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terça-feira, 9 de outubro de 2012

Manual islâmico para um casamento feliz: “Puxe a esposa pela orelha, bata nela com a mão ou com uma vara”

Manual islâmico para um casamento feliz: “Puxe a esposa pela orelha, bata nela com a mão ou com uma vara”:


Manual islâmico
para um casamento feliz: “Puxe a esposa pela orelha, bata nela com a mão ou com
uma vara”

Julio
Severo
O crescimento do islamismo nos EUA
e na Europa é fato inegável. E com sua crescente influência, livros com temas
islâmicos começam a aparecer, revelando a realidade dos costumes islâmicos.
O livro “A Gift For Muslim Couple”
(Um Presente para o Casal Muçulmano), disponível no Canadá, chocou o público
canadense por trazer instruções de como maridos islâmicos podem bater nas
esposas com a mão ou com uma vara, ou puxá-la pela orelha. 
O livro de 160 páginas, escrito
pelo acadêmico muçulmano Maulavi Ashraf Ali Thanvi, é dedicado a recém-casados
muçulmanos.
O manual dá instruções de como ter
um casamento feliz e evitar problemas, e avisa que o marido deveria se
controlar para não bater excessivamente na esposa.
Embora o livro tenha recebido
reações indignadas do público canadense, está amplamente disponível em lojas
virtuais muçulmanas, sem maiores consequências.
Bater na esposa como instrução matrimonial
pode parecer estranho para pessoas no Brasil, EUA e Canadá, mas é uma prática
comum e generalizada no mundo islâmico. Evidentemente, os líderes muçulmanos
negarão que sua religião seja violenta ou que permita que as esposas apanhem,
mas a realidade…
A escalada de violência contra as
mulheres muçulmanas foi revelada recentemente por um relatório que afirma que
quase 1.000 mulheres e meninas foram assassinadas por “honra” no ano passado só
no Paquistão. Não há dados oficiais dos outros países muçulmanos, ainda mais
que casos de esposas assassinadas são acobertados pelos próprios parentes e pela
polícia.
As esposas que não são assassinadas
podem ser banhadas em ácido pelo marido islâmico se cometerem o “crime” de
aprenderem a ler e escrever, como foi o caso da paquistanesa
Fakhra
Younus
, que se suicidou recentemente com
a idade de 33 anos, depois de viver 12 anos cega de um olho, surda e com vários
outros problemas físicos ocasionados pelo banho de ácido efetuado pelo marido.
Só em 2011, mais de 8.000 ataques com ácido foram praticados contra moças e mulheres,
por vários motivos, no Paquistão. Se uma jovem, por exemplo, se recusa a casar
com um islâmico, o próximo passo pode ser uma chuva de ácido.
Fakhra Younus, antes e depois do ácio
Contudo, não é só nos países
islâmicos que as mulheres são submetidas a certos costumes islâmicos.
Na
Inglaterra, mais de 1.000 meninas
,
algumas com 10 anos de idade, já passaram por operações de mutilação genital,
onde os órgãos sexuais externos são removidos, a fim de impedir que mais tarde
as moças tenham prazer sexual, mesmo depois do casamento. Tal mutilação, de
acordo com os que a praticam, servirá como prova da “pureza” da mulher quando
ela casar.
Líderes
islâmicos da Inglaterra já foram flagrados

defendendo essa mutilação.
Essa mutilação, ao que se supõe,
tem como alvo as filhas das famílias muçulmanas. O tratamento para as filhas
das famílias não muçulmanas é totalmente diferente.
Na Inglaterra, gangues de
estupradores — predominantemente muçulmanos — aliciam meninas muito novas,
geralmente de sangue inglês, para se tornarem propriedade sexual para uso
pessoal e para prostituição. A crise alcançou agora proporções epidêmicas. De
acordo com a Secretaria dos Direitos das Crianças da Inglaterra, um número
elevado de 10.000 meninas brancas menores de idade podem estar sendo vítimas.
Se uma gangue muçulmana é pega e
seus integrantes conseguem fugir da Inglaterra para seu país islâmico original,
a polícia inglesa simplesmente cruza os braços a fim de não perturbar
autoridades islâmicas de outro país.
Por causa das leis antipreconceito,
as autoridades inglesas não podem lidar com o problema de forma decisiva,
mostrando que homens muçulmanos estão literalmente estuprando milhares de
meninas inglesas. Tal exposição colocaria a Inglaterra na mira da ONU, que os
acusaria de preconceito contra a religião islâmica e contra homens de pele não
branca.
Na Inglaterra, o
estupro islâmico de meninas brancas já é quase normal
.
Agora, a epidemia está alcançando até mesmo os EUA, onde
gangues
muçulmanas também estão mirando meninas brancas
.


Gangue muçulmana presa nos EUA: atrás de meninas brancas
Os direitos das mulheres e das
meninas são pisoteados, em favor dos direitos humanos e a dignidade de homens
muçulmanos, por causa de loucas leis antipreconceito. Por causa dessas leis, os
ingleses pouco podem fazer para deter os estupradores islâmicos. Por causa
dessas leis, os estupradores islâmicos muito fazem contra as meninas inglesas.
Contudo, o que aconteceria se 10.000
meninas islâmicas estivessem em poder de gangues evangélicas de estupradores
ingleses na Arábia Saudita ou Paquistão? As autoridades muçulmanas teriam
igualmente medo de lançar uma feroz campanha policial contra os estupradores
ingleses por causa de leis antipreconceito? Os jornais e TVs falariam vagamente
de certo problema com meninas, sem citar a origem especifica dos estupradores?
Ao serem pegos, os ingleses poderiam fugir do país com a consciência tranquila de
que as autoridades islâmicas nunca teriam coragem de exigir a extradição deles?
Em qualquer país islâmico, uma gangue
de estupradores ingleses seria dispensada de julgamento e cadeia.  A própria população, sob os olhos e
consentimento das autoridades, lincharia sumariamente os criminosos.
No entanto, o que ocorre na
Inglaterra é o inverso. Jornais e TVs não podem falar diretamente do grave
problema de gangues de estupradores que mantém 10.000 meninas inglesas sob seu
poder. Não podem falar a fim de não violar a dignidade, honra e direitos
humanos dos muçulmanos envolvidos nos crimes.
A cegueira do multiculturalismo da
Inglaterra não os deixa ver que as gangues de estupradores não só cometem
violência física e psicológica contra as meninas, mas também contra a
dignidade, a honra e os direitos humanos delas.
Meninas têm menos dignidade, honra
e direitos humanos do que homens islâmicos? Ao que tudo indica, sim, pois até
em países islâmicos eles fazem o que querem com suas mulheres e meninas. E
agora, pelo visto, podem também fazer o que querem com mulheres e meninas de
países que não são islâmicos.
Enquanto homens como Jimmy
Carter dizem
que há opressão contra
as mulheres no Ocidente somente porque há igrejas cristãs que não ordenam
mulheres, o islamismo já vai mostrando como será o futuro das mulheres nos EUA
e Europa: hoje, meninas condenadas à prostituição, amanhã moças condenadas aos
haréns islâmicos, marcadas pela “pureza” da mutilação genital. Se tentarem
abrir a boca para reclamar de alguns dos tratamentos, o chicote — ou o ácido — descerá
sobre elas. Seu destino, quer gostem ou não, será a escravidão sexual.
Com
informações do
Daily Mail.
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Atualização do Windows 8 melhora consumo de energia e desempenho

Atualização do Windows 8 melhora consumo de energia e desempenho: Depois de anunciar correções e novos recursos em vários apps específicos do Windows 8, a Microsoft liberou hoje uma atualização importante para o sistema.
Esta melhora o desempenho em algumas tarefas, além de aprimorar os mecanismos de gerenciamento de energia: o Windows 8 consumirá ainda menos e...

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Conselho de Direitos Humanos Tenta Criar Direito de Aborto

Conselho de Direitos Humanos Tenta Criar Direito de Aborto:


Conselho de
Direitos Humanos Tenta Criar Direito de Aborto

Dra.
Susan Yoshihara
GENEBRA, Suíça, 5 de outubro
(C-FAM) O Conselho de Direitos Humanos da ONU em Genebra chegou mais perto em
seu avanço para declarar o aborto como um direito humano na semana passada
quando aprovou uma resolução apoiando um novo conjunto polêmico de diretrizes
sobre mortalidade materna. As diretrizes foram elaboradas com recomendações de
promotores do aborto e refletem uma opinião que as nações na Assembleia Geral
da ONU rejeitam.
A resolução, patrocinada pela Nova
Zelândia, Burkina Faso e Colômbia, defendeu um documento de “orientação
técnica” do Alto Comissário da ONU para Direitos Humanos que inclui o aborto
sob o termo “direitos de saúde sexual e reprodutiva”.
Embora a resolução tenha sido
adotada sem uma votação, 20 dos 47 membros do conselho apresentaram oposição
escrita para acompanhar o texto quando a Assembleia Geral da ONU o considerar
para adoção no final deste mês. Os oponentes objetaram ao fato de que, “O texto
inteiro [da resolução] foca na disseminação e aplicação de um documento que
nunca foi negociado pelos estados ou avaliado para apurar sua utilidade”, e que
“promove novos direitos não definidos nos instrumentos e declarações
internacionais de direitos humanos, principalmente a referência a ‘direitos de
saúde sexual e reprodutiva’”.
Os países definiram “saúde sexual e
reprodutiva” e “direitos reprodutivos” no documento não obrigatório da
Conferência da ONU sobre População e Desenvolvimento no Cairo em 1994. Contudo,
conforme membros do conselho recordaram a seus colegas na semana passada, não há
nenhum consenso internacional sobre “direitos sexuais”.
A declaração de oposição teve como
autores as nações africanas e árabes. A Guatemala co-patrocinou a resolução,
mas fez um comentário geral frisando que a resolução não cria nenhum novo
direito. A Mauritânia retirou seu apoio à resolução citando as razões
declaradas pelo grupo de oposição.
Em 2007, um grupo de promotores
internacionais do aborto juntou forças para criar um “direito à saúde materna”,
inclusive o aborto. Membros do grupo afirmaram que o grupo alcançou essa meta
quando o Conselho de Direitos Humanos (CDH) mencionou saúde materna e direitos
humanos numa resolução de 2009. A resolução da semana passada foi a quarta
repetição da resolução de mortalidade materna do CDH. O novo documento de orientação
técnica que ele apoia reflete uma abordagem a direitos de saúde materna que a
Assembleia
Geral da ONU rejeitou
em 2011 quando foi
apresentada pelo Inspetor Especial de Saúde da ONU, mas que tem o apoio do Alto
Comissário da ONU para Direitos Humanos, Navi Pillay.
Pillay publicou a orientação
técnica depois de pedir recomendações de organizações não-governamentais. É
muito semelhante às recomendações feitas em 2011 e

2009
pelas principais organizações de
defesa de direitos ao aborto, inclusive a Anistia Internacional, a Federação
Internacional de Planejamento Familiar, o IPAS e o Centro de Direitos
Reprodutivos. A orientação rejeitou outras recomendações como sugestões de
grupos pró-vida e de organizações que defendem a proteção dos direitos de
consciência para profissionais de saúde.
A Anistia
Internacional
, que tem trabalhado
intimamente com autoridades em Burkina Faso desde 2009, disse que a Repartição
do Alto Comissário de Direitos Humanos deveria usar essa orientação técnica
para desafiar questões “sensíveis” que “têm um impacto na concretização de
direitos de saúde sexual e reprodutiva. Essas questões incluem a criminalização
do aborto, e a negação de acesso a serviços e informações de aborto legal e
seguro”.
Os membros do conselho que se
opuseram à resolução disseram: “Uma abordagem com base em direitos humanos para
com a mortalidade e morbidade materna tem de respeitar a soberania dos Estados…
com total respeito aos vários valores religiosos e éticos e características
culturais de seu povo, e em conformidade com os direitos humanos internacionais
universalmente reconhecidos”, que até este momento não incluem o aborto.
Fonte:
Friday
Fax
Dia
Internacional da Mulher
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Cristãos marcham em Jerusalém em apoio a Israel

Cristãos marcham em Jerusalém em apoio a Israel:


Cristãos marcham
em Jerusalém em apoio a Israel

JERUSALÉM, Israel — Agitando
bandeiras israelenses de cores azul e branco, milhares de evangélicos do mundo
inteiro encheram as ruas de Jerusalém na quinta-feira para mostrar apoio ao
Estado de Israel.
A marcha anual durante o feriado
judaico da Festa dos Tabernáculos reúne cristãos de dezenas de países.
Participantes da China marcham durante a parada em que grupos de cristãos de vários países mostram seu apoio a Israel em Jerusalém, quinta-feira, 4 de outubro de 2012.
Os evangélicos são conhecidos como
fortes apoiadores de Israel, fornecendo ajuda financeira e apoio político,
principalmente nos EUA. Mesmo assim, alguns progressistas israelenses e judeus
em outros países se sentem incomodados e suspeitam das motivações religiosas
dos cristãos.
“Esta sim é a verdadeira Nações
Unidas”, disse Sheila Hakes, 41, do Alabama. “Os israelenses são nossos irmãos
e irmãs. Por isso, precisamos protegê-los do Irã e do mal”, uma referência ao
suspeito programa nuclear do Irã, acrescentando: “Jesus voltará neste lugar”.
O apoio evangélico a Israel tem
suas origens no sionismo cristão, que quer a volta dos exilados judeus à Terra
Santa para cumprir as profecias da Bíblia. Durante as décadas passadas, líderes
evangélicos importantes fizeram pressões políticas para que o governo dos EUA desse
maior apoio a Israel.
A marcha de quinta-feira foi
organizada pela Embaixada Cristã Internacional de Jerusalém, uma organização
que promove laços entre Israel e as comunidades cristãs do mundo. A organização
também patrocinou uma conferência nesta semana que atraiu mais de 5 mil pessoas
de aproximadamente 90 países, inclusive 25 parlamentares de várias nações.
Outra organização proeminente, a
Comunhão Internacional de Cristãos e Judeus, disse que levanta mais de 110
milhões de dólares por ano para obras de caridade em Israel.
Essa relação forte poderá ser
importante num ano eleitoral dos EUA. Os evangélicos compõem uma importante
massa de eleitores, e alguns votam com base na posição do candidato para com
Israel. O voto evangélico pró-Israel provavelmente ajudará o candidato
republicano Mitt Romney, que frequentemente critica a política externa de Obama,
dizendo que o presidente “tem sacrificado Israel para atender aos seus
interesses políticos”.
Um dos participantes da conferência
foi o deputado federal americano Trent Franks, um republicano do Arizona, que
criticou a política de Obama para o Oriente Médio. O presidente americano vem
tendo um relacionamento gelado com o primeiro ministro israelense Benjamin
Netanyahu, discordando de várias questões importantes como assentamentos judaicos
na Margem Ocidental e como confrontar o programa nuclear do Irã.
“Parte-me o coração ver o
presidente dos Estados Unidos reservar mais críticas a Israel por construir
lares em sua capital, Jerusalém, do que criticar o presidente iraniano Mahmoud
Ahmadinejad por construir armas nucleares com as quais ameaçar a paz e
segurança do mundo livre inteiro”, disse Franks.
Entretanto, o relacionamento entre
evangélicos e Israel tem suas rusgas.
Muitos israelenses se preocupam com
o que suspeitam ser a fonte do apoio irrestrito dos evangélicos a Israel.
Uri Lupolianski, um judeu ultra-ortodoxo
que foi prefeito de Jerusalém, recusava aceitar recursos financeiros de
evangélicos por medo de que eles se aproveitassem para evangelizar. Seu
sucessor, o atual prefeito Nir Barkat, revogou essa política, mas o ceticismo
ainda persiste.
Os israelenses esquerdistas também
não se sentem bem com o apoio evangélico a Israel, pois os evangélicos apoiam
os israelenses nacionalistas de linha dura que se opõem a entregar o controle de
qualquer parte da Margem Ocidental.
As relações de Israel com os cristãos
têm também sido prejudicadas por uma série de recentes ataques de vandalismo,
inclusive nesta semana, em que pichações anticristãs foram pintadas em igrejas
e monastérios.
Israel tem cerca de 155.000
cidadãos cristãos, menos de 2 por cento de sua população de 7,9 milhões, mas
frequente vandalismo contra seus locais sagrados tem chocado o pais e recebido
a condenação oficial das autoridades israelenses. Os suspeitos são os colonos judeus
extremistas, que estão revoltados com as políticas do governo israelense a
favor dos palestinos.
Falando com os jornalistas, o
ministro de governo Yuli Edelstein disse que o vandalismo é obra de uma minoria
de lunáticos e agradeceu aos participantes da conferência por apoiarem Israel.
Ele disse que a conferência “amaina o sentimento em Israel de que o mundo está
contra nós”.
Leia Vaks, uma israelense de 28
anos que entregava lanches na marcha, disse que ficou feliz com o grande
comparecimento.
“Isso mostra para o mundo que
Israel não está só”, disse ela, sorrindo.
Traduzido
e adaptado do artigo da Associated Press: Christians
march in Jerusalem in support of Israel
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Dilma e a islamofobia

Dilma e a islamofobia:


Dilma e a islamofobia

Comentário
de Julio Severo:
O texto a seguir foi publicado no
site Verdade Gospel, do Pr. Silas
Malafaia. Gostei muito dos pontos que ele levantou. No final, Malafaia cita
Obama, mas como se as palavras do presidente americano defendessem a liberdade
de expressão. Não defendem, pois no mesmo discurso, Obama
disse
: “O futuro não deve pertencer aos que difamam o profeta Maomé.”
De acordo com a própria filosofia
mista de islamismo e homossexualismo de Obama
, o futuro perfeito será onde
todos poderão criticar e até mesmo perseguir — assunto da especialidade dos
islâmicos — os cristãos. Mas quem criticar Maomé — ou as perversões homossexuais
— vai se ver em apuros. Maomé será “elevado” à sacralidade que o Ocidente
concedeu ao homossexualismo.
Confiram agora a excelente matéria
do site do Pr. Silas:

Dilma e a islamofobia
e o filme de Maomé

A presidente Dilma Rousseff
discursou na ONU nesta terça-feira (25) e colocou seus pontos de vista
desprovidos de coerência e visão democrática. Durante seu pronunciamento, Dilma
afirmou haver Islamofobia no Ocidente, ignorou a Cristofobia (como o famoso
caso do Pr. Youcef Nadarkhani), responsabilizou Israel pela crise do Oriente
Médio, e propôs o reconhecimento do Estado Palestino como membro pleno das
Nações Unidas.
Confira
abaixo trecho do constrangedor discurso da presidente Dilma Rousseff na ONU:
Ainda
como presidenta de um país no qual vivem milhares e milhares de brasileiros de
confissão islâmica, registro neste plenário nosso mais veemente repúdio à
escalada de preconceito islamofóbico em países ocidentais. O Brasil é um dos
protagonistas da iniciativa generosa “Aliança de Civilizações”, convocada
originalmente pelo governo turco.
Com
a mesma veemência, senhor Presidente, repudiamos também os atos de terrorismo
que vitimaram diplomatas americanos na Líbia.
Senhor
Presidente,
Ainda
com os olhos postos no Oriente Médio, onde residem alguns dos mais importantes
desafios à paz e à segurança internacional, quero deter-me mais uma vez na
questão Israel– Palestina.
Reitero
minha fala de 2011, quando expressei o apoio do governo brasileiro ao
reconhecimento do Estado Palestino como membro pleno das Nações Unidas.
Acrescentei, e repito agora, que apenas uma Palestina livre e soberana poderá
atender aos legítimos anseios de Israel por paz com seus vizinhos, segurança em
suas fronteiras e estabilidade política regional.
Pr.
Silas Malafaia comenta:
Um dos mais desastrosos e medíocres
discursos feito por um estadista brasileiro nas Nações Unidas. Vamos aos fatos:
1. Nunca vi uma coisa tão descabida
fora da realidade, como a afirmação da presidente Dilma Rousseff, de que no
ocidente existe uma Islamofobia. Pergunto: Em que nação do ocidente houve o
impedimento para a construção de uma mesquita? Em que nação do ocidente um
islâmico é proibido de praticar a sua fé? Em que nação do ocidente eles são
perseguidos, presos, e ateiam fogos em suas mesquitas? Que declaração estúpida
da presidente, querendo fazer média com as nações muçulmanas. Porque em qualquer
país democrático do ocidente eles são livres para suas práticas religiosas.
2. A presidente Dilma perdeu sim, a
oportunidade de falar da Cristofobia, onde nos países muçulmanos como
Indonésia, Nigéria, Irã e etc… Pastores e cristãos são presos e assassinados,
Igrejas com gente dentro são queimadas, proibição de abertura de igrejas
cristãs, e uma verdadeira perseguição religiosa. A presidente perdeu a
oportunidade de falar sobre isso, pois o Brasil é composto de 90% de cristãos,
e aqui no nosso país não existe nenhum tipo de perseguição ou retaliação aos
muçulmanos. QUE VERGONHA! A presidente Dilma perdeu a oportunidade de ficar de
boca fechada sobre este assunto. Não vimos nenhum movimento dela em favor da
libertação do pastor Youcef no Irã, preso pelos intolerantes islâmicos do Irã.
3. Quanto ao outro assunto que só
haverá paz no Oriente Médio quando houver um Estado pleno e soberano palestino,
faço as seguintes colocações:
Israel é o único Estado
democraticamente pleno no Oriente Médio. Os que governam os palestinos são
grupos terroristas que pregam a eliminação do Estado de Israel, e que praticam
atentados contra a soberania deste Estado. Como Israel poderá reconhecê-los?
Os palestinos querem Jerusalém como
sua capital. Como isto pode acontecer se Jerusalém é a capital do Estado de
Israel, foi fundada pelo rei Davi, e Jerusalém, na história, nunca foi capital
de Estado Árabe? Como um Estado soberano vai dividir sua capital?
Israel ocupa 1% de todo território,
não se engane com a propaganda. Os palestinos são de origem árabe, não possuem
cultura palestina, possuem uma língua e cultura árabes. Milenarmente aquelas
terras pertencem a Israel, creio que haverá paz (tirando aqui a questão
escatológica e espiritual) quando eles reconhecerem o Estado de Israel como uma
nação soberana.
4. Por que a comunidade
internacional não defende uma nação soberana para os curdos que vivem em parte
do Iraque, Irã e Turquia? Por que não separam esta região de pequenas partes
destes países para formar um Estado Curdo? Por que, também, a comunidade
internacional não luta em favor do país Basco, que está na região da Espanha?
5. Meu recadinho final para a
presidente Dilma sobre Israel:
Abençoareis os que te abençoarem, e
amaldiçoarei os que te amaldiçoarem.
6. Quanto ao filme amador que
ridiculariza fundamentos da fé Islâmica, eu tenho dito que no Brasil pode falar
mau de Deus, diabo, pastor, padre, evangélicos, católicos, presidente, etc… Não
se podia falar contra gay, e agora também contra o Islamismo. Nas novelas
debocham de evangélicos e pastores, e no cinema mundial existem vários filmes e
documentários debochando da fé dos evangélicos e dos católicos. Ninguém fala
nada, ninguém diz nada, e ainda se utilizam do Estado Democrático de Direito,
onde a crítica é livre – e eu concordo com isto. Será que a democracia está se
dobrando ao terror, e ao medo de retaliações sanguinárias, das ameaças
provindas de extremistas religiosos islâmicos? Que vergonha um juiz ir contra a
constituição brasileira e mandar retirar um filme de quinta categoria que
debocha do Islã. Sejam nós, evangélicos, católicos, islâmicos, espíritas, etc..
Temos que entender que no Estado Democrático de Direito estamos sujeitos ao
deboche, à crítica, à contradição, e que também temos o direito, segundo nossas
convicções, de utilizarmos os mesmos princípios. Não podemos nos dobrar a
nenhum tipo de radicalismo que fere os princípios democráticos. Como disse o
presidente Obama: “O filme é ridículo e repugnante, mas nada está acima da
liberdade de expressão”.
Divulgação:
www.juliosevero.com
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domingo, 7 de outubro de 2012

Nao vote em candidato do PT ou de sua base alugada


As promoções da época!
Vote no PT e ganhe, inteiramente gratis, um José Sarney de presente agregado ao Michel Temmer.
Mas não é só isso, votando no PT você também leva, inteiramente grátis (GRÁTIS???) um Fernando Collor de presente.
Não pense que a promoção termina aqui.
Votando no PT você também ganha, inteiramente grátis, um Renan Calheiros e um Jader Barbalho.
Mas atenção: se você votar no PT, também ganhará uma Roseana Sarney no Maranhão, uma Ideli Salvati em Santa Catarina e uma Martha Suplício em S. Paulo.
Ligue já para a Dirceu-Shop, e ganhe este maravilhoso pacote de presente: Dilma, Collor, Sarney pai, Sarney filho, Roseana Sarney, Renan Calheiros, Jáder Barbalho, José Dirceu, Delúbio Soares, José Genoíno, e muito, muito mais, com um único voto.
E tem mais, você também leva inteiramente grátis, bonequinhos do Chavez, do Evo Morales, do Fidel Castro ao lado do Raul Castro, do Ahmadinejad, do Hammas e uma foto autografada das FARC´s da Colombia.
Isso sem falar no poster inteiramente grátis dos líderes dos bandidos "Sem Terra", Pedro Stedile e José Rainha, além do Minc com uniforme de guerrilheiro e sequestrador.
Ganhe, ainda, sem concurso, uma leva de deputados especialistas em mensalinhos e mensalões. E mais: ganhe curso intensivo de como esconder dinheiro na cueca, na meia, na bolsa ..., ministrado por Marcos Valério e José Adalberto Vieira da Silva e José Nobre Guimarães.
Tudo isto e muito mais!

Do texto original de Arnaldo Jabor substituimos a palavra DILMA por PT.

Lembre-se sempre:
"Embora ninguém possa voltar atrás e  fazer um novo começo, qualquer um pode  começar agora e fazer um novo fim".
Esta é uma comunicação oficial do Instituto Endireita Brasil. Reenvie imediatamente esta mensagem para toda a sua lista, o Brasil agradece.
Hoje somos apenas 2.911, poderemos ser milhões, colabore!...   
Se você deseja enviar uma mensagem para o Instituto Endireita Brasil clique no e-mail: contato@emdireitabrasil.com.br
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