossexuais franceses não só favoreceriam o casamento entre homem
e mulher, mas também fariam campanhas contra o casamento homossexual. Pode ser
a experiência da França, que tem permitido uniões civis, para todos os casais e
duplas, por mais de uma década. Qualquer que seja a razão, essa coalizão
potente pode deter o casamento homossexual na França.
homossexuais é certamente diferente das coalizões nos Estados Unidos e
provavelmente da maioria dos lugares do mundo. Não se sabe a razão por que pelo
menos alguns homossexuais franceses não só favoreceriam o casamento entre homem
e mulher, mas também fariam campanhas contra o casamento homossexual. Pode ser
a experiência da França, que tem permitido uniões civis, para todos os casais e
duplas, por mais de uma década. Qualquer que seja a razão, essa coalizão
potente pode deter o casamento homossexual na França.
A Assembleia Nacional da França
começará a considerar o projeto de lei em 29 de janeiro.
começará a considerar o projeto de lei em 29 de janeiro.
Tradução:
www.juliosevero.com
www.juliosevero.com
Fonte:
Friday
Fax
Friday
Fax
Leitura
recomendada:
Apesarrecomendada:
de protestos em massa contra “casamento” gay, governo socialista da França diz
que não vai ceder
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