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quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Corrupção em governo Lula é criticada pelos Estados Unidos


O site WikiLeaks divulgou, nesta terça-feira, 30, um telegrama secreto norte-americano que analisa a gestão de Lula e critica a corrupção dentro do governo brasileiro. A análise foi feita pelo embaixador norte-americano em Brasília, Clifford Sobel.
O telegrama faz parte de um relatório que a embaixada enviou para Washington com o objetivo de preparar uma visita do ministro de Defesa, Nelson Jobim.
“A principal preocupação popular — crime e segurança pública — não melhoraram durante sua administração (de Lula)”, afirmou o telegrama enviado entre a embaixada norte-americana em Brasília e o Departamento de Estado dos Estados Unidos.

Bolsa Família

Sobel ainda afirma que Lula foi reeleito em 2006 por conta do programa Bolsa Família. “O presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi eleito em 2002 em grande parte diante da promessa de promover uma agenda social ambiciosa, incluindo generosos pagamentos aos pobres. Diante da força da popularidade dessas medidas, ele foi reeleito em 2006, ainda que com o apoio diminuído da classe média.”

Corrupção

Outra questão levantada pelo telegrama são os escândalos de corrupção durante o governo Lula. Soberl afirma, no entanto, que a prática de corrupção por pessoas próximas ao presidente não afetou a popularidade do presidente.
“A Administração Lula tem sido afetada por uma grave crise política”, afirma o documento, indicando que “escândalos de compra de votos e tráfico de influência” se transformaram em “pragas para certos elementos do partido de Lula, o PT”.
Leia mais:
Quem será a ‘próxima vítima’ do WikiLeaks?
Como devemos ler Wikileaks

Lula insiste na farsa de que o mensalão foi tentativa de golpe e se diz encarnação do povo. No mais, parecia normal!


Por Leonencio Nossa, no Estadão. O título é meu:

A um mês de deixar o Planalto, o presidente Lula revelou ontem que, na crise do mensalão, em 2005, ameaçou o Congresso dizendo-se “a encarnação do povo”. Ele aproveitou um discurso de improviso durante visita ao canteiro de obras da usina hidrelétrica de Estreito para relatar encontros privados com o senador José Sarney (PMDB).

“Uma vez o Sarney foi conversar comigo e eu disse: Sarney, eu só quero que o senhor diga lá dentro (Congresso Nacional) o seguinte: Se eles (oposição) tentarem dar um passo além da institucionalidade, eles não sabem o que vai acontecer neste País”, relatou. “Este País teve presidente que foi embora, presidente que se matou ou foi cassado. Eles vão saber que eu sou diferente. Que não é o Lula que está na Presidência, mas a classe trabalhadora”.

Lula confidenciou que tinha “muita dúvida” se teria condições de governar o País. “Este País já tinha criado as condições para o Getúlio Vargas se matar, não deixar o Juscelino assumir e cassou o João Goulart. Eu falei: o que eles vão aprontar comigo? E eles tentaram em 2005. Só que eles não sabiam que este País, pela primeira vez, tinha eleito um presidente que era a encarnação do povo, lá em Brasília.” Aqui

A serviço da pátria


“Oito anos de abandono no apartamento em que morava, não é brincadeira tentar colocar em ordem. Tem que tirar as tranqueiras que a gente foi colocando lá durante oito anos. Então, a Marisa ficou lá reformando o apartamento, que deu uma grande goteira. Uma metástase de goteira. Que ela trate de consertar”.

Lula, ao justificar a ausência de Marisa Letícia numa solenidade em Brasília, explicando qual é o papel da primeira-dama em seu governo.

terça-feira, 30 de novembro de 2010

Cablegate Brasil: Veja Aqui Todos os Documentos Relacionados com o Brasil

Cablegate BrasilNo primeiro dia da publicação do Cablegate fizemos uma breve descrição sobre os documentos divulgados até aquele momento. Como veremos muitas outras informações relacionadas com o Brasil nas próximas semanas, resolvi criar este post, onde irei atualizar a medida que mais informações se tornarem disponíveis.

Os documentos mostram estreita relação do Brasil com a inteligência americana, e uma grande preocupação por parte do governo americano sobre a falta de legislação anti-terrorista no Brasil.

- Doc. 08STATE3034 - Al-Quaeda na tríplice fronteira com o Brasil: um dos cabos publicados mostra como em 2008 Washington ordenou a seus diplomatas em Assunção (Paraguai), para que investigassem a possível presença da Al-Qaeda em uma zona de fronteira entre Paraguai, Argentina e Brasil. Este documento solicitava informações sobre grupos terroristas e simpatizantes, incluindo a Al-Qaeda e
outros grupos militantes islâmicos como o egipcio Jamaa Islamiya, o Hamas, que governa a Faixa de Gaza, e o Hezbollah do Líbano.

Doc. 09BRASILIA1540 e 08BRASILIA504 - Preocupação pela falta de legislação anti-terrorismo no Brasil
Nestes  dois documentos vemos uma crescente preocupação do governo americano com a falta de uma legislação anti-terrorismo no Brasil. De acordo com o sumário do documento de 2008:

Em novembro do ano passado, o Governo do Brasil anunciou que estava retrocedendo em seu esforço para apresentar uma legislação anti-terrorismo depois de um esforço de longos anos de um grupo de trabalho dentro do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República (GSI), para coordenar a elaboração da iniciativa dentro do governo. Apesar de que hoje procuram diminuir a importância de ter essa legislação, antes da reversão funcionários alegaram que a legislação anti-terrorista era necessária para melhorar o seu regime jurídico - que atualmente não trata de atividades terroristas, financiamento do terrorismo, ou o apoio ao terrorismo como crimes. Algumas notícias têm sugerido que o poderoso chefe de gabinete do presidente Lula anulou a legislação proposta, que havia sido atacado por alguns ativistas sociais e grupos de defesa, que temiam que a legislação poderia ser usado contra eles, e comparou-a com a repressão da era militar. Os meios de comunicação e o silêncio político após a reversão do governo expôs um vácuo em matérias relacionadas com o terrorismo entre as elites, cujo apoio seria necessário para superar a resistência. Como resultado, nossos esforços para colocar esta legislação novamente na agenda do Brasil será uma batalha árdua.
A maioria dos legisladores e público em geral ainda são adeptos da mentalidade do "isso não pode acontecer aqui", pois eles não têm qualquer idéia de táticas terroristas, o conceito de redes de apoio,... Segundo ele, o único fator que poderia mudar essa indiferença é uma outra onda de violência como a desencadeada pelo Primeiro Comando da Capital (PCC) em São Paulo em 2006 (ref D). O terrorismo perpetrado por extremistas islâmicos é muito remoto para os brasileiros se preocuparem. A única maneira que eles vão se mover, acrescentou, é quando o problema os afetar de forma diária.
Diante da situação atual no Rio de Janeiro, seria esta onda de violência no Rio parte de um movimento para ganhar apoio para uma nova lei-anti-terrorismo no Brasil? Seria a onda de violência no Rio um Ataque de Falsa Bandeira?

Outro documento publicado pelo WikiLeaks traz a mais recente avaliação da política brasileira de combate ao terrorismo, de 31 de dezembro de 2009 (Cable 09BRASILIA1540). Nele, a Ministra Conselheira da Embaixada Lisa Kubiske reitera a existência de "dois discursos separados" no Brasil: enquanto o governo nega, a polícia monitora e colabora em operações de contraterrorismo. Ela cita como exemplo a prisão, em maio daquele ano, de um integrante da Al Qaeda.

A prisão foi feita pela PF em São Paulo durante uma pretensa investigação sobre células nazistas. O libanês, conhecido como "senhor K", foi preso sob acusação de racismo. Para a PF, ele coordenava uma célula de comunicação e recrutamento da Al Qaeda em São Paulo.

Doc. 08BRASILIA43 - Brasil oculta prisões de terroristas: O governo brasileiro disfarça a existência e a prisão de pessoas ligadas ao terrorismo, de acordo com textos enviados pelo então embaixador americano no Brasil em 2008. Segundo o documento, "o governo brasileiro é um parceiro de cooperação no combate ao terrorismo e actividades relacionados com o terrorismo no Brasil [...] No entanto, os mais altos níveis do governo brasileiro, particularmente o Ministério das Relações Exteriores, são extremamente sensíveis a quaisquer créditos públicos de que terroristas têm presença no Brasil - seja para arrecadar fundos, organizar a logística, ou mesmo trânsito no país - e vai vigorosamente rejeitar quaisquer declarações implicando o contrário".

Doc. 08BRASILIA43 - Governo Brasileiro com relações estreitas com as agências de inteligência dos EUA
As forças de segurança brasileira cooperam estreitamente com a inteligência dos EUA e as agências de segurança no combate ao terrorismo no país, apesar dos desmentidos do governo brasileiro.

Segundo um telegrama secreto enviado para Washington em janeiro de 2008 pelo embaixador dos EUA Clifford Sobel, a Polícia Federal e a Agência Brasileira de Inteligência ABIN monitoraram suspeitos terroristas e prenderam alguns deles, utilizando outras acusações:
"A Polícia Federal, muitas vezes, prende pessoas com ligações ao terrorismo, mas nunca usa acusações de terrorismopara evitar chamar atenção da mídia e dos altos escalões do governo. Durante o ano passado a Polícia Federal prendeu várias pessoas envolvidas em atividades suspeitas de financiamento ao terrorismo, mas os deteve sob acusações de tráfico de narcóticos e contrabando.".
O governo brasileiro nega a existência de operações contra o terrorismo no país.

Doc 09MOSCOW111 - Ahmadinejad disse ao Ministro do Exterior da Rússia: "Iran não está fazendo nada diferente do Brasil".

Em uma conversa do Ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergey Lavrov, com o embaixador americano em Moscou, Lavrov conta o que ouviu de Ahmadinejad:
Lavrov elogiou a nova abordagem dos EUA para o Irã, acolhendo a disponibilidade do presidente Barack Obama para envolver os EUA "plenamente" nas negociações com o Iran. A disposição de discutir "todas" as questões foi um passo positivo, um passo que a Rússia vinha defendendo há vários anos, disse Lavrov. Iran exercia uma grande influência na região, inclusive no Afeganistão, Iraque, Hezbollah, Hamas, em Gaza, etc. Iran por muito tempo vem se preocupando com Israel, e viu o Paquistão como um concorrente de armas nucleares. Putin perguntou à Ahmadinejad durante uma reunião em Teerã, alguns anos antes, por que ele fez tais declarações anti-israelenses, mas Ahmadinejad não respondou, dizendo apenas que o Iran "não estava fazendo nada na esfera nuclear diferente do Brasil." Putin respondeu que o Brasil não estava no Oriente Médio.

Experimentos da CIA com Implantes em Cérebros Podem Ser Revelados Por Ação Judicial de Veteranos


A CIA é notória por suas experiências durante a Guerra Fria com LSD e outras substâncias químicas em soldados e cidadãos desprevenidos. Detalhes apareceram em livros e artigos desde 30 anos atrás.

Mas, se os veteranos militares ganharem uma ação judicial na Califórnia, a tentativa da agência de espionagem para transformar seres humanos em assassinos robôs, através de eletrodos implantados em seus cérebros, terá uma exposição muito maior do que as drogas da CIA testadas em pacientes que vão desde soldados a donos de bares e clientes de prostitutas.

Não é apenas ficção científica ou da imaginação de doentes mentais.

Em 1961, um importante cientista da CIA informou em um memorando interno que "foi demonstrada a possibilidade do controle remoto de atividades em várias espécies de animais...investigações especiais e avaliações serão realizadas para a aplicação de elementos selecionados dessas técnicas em seres humanos", de acordo com o livro "A CIA e a 
busca pelo Manchurian Candidate", escrito em 1979 pelo ex-oficial de inteligência do Departamento de Estado John Marks.

Livro: A busca pelo Machurian Candidate

"Este projeto cruel", Marks escreveu, " foi concebido para a liberação de agentes químicos e biológicos ou 'operações do tipo ação executivas". "Ação executiva" foi um eufemismo usado pela CIA para designar assassinato."

As vítimas têm procurado justiça por anos, mas em vão. Agora, quase 40 anos depois, um juiz federal ordenou que a CIA apresentasse documentos e testemunhas sobre o LSD e outras experiências "alegadamente realizadas em milhares de soldados a partir de 1950 até 1975", de acordo com relatos na imprensa.

A ordem de 17 de novembro do Juiz John Larsen isenta a CIA de ter de depor sobre testes de eletrodos em seres humanos, mas Gordon P. Erspamer, chefe dos advogado para os veteranos, diz que "nós também estamos buscando isso."

"Não há dúvida de que esses experimentos foram realizados", disse na terça-feira Erspamer via e-mail, os réus dizem que eles usaram investigadores privados e pacientes para os teste vieram de prisões, hospitais, lares de idosos e soldados da reserva. A CIA disse que não tinha ninguém com conhecimento sobre este assunto.

Erspamer, conselheiro sênior do escritório de São Francisco da Morrison & Foerster, disse que "várias" testemunhas da CIA "ainda estão vivas", citando algumas que foram identificados publicamente, mas optou por manter as outras testemunhas secretas até chamá-las para depor.

Documentos apresentados no caso descrevem "dispositivos elétricos implantados no tecido cerebral, com eletrodos em várias regiões, incluindo o hipocampo, hipotálamo, lobo frontal (através do septo), o córtex e vários outros lugares", disse Erspamer, com base na investigação escrita por cientistas do governo.

"Acreditamos que uma das vítimasrecebeu um implante septal", disse ele, com base em uma ressonância magnética", mostrando um" corpo estranho" na fronteira entre o septo e o lobo frontal.

"Muito deste trabalho foi feito fora da Universidade de Tulane usando um hospital público local e financiado por uma organização de fachada chamada Commonwealth Fund", continuou ele.

"Tentamos obter documentos de Tulane, mas eles nos disseram que estes foram destruídos nas enchentes causadas pelo furacão."

A CIA afirma que pelo menos alguns dos documentos devem permanecer classificados como "segredos de Estado." Mas o magistrado disse à agência para apresentar uma melhor fundamentação, uma "declaração complementar explicativa com especificidade elevada" explicando por que os documentos devem ficar protegidos depois de todos estes anos.

Fontes:
Washington Post: CIA brain experiments pursued in veterans’ suit
Ação Judicial (pdf)
The Search for the Manchurian Candidate
Court House News: CIA Must Disclose Data on Human Experiments
Whashington Post: (estudo) Correlation of Rhinencephalic Electrograms with Behavior
Estudo: ELECTRICAL SELF-STIMULATION OF THE BRAIN IN MAN

Complemento aos artigos sobre a autoridade do Estado publicados por Julio Severo


Dr. Fábio Blanco

Talvez alguns cristãos fiquem escandalizados com artigos como estes, chamados “Estado: ministro de Deus” e “A Pena Capital é Bíblica?”, ambos publicados no site do Julio Severo, ambos escritos pelo Pr. Marcello Oliveira. Isso porque eles não conseguem compreender como cristãos podem de alguma maneira ser favoráveis à aplicação da pena de morte pelo Estado. Os argumentos já conhecemos e não é preciso repetir aqui. Gostaria apenas, como complemento de ambos artigos, transcrever dois trechos de dois dos maiores reformadores protestantes: nada mais, nada menos, que Lutero e Calvino.
Lutero, em seu livro “Sobre a Autoridade Secular” é direto ao dizer que “um assassino perde o direito a sua vida, e é de justiça que ele seja morto pela espada”.
Espada, no caso, é como se entende o poder do Estado de punir os criminosos.
Calvino, de sua parte, escreveu que “A Lei de Deus proíbe matar. Todavia, para que os assassinos não escapem sem punição, o próprio legislador coloca a espada nas mãos de seus ministros, para ser usada contra todos os assassinos”.
Diante disso, que meus irmãozinhos mais apressados pensem antes de criticar homens que defendem a pena capital, pois os pais da Reforma Protestante não tinham a condenação à morte pelo Estado como um problema. Para eles, o Estado aplicar a pena capital era algo evidente e natural. Um apenas divergia do outro no que se referia às questões envolvendo as heresias. Para Calvino, o Estado deve zelar pela unidade religiosa, inclusive perseguindo os hereges. Já Lutero entendia que o Estado não deveria se intrometer nesses assuntos, cuidando apenas das questões relativas aos crimes comuns.
De qualquer maneira, antes de criticar os que defendem a pena de morte, principalmente sendo cristão, aprendam um pouquinho sobre a história da Igreja ou rompam de vez com o passado.
Divulgação: www.juliosevero.com

Professor francês é suspenso por mostrar vídeo de abortos para alunos do ensino colegial


Matthew Hoffman
MANOSQUE, França, 24 de novembro de 2010 (Notícias Pró-Família) — Um professor francês do ensino colegial na região sul de Alpes-de-Haute-Provence foi suspenso de dar aulas por mostrar para seus alunos um vídeo que inclui sequências filmadas de abortos reais de último trimestre realizados numa clínica da Espanha.
Conforme as reportagens, o professor, que dava aulas de educação cívica na Escola Secundária Iscles na cidade de Manosque, seguiu a apresentação do vídeo com um folheto distribuído aos estudantes que denuncia a Lei Veil da França. Essa lei legalizou o aborto em 1975. Ele também realizou um debate depois da exibição.
O vídeo era aparentemente uma versão com subtítulos em francês de uma matéria jornalística feita por um repórter disfarçado para a rede de televisão espanhola Intereconomia. O repórter entrou numa clínica de aborto disfarçado de médico, e filmou o que viu. A filmagem inclui abortos de último trimestre de bebês por volta das 20 semanas de gestação, que são depois jogados no lixo.
Em entrevistas à imprensa francesa, os estudantes descreveram o vídeo como “revoltante” e o compararam a um filme de terror. A reportagem mencionou que um aluno teve de sair da sala de aula a fim de vomitar.
Muitos pais, irados com a decisão de mostrar o vídeo para seus filhos, conjuntamente exigiram um fim nas aulas e uma investigação em 17 de novembro. O professor, que permanece em anonimato nas reportagens da imprensa, foi suspenso por quatro meses enquanto a administração da escola investiga o caso.
A jornalista pró-vida francesa Jeanne Smits, escrevendo no serviço noticioso católicoChretiente.info, diz que embora o professor tenha agido de forma imprudente, isso não muda a “falsidade do objetivo da ‘neutralidade’ declarada pelos superiores do jovem professor”.
“Mostrar os fatos [acerca do aborto] entra perfeitamente na área da neutralidade, ou melhor dito, da objetividade, e se esses fatos são inquietantes é porque há uma ruptura na conexão dessa objetividade por parte daqueles que apoiam o ‘direito ao aborto’”, acrescenta Smits.
A parte de 10 minutos do vídeo pode ser vista aqui. * Aviso: quase no fim desse vídeo mostra-se um aborto explícito de último trimestre.
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
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