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terça-feira, 19 de junho de 2012

Pesquisa “paradigmática” faz incrível descoberta: filhos de pais heterossexuais são mais felizes e mais saudáveis

Pesquisa “paradigmática” faz incrível descoberta: filhos de pais heterossexuais são mais felizes e mais saudáveis:

Pesquisa “paradigmática”
faz incrível descoberta: filhos de pais heterossexuais são mais felizes e mais
saudáveis

Christine Dhanagom
11 de junho de 2002 (LifeSiteNews.com) — Um recente estudo
que revelou que filhos de pais heterossexuais se saem melhor em vários
indicadores de bem-estar pessoal do que filhos de pais homossexuais está sendo
recebido com entusiasmo pelos defensores do casamento tradicional, sendo
considerado de longe o estudo mais cientificamente confiável sobre o assunto
até hoje.
De autoria de Mark Regnerus, professor
de sociologia da Universidade do Texas, na cidade de Austin, o estudo será
publicado em julho de 2012 na revista Social Science Research, e está
atualmente disponível
online
.
Mark Regnerus, autor do estudo
As descobertas de Regnerus, baseadas nas
respostas de filhos criados por seus pais biológicos ou por seu pai ou mãe
homossexual junto com o parceiro, foram notáveis.
Ele descobriu que 12% dos entrevistados criados
por mães lésbicas e 24% dos criados por pais gays relataram ter recentemente considerado
o suicídio, comparado a 5% dos criados por famílias biológicas intactas ou por
pai ou mãe solteiros. Enquanto que 28% dos entrevistados criados por mães
lésbicas e 20% dos criados por pais gays relataram estar atualmente
desempregados, comparado a 8% dos criados por famílias biológicas intactas e
13% dos criados por pais solteiros.
Uma das descobertas mais extraordinárias
foi a de que 23% dos entrevistados com mães lésbicas relataram ter sido tocados
sexualmente por um pai ou adulto, comparado a 2% dos criados por famílias
biológicas intactas. A porcentagem foi de 6% entre os criados por um pai gay e
10% entre os criados com pais solteiros. Em outra incrível estatística, 31% dos
criados por uma mãe lésbica e 25% dos criados por um pai gay relataram terem
sido forçados a ter relações sexuais contra sua vontade em algum momento,
comparado a apenas 8% dos criados por pais biológicos.
Quarenta por cento dos criados por mães
lésbicas e 25% dos criados por pais gays relataram ter tido um amante enquanto
casados ou morando com um companheiro, comparado a 13% dos criados por pais
biológicos. E 19% dos criados por uma mãe lésbica ou um pai gay estavam atualmente
ou recentemente fazendo psicoterapia, comparado a 8% dos criados pelos pais
biológicos.
Vinte por cento dos criados por lésbicas
e 25% dos criados por pais gays relataram terem contraído uma doença
sexualmente transmissível, comparado a 8% dos criados pelos seus pais
biológicos.
E o mais interessante, apenas 61% dos
criados por mães lésbicas e 71% dos criados por pais gays relataram se identificar
como “inteiramente heterossexual”, comparado a 90% dos criados por uma família
biológica intacta.
“Relatar que há poucas diferenças
estatísticas relevantes entre os diferentes grupos avaliados seria afirmar algo
empiricamente inexato”.
As descobertas de Regnerus vão de
encontro aos estudos amplamente elogiados por ativistas homossexuais, que
alegavam que crianças criadas por pais homossexuais se saiam tão bem quanto, ou
até melhor, do que seus correspondentes heterossexuais. Vários desses estudos,
aponta Regnerus, basearam-se em um pequeno número de amostras autosselecionadas,
com resultados relatados pelos pais e não pelos filhos, e que mostraram sinais
de viés político.
Ele destaca, por exemplo, que uma
meta-análise que alegava que a criação por pais homossexuais tinha um impacto
positivo nas crianças era problemática porque os participantes nos estudos eram
quase sempre um pequeno número de voluntários “cujas alegações de êxito
documentável foram muito relevantes em recentes debates legislativos e
judiciais a respeito de direitos e estatutos legais”.
O problema de amostras polarizadas,
aliás, tem sido predominante na literatura anterior sobre o assunto, de acordo
com Regnerus.
“Muitos estudos publicados sobre filhos
de pais do mesmo sexo coletam amostragens em bola-de-neve ou por conveniência”,
afirma. “Um exemplo notável disso é o Estudo Longitudinal Nacional de Famílias
Lésbicas, cujas análises foram bastante destacadas na mídia em 2011 (por
exemplo, pelo portal [esquerdista] Huffington
Post
). O estudo utiliza uma amostragem por conveniência, com recrutamento
inteiramente feito por autosseleção de anúncios postados ‘em eventos lésbicos,
livrarias femininas e jornais lésbicos’ em Boston, Washington e São Francisco”.
Regnerus continua: “Embora eu não deseje
minimizar a relevância de tal estudo longitudinal (que de fato é um grande
feito) essa técnica de amostragem é um problema quando o objetivo (ou, neste
caso, o resultado prático e o uso convencional de suas descobertas) é
generalizá-lo para uma população. Esses tipos de amostragem utilizam meios
enviesados, e frequentemente desconhecidos”.
Em contrapartida, Regnerus extraiu seus
dados do Estudo de Novas Estruturas Familiares, um projeto de coleta de dados
que se utilizou de uma amostragem aleatória em grande escala composta de jovens
adultos americanos. Regnerus analisou as respostas de 3.000 jovens adultos, 175
dos quais relataram ter uma mãe lésbica e 73 dos quais relataram ter um pai
gay. Ele comparou suas respostas às suas contrapartes criadas por pais
heterossexuais para determinar quem se saiu melhor em quarenta diferentes resultados
sociais, emocionais e de relacionamentos.
Regnerus destaca que o estudo é um dos
poucos que mediram os resultados de relatos feitos por filhos de homossexuais,
em vez de se basear em análises feitas pelos pais homossexuais.
Os críticos do estudo sustentam que os
jovens adultos pesquisados foram criados por pais homossexuais em uma época em
que havia um estigma maior relacionado ao homossexualismo, fato que pode ter
contribuído para a maior instabilidade entre pares homossexuais.
“É claro que as famílias são mais fortes
e mais estáveis quando podem ficar juntas”, disse à ABC News Jennifer Chrisler,
diretora executiva da entidade pró-homossexual Conselho da Igualdade Familiar. “Isso
significa que o que deveríamos fazer é apoiar políticas que tornem mais fácil
para famílias gays e lésbicas continuarem juntas”.
O defensor do casamento tradicional
Patrick Fagan, no entanto, comentou para o LifeSiteNews que a afirmação de
Chrisler era uma hipótese infundada.
“Se você não levar esses resultados em
consideração, não há mais nada no campo. Nada mais chega perto disso. Os gays
que se opõem a ele estariam basicamente dizendo: ‘não sabemos nada’”, afirma. “Ela
basicamente superou todas as pesquisas anteriores, porque nenhuma delas chegou
perto dessa representatividade nacional”.
Fagan, que dirige o Instituto Casamento
e Religião do Conselho de Pesquisas Familiares, chamou o estudo de
“paradigmático” para a pesquisa sobre filhos de homossexuais.
Traduzido por Luis Gustavo Gentil do artigo do
LifeSiteNews: “Gold
standard’ study’s striking findings: children of heterosexual parents happier,
healthier
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