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segunda-feira, 12 de novembro de 2012

O herético neo-panteísta e seus fãs apologéticos

O herético neo-panteísta e seus fãs apologéticos:


O herético neo-panteísta
e seus fãs apologéticos

Julio
Severo
O esquerdismo entre cristãos leva à
cegueira e heresias. Em 12 de agosto de 2004, com o apoio da bancada evangélica
do PT, o Movimento Evangélico Progressista (MEP) realizou o simpósio “Igreja e
os Desafios Atuais” na Câmara dos Deputados.
No simpósio, um palestrante disse:
Para
mim, esse universo é sagrado.
O
sagrado habita o mundo inteiro.
Se
não tenho uma visão que sacraliza o cosmos e toda a criação, eu preciso no
mínimo fazer uma segunda reflexão.
O autor da declaração é Caio Fábio.
A declaração, registrada com a própria voz dele, se encontra documentada neste
vídeo: http://youtu.be/EcOC5nVFVqE




Havia no simpósio reverendos
ligados ao MEP, inclusive um importante pastor presbiteriano, o Rev. Adail
Sandoval. Mas nenhum deles, que passaram anos estudando em seminários para
defender o Evangelho e refutar heresias, nunca denunciou as palavras neo-panteístas
de Caio. De acordo com
Wiktionary,
a definição de neo-panteísmo é:
Uma
variação renovada ou reconcebida do panteísmo, a crença de que
o universo é sagrado e tem de ser
reverenciado.

A demonização do ser humano

Entretanto, pouco antes de
sacralizar o meio-ambiente, Caio demonizou a glória da criação de Deus: o ser
humano criado conforme a imagem e semelhança de Deus. Ele disse:
Enxergo
a ética de preservação da vida num mundo no qual a própria presença humana na
Terra significa a maior ameaça de devastação.
O
extraordinário e ao mesmo tempo irônico e contraditório é que essa presença
humana na Terra, inteligente e autoconsciente, é a maior, e talvez seja a
única, ameaça à própria Terra e que as demais manifestações de vida na Terra
conheçam.
Nunca
antes nada foi tão ameaçador por mais catastrófico que tenha sido do que a
presença humana na Terra.
A demonização do ser humano é
script padrão dos ambientalistas a serviço da elite do controle populacional. A
solução dos ambientalistas para a “ameaça” humana é a redução das famílias,
impondo-se cada vez mais políticas e leis drásticas de controle da natalidade,
especialmente o aborto.
Até
mesmo líderes evangélicos estão defendendo que, para “salvar” o planeta Terra,
todos têm de rejeitar os bebês
.
Caio Fábio: o “juiz” herético que julga e condena
Esse pensamento está em sintonia
com as elites globalistas, inclusive
Bill
Gates, que declarou que o mundo precisa de menos pessoas, e tem investido
milhões para reduzir o que ele vê como “ameaça”: bebês humanos
.
De fato, milhões de bebês em
gestação são sacrificados anualmente em clínicas de aborto para sustentar os
ideais globalistas, inclusive a “sacralidade” do meio-ambiente. O próprio pai
de Bill Gates era
diretor
de uma clínica de aborto.

A exaltação da Índia panteísta e animista

Depois da demonização do ser
humano, Caio Fábio passa à sacralização e reverência ao meio-ambiente,
prosseguindo em suas ideias neo-panteístas. O neo-panteísmo é uma crença
religiosa amplamente seguida na Índia, e o próprio Caio reconhece isso,
dizendo:
Pode-se
dizer que a Índia é um país tecnologicamente atrasado, em que há elevadíssimo
índice de pobreza, miséria, superpopulação e outras coisas mais. Mas ela continua
sendo exemplo de sociedade que olha para o cosmos como algo sagrado, numa visão
completamente diferente da nossa.
Por
isso, estranhamente, tenho que lhes dizer que o animismo presta serviços à
bioética, de natureza muito mais prática, na hora em que, ignorantemente ou
não, vê significado espiritual na existência de todos os entes criados. Nós
não.
Continuando sua exaltação da Índia
panteísta como modelo, Caio rejeita os 3 primeiros capítulos do Gênesis, os
quais tratam da criação, como não sendo fontes de informação “científica”. Tal
rejeição é padrão entre liberais. Ele diz:
Chegamos
a um ponto em que se estabeleceram para nós ironias extraordinárias. A
primeira: o Ocidente cristão, especialmente a sua versão protestante, tornou-se
a parte da humanidade que mais ofende a criação. O homem existe num universo
sem nenhuma sacralidade. A segunda: as sociedades animistas são extremamente
menos ofensivas à criação do que nós.
Senão,
vejamos: os 3 primeiros capítulos do Livro de Gênesis: ou o indivíduo parte
para aquela leitura completamente literal e fundamentalista, que quer
transformar a Bíblia num manual científico de como o mundo foi formado, algo
absolutamente tolo.
Chama
toda a consciência do Evangelho para uma integração dela com a sacralidade da
criação e com a reverência pela criação.

Refutação apologética ao radical ambientalismo de Caio
Fábio

Em sua defesa do neo-panteísmo,
Caio chama de tolice levar a sério os 3 primeiros capítulos de Gênesis. Em
contraste, em seu comentário sobre Gênesis 1:3-5, Barnes deixa claro que o
primeiro capítulo de Gênesis é fundamental para nosso entendimento sobre o
panteísmo:
A
percepção de coisas fora dEle é um importante fato na relação entre o Criador e
a criatura. Essa percepção indica que a criatura é diferente do Ser criador, e
fora dEle. Portanto, contradiz o panteísmo em todas as suas formas.

(Barnes’ Notes, Electronic Database. Biblesoft 1997)
Em entrevista ao Blog Julio Severo sobre as declarações
de Caio, Jamierson Oliveira, editor da revista Povos (e ex-editor da revista Defesa da Fé), disse:
Devo
discordar do referido autor do texto pelo simples fato que a própria natureza
não é tão boa quanto parece. Note que fora da Terra, onde o homem nunca
interferiu diretamente, não há lugar para a vida, e lá também é natureza ou
parte do “cosmo sagrado”, nas palavras do referido autor. Pergunto: O que há de
sagrado nisso, onde a vida não pode brotar? Nesse sentido somos até levados a
pensar na causa maior disso tudo, a Queda (Gn 3), que segundo o relato bíblico
maculou a criação original de Deus e afetou o cosmo como um todo, inclusive o
mundo espiritual. E tudo aguarda por uma redenção! (Gn 317,18; Rm 8.18-23; Ap
21, 22).
Mesmo
antes da degradação ambiental provocada pela presença humana, a qual também não
queremos, o homem e os animais já sofriam com espinhos, calor ou frio excessivos,
improdutividade do solo, vírus, bactérias, etc. Se é verdadeiro dizer que o
homem é causador de muitos desses males, é verdadeiro também afirmar que muita
coisa acontece sem a ação do homem. Isso é cientificamente provável. Inclusive
o homem controlou e melhorou muita coisa que na natureza ia mal, por meio dos
medicamentos, fertilizantes, manejo da terra e tecnologias. Enfim, para o bem
do homem posto neste ambiente.
Ainda
é importante dizer que a ignorância do Evangelho dos povos animistas e pagãos
em nada contribui para o equilíbrio natural. Qual o bem natural que o indiano hindu
faz para o grande rio Ganges, senão polui-lo com cadáveres de animais e
pessoas? Que exemplo de sociedade é este, com adoração de ratos (deusa
Karni-Mata), mantendo um templo em Deshnoke com 300 mil ratos nojentos?
Acorrentando crianças a macacos (deus Hanuman) para serem abençoadas por este?
A
nação de Israel, com desenvolvimento social exemplar, frente a outras nações
vizinhas, sempre soube lidar equilibradamente com o meio-ambiente. Inclusive
algumas das suas leis da colheita e do uso da terra ainda hoje seriam boas para
a preservação da natureza. Ou seja, nem o judaísmo, nem o cristianismo podem
ser responsabilizados pelo mau uso da natureza. Uma coisa nada tem a ver com a
outra.
O
mundo espiritual (Hb 1.4; Fp 3.20), o cosmo, a Terra, tudo foi criado em favor
do homem, e não o contrário. A ideia de homens venerando a natureza é extra-bíblica
e anti-bíblica. Naturalmente que devemos preservar, para o nosso próprio bem.
Somos mordomos de toda criação!
Um cristão normal se espantaria com
declarações neo-panteístas vindas da boca de um homem que se diz cristão. Mas
os esquerdistas do MEP nada estranharam. Pelo contrário, eles sempre foram
grandes apoiadores de Caio e suas esquisitices ideológicas. O MEP foi fundado
pelo bispo vermelho Robinson Cavalcanti.
Se eu tivesse declarado que o
“universo é sagrado”, eu teria sido denunciado como defensor do neo-panteísmo.
Eu teria sido tachado de “herético”. Então, como Caio escapou ileso com suas
declarações anti-bíblicas na presença de vários reverendos? Seus vários anos de
teologia foram insuficientes para ajudá-los a identificar o panteísmo e outras
heresias?
Biblicamente, dá para se considerar
o universo sagrado? O que significa “sagrado”? O Dicionário Michaelis define “sagrado”
como: “Digno de veneração ou respeito religioso pela associação com Deus ou com
as coisas divinas; santo, santificado”.
O Dicionário Aurélio define como:
“Inviolável, puríssimo, santo, sacrossanto”.
Por seus atributos exclusivos, Deus
merece esses adjetivos. Mas o universo, a natureza, o cosmos, o meio-ambiente e
a criação também são dignos desses adjetivos?

Inteligência e doença mental

A inteligência de Caio Fábio parece
ser tão acima do normal que muitos, ao ouvirem suas mensagens, não conseguem
ver heresias porque ficam hipnotizados com sua retórica e argumentação. Mas inteligência
e elevado conhecimento não são sinônimos de saúde mental. Indivíduos inteligentes
são capazes de falar e cometer grandes loucuras.
Revistas médicas noticiaram no mês
passado que cientistas, artistas e escritores muito criativos e inteligentes
são mais propensos à doença mental.
Science Daily
disse
: “Além disso, especificamente a
maioria das outras doenças psiquiátricas (inclusive esquizofrenia, depressão,
síndrome de ansiedade e uso de drogas) são mais comuns entre escritores… do que
a população geral”.
E USA Today
disse
que até mesmo um psicopata
consegue mostrar inteligência, charme e persuasão.
Os problemas mentais são também
caracterizados por distúrbios e desordens no que uma pessoa fala e pensa.
Isso explica muita coisa no
comportamento de Caio Fábio.
É evidente que a inteligência
humana dele está acompanhada de confusão mental.
Caio
já foi denunciado defendendo o aborto e o homossexualismo, de acordo com suas
próprias declarações registradas
,
mas seus fãs suspiraram de alívio quando ele negou suas próprias palavras.
Com igual confusão mental, ele
poderia negar que é o autor das declarações claramente neo-panteístas, e seus
fãs novamente suspirariam de alívio. Mas as declarações foram registradas no
Congresso Nacional, e agora são patrimônio nacional do povo brasileiro.

Confusão mental?

Sua confusão mental ficou evidente
para mim quando ele me atacou pessoalmente em vídeo anos atrás, dizendo que
“meus amigos de seminário” lhe contaram sobre supostos casos homossexuais que
tive quando estava estudando teologia.
Não conheço todos os sintomas da
doença mental, mas tenho certeza de uma coisa: nunca estudei teologia em nenhum
seminário. Portanto, se nunca estudei num seminário, fica obviamente impossível
eu ter cometido pecados homossexuais num seminário e ter tido amigos
seminaristas. Meu vídeo de refutação está aqui:
http://youtu.be/rNcnorKrzi0
De onde então se produziu o cenário
contra mim descrito nas palavras de Caio? Doença mental? Uso de drogas? Ou
simplesmente mentira?
Creio que a falta de temor de Deus
provoca uso de drogas, mentira e doença mental. E, como está comprovado, nem
mesmo pessoas inteligentes estão imunes a esses problemas.
Por outro lado, pessoas que não são
dotadas de elevada inteligência humana, mas têm o temor de Deus, são capazes de
falar e fazer coisas que glorificam o nome de Jesus Cristo e ajudam seu próximo.
A Bíblia deixa claro que o temor do Senhor é o princípio da sabedoria.
A sabedoria de Deus em nós não é a
capacidade de entender tudo no universo. É a capacidade de viver para Deus de
um modo que lhe agrade. Não tem nada a ver com alguma inteligência humana
especial.
É inegável que Caio Fábio é um homem
com elevada capacidade de retórica, argumentação e persuasão. Por isso, muitos
temem confrontá-lo em seus erros, pecados e até mesmo confusão mental. Mas suas
declarações neo-panteístas, seu ambientalismo radical e seus frequentes
“disse-que-não-disse” mostram muito mais do que só confusão mental: revelam um
coração sem o temor de Deus.
Inteligência humana não é
espiritualidade, especialmente quando distorce os ensinos da Palavra de Deus,
fazendo pouco caso dos 3 primeiros capítulos do Gênesis por amor ao
neo-panteísmo. “Esse tipo de sabedoria não vem dos céus, mas é terrena; não é
celestial, mas demoníaca”. (Tiago 3:15 KJA)
Em contraste, o temor de Deus leva
o coração humano a amar, reverenciar, adorar e obedecer a Deus, tornando-o
aberto à verdadeira sabedoria.
Mas o coração sem o temor de Deus
tem outros objetos “sagrados”, de forma muito semelhante aos pagãos, aos
neo-panteístas e aos ambientalistas radicais.
O Dicionário Webster de 1913 diz
sobre “sagrado”: “possuindo o direito mais elevado à obediência, honra,
reverência e veneração; com o direito de receber extrema reverência;
venerável”.
Deus, não o universo, é sagrado e
digno de reverência.
Deus é supremamente venerável, mas
algumas coisas na terra podem também ser veneradas, conforme diz a Bíblia:
“Venerado seja entre
todos o matrimônio e o leito sem mácula; porém, aos que se dão à prostituição,
e aos adúlteros, Deus os julgará.”
(Hebreus 13:4 ACF)
Contudo, Caio parece ter visto essa
passagem com outros olhos: “Venerado seja entre todos o universo…”
A sacralidade que ele devia dar
apenas a Deus, ele dá também ao universo e ao meio-ambiente. E a veneração que
ele devia ter dado ao seu matrimônio original, ele deu para sua paixão ambientalista
neo-panteísta.

Vista grossa às palavras do herético neo-panteísta

O que aconteceu então com os
reverendos na reunião do MEP no Congresso Nacional? Será que eles ficaram tão
maravilhados com a retórica, argumentação e persuasão de Caio que não
conseguiram ficar chocados com a ausência de temor de Deus nas palavras neo-panteístas
dele?
A única explicação é: O esquerdismo
entre cristãos leva à cegueira e heresias. O esquerdismo também emburrece.
Se eu tivesse feito declarações tendentes
em menor ou maior grau ao neo-panteísmo, eu e meu blog não sobreviveríamos às
denúncias legitimamente apologéticas, pois qualquer tipo de panteísmo é um
desvio da verdade cristã sobre a criação e a natureza de Deus. É heresia. Com tal
heresia, eu e meu blog cairíamos em pouco tempo.
Não há como escapar impune com tal
heresia grosseira.
Os apologetas do mundo gospel
jamais perdoariam essas declarações, não porque eles amam e defendem o
Evangelho, mas porque procuram motivos para atacar cristãos não progressistas.
Sabe-se que
a
maioria desses apologetas é, como o próprio Caio Fábio, de linha esquerdista
.
Mas vindo da boca de Caio ou outro grande profeta do esquerdismo evangélico
brasileiro, qualquer heresia, seja panteísta ou não, é passível de vista grossa
e “perdão”.
O fato é que as declarações de Caio
precisam ser respondidas num sentido legitimamente apologético, pois há pessoas
que ainda hoje o veem como um pregador do Evangelho. O papel da verdadeira apologética
é apontar e corrigir os desvios do Evangelho. E é óbvio que qualquer tipo de
panteísmo não tem nada a ver com o Evangelho.
Mas os reverendos que estavam com
ele nunca o refutaram. Eles tinham diplomas teológicos, conhecimento de grego e
hebraico e treinamento apologético vindo de seminários, mas colocaram meras
ideologias humanas como o esquerdismo e o ambientalismo panteísta de um homem
mortal persuasivo acima de Jesus Cristo e Sua Palavra.
Mesmo depois que publiquei as
declarações neo-panteístas de Caio, os chamados blogs apologéticos continuaram promovendo
Caio. Aliás, o Genizah, o maior tabloide pseudo-apologético do Brasil, tem tido
atividades conjuntas com Caio. Danilo Fernandes, o dono do Genizah, é amigo
público de Caio.

Apologetas do mundo gossip

Indivíduos do mundo gossip, que se autoproclamaram
“apologetas” ou “defensores da fé” cristã, não hesitariam em denunciar
ferozmente a mim e meu blog se tivéssemos feito as mesmas declarações que Caio
fez.
Caio só escapou impune porque os
famosos autoproclamados apologetas têm amizade com ele e o citam frequentemente
para atacar líderes conservadores por questões que estão muito abaixo de
heresias panteístas. Com tal conduta seletiva e parcial, eles mostram que
merecem fazer parte do mundo gossip, cuja palavra em inglês
significa “fofoca” e “mexerico” e, em sentido jornalístico,
significa “informação de caráter pessoal e privado sobre nomes conhecidos do
público, veiculada, principalmente”, em tabloides. O apologeta adepto do gossip é, de acordo com os dicionários,
“uma pessoa que tem o hábito de transmitir
informações escandalosas, sensacionalistas e muitas vezes inexatas da vida
privada dos outros
”.
Tal é o comportamento habitual do
herético neo-panteísta e seus fãs apologéticos. Toda vez que Caio faz uma
denúncia gossip da vida de um
cristão, imediatamente os apologéticos gossip
divulgam as palavras e vídeos dele como referência de “gossip profético”.
Naturalmente, eles têm dificuldade
de se denunciar mutuamente. Em sua amizade gossip,
o neo-panteísmo se torna um problema menos importante do que fazer denúncias gossip da vida particular de pessoas de
quem eles têm discordância pessoal. Seus tabloides se ocupam assim com essas denúncias
gossip, mantendo a reverência ao seu
supremo profeta gossip, de quem eles
precisam, com neo-panteísmo ou não, para prosseguir no ministério gossip.

Sã doutrina versus elevada reputação eclesiástica

Não podemos, ainda que por alegada
reverência ao passado de um líder ou ex-líder cristão, permitir que o Evangelho
seja desqualificado. Referindo-se aos apóstolos de Jesus Cristo, que não tinham
escândalos financeiros e sexuais em seu testemunho, o apóstolo Paulo disse:
“Contudo, nem por um
momento cedemos, ou nos submetemos a eles para que a verdade do Evangelho
permanecesse convosco. E aqueles que pareciam ser influentes, ainda que o
tenham sido no passado, isso não faz diferença para mim, pois Deus não julga
segundo as aparências humanas. Esses, que pareciam ser muito importantes, nada
me acrescentaram”.
(Gálatas
2:5-6 KJA)
Paulo deixa claro aqui que, não
importa quão importante seja ou tenha sido a influência de um líder cristão, a
sã doutrina precisa ser preservada e defendida acima de reputações ou títulos,
mesmo que seja de apóstolo. Quando a sã doutrina está em jogo, a proeminência e
o elevado título de um líder cristão não têm valor diante de Deus. São pura
aparência.
Paulo estava lidando com a questão
da circuncisão com os apóstolos de Jesus. Por mais importante que fosse essa
questão, era e é menos importante do que declarações panteístas. Os apóstolos
não eram heréticos. Eles não eram homens que acreditavam que o “universo é
sagrado”. Se a questão da circuncisão devia estar abaixo da sã doutrina, mesmo
com a elevada posição dos apóstolos, o que dizer do neo-panteísmo defendido por
um homem que nem apóstolo é?
O caso de Caio Fábio é vastamente
diferente. Seu passado foi marcado pela defesa da Teologia da Missão Integral,
que é a versão evangélica da marxista Teologia da Libertação. Depois, ele se
envolveu em graves escândalos sexuais e financeiros.
Então, se a sã doutrina tinha de
estar acima da posição e títulos dos apóstolos, que não tinham esses
escândalos, o que dizer de um homem que, com sua vida manchada de escândalos, é
tratado segundo as aparências, como se fosse um apóstolo? Aliás, Caio é
tratado, até por alguns reverendos, como se fosse mais do que um apóstolo: é
tratado como se fosse um anjo de luz, com carta branca celestial para defender
impunemente o neo-panteísmo, o ambientalismo radical e o esquerdismo diante de
uma multidão de apologetas gossip e
seus incautos seguidores.
O apóstolo Paulo jamais trataria os
apóstolos de Jesus Cristo segundo as aparências, se eles tivessem pregado em
maior ou menor grau qualquer tipo de panteísmo. E é certeza que ele nunca os
trataria como anjos de luz. E se eles tivessem tido um histórico ministerial de
ganância, adultério e problemas financeiros, a atitude de Paulo de defender a
sã doutrina só ficaria mais firme e inflexível, e é impossível dizer que ele
não partiria para denúncias e repreensões. Ele não tinha medo de denunciar, na
cara de quem quer que fosse, quem merecia ser denunciado.

Afinidade gossip

Contudo, os principais blogs
autoproclamados apologetas defendem exatamente o oposto do que Paulo
defenderia. Quando o herético neo-panteísta vomita seu gossipismo, eles o
defendem acima da sã doutrina, demonstrando que preferem ser fãs de um ídolo gossip a ser fãs do apóstolo Paulo no
duro trabalho de denunciar o que precisa ser denunciado.
Uma apologética sã, com apologetas
sãos, defende a sã doutrina acima da reputação de líderes ou ex-líderes
proeminentes. De forma oposta, uma apologética doente, com apologetas doentes,
faz vista grossa aos ultrajes cometidos contra a sã doutrina.
Os autoproclamados apologetas fazem
exatamente o contrário do que o apóstolo Paulo fazia. Eles deixam de denunciar
as descaradas heresias panteístas de um homem por amor à reputação que ele
tinha no mundo gospel do passado e por amor ao atual gossipismo esquerdista
dele.
Como o apóstolo Paulo, digo: não me
importa o que Caio Fábio foi no passado, quantos livros ele publicou, quantos
pastores ele liderou e em quantas igrejas e conferências importantes ele
pregou. E não dou a mínima importância ao proeminente papel progressista dele
no passado. A sã doutrina está acima dele. A sã doutrina está também acima de
mim.
Os falsos apologetas não conseguem
ver uma heresia patente mesmo quando está debaixo do próprio nariz deles. Por
isso, por quase uma década não puderam ou não quiseram defender a sã doutrina contra
um herético neo-panteísta. Mas puderam e quiseram transmitir habitualmente
informações privadas, escandalosas ou sensacionalistas — informações que são
muitas vezes inexatas — sobre Silas Malafaia e outros, muitas vezes usando
vídeos e declarações do herético neo-panteísta, que virou referência
apologética no mundo gossip.
Genizah, Púlpito Cristão e o blog
Renato Vargens já divulgaram vídeos de Caio contra Malafaia e outros, mas nunca
divulgaram nenhum vídeo de Malafaia contra Caio. Nunca nem mesmo divulgaram
nenhum vídeo de Malafaia defendendo a família.
Genizah e Púlpito Cristão são
também inimigos ferrenhos do meu blog pró-família. Se eu e Silas Malafaia
tivéssemos feito menos da metade das declarações panteístas que Caio Fábio fez,
a dupla dinâmica apologética não nos perdoaria, nos condenando sumariamente à
fogueira santa gossip.  Aliás, mesmo sem tais declarações heréticas
feitas por mim ou Malafaia, os apologetas gossip
nos miram como se fossemos heréticos.
Tal é o padrão de seletividade dos
apologetas gossip.
O neo-panteísmo de Caio Fábio está
patente há quase uma década, sem maiores consequências na blogosfera
apologética gossip.
O que permitiu esse descaso de uma
década é a afinidade doutrinária liberal. Caio Fábio e seus fãs apologéticos gossip têm ligações com a Teologia da
Missão Integral e o esquerdismo ambientalista. Essa afinidade também inclui o
ranço antineopentecostal em comum.
O amor ao esquerdismo permitiu que
eles divulgassem vídeos de Caio atacando Malafaia. Mas o amor ao
cessacionanismo (doutrina religiosa que nega que dons de profecia, curas e
revelações hoje venham de Deus) e o ódio ao neopentecostalismo sempre os
impediram de postar qualquer vídeo de Malafaia refutando Caio ou pelo menos
atacando a agenda abortista e gay.

A diferença entre o esquisito neopentecostal e o herético
neo-panteísta

Os apologetas gossip não poupam nem mesmo pastores neopentecostais sem teologia e
muitas vezes sem um alfabetismo decente. Mas o caso de Caio Fábio é muito mais grave,
especialmente levando-se em consideração que o homem é cheio de teologia,
psicologia, filosofia, retórica, argumentação e persuasão. Há diferença entre um
semianalfabeto que diz baboseiras e um homem letrado e articulado que tem
consciência de cada vírgula antibíblica que profere.
Basta que um neopentecostal, numa
atitude que nem eu entendo, acenda uma vela na igreja, que os apologetas gossip gritam “heresia”. Por mais
estranho que seja o ato do neopentecostal, a Bíblia não diz que acender uma
vela na igreja é heresia. A Bíblia também não diz que o universo é sagrado. O
que a Bíblia diz muito claramente é que o universo foi criado por Deus:
“Assim diz Yahweh, o
teu redentor, aquele que te formou desde o ventre materno: ‘Eu, Yahweh, é que
tudo fiz e sozinho estendi os céus e firmei a terra”.
(Isaías 44:24 KJA)
O versículo seguinte mostra o que
Deus faz com os que pensam diferente:
“Sou Eu que… envergonho
o conhecimento dos sábios e o transformo em loucura”.
(Isaías 44:25 KJA)
Talvez a “confusão mental” de Caio
e suas declarações inteligentes e loucas não sejam consequência direta de
alguma doença mental. Podem ser evidência de Deus envergonhando sua sabedoria
humana.
Seja como for, há uma diferença
apologética enorme entre a atitude esquisita do neopentecostal semianalfabeto e
a declaração de um homem letrado que diz que o “universo é sagrado”. Pelo
menos, o neopentecostal semianalfabeto sabe e prega que Deus, não o universo, é
sagrado.
Os falsos apologetas preferem não
ver nem apontar essa diferença óbvia. Eles preferem ficar com o homem letrado, sua
retórica, sua loucura, seu esquerdismo, seu neo-panteísmo e seus outros ismos.
A sã doutrina? Eles mandam
diretamente para a lata de lixo.
Leitura
recomendada:
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Horror na Síria: Cristãos sendo executados

Horror na Síria: Cristãos sendo executados:


Horror na Síria:
Cristãos sendo executados

Vídeo revela que
“soldados” eram realmente civis

Michael
Carl
Relatos provenientes da Síria
indicam que membros do Exército Sírio Livre começaram a executar cristãos
enquanto estão afirmando que estão atirando em soldados sírios.
Um vídeo de um ataque em 1 de
novembro em que rebeldes sírios vestidos de preto teriam matado 28 homens foi
postado no YouTube. Uma reportagem da Agência France-Presse sobre o ataque
identificou as vítimas como soldados sírios.
Mas William Murray, presidente da
Coalizão de Liberdade Religiosa, disse que duas das vítimas tinham ligações
oficiais com sua organização na Síria. Sua organização distribui assistência.
As vítimas não eram soldados, disse
ele, mas civis da mesma vizinhança, “de modo que todos os 28 homens eram
provavelmente cristãos”.
Ele argumentou que até mesmo um
rápido exame das fotos do ataque indica que as vítimas eram civis.
“Eles não estavam armados e nunca
haviam sido combatentes”, disse Murray.
Um ativista de direitos humanos que
trabalha na Síria cujo nome foi mantido em sigilo por razões de segurança disse
que dois dos homens eram cristãos.
“Dois dos homens tenho certeza de
que eram cristãos e foram primeiramente raptados de sua vizinhança, então
levados para o campo e mortos a tiros”, disse o ativista.
Brigitte Gabriel, fundadora e
presidente da organização Act for America, disse que todos sabem muito bem que
os rebeldes sírios estão executando cristãos.
“Os sírios estão sem dúvida
executando cristãos. Eles são notórios por aplicarem tortura tática em seus
inimigos”, disse Brigitte.
“Os homens que estão se levantando
contra Assad e estão sendo esmagados são todos da Irmandade Muçulmana, os quais
Hafez Assad, pai de Assad, esmagou 30 anos atrás em Hama”, disse Brigitte.
Brigitte acrescentou que os
rebeldes se sentem muito fortalecidos, o que só estimula seu ódio aos cristãos.
“Eles estão se sentindo muito
fortalecidos depois do que viram no Egito, Líbia e Tunísia. Eles sentem que
agora é a chance deles. Eles desprezam os cristãos que vivem na Síria e
adorariam convertê-los ou matá-los”, disse Brigitte.
Murray disse que as próprias
execuções provam que são os rebeldes que estão desencadeando as matanças.
“Quando toma prisioneiros, o
Exército Sírio os fotograva e mostra as fotos”, disse Murray.
“As matanças ocorreram enquanto
Ayman al-Zawahiri, líder da al-Qaida, disse numa mensagem de rádio para animar
os combatentes al-Shabaab, filial na Somália, que os ataques contra as
instalações dos EUA no Cairo e Benghazi eram “derrotas para os EUA”.
“Eles foram derrotados no Iraque e
estão saindo do Afeganistão, e o embaixador deles em Benghazi foi morto e as
bandeiras de suas embaixadas foram baixadas no Cairo e em Sana, e no lugar
delas foram levantadas as bandeiras de tawhid (monoteísmo) e jihad”, o líder da
al-Qaida disse, conforme reportagem de Thomas Joscelyn, jornalista e
especialista em terrorismo.
Murray disse que se alguma
evidência a mais da natureza equivocada da política fosse necessária, dá para
achá-la na edição mais recente dos relatórios do Instituto de Pesquisa de Mídia
do Oriente Médio (cuja sigla em inglês é MEMRI).
O MEMRI relata que os rebeldes
sírios afirmam que a derrubada de Assad é só o primeiro passo. Os rebeldes
querem impor a lei islâmica na Síria.
Murray disse que as intenções dos
rebeldes são óbvias porque eles hasteiam a bandeira negra dos jihadistas.
“Os combatentes usam lenços negros
com a inscrição da declaração islâmica de fé. Eles hasteiam a bandeira da jihad
e da al-Qaida”, disse Murray.
“Se fosse uma genuína rebelião pela
democracia, não haveria a intensa exibição de símbolos religiosos”, disse
Murray.
Murray acrescentou que mais uma vez
as evidências mostram que o governo dos EUA está sem vontade de encarar a
realidade.
“Isso prova de novo que estamos combatendo
uma entidade que realmente não compreendemos”, disse Murray.
Murray acrescentou que as execuções
junto com a reportagem do MEMRI e a mensagem de al-Zawahiri apontam para o
curso perigoso que os Estados Unidos estão adotando na Síria ao designar o
embaixador Christopher Stevens para operar o suprimento e distribuição de armas
da Líbia para a Síria por intermédio da Turquia.
Recentemente, o WND relatou que o
propósito de Stevens na Líbia era enviar armas para os rebeldes da Síria.
O envolvimento de Stevens na Líbia
vinha desde um ano atrás, quando analistas de inteligências relataram que ele
havia sido inicialmente nomeado como o representante oficial dos EUA para o
exército rebelde.
Ele foi elevado a embaixador depois
da derrubada do ditador líbio Muamar Kadafi.
Na Líbia, a grande missão de
Stevens era suprir armamento, até mesmo pesado, para os rebeldes da Síria.
WND relatou na mesma reportagem que
a missão de Stevens o colocou em contato direto com a al-Qaida e outros grupos
jihadists.
Clare Lopez, membro do Centro de
Política de Segurança, disse que Stevens e altas autoridades do governo dos EUA
sabiam que o movimento oposicionista da Líbia era formado por elementos de
vários grupos jihadistas radicais, inclusive a al-Qaida, Ansar al-Shariah e o
Grupo de Combate Islâmico Líbio (GCIL).
O guerrilheiro Abdelhakim Belhadj
organizou o GCIL em 1990 depois de voltar para casa do Afeganistão, onde ele
havia lutado junto com os combatentes afegãos contra os soviéticos.
Lopez diz que Belhadj organizou o
GCIL por um motivo — derrubar Kadafi.
O grupo de Belhadj foi assimilado
pela al-Qaida em 2007, mas Lopez acrescentou que em algum ponto do caminho,
Belhadj foi interceptado pela CIA e enviado de volta à Líbia onde Kadafi o
jogou na prisão.
Traduzido
por Julio Severo do artigo de WND:
Horror in Syria: Executing
Christians
Leitura
recomendada:
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No Púlpito Cristão: Bufonaria esquerdista disfarçada de análise apologética

No Púlpito Cristão: Bufonaria esquerdista disfarçada de análise apologética:


No Púlpito Cristão: Bufonaria esquerdista
disfarçada de análise apologética

Edson
Camargo
Eis que leio um artigo postado num blog cujos editores garantem não
serem esquerdistas (
já ficou claro que mentem) a seguinte pérola:
“A convergência de
fenômenos como: o estimulo ao capital e consumo, a abertura e flexibilização da
mídia, aumento do poder de compra, e o desejo coletivo em consumir,
proporcionaram o cenário ideal para o crescimento da teologia da prosperidade
no Brasil.”
E lá vamos nós. Aí
está mais um exemplo claro de “bufonaria paramarxista”, como dizia Raymond
Aron.  E, mais uma vez, disfarçada de crítica eclesiológica pretensamente
apologética.
A começar pelo
óbvio: para o autor, o problema da teologia da prosperidade é um problema
decorrente da presença do livre mercado e de um estado de direito parecido com
o das democracias liberais: com a possibilidade de que cada cidadão seja
responsável pela melhoria de sua própria condição econômica, com imprensa livre
e os direitos de propriedade e produção assegurados.
E o que os
socialistas querem? Qualquer um sabe: regulação econômica brutal, controle da
mídia, nivelamento entre classes. E então, para o pseudoeclesiólogo, a maldita
teologia da prosperidade não será mais problema.
O engraçado é que
essa turma culpa o livre mercado pelo consumismo e pelo materialismo (note:
para eles não existe o indivíduo e suas decisões pessoais, apenas “classes” em
disputa), mas dizem que estes são fenômenos recentes. O fato é que a
intervenção estatal na economia é que é a verdadeira novidade na história, e em
nada reduz o consumismo e o materialismo. Nós brasileiros talvez sejamos mais
dinheiristas e mesquinhos do que muitos povos europeus que ainda desfrutam de
mais liberdade de mercado do que nós. E se o livre mercado é de séculos
anterior ao problema do consumismo e do materialismo, não pode ser
necessariamente sua causa. Até por que ser assim é pura decisão pessoal,
pecaminosa, e algo que pouco tem a ver com posições políticas. Nossa
esquerda-caviar que o diga.
Mas os
esquerdistas, estes sim, querem acabar com o pecado acabando com a liberdade
humana de produzir, comprar, vender, investir, etc. E depois o autoritário é o
“reaça” aqui. Temos ou não diante de nós um bando de criaturas asnificadas pela
ideologia socialista?
Outra: quem mais
fomenta esse relativismo moral, materialista, hedonista e consumista é a
indústria cultural, dominada pela esquerda. Da maconha à glamurização
sistemática de símbolos revolucionários, passando pelo ambientalismo e pelo
aborto, tudo o que se tem hoje na mídia de massa é artefato produzido para
destruir os valores tradicionais; é militância pura e simples, e os recentes
surtos de idolatria obâmica, onipresentes em nossa grande imprensa, não me
deixam mentir.
Como não culpar
quem detém a hegemonia cultural pela crise de valores, pela própria derrocada
cultural? Propondo sanar os problemas que eles mesmos produziram, os
esquerdistas preferem defender o absurdo. Afinal, poder comprar e vender não
faz de ninguém um boboca disposto a cantar música do Planet Hemp ou dançar
imitando a Lady Gaga. Mas a hegemonia cultural, sim, faz um pelotão de cristãos
imbecilizados nas universidades, seminários e lendo veículos de comunicação
como as revistas Ultimato e Cristianismo Hoje saírem tagarelando clichês da New
Left mal disfarçados de crítica eclesiológica respeitável.
O autor posa de
analista mas não passa de ‘idiota útil’, como dizia Lênin destes militantes
apaixonados que no fim das contas só vão se ferrar com a conquista do poder
total pela
nomenklatura.
O ridículo, para
boa parte dessa patota, é que eles nem sequer fazem isso por opção. Ou alguém
aí acha que muitos deles estudaram outra coisa na vida além de conteúdos
esquerdistas? Até teologia, graças à “teologia” da “libertação” e à “missão
integral”, eles já a aprenderam ‘esquerdizada’. Tanto que, vale destacar,
qualquer artigo imbecil do
pró-poligamia Robinson Cavalcanti (já enaltecido no blog em que foi publicado
o artigo
)
de 10, 15, ou 20 anos atrás fala exatamente a mesma coisa deste que agora
comento.
Mas é da mente
esquerdista viver repetindo, como um robô, a doxa partidária como se fosse
ciência e análise vinda da consciência autônoma do indivíduo. George Orwell
percebeu isso com clareza e temos no romance 1984 a presença da
newspeak, a ‘novilíngua’, papagaiada por um
processo mental chamado
duckspeaking, ou ‘patofalar’. Segue uma
amostra do que se lê no artigo:
“o desenvolvimento da teologia da libertação na América Latina,
aconteceu em decorrência a corrupção, desigualdade e injustiças sociais.”
Mais marxista,
mais subserviente ao esquerdismo e mais fiel à estratégia de infiltração
revolucionária nas igrejas, impossível.
É claro que penso
que a teologia da prosperidade e o materialismo grosseiro de nossas classes B e
C devem, sim, ser criticados. Mas ter de aturar críticas com
duckspeaking é dose para leão. E não menos nojenta é
essa sanha ideológica que se disfarça de eclesiologia e apologética visando o
lucro político: doutrinar cristãos incautos e despreparados visando fortalecer
a corrente ideológica que está empreendendo há pelo menos 50 anos uma
perseguição cultural ferrenha a tudo aquilo que representa o legado cristão no
Ocidente. Essa sim, é a grande mesquinharia, o grande devaneio, a grande
ambição que assola os setores de igreja contaminados pela ideologia socialista.
E nem vou entrar
na questão do fiasco que é a teoria econômica socialista e social-democrata. Se
eu trouxer ao debate as lições de Böhm-Bawerk, Ludwig von Mises, Hayek, ou dos
cristãos R. C. Sproul Jr. e Gary North contra Marx, Keynes, cepalinos da
América da Latina e seus fãs da mídia gospel-canhota-tapuia, serei acusado de
agredir pimpolhos (intelectualmente falando) com armas contundentes.
Se há algo que
essa turma não percebe, com toda esta subserviência intelectual a uma ideologia
assassina que usa um cristianismo falsificado para atacar o verdadeiro, é o
fato de que pensar sobre questões cristãs não é necessariamente pensar de forma
cristã.
O alerta de Harry
Blamires, que foi aluno de C. S. Lewis, deve ser lembrado: sem uma mente
cristã, não teremos um pensamento cristão; sem ele, não teremos ações dignas de
serem chamadas de cristãs.
Passou da hora de se
aprender esta lição.
Fonte:
GospelMais
Divulgação:
www.juliosevero.com
Leitura
recomendada:
Quem foi o primeiro esquerdista?
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